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No Microsoft Windows XP, qual é o nome da barra da extremidade inferior da área de trabalho onde se localizam os programas e aplicativos que estão em execução?
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Um macaco postado no galho de uma árvore a 8 metros de altura avista uma onça sob um ângulo de 30º em relação à horizontal. O ângulo formado entre a árvore e o solo é de 90º. A distância do pé da árvore a que a onça se encontra é de aproximadamente: (Dado: tg 30º= 0,57)
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LÍNGUA RICA OU DIFÍCIL
Muita gente se refere simplesmente ao Português como uma língua difícil e complicada, sem refletir que a sua complexidade é proporcional ao seu desenvolvimento e à sua capacidade de comunicação.
A verdade é que toda crítica é fácil de fazer, principalmente quando se quer justificar o pequeno apreço que se tem por ela e fugir a uma discussão que, embora exigindo parcialidade e dados concretos, aprofunde de modo real os conhecimentos linguísticos e culturais.
Por outro lado, se a intenção é conhecer melhor o mundo dos idiomas, vê-se que uma língua tem o valor real de sua história, e a nossa, por sua longa trajetória de mais de mil anos, que remonta aos dias de glória dos conquistadores romanos, reflete claramente sua pujança num vocabulário com palavras vindas de todos os continentes, permeada de inúmeras alternativas e tantas correspondências.
Nela se misturam desde primitivos vocábulos célticos e ibéricos até palavras de outras línguas atuais, fruto da imensa globalização do mundo moderno, passando pelo onipresente latim dos romanos e dos povos romanizados, pelos idiomas germânicos, pelo árabe, tanto tempo presente na Península Ibérica, pelas inúmeras línguas da África Negra, trazidas à força para enriquecê-la e, especialmente no Brasil, pelos incontáveis idiomas dos nativos americanos e pelos dos saudosos e empreendedores imigrantes que ajudaram a dar essa feição de hoje a este país tão especial e generoso, apesar de tanta desigualdade e injustiça.
Assim, entendendo melhor a história de nossa língua, conhecendo-a e dando-lhe o devido valor, talvez comecemos a namorá-la, mesmo de maneira não muito íntima, com receios de machucá-la e feri-la. Quem sabe, no futuro, talvez se venha a admirá-la e amá-la de verdade, da forma que ela, com certeza, merece.
(In: MARTINS, Ozanir Roberti. Manual de Lingua Portuguesa. 4 ed. RJ: Novaldade, 2003.)
Dentre as afirmativas abaixo, assinale a incorreta.
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LÍNGUA RICA OU DIFÍCIL
Muita gente se refere simplesmente ao Português como uma língua difícil e complicada, sem refletir que a sua complexidade é proporcional ao seu desenvolvimento e à sua capacidade de comunicação.
A verdade é que toda crítica é fácil de fazer, principalmente quando se quer justificar o pequeno apreço que se tem por ela e fugir a uma discussão que, embora exigindo parcialidade e dados concretos, aprofunde de modo real os conhecimentos linguísticos e culturais.
Por outro lado, se a intenção é conhecer melhor o mundo dos idiomas, vê-se que uma língua tem o valor real de sua história, e a nossa, por sua longa trajetória de mais de mil anos, que remonta aos dias de glória dos conquistadores romanos, reflete claramente sua pujança num vocabulário com palavras vindas de todos os continentes, permeada de inúmeras alternativas e tantas correspondências.
Nela se misturam desde primitivos vocábulos célticos e ibéricos até palavras de outras línguas atuais, fruto da imensa globalização do mundo moderno, passando pelo onipresente latim dos romanos e dos povos romanizados, pelos idiomas germânicos, pelo árabe, tanto tempo presente na Península Ibérica, pelas inúmeras línguas da África Negra, trazidas à força para enriquecê-la e, especialmente no Brasil, pelos incontáveis idiomas dos nativos americanos e pelos dos saudosos e empreendedores imigrantes que ajudaram a dar essa feição de hoje a este país tão especial e generoso, apesar de tanta desigualdade e injustiça.
Assim, entendendo melhor a história de nossa língua, conhecendo-a e dando-lhe o devido valor, talvez comecemos a namorá-la, mesmo de maneira não muito íntima, com receios de machucá-la e feri-la. Quem sabe, no futuro, talvez se venha a admirá-la e amá-la de verdade, da forma que ela, com certeza, merece.
(In: MARTINS, Ozanir Roberti. Manual de Lingua Portuguesa. 4 ed. RJ: Novaldade, 2003.)
A respeito da complexidade e da dificuldade da língua portuguesa, está plenamente correta a afirmativa de que o autor do texto
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Ivan disse a César que a idade de seu irmão mais novo era igual ao valor da tangente de 45º. Podemos afirmar que o irmão mais novo de Ivan tem:
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Leia o seguinte comentário:
Chama-se FORMAÇÃO DE PALAVRAS o conjunto de processos morfossintáticos que permitem a criação de unidades novas com base em morfemas lexicais. Utilizam-se assim, para formar as palavras, os afixos de derivação ou os procedimentos de composição.
(CUNHA, Celso; LINDLEY, Cintra. Nova Gramática do Português Contemporâneo. RJ: Lexikon, 1985.)
Observe, atentamente, a transformação destes verbos em substantivos deverbais.
| VERBO | DEVERBAL |
| apelar | apelo |
| alcançar | alcance |
| chorar | choro |
| errar | erro |
| sacar | saque |
| sustentar | sustento |
O processo de formação de palavras que ocorre nas transformações constantes dessa tabela é denominado
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LÍNGUA RICA OU DIFÍCIL
Muita gente se refere simplesmente ao Português como uma língua difícil e complicada, sem refletir que a sua complexidade é proporcional ao seu desenvolvimento e à sua capacidade de comunicação.
A verdade é que toda crítica é fácil de fazer, principalmente quando se quer justificar o pequeno apreço que se tem por ela e fugir a uma discussão que, embora exigindo parcialidade e dados concretos, aprofunde de modo real os conhecimentos linguísticos e culturais.
Por outro lado, se a intenção é conhecer melhor o mundo dos idiomas, vê-se que uma língua tem o valor real de sua história, e a nossa, por sua longa trajetória de mais de mil anos, que remonta aos dias de glória dos conquistadores romanos, reflete claramente sua pujança num vocabulário com palavras vindas de todos os continentes, permeada de inúmeras alternativas e tantas correspondências.
Nela se misturam desde primitivos vocábulos célticos e ibéricos até palavras de outras línguas atuais, fruto da imensa globalização do mundo moderno, passando pelo onipresente latim dos romanos e dos povos romanizados, pelos idiomas germânicos, pelo árabe, tanto tempo presente na Península Ibérica, pelas inúmeras línguas da África Negra, trazidas à força para enriquecê-la e, especialmente no Brasil, pelos incontáveis idiomas dos nativos americanos e pelos dos saudosos e empreendedores imigrantes que ajudaram a dar essa feição de hoje a este país tão especial e generoso, apesar de tanta desigualdade e injustiça.
Assim, entendendo melhor a história de nossa língua, conhecendo-a e dando-lhe o devido valor, talvez comecemos a namorá-la, mesmo de maneira não muito íntima, com receios de machucá-la e feri-la. Quem sabe, no futuro, talvez se venha a admirá-la e amá-la de verdade, da forma que ela, com certeza, merece.
(In: MARTINS, Ozanir Roberti. Manual de Lingua Portuguesa. 4 ed. RJ: Novaldade, 2003.)
Leia atentamente o seguinte período:
[...]
O frio é tanto, é tamanho
Que a pena cai-me da mão [...]
(A. Gil)
(CUNHA, Celso; LINDLEY, Cintra. Nova Gramática do Português Contemporâneo. RJ: Lexikon, 1985.)
A conjunção destacada apresenta valor semântico de
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LÍNGUA RICA OU DIFÍCIL
Muita gente se refere simplesmente ao Português como uma língua difícil e complicada, sem refletir que a sua complexidade é proporcional ao seu desenvolvimento e à sua capacidade de comunicação.
A verdade é que toda crítica é fácil de fazer, principalmente quando se quer justificar o pequeno apreço que se tem por ela e fugir a uma discussão que, embora exigindo parcialidade e dados concretos, aprofunde de modo real os conhecimentos linguísticos e culturais.
Por outro lado, se a intenção é conhecer melhor o mundo dos idiomas, vê-se que uma língua tem o valor real de sua história, e a nossa, por sua longa trajetória de mais de mil anos, que remonta aos dias de glória dos conquistadores romanos, reflete claramente sua pujança num vocabulário com palavras vindas de todos os continentes, permeada de inúmeras alternativas e tantas correspondências.
Nela se misturam desde primitivos vocábulos célticos e ibéricos até palavras de outras línguas atuais, fruto da imensa globalização do mundo moderno, passando pelo onipresente latim dos romanos e dos povos romanizados, pelos idiomas germânicos, pelo árabe, tanto tempo presente na Península Ibérica, pelas inúmeras línguas da África Negra, trazidas à força para enriquecê-la e, especialmente no Brasil, pelos incontáveis idiomas dos nativos americanos e pelos dos saudosos e empreendedores imigrantes que ajudaram a dar essa feição de hoje a este país tão especial e generoso, apesar de tanta desigualdade e injustiça.
Assim, entendendo melhor a história de nossa língua, conhecendo-a e dando-lhe o devido valor, talvez comecemos a namorá-la, mesmo de maneira não muito íntima, com receios de machucá-la e feri-la. Quem sabe, no futuro, talvez se venha a admirá-la e amá-la de verdade, da forma que ela, com certeza, merece.
(In: MARTINS, Ozanir Roberti. Manual de Lingua Portuguesa. 4 ed. RJ: Novaldade, 2003.)
Analise as afirmações acerca destas duas orações.
1) O céu cinzento indica chuva.
2) O cinzento do céu indica chuva.
I. Na primeira oração, cinzento é substantivo e, na segunda, adjetivo.
II. Nas duas orações, o vocábulo cinzento é adjetivo.
III. Na primeira oração, cinzento é adjetivo e, na segunda, substantivo.
Selecione a única alternativa correta.
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Em um retângulo, o comprimento mede (x + 5) m e a largura mede 7 m. Sabendo-se que a área desse retângulo vale 105 m2,o valor de x é:
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LÍNGUA RICA OU DIFÍCIL
Muita gente se refere simplesmente ao Português como uma língua difícil e complicada, sem refletir que a sua complexidade é proporcional ao seu desenvolvimento e à sua capacidade de comunicação.
A verdade é que toda crítica é fácil de fazer, principalmente quando se quer justificar o pequeno apreço que se tem por ela e fugir a uma discussão que, embora exigindo parcialidade e dados concretos, aprofunde de modo real os conhecimentos linguísticos e culturais.
Por outro lado, se a intenção é conhecer melhor o mundo dos idiomas, vê-se que uma língua tem o valor real de sua história, e a nossa, por sua longa trajetória de mais de mil anos, que remonta aos dias de glória dos conquistadores romanos, reflete claramente sua pujança num vocabulário com palavras vindas de todos os continentes, permeada de inúmeras alternativas e tantas correspondências.
Nela se misturam desde primitivos vocábulos célticos e ibéricos até palavras de outras línguas atuais, fruto da imensa globalização do mundo moderno, passando pelo onipresente latim dos romanos e dos povos romanizados, pelos idiomas germânicos, pelo árabe, tanto tempo presente na Península Ibérica, pelas inúmeras línguas da África Negra, trazidas à força para enriquecê-la e, especialmente no Brasil, pelos incontáveis idiomas dos nativos americanos e pelos dos saudosos e empreendedores imigrantes que ajudaram a dar essa feição de hoje a este país tão especial e generoso, apesar de tanta desigualdade e injustiça.
Assim, entendendo melhor a história de nossa língua, conhecendo-a e dando-lhe o devido valor, talvez comecemos a namorá-la, mesmo de maneira não muito íntima, com receios de machucá-la e feri-la. Quem sabe, no futuro, talvez se venha a admirá-la e amá-la de verdade, da forma que ela, com certeza, merece.
(In: MARTINS, Ozanir Roberti. Manual de Lingua Portuguesa. 4 ed. RJ: Novaldade, 2003.)
Baseando-se no texto lido, é correto afirmar que a mistura das línguas atuais é uma consequência
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