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Observe a o sistema estático abaixo

Para que esse sistema fique em equilíbrio estático, é necessário que o Bloco A, à direita da “gangorra”, possua uma massa igual a
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O Regime Jurídico dos Cargos do Plano de Carreiras de que trata a lei nº. 11.091, de 2005, é o instituído pela
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Conforme rege a NBR-14724/2005, o apêndice é considerado
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Uma cisterna paralelepipédica de concreto armado com as dimensões de 3,00m×6,00m×1,50m (largura×comprimento×altura) está enterrada, coincidindo o nível do terreno com o nível da face externa da laje superior da cisterna. Considerando-se que a escavação, ao ser executada, necessitou de 40cm para cada lado e de 10cm no fundo, para facilitar a construção, a alternativa que corresponde ao volume de terra que foi retirado, sabendo-se que a taxa de empolamento foi de 20%, é
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- LinuxComandosshutdown (Linux)
- LinuxEstrutura de Diretórios do Linux
- LinuxPermissões de Arquivos e Diretórios no Linux
- LinuxProcessos no Linux
- LinuxUsuários e Grupos no Linux
- Servidor de Arquivos e Impressão
No Sistema Operacional Linux, os comandos são utilizados para manipular processos, remover trabalhos da fila de impressão, organizar e manipular diretórios e arquivos, ajustar permissões, definir limites de tempo para troca de senha ou para que uma conta seja desabilitada, dentre outros. Nesse contexto, avalie as seguintes afirmações sobre os comandos:
I. O comando “kill -ILL 4311” faz com que o Linux elimine o processo 4311.
II. O comando “lprm” é usado quando se deseja remover trabalhos da fila de impressão.
III. O comando “chmod 755 nome_do_arquivo” altera as permissões de um arquivo (que inicialmente estava como “-rwxrwxrwx”) para “–rwxr-xr-x”.
IV. Com o comando “passwd -x 15 -w 3 –i 2 joao”, a senha do usuário joao expirará após 15 dias (-x 15). Ele será avisado com 2 dias de antecedência (-i 2) para trocar sua senha e, caso exista, não poderá utilizar nenhuma das 3 (-w 3) últimas senhas utilizadas para essa conta.
V. O comando pwd do sistema Linux mostra em que parte da árvore de diretórios o sistema está.
VI. O comando “shutdown –r +5” faz com que o sistema reinicie após cinco minutos.
Estão corretas
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Constitui motivo para a rescisão do contrato administrativo
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Quando um objeto está em queda livre, é correto afirmar que
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- Transmissão de DadosCaracterísticas de TransmissãoCrosstalk/Diafonia e Delay Skew
- Transmissão de DadosMeios de TransmissãoCabeamento FìsicoCabeamento Estruturado
Acerca dos padrões de sistemas e subsistemas de cabeamento estruturado, e aspectos correlacionados, considere as seguintes afirmações:
I. O cabeamento horizontal e o cabeamento vertical correspondem às instalações internas de uma edificação. Para o caso do uso de par trançado para suporte a uma rede Gigabit Ethernet, todos os pares do cabo serão usados para transmitir dados, diferentemente do que ocorre nas redes Fast Ethernet, que utilizam apenas 2 pares.
II. O cabeamento horizontal pode estar distribuído, fisicamente, entre ambientes com diferentes níveis de altura, como o 1º. e 2º. andares da edificação, por exemplo. E se o padrão adotado for o da Norma EIA/TIA 568, o limite para os referidos lances de cabo é de (cabeamento horizontal) será de 100 metros. Para a NBR 14565 o comprimento permitido pode ultrapassar os 100metros.
III. Pelo padrão, o cabeamento em uma sala de telecomunicações deve usar cabos STP, blindados, STP 150 !$ \Omega !$, o que garantirá uma transmissão de sinais a uma taxa de 1000Mbps. Já os lances de cabos vertical e horizontal podem usar utp categoria 5e. O cabo STP, na sala de telecomunicações, também irá garantir melhor desempenho na rede, uma vez que serão usados nos jumpers de terminadores mecânicos, conectores de cruzamento (cross-connects) e terminadores para os sistemas de Cabeação Horizontal e Vertical, o que implica na diminuição da atenuação e perdas por diafonia.
IV. O cabeamento do subsistema de backbone de um campus deve ser formado por fibras ópticas ou cabos coaxiais, uma vez que esse tipo de cabeamento tem por finalidade interconectar edificações separadas por longas distâncias. As fibras ópticas também evitam que descargas elétricas danifiquem equipamentos entre os prédios para o caso de problemas no aterramento, já que transmitem apenas sinais de luz.
V. O distribuidor geral é o ponto para onde converge todo cabeamento horizontal de um andar, oriundo da área de trabalho. Nele devem estar os painéis de conexão cruzada, como Patch Panels e Blocos IDC, bem como concentradores. Toda a manutenção necessária para mudança de pontos, sejam de dados ou voz, ocorre neste distribuidor, que deve estar devidamente aterrado.
VI. Seguindo a NBR 14565, o comprimento máximo do cabo, contando desde o dispositivo de terminação do cabeamento secundário, instalado no Armário de Telecomunicações, até o Ponto de Telecomunicações, instalado na Área de Trabalho, deve ser de até 90 metros
Estão corretas
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1366332
Ano: 2009
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: IF-RN
Orgão: IF-RN
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: IF-RN
Orgão: IF-RN
Durante o POST em um computador, a mensagem “Falha na controladora do disco rígido” foi apresentada. Os seguintes fatores podem estar relacionados com essa mensagem de erro:
I. A partição primária do disco rígido não está ativa.
II. Erro na configuração de jumpers do disco rígido.
III. O cabo flat IDE está com defeito.
IV. Cabo de alimentação do disco rígido não conectado.
V. A interface IDE está com defeito.
Estão relacionados com tal mensagem de erro
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Para que e a quem serve o acordo ortográfico?
Belmiro Valverde Jobim !$ Castor^1 !$
Pensei bastante, perguntei a muitas pessoas, li os argumentos pró e contra e cada vez me convenço mais: o acordo de unificação ortográfica que entrou em vigor no dia 1º só tem desvantagens, cria problemas sem “descriar” nenhum dos já existentes e servirá apenas para infernizar a vida dos que tentam escrever em português decentemente inteligível e de todos os que, involuntariamente, tiverem de se submeter à nova ortografia.
De cara, chama a atenção o fato da matriz da língua portuguesa, Portugal, não referendar o acordo e, pelo jeito, não pretender fazê-lo tão cedo. Estaria receoso do “abrasileiramento” da última flor do Lácio, inculta e bela? Aliás, não é novidade que os portugueses não acreditem que falemos português. Uma vez, estava com minha mulher em uma loja de Lisboa e conversávamos enquanto esperávamos o pacote. A vendedora, cheia de divertida surpresa comentou: “estou a entender tudo o que estão a dizer! Afinal, o brasileiro se parece muitíssimo com o português!”
Um dos argumentos (raros) que encontrei a favor do acordo era de que a unificação contribuiria para o prestígio internacional da língua. Mas, oh pah!, a língua de maior prestígio internacional não é o inglês, que não obedece a regras uniformes nem – muito menos – é pronunciada da mesma forma? Outro é que a nova ortografia simplifica a escrita, o que me parece duvidoso. Ao longo de minha vida profissional, li muito sobre subdesenvolvidos e também sobre sub-desenvolvidos, sobrecarga e sobre-carga, autodeterminação e auto-determinação e nunca tive qualquer dificuldade para entender que eram as mesmas coisas, escritas de maneira diversa. Agora, para escrever o português correto, devo me lembrar de investigar se as palavras componentes guardam ou não a “noção de composição”, de verificar se a segunda palavra começa com as letras h, r ou s ou ainda com vogal diferente da que encerra a primeira palavra. Isso, é claro, depois de me assegurar que – neste último caso – a letra r vem (ou não) do prefixo e o segundo elemento também começa com a mesma consoante. Elementar, meu caro Watson.
Vejo no acordo de unificação uma mistura de preciosismo formalista com avidez comercial. O velho formalismo que está presente em tudo ou quase tudo que acontece aqui na terrinha venceu de novo. Milhares de professores estão tendo de passar por reciclagens ou terão de fazê-lo nos próximos meses para ensinar o “novo” português; isso em um país que – como demonstram sistematicamente as provas de avaliação do INEP – não foi sequer capaz de ensinar aos alunos das escolas brasileiras as regras da “velha” ortografia, que vigiram durante quase quatro décadas, desde dezembro de 1971.
O interesse comercial é óbvio: como a grafia terá de ser adaptada em até três anos, é inevitável que todos os dicionários e livros-texto sejam adaptados às novas regras e o MEC já anuncia que, a partir de 2010, suas compras de livros didáticos exigirão o respeito ao acordo. Centenas de milhões de livros já editados não poderão mais ser reaproveitados (ou re-aproveitados?) para não termos alunos da mesma geração escolar, escrevendo a língua oficial de mais de uma maneira. Um mercado de fazer salivar editores e livreiros.
Como a Gazeta do Povo já anunciou que a partir de agora valem as novas regras, desde já espero a ajuda dos atentos revisores para quando meus cansados neurônios não se lembrarem de suprimir o acento agudo em paroxítonas com ditongos abertos, sem fazer o mesmo nos ditongos das oxítonas.
Enquanto isso, os brasileiros do interior continuarão a ir nos domingos às !$ retretas^2 !$ para ouvir modinhas e encontrar namorados. Os portugueses também continuarão a frequentar as retretas, possivelmente com maior frequência do que os brasileiros do interior, e nem cogitarão procurar namoros nessas ocasiões. Estarão preocupados, isso sim, em acionar o autoclismo depois de usar a retreta. Falando “brasileiro” claro: em apertar a válvula de descarga depois de usar a privada.
(CASTOR, Belmiro Valverde Jobim. Para que e a quem serve o acordo ortográfico? Disponível em: <http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/opiniao/conteudo.phtml?tl=1&id=845865&tit=Para-que-e-a-quem-serve-o-acordo-ortografico> Acesso em: 05/04/2009.)
1 Professor do Doutorado em Administração da PUCPR e membro da Academia Paranaense de Letras.
2 Retreta: 1. concerto popular de uma banda em praça pública; 2. latrina, privada.
Considerando-se o último parágrafo do texto, depreende-se que
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