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“Vivemos a era “inter”. Estamos vivendo um tempo em que a atenção está voltada para a internet, a interculturalidade, a interdisciplinaridade e a integração das artes e dos meios como modos de produção de significados desafiadores de limites, fronteiras e territórios. Entretanto, os arte-educadores têm dificuldades de entender a arte “inter” produzida hoje.”.
BARBOSA, A. M. Interterritorialidade na Arte/Educação e na Arte. p. 23. In: BARBOSA, A. M.; AMARAL, L. (org.). Interterritorialidade: mídias, contextos e educação. São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2008.
Ao estabelecer uma relação entre o termo “inter” e arte, BARBOSA enfatiza a dificuldade que os "arte-educadores" têm de entender a(s)
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Em sua obra, Henry Giroux destaca que a cultura e o currículo são elementos inseparáveis. Se a cultura é um campo de lutas e conflitos por imposição de significados e se o currículo está envolvido em uma política cultural, então ele é terreno privilegiado de lutas, conflitos e contestações na busca de significados e sentidos. Portanto, é fundamental entender o currículo como um instrumento, um espaço, um campo de produção e criação de significados, no qual se fazem presentes os interesses das camadas sociais.
De acordo com esse texto, são ações de suma importância para os processos constantes de ensino de arte no que se refere ao currículo:
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Usando uma definição ampla, mas flexível, pode-se dizer que Estudos Críticos são a esfera do ensino que transforma os trabalhos de arte em percepção precisa e não casual, analisando neles a presença estética, os processos formativos, causas espirituais, sociais, econômicas, políticas e os efeitos culturais. Os Estudos Críticos alertam, assim, para o perigo de uma análise ingênua que prime somente pelas combinações de forma, cor, textura e outros aspectos, isentando a obra de outras questões importantes presentes na origem delas.
Marque a alternativa em que há exemplos de obras que trazem, respectivamente, a crítica social ao trabalho opressivo e à existência marginal, e fatos histórico-políticos.
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A essa técnica dá-se o nome de
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- Suportes Bidimensionais e Tridimensionais
- História e Atualidades das Artes Plásticas
- Linguagens e Suporte em Artes Plásticas
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I. Escola de Atenas de Rafael.
II. A Descida da Cruz de Rubens.
III. A Ronda da Noite de Rembrandt.
IV. Enterro em Ornans de Courbet.
V. O Jardim das Delícias Terrenas de Bosch.
Dentre essas obras, aquelas que pertencem ao Barroco estão nas alternativas:
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Para Cristina Machado, em O barro com segunda pele (2011), a argila é muito mais do que material primordial, é uma ponte entre seu mundo interior e o Cosmos, caminho por onde as emoções se transformam em objetos concretos, materializando-se em imagens de grande valor estético e simbólico.
Cristina Machado se destaca pela relação que mantém com o barro e com temas relacionados a discussões presentes na contemporaneidade. Assinale, então, a única alternativa que traz exemplos de três trabalhos dessa artista.
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O ensino de arte vem-se desenvolvendo a partir de vários caminhos que contribuem, cada vez mais, para a diversidade de possibilidades de pensamento e ação. Na atualidade, estudos e pesquisas apontam o deslocamento da linha da arte como linguagem para a arte imagética. Dessa forma, esse ensino não se daria por comunicação, mas por metáfora.
Segundo Efland, em Art and cognition: integriting the visual arts in the curriculum, é a metáfora que constrói ligações as quais nos permitem entender e estruturar o conhecimento em diferentes domínios para estabelecer conexões entre coisas aparentemente não relacionadas.
De acordo com o autor, a metáfora possui três partes, que são:
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