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Foram encontradas 50 questões.

2200945 Ano: 2022
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: SELECON
Orgão: IF-RJ

Lua é jornalista e publica série de reportagens sobre os bastidores da política. Seus relatos são verídicos e baseados em informações pesquisadas em depoimentos públicos, mas também em informes privados. Determinado indivíduo, entendendo que certo relato não condiz com o que efetivamente ocorreu, requer a relação de pessoas que ajudaram a jornalista a construir o seu trabalho. Ocorre a recusa.

Nos termos da Constituição Federal, no caso acima ocorre a proteção ao denominado:

 

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2200944 Ano: 2022
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: SELECON
Orgão: IF-RJ

Dy consegue concluir curso universitário tendo colado grau como Bacharel. Ocorre que, para exercer a profissão relacionada ao seu curso superior, deve ainda realizar prova de habilitação. Há previsão legal para a referida avaliação. Dy, inconformado com a restrição, propõe medida judicial alegando ofensa à norma constitucional. Nos termos da Constituição Federal:

 

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2200943 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: IF-RJ

Texto para responder a questão.

A guerra das marcas

Há muito tempo que as guerras não se fazem apenas com armas, mas também com marcas. Esta a que agora assistimos é o exemplo deste novo tipo de combates.

Os consumidores não gostam de marcas agnósticas e têm exigido saber o que defendem as marcas, qual o seu propósito, quais os valores que defendem, para além dos produtos que vendem.

Neste contexto de pressão social das marcas, vimos marcas ativamente envolvidas na campanha Vidas Negras Importam, na preservação dos oceanos, na igualdade de gênero etc.

Mas um cenário de guerra é um contexto muito diferente e, no caso das marcas, funciona até como agente do “bem”. A condenação coletiva gera um efeito desneutralizador, colocando as marcas na obrigação de se desvincularem de tudo o que as ligue ao lado do mal.

Os consumidores, pelo seu lado, alistam-se num exército planetário contra o consumo dessas marcas e algumas delas irão ficar feridas de morte.

As marcas responsáveis não querem relações negativas com outras marcas que estejam desalinhadas do que defendem, no caso de uma guerra. Não há valores que paguem a contaminação negativa que um país pode vir a ter.

Por todo o mundo estão a nascer marcas do bem, talvez num movimento colaborativo nunca antes visto. Em Portugal destaco, entre outras igualmente meritórias, aquela em que estou envolvido, que é a WeHelpUkrain.org.

A reputação internacional da marca Rússia demorará décadas a recuperar, tal como demorou a marca Alemanha no caso de Hitler. A história continuará, e no fundo todos queremos o melhor para o povo russo, tal como quisemos para o povo alemão.

As marcas-país são resilientes, ficam feridas, mas não morrem, nem com uma guerra. E talvez esta uma forma de mostrar o poder efetivo das marcas e a força que têm para criar ou para vencer guerras, acreditando que o lado do bem será sempre mais forte.

Carlos Coelho Adaptado de Diários de Notícias (Lisboa), 03/03/2022

A palavra “a” é uma preposição exigida pela regência verbal

 

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2200942 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: IF-RJ

Texto para responder a questão.

A guerra das marcas

Há muito tempo que as guerras não se fazem apenas com armas, mas também com marcas. Esta a que agora assistimos é o exemplo deste novo tipo de combates.

Os consumidores não gostam de marcas agnósticas e têm exigido saber o que defendem as marcas, qual o seu propósito, quais os valores que defendem, para além dos produtos que vendem.

Neste contexto de pressão social das marcas, vimos marcas ativamente envolvidas na campanha Vidas Negras Importam, na preservação dos oceanos, na igualdade de gênero etc.

Mas um cenário de guerra é um contexto muito diferente e, no caso das marcas, funciona até como agente do “bem”. A condenação coletiva gera um efeito desneutralizador, colocando as marcas na obrigação de se desvincularem de tudo o que as ligue ao lado do mal.

Os consumidores, pelo seu lado, alistam-se num exército planetário contra o consumo dessas marcas e algumas delas irão ficar feridas de morte.

As marcas responsáveis não querem relações negativas com outras marcas que estejam desalinhadas do que defendem, no caso de uma guerra. Não há valores que paguem a contaminação negativa que um país pode vir a ter.

Por todo o mundo estão a nascer marcas do bem, talvez num movimento colaborativo nunca antes visto. Em Portugal destaco, entre outras igualmente meritórias, aquela em que estou envolvido, que é a WeHelpUkrain.org.

A reputação internacional da marca Rússia demorará décadas a recuperar, tal como demorou a marca Alemanha no caso de Hitler. A história continuará, e no fundo todos queremos o melhor para o povo russo, tal como quisemos para o povo alemão.

As marcas-país são resilientes, ficam feridas, mas não morrem, nem com uma guerra. E talvez esta uma forma de mostrar o poder efetivo das marcas e a força que têm para criar ou para vencer guerras, acreditando que o lado do bem será sempre mais forte.

Carlos Coelho Adaptado de Diários de Notícias (Lisboa), 03/03/2022

“As marcas responsáveis não querem relações negativas com outras marcas” (6º parágrafo). A expressão “relações negativas com outras marcas” está corretamente substituída por um pronome pessoal em:

 

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2200941 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: IF-RJ

Texto para responder a questão.

A guerra das marcas

Há muito tempo que as guerras não se fazem apenas com armas, mas também com marcas. Esta a que agora assistimos é o exemplo deste novo tipo de combates.

Os consumidores não gostam de marcas agnósticas e têm exigido saber o que defendem as marcas, qual o seu propósito, quais os valores que defendem, para além dos produtos que vendem.

Neste contexto de pressão social das marcas, vimos marcas ativamente envolvidas na campanha Vidas Negras Importam, na preservação dos oceanos, na igualdade de gênero etc.

Mas um cenário de guerra é um contexto muito diferente e, no caso das marcas, funciona até como agente do “bem”. A condenação coletiva gera um efeito desneutralizador, colocando as marcas na obrigação de se desvincularem de tudo o que as ligue ao lado do mal.

Os consumidores, pelo seu lado, alistam-se num exército planetário contra o consumo dessas marcas e algumas delas irão ficar feridas de morte.

As marcas responsáveis não querem relações negativas com outras marcas que estejam desalinhadas do que defendem, no caso de uma guerra. Não há valores que paguem a contaminação negativa que um país pode vir a ter.

Por todo o mundo estão a nascer marcas do bem, talvez num movimento colaborativo nunca antes visto. Em Portugal destaco, entre outras igualmente meritórias, aquela em que estou envolvido, que é a WeHelpUkrain.org.

A reputação internacional da marca Rússia demorará décadas a recuperar, tal como demorou a marca Alemanha no caso de Hitler. A história continuará, e no fundo todos queremos o melhor para o povo russo, tal como quisemos para o povo alemão.

As marcas-país são resilientes, ficam feridas, mas não morrem, nem com uma guerra. E talvez esta uma forma de mostrar o poder efetivo das marcas e a força que têm para criar ou para vencer guerras, acreditando que o lado do bem será sempre mais forte.

Carlos Coelho Adaptado de Diários de Notícias (Lisboa), 03/03/2022

No 8º parágrafo, a organização das ideias centrais se estrutura por meio do seguinte procedimento:

 

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2200940 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: IF-RJ

Texto para responder a questão.

A guerra das marcas

Há muito tempo que as guerras não se fazem apenas com armas, mas também com marcas. Esta a que agora assistimos é o exemplo deste novo tipo de combates.

Os consumidores não gostam de marcas agnósticas e têm exigido saber o que defendem as marcas, qual o seu propósito, quais os valores que defendem, para além dos produtos que vendem.

Neste contexto de pressão social das marcas, vimos marcas ativamente envolvidas na campanha Vidas Negras Importam, na preservação dos oceanos, na igualdade de gênero etc.

Mas um cenário de guerra é um contexto muito diferente e, no caso das marcas, funciona até como agente do “bem”. A condenação coletiva gera um efeito desneutralizador, colocando as marcas na obrigação de se desvincularem de tudo o que as ligue ao lado do mal.

Os consumidores, pelo seu lado, alistam-se num exército planetário contra o consumo dessas marcas e algumas delas irão ficar feridas de morte.

As marcas responsáveis não querem relações negativas com outras marcas que estejam desalinhadas do que defendem, no caso de uma guerra. Não há valores que paguem a contaminação negativa que um país pode vir a ter.

Por todo o mundo estão a nascer marcas do bem, talvez num movimento colaborativo nunca antes visto. Em Portugal destaco, entre outras igualmente meritórias, aquela em que estou envolvido, que é a WeHelpUkrain.org.

A reputação internacional da marca Rússia demorará décadas a recuperar, tal como demorou a marca Alemanha no caso de Hitler. A história continuará, e no fundo todos queremos o melhor para o povo russo, tal como quisemos para o povo alemão.

As marcas-país são resilientes, ficam feridas, mas não morrem, nem com uma guerra. E talvez esta uma forma de mostrar o poder efetivo das marcas e a força que têm para criar ou para vencer guerras, acreditando que o lado do bem será sempre mais forte.

Carlos Coelho Adaptado de Diários de Notícias (Lisboa), 03/03/2022

No quarto parágrafo, a palavra “até” é equivalente semanticamente a:

 

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2200939 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: IF-RJ

Texto para responder a questão.

A guerra das marcas

Há muito tempo que as guerras não se fazem apenas com armas, mas também com marcas. Esta a que agora assistimos é o exemplo deste novo tipo de combates.

Os consumidores não gostam de marcas agnósticas e têm exigido saber o que defendem as marcas, qual o seu propósito, quais os valores que defendem, para além dos produtos que vendem.

Neste contexto de pressão social das marcas, vimos marcas ativamente envolvidas na campanha Vidas Negras Importam, na preservação dos oceanos, na igualdade de gênero etc.

Mas um cenário de guerra é um contexto muito diferente e, no caso das marcas, funciona até como agente do “bem”. A condenação coletiva gera um efeito desneutralizador, colocando as marcas na obrigação de se desvincularem de tudo o que as ligue ao lado do mal.

Os consumidores, pelo seu lado, alistam-se num exército planetário contra o consumo dessas marcas e algumas delas irão ficar feridas de morte.

As marcas responsáveis não querem relações negativas com outras marcas que estejam desalinhadas do que defendem, no caso de uma guerra. Não há valores que paguem a contaminação negativa que um país pode vir a ter.

Por todo o mundo estão a nascer marcas do bem, talvez num movimento colaborativo nunca antes visto. Em Portugal destaco, entre outras igualmente meritórias, aquela em que estou envolvido, que é a WeHelpUkrain.org.

A reputação internacional da marca Rússia demorará décadas a recuperar, tal como demorou a marca Alemanha no caso de Hitler. A história continuará, e no fundo todos queremos o melhor para o povo russo, tal como quisemos para o povo alemão.

As marcas-país são resilientes, ficam feridas, mas não morrem, nem com uma guerra. E talvez esta uma forma de mostrar o poder efetivo das marcas e a força que têm para criar ou para vencer guerras, acreditando que o lado do bem será sempre mais forte.

Carlos Coelho Adaptado de Diários de Notícias (Lisboa), 03/03/2022

O emprego da vírgula delimita uma sequência de enumeração de elementos em:

 

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2200938 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: IF-RJ

Texto para responder a questão.

A guerra das marcas

Há muito tempo que as guerras não se fazem apenas com armas, mas também com marcas. Esta a que agora assistimos é o exemplo deste novo tipo de combates.

Os consumidores não gostam de marcas agnósticas e têm exigido saber o que defendem as marcas, qual o seu propósito, quais os valores que defendem, para além dos produtos que vendem.

Neste contexto de pressão social das marcas, vimos marcas ativamente envolvidas na campanha Vidas Negras Importam, na preservação dos oceanos, na igualdade de gênero etc.

Mas um cenário de guerra é um contexto muito diferente e, no caso das marcas, funciona até como agente do “bem”. A condenação coletiva gera um efeito desneutralizador, colocando as marcas na obrigação de se desvincularem de tudo o que as ligue ao lado do mal.

Os consumidores, pelo seu lado, alistam-se num exército planetário contra o consumo dessas marcas e algumas delas irão ficar feridas de morte.

As marcas responsáveis não querem relações negativas com outras marcas que estejam desalinhadas do que defendem, no caso de uma guerra. Não há valores que paguem a contaminação negativa que um país pode vir a ter.

Por todo o mundo estão a nascer marcas do bem, talvez num movimento colaborativo nunca antes visto. Em Portugal destaco, entre outras igualmente meritórias, aquela em que estou envolvido, que é a WeHelpUkrain.org.

A reputação internacional da marca Rússia demorará décadas a recuperar, tal como demorou a marca Alemanha no caso de Hitler. A história continuará, e no fundo todos queremos o melhor para o povo russo, tal como quisemos para o povo alemão.

As marcas-país são resilientes, ficam feridas, mas não morrem, nem com uma guerra. E talvez esta uma forma de mostrar o poder efetivo das marcas e a força que têm para criar ou para vencer guerras, acreditando que o lado do bem será sempre mais forte.

Carlos Coelho Adaptado de Diários de Notícias (Lisboa), 03/03/2022

A expressão “colocando as marcas na obrigação de se desvincularem de tudo o que as ligue ao lado do mal” (4º parágrafo) assume, no contexto da frase, o valor de:

 

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2200937 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: IF-RJ

Texto para responder a questão.

A guerra das marcas

Há muito tempo que as guerras não se fazem apenas com armas, mas também com marcas. Esta a que agora assistimos é o exemplo deste novo tipo de combates.

Os consumidores não gostam de marcas agnósticas e têm exigido saber o que defendem as marcas, qual o seu propósito, quais os valores que defendem, para além dos produtos que vendem.

Neste contexto de pressão social das marcas, vimos marcas ativamente envolvidas na campanha Vidas Negras Importam, na preservação dos oceanos, na igualdade de gênero etc.

Mas um cenário de guerra é um contexto muito diferente e, no caso das marcas, funciona até como agente do “bem”. A condenação coletiva gera um efeito desneutralizador, colocando as marcas na obrigação de se desvincularem de tudo o que as ligue ao lado do mal.

Os consumidores, pelo seu lado, alistam-se num exército planetário contra o consumo dessas marcas e algumas delas irão ficar feridas de morte.

As marcas responsáveis não querem relações negativas com outras marcas que estejam desalinhadas do que defendem, no caso de uma guerra. Não há valores que paguem a contaminação negativa que um país pode vir a ter.

Por todo o mundo estão a nascer marcas do bem, talvez num movimento colaborativo nunca antes visto. Em Portugal destaco, entre outras igualmente meritórias, aquela em que estou envolvido, que é a WeHelpUkrain.org.

A reputação internacional da marca Rússia demorará décadas a recuperar, tal como demorou a marca Alemanha no caso de Hitler. A história continuará, e no fundo todos queremos o melhor para o povo russo, tal como quisemos para o povo alemão.

As marcas-país são resilientes, ficam feridas, mas não morrem, nem com uma guerra. E talvez esta uma forma de mostrar o poder efetivo das marcas e a força que têm para criar ou para vencer guerras, acreditando que o lado do bem será sempre mais forte.

Carlos Coelho Adaptado de Diários de Notícias (Lisboa), 03/03/2022

Na conclusão, o autor sintetiza um posicionamento acerca das guerras, sustentado na seguinte perspectiva:

 

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2200936 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: IF-RJ

Texto para responder a questão.

A guerra das marcas

Há muito tempo que as guerras não se fazem apenas com armas, mas também com marcas. Esta a que agora assistimos é o exemplo deste novo tipo de combates.

Os consumidores não gostam de marcas agnósticas e têm exigido saber o que defendem as marcas, qual o seu propósito, quais os valores que defendem, para além dos produtos que vendem.

Neste contexto de pressão social das marcas, vimos marcas ativamente envolvidas na campanha Vidas Negras Importam, na preservação dos oceanos, na igualdade de gênero etc.

Mas um cenário de guerra é um contexto muito diferente e, no caso das marcas, funciona até como agente do “bem”. A condenação coletiva gera um efeito desneutralizador, colocando as marcas na obrigação de se desvincularem de tudo o que as ligue ao lado do mal.

Os consumidores, pelo seu lado, alistam-se num exército planetário contra o consumo dessas marcas e algumas delas irão ficar feridas de morte.

As marcas responsáveis não querem relações negativas com outras marcas que estejam desalinhadas do que defendem, no caso de uma guerra. Não há valores que paguem a contaminação negativa que um país pode vir a ter.

Por todo o mundo estão a nascer marcas do bem, talvez num movimento colaborativo nunca antes visto. Em Portugal destaco, entre outras igualmente meritórias, aquela em que estou envolvido, que é a WeHelpUkrain.org.

A reputação internacional da marca Rússia demorará décadas a recuperar, tal como demorou a marca Alemanha no caso de Hitler. A história continuará, e no fundo todos queremos o melhor para o povo russo, tal como quisemos para o povo alemão.

As marcas-país são resilientes, ficam feridas, mas não morrem, nem com uma guerra. E talvez esta uma forma de mostrar o poder efetivo das marcas e a força que têm para criar ou para vencer guerras, acreditando que o lado do bem será sempre mais forte.

Carlos Coelho Adaptado de Diários de Notícias (Lisboa), 03/03/2022

De acordo com o texto, uma caracterização atribuída aos consumidores atuais passa pela exigência de conhecimento acerca da associação entre as marcas e o seguinte aspecto:

 

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