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A era da desfabricação
Avanço tecnológico faz troca de micros, TVs e celulares se tornar novo tipo de negócio
Manufatura reversa e “desfabricação”: conceitos pouco usuais no dia a dia das pessoas. Com a implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, em breve, os brasileiros conhecerão melhor essas palavras. É que, a partir de agora, todos terão que aprender a dar um destino adequado aos aparelhos inservíveis. E mais, será possível ganhar dinheiro com isso.
Apesar de as pessoas confundirem com reciclagem, desfabricação ou manufatura reversa é um conceito que vem antes. É o desmonte de equipamentos para reaproveitar algumas partes e dar um destino adequado ao que não pode ser reutilizado, evitando poluir o meio ambiente, explica Ernesto Watanabe, da Descarte Certo, empresa que atua em gestão de resíduos sólidos, intermediando o recolhimento e a destinação de produtos eletroeletrônicos, como celulares, notebooks e refrigeradores.
Na manufatura reversa, 98% de um computador pode ser reaproveitado. O plástico, por exemplo, pode virar um cabide. Cria-se, assim, um novo conceito de matéria-prima, evitando a extração e o esgotamento de recursos naturais.
Esse é um mercado bilionário no mundo. Porém, fazer a desmontagem de um equipamento, um computador ou refrigerador, tem um custo. A empresa deve ter as licenças ambientais apropriadas, profissionais capacitados e pagar os impostos, acrescenta Watanabe.
Gerente de Meio Ambiente da Federação das Indústrias do Rio (Firjan), Ivan de Sá Earp, diz que o mercado ainda engatinha. Os fabricantes estão preocupados em atender à nova lei e há interessados em promover negócios, mas ainda falta um sistema que integre todas as partes envolvidas.
Sá Earp diz que no site da entidade há uma ferramenta chamada “Bolsa de Resíduos” para quem quer vender ou comprar produtos descartáveis. Segundo ele, cerca de 600 participantes oferecem todo o tipo de material.
Hoje no Brasil existem 15 empresas de lixo eletrônico com licenciamento ambiental que dão a destinação correta aos materiais. Boa parte delas está localizada nas regiões Sul e Sudeste.
GIMENEZ. A era da desfabricação. O Dia, 18 dez. 2011.
Releia este trecho.
Apesar de as pessoas confundirem com reciclagem, desfabricação ou manufatura reversa é um conceito que vem antes.
Assinale a alternativa que apresenta uma possiblidade correta de reescritura dessa frase, sem prejuízo de sentido.
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Na fabricação de um cabo de aço, os fios que constituem cada perna foram torcidos em um determinado sentido e todas as pernas reunidas foram torcidas nesse mesmo sentido.
Trata-se, portanto, de um cabo de aço de torção
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A era da desfabricação
Avanço tecnológico faz troca de micros, TVs e celulares se tornar novo tipo de negócio
Manufatura reversa e “desfabricação”: conceitos pouco usuais no dia a dia das pessoas. Com a implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, em breve, os brasileiros conhecerão melhor essas palavras. É que, a partir de agora, todos terão que aprender a dar um destino adequado aos aparelhos inservíveis. E mais, será possível ganhar dinheiro com isso.
Apesar de as pessoas confundirem com reciclagem, desfabricação ou manufatura reversa é um conceito que vem antes. É o desmonte de equipamentos para reaproveitar algumas partes e dar um destino adequado ao que não pode ser reutilizado, evitando poluir o meio ambiente, explica Ernesto Watanabe, da Descarte Certo, empresa que atua em gestão de resíduos sólidos, intermediando o recolhimento e a destinação de produtos eletroeletrônicos, como celulares, notebooks e refrigeradores.
Na manufatura reversa, 98% de um computador pode ser reaproveitado. O plástico, por exemplo, pode virar um cabide. Cria-se, assim, um novo conceito de matéria-prima, evitando a extração e o esgotamento de recursos naturais.
Esse é um mercado bilionário no mundo. Porém, fazer a desmontagem de um equipamento, um computador ou refrigerador, tem um custo. A empresa deve ter as licenças ambientais apropriadas, profissionais capacitados e pagar os impostos, acrescenta Watanabe.
Gerente de Meio Ambiente da Federação das Indústrias do Rio (Firjan), Ivan de Sá Earp, diz que o mercado ainda engatinha. Os fabricantes estão preocupados em atender à nova lei e há interessados em promover negócios, mas ainda falta um sistema que integre todas as partes envolvidas.
Sá Earp diz que no site da entidade há uma ferramenta chamada “Bolsa de Resíduos” para quem quer vender ou comprar produtos descartáveis. Segundo ele, cerca de 600 participantes oferecem todo o tipo de material.
Hoje no Brasil existem 15 empresas de lixo eletrônico com licenciamento ambiental que dão a destinação correta aos materiais. Boa parte delas está localizada nas regiões Sul e Sudeste.
GIMENEZ. A era da desfabricação. O Dia, 18 dez. 2011.
O neologismo é um fenômeno linguístico que consiste na criação de uma palavra ou expressão nova, ou na atribuição de um novo sentido a uma palavra já existente. Pode ser fruto de um comportamento espontâneo, próprio do ser humano e da linguagem, ou artificial, para fins pejorativos ou não. Geralmente, os neologismos são criados a partir de processos que já existem na língua: justaposição, prefixação, aglutinação, verbalização e sufixação.
Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/neologismo>. Acesso em: 21 dez. 2011.
O neologismo desfabricação foi gerado através do mesmo processo que há na palavra
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Paulo recebeu uma ordem de serviço, com um croqui anexo, para usinagem de uma peça. Logo a seguir, o seu supervisor trouxe a peça referente à mesma ordem de serviço e pediu para ele conferir o croqui, antes de usinar a peça.

TELECURSO 2000. Curso Profissionalizante, Mecânica (Adaptação)
Então, a alternativa que representa as vistas da peça (1º diedro, ABNT) é a seguinte:
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Um parafuso com 10mm de comprimento possui a seguinte especificação M 11x1.
É correto afirmar que ao se dar 4 voltas completas no parafuso, o seu avanço será, em milímetros, de
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A era da desfabricação
Avanço tecnológico faz troca de micros, TVs e celulares se tornar novo tipo de negócio
Manufatura reversa e “desfabricação”: conceitos pouco usuais no dia a dia das pessoas. Com a implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, em breve, os brasileiros conhecerão melhor essas palavras.(a) É que, a partir de agora, todos terão que aprender a dar um destino adequado aos aparelhos inservíveis. E mais, será possível ganhar dinheiro com isso.
Apesar de as pessoas confundirem com reciclagem, desfabricação ou manufatura reversa é um conceito que vem antes. É o desmonte de equipamentos para reaproveitar algumas partes e dar um destino adequado ao que não pode ser reutilizado, evitando poluir o meio ambiente, explica Ernesto Watanabe, da Descarte Certo, empresa que atua em gestão de resíduos sólidos, intermediando o recolhimento e a destinação de produtos eletroeletrônicos, como celulares, notebooks e refrigeradores.
Na manufatura reversa, 98% de um computador pode ser reaproveitado. O plástico, por exemplo, pode virar um cabide. Cria-se, assim, um novo conceito de matéria-prima, evitando a extração e o esgotamento de recursos naturais.
Esse é um mercado bilionário no mundo. Porém, fazer a desmontagem de um equipamento,(b) um computador ou refrigerador, tem um custo. A empresa deve ter as licenças ambientais apropriadas, profissionais capacitados e pagar os impostos, acrescenta Watanabe.
Gerente de Meio Ambiente da Federação das Indústrias do Rio (Firjan), Ivan de Sá Earp, diz que o mercado ainda engatinha.(c) Os fabricantes estão preocupados em atender à nova lei e há interessados em promover negócios, mas ainda falta um sistema que integre todas as partes envolvidas.(d)
Sá Earp diz que no site da entidade há uma ferramenta chamada “Bolsa de Resíduos” para quem quer vender ou comprar produtos descartáveis. Segundo ele, cerca de 600 participantes oferecem todo o tipo de material.
Hoje no Brasil existem 15 empresas de lixo eletrônico com licenciamento ambiental que dão a destinação correta aos materiais. Boa parte delas está localizada nas regiões Sul e Sudeste.
GIMENEZ. A era da desfabricação. O Dia, 18 dez. 2011.
A única frase que, marcada pela personificação, ratifica como ainda está distante o processo de “desfabricação” é
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Ao usinar um eixo num torno mecânico, um técnico se deparou com o seguinte problema: quantas divisões deveriam ser avançadas em um anel graduado de 100 divisões, para reduzir o diâmetro de um eixo, deixando-o 2 mm menor. Sabe-se que o passo do fuso era de 5mm e que as dimensões finais do eixo eram de 50mm e 30mm, respectivamente, para o diâmetro e para o comprimento.
Então, deverá avançar-se, no anel graduado, a seguinte quantidade de divisões:
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Fontes de energia mecânica, química e elétrica são utilizadas nas operações de soldagem.
Portanto, o processo de soldagem por energia mecânica no estado sólido, que não necessita de metal de adição, é o processo por
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Disponível em: <http://portaldobetinho.blogspot.com/2011/03/celular-e-transito-e-moda.html>.
Acesso em: 19 dez. 2011.
Segundo o Texto 3, pode-se inferir que o telefone celular
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A era da desfabricação
Avanço tecnológico faz troca de micros, TVs e celulares se tornar novo tipo de negócio
Manufatura reversa e “desfabricação”: conceitos pouco usuais no dia a dia das pessoas. Com a implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, em breve, os brasileiros conhecerão melhor essas palavras. É que, a partir de agora, todos terão que aprender a dar um destino adequado aos aparelhos inservíveis. E mais, será possível ganhar dinheiro com isso.
Apesar de as pessoas confundirem com reciclagem, desfabricação ou manufatura reversa é um conceito que vem antes. É o desmonte de equipamentos para reaproveitar algumas partes e dar um destino adequado ao que não pode ser reutilizado, evitando poluir o meio ambiente, explica Ernesto Watanabe, da Descarte Certo, empresa que atua em gestão de resíduos sólidos, intermediando o recolhimento e a destinação de produtos eletroeletrônicos, como celulares, notebooks e refrigeradores.
Na manufatura reversa, 98% de um computador pode ser reaproveitado. O plástico, por exemplo, pode virar um cabide. Cria-se, assim, um novo conceito de matéria-prima, evitando a extração e o esgotamento de recursos naturais.
Esse é um mercado bilionário no mundo. Porém, fazer a desmontagem de um equipamento, um computador ou refrigerador, tem um custo. A empresa deve ter as licenças ambientais apropriadas, profissionais capacitados e pagar os impostos, acrescenta Watanabe.
Gerente de Meio Ambiente da Federação das Indústrias do Rio (Firjan), Ivan de Sá Earp, diz que o mercado ainda engatinha. Os fabricantes estão preocupados em atender à nova lei e há interessados em promover negócios, mas ainda falta um sistema que integre todas as partes envolvidas.
Sá Earp diz que no site da entidade há uma ferramenta chamada “Bolsa de Resíduos” para quem quer vender ou comprar produtos descartáveis. Segundo ele, cerca de 600 participantes oferecem todo o tipo de material.
Hoje no Brasil existem 15 empresas de lixo eletrônico com licenciamento ambiental que dão a destinação correta aos materiais. Boa parte delas está localizada nas regiões Sul e Sudeste.
GIMENEZ. A era da desfabricação. O Dia, 18 dez. 2011.
Releia a seguinte frase:
[...] Com a implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, em breve, os brasileiros conhecerão melhor essas palavras.
A palavra destacada faz referência a (à)
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