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Foram encontradas 50 questões.

370424 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
A questão refere-se ao texto a seguir:
A obra-prima de Gaudí (Jeremy Berlin)
"Meu cliente não tem pressa", costumava dizer Antoni Gaudí. Religioso, o arquiteto referia-se a Deus, explicando porque a Igreja da Sagrada Família estava demorando tanto para ficar pronta. Quase um século depois, a obra ainda não foi terminada - um sonho de torres e fachadas rebuscadas que se ergue 170 metros acima do centro de Barcelona e atrai os olhares (e os euros) de cerca de 2 milhões de visitantes por ano. Em novembro de 2010, o papa Bento XVI conferiu à igreja o estatuto de basílica. E é provável que o edifício seja afinal concluído em 2026. Se história gera mais história, também chegou a hora de reavaliar esse empreendimento épico de Gaudí - assim como as concepções premonitórias que lhe serviram de base.
Os surrealistas contavam com Gaudí entre seus membros, ao passo que George Orwell achava a igreja "um dos edifícios mais medonhos do mundo". Tão excêntrica quanto o próprio Gaudí, a concepção da Sagrada Família foi inspirada na fé e no amor pela natureza do arquiteto. Ele percebeu que o mundo natural está repleto de formas curvas, não de linhas retas. Assim, concebeu seus edifícios de uma premissa simples: se a natureza é obra de Deus, e se as formas derivam da natureza, então a melhor maneira de venerar a Deus é projetar edifícios que sejam um reflexo da obra divina. Como diz o estudioso catalão Joan Bassegoda Nonell, "a famosa frase de Gaudí - 'A originalidade é o retorno à origem' - significa que o início de tudo é a natureza tal como foi criada por Deus".
Nascido em 1852, perto do vilarejo de Reus, desde pequeno Gaudí era fascinado pela geometria e pelas maravilhas naturais do interior da Catalunha. Depois de formado em arquitetura, ele desenvolveu um estilo próprio, uma síntese de neogótico, art nouveau e elementos orientais. Para Gaudí, a forma e a função eram indistinguíveis. Somente era possível chegar à beleza estética por meio da eficiência estrutural que prevalece no mundo da natureza. "Não há arte que não se origine na natureza", concluía ele.
Em 1883, Gaudí herdou o projeto da Sagrada Família de outro arquiteto, que já havia concluído os alicerces de uma estrutura neogótica tradicional. Gaudí concebeu então um edifício que seria uma espécie de história visual de Cristo elevando-se ao céu, mas sabia que sua vida não seria suficiente para levar a cabo o imenso projeto. Por mais de 12 anos antes de sua morte, em 1926 - no último ano ele passou a morar no canteiro de obras - Gaudí delineou seus planos sob a forma de modelos geométricos tridimensionais, em vez de plantas convencionais. Embora muitos tenham sido destruídos por vândalos durante a Guerra Civil Espanhola, esses modelos revelaram-se indispensáveis aos sucessores do artista. "Eles contêm o DNA estrutural do edifício", explica o arquiteto Mark Burry, que vem trabalhando na Sagrada Família há 31 anos, recorrendo a desenhos e tecnologia digital para facilitar a tradução dos conceitos de Gaudí para os atuais encarregados da construção. "É possível extrair a concepção arquitetônica global até mesmo de fragmentos. As maquetes revelam o modo como Gaudí lidava com os desafios arquitetônicos: recorrendo a uma ideia complexa e holística e expondo-a de tal modo que outros possam entendê-la e levá-la adiante após a sua morte."
Segundo Adrian Bejan, as fachadas da Sagrada Família estão baseadas na "seção áurea", a proporção geométrica "por trás de toda arte esteticamente agradável". Esse renomado professor de engenharia mecânica considera Gaudí um predecessor e alguém "que caminhava na corda bamba que separa a arte da ciência. Ele entendeu que a natureza está apoiada nas leis da matemática. O mais resistente é intrinsecamente mais leve, mais eficiente, e, portanto, mais belo".
No âmago de Gaudí há uma verdade atemporal. Como diz Bassegoda Nonell: "A lição que Gaudí deixa não é a de que devemos copiar as suas soluções, mas buscar a inspiração na natureza, que nunca sai de moda".
Fonte: Revista National Geographic. Edição 129. Dezembro/2010. Disponível em:
http://viajeaqui.abril.com.br/national-geographic/edicao-129/sagrada-familia-obra-prima-gaudi-610601.shtml
Complete as afirmações abaixo com V (verdadeiro) ou F (falso) e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
( ) Na frase “Gaudí morreu em 1926”, o adjunto adverbial é “em 1926”.
( ) Na frase “Gaudí herdou o projeto da Sagrada Família”, “o projeto” é um objeto indireto do verbo “herdar”.
( ) Em “O Papa concedeu à igreja o estatuto de basílica”, “conceder” é um verbo transitivo direto e indireto.
( ) Em “O projeto já havia sido iniciado por outro arquiteto”, a expressão “por outro arquiteto” é um agente da passiva.
 

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367866 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
A questão refere-se ao texto a seguir:
A obra-prima de Gaudí (Jeremy Berlin)
"Meu cliente não tem pressa", costumava dizer Antoni Gaudí. Religioso, o arquiteto referia-se a Deus, explicando porque a Igreja da Sagrada Família estava demorando tanto para ficar pronta. Quase um século depois, a obra ainda não foi terminada - um sonho de torres e fachadas rebuscadas que se ergue 170 metros acima do centro de Barcelona e atrai os olhares (e os euros) de cerca de 2 milhões de visitantes por ano. Em novembro de 2010, o papa Bento XVI conferiu (1) igreja o estatuto de basílica. E é provável que o edifício seja afinal concluído em 2026. Se história gera mais história, também chegou (2) hora de reavaliar esse empreendimento épico de Gaudí - assim como as concepções premonitórias que lhe serviram de base.
Os surrealistas contavam com Gaudí entre seus membros, ao passo que George Orwell achava a igreja "um dos edifícios mais medonhos do mundo". Tão excêntrica quanto o próprio Gaudí, a concepção da Sagrada Família foi inspirada na fé e no amor pela natureza do arquiteto. Ele percebeu que o mundo natural está repleto de formas curvas, não de linhas retas. Assim, concebeu seus edifícios de uma premissa simples: se a natureza é obra de Deus, e se as formas derivam da natureza, então a melhor maneira de venerar a Deus é projetar edifícios que sejam um reflexo da obra divina. Como diz o estudioso catalão Joan Bassegoda Nonell, "a famosa frase de Gaudí - 'A originalidade é o retorno (3) origem' - significa que o início de tudo é a natureza tal como foi criada por Deus".
Nascido em 1852, perto do vilarejo de Reus, desde pequeno Gaudí era fascinado pela geometria e pelas maravilhas naturais do interior da Catalunha. Depois de formado em arquitetura, ele desenvolveu um estilo próprio, uma síntese de neogótico, art nouveau e elementos orientais. Para Gaudí, a forma e a função eram indistinguíveis. Somente era possível chegar (4) beleza estética por meio da eficiência estrutural que prevalece no mundo da natureza. "Não há arte que não se origine na natureza", concluía ele.
Em 1883, Gaudí herdou o projeto da Sagrada Família de outro arquiteto, que já havia concluído os alicerces de uma estrutura neogótica tradicional. Gaudí concebeu então um edifício que seria uma espécie de história visual de Cristo elevando-se ao céu, mas sabia que sua vida não seria suficiente para levar a cabo o imenso projeto. Por mais de 12 anos antes de sua morte, em 1926 - no último ano ele passou a morar no canteiro de obras - Gaudí delineou seus planos sob a forma de modelos geométricos tridimensionais, em vez de plantas convencionais. Embora muitos tenham sido destruídos por vândalos durante a Guerra Civil Espanhola, esses modelos revelaram-se indispensáveis aos sucessores do artista. "Eles contêm o DNA estrutural do edifício", explica o arquiteto Mark Burry, que vem trabalhando na Sagrada Família há 31 anos, recorrendo a desenhos e tecnologia digital para facilitar a tradução dos conceitos de Gaudí para os atuais encarregados da construção. "É possível extrair a concepção arquitetônica global até mesmo de fragmentos. As maquetes revelam o modo como Gaudí lidava com os desafios arquitetônicos: recorrendo a uma ideia complexa e holística e expondo-a de tal modo que outros possam entendê-la e levá-la adiante após a sua morte."
Segundo Adrian Bejan, as fachadas da Sagrada Família estão baseadas na "seção áurea", a proporção geométrica "por trás de toda arte esteticamente agradável". Esse renomado professor de engenharia mecânica considera Gaudí um predecessor e alguém "que caminhava na corda bamba que separa a arte da ciência. Ele entendeu que a natureza está apoiada nas leis da matemática. O mais resistente é intrinsecamente mais leve, mais eficiente, e, portanto, mais belo".
No âmago de Gaudí (5) uma verdade atemporal. Como diz Bassegoda Nonell: "A lição que Gaudí deixa não é a de que devemos copiar as suas soluções, mas buscar a inspiração na natureza, que nunca sai de moda".
Fonte: Revista National Geographic. Edição 129. Dezembro/2010. Disponível em:
http://viajeaqui.abril.com.br/national-geographic/edicao-129/sagrada-familia-obra-prima-gaudi-610601.shtml
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas (1, 2, 3, 4 e 5) respectivamente:
 

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357220 Ano: 2011
Disciplina: Informática
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
Programa capaz de se propagar automaticamente através de redes de computadores, sem a necessidade de uma interação com o usuário, enviando cópias de si mesmo para outros computadores. Sua propagação ocorre através da exploração de vulnerabilidades existentes ou falhas na configuração de softwares instalados em computadores.
Esta descrição refere-se ao tipo de ataque à segurança dos computadores denominado:
 

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354372 Ano: 2011
Disciplina: Informática
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
Quando elaboramos um e-mail, o aplicativo de correio eletrônico apresenta um formulário contendo cinco campos: Para, CC, CCo, Assunto e Mensagem. Em relação a estes campos, afirma-se que:
I - O campo Para é o único campo de preenchimento obrigatório
II - O campo CC, quando necessário, deve ser preenchido com pelo menos dois endereços de email
III - O campo CCo permite que endereços e nomes de destinatários fiquem ocultos uns dos outros.
IV – O campo Assunto é de preenchimento obrigatório
V – As mensagens devem conter apenas texto
Estão corretas as afirmações
 

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354330 Ano: 2011
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
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Leia o texto abaixo:
Adolescente é adrenalina que agita a juventude,
tumultua os pais e
os que lidam com ele.
Adrenalina que dá taquicardia nos pais,
depressão nas mães,
raiva nos irmãos,
que provoca fidelidade aos amigos,
desperta paixão no sexo oposto,
cansa os professores,
curte um barulhento som,
experimenta novidades,
desafia os perigos,
revolta os vizinhos.....
O adolescente é
pequeno demais para grandes coisas,
grande demais para pequenas coisas.
Içami Tiba
Considerando as etapas de desenvolvimento da adolescência, segundo Içami Tiba, é correto afirmar:
 

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354326 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
A questão refere-se ao texto abaixo:
A importância da literatura
Em feiras de livros ou mesmo livrarias, freqüentemente alguém se aproxima pedindo-me autógrafo. “É para minha mulher, filha ou mãe”, explica. “Ela adora ler!” De pronto pergunto: “E o senhor? Não gosta de ler?” E a resposta é quase sempre a mesma: “Gosto, mas sou muito ocupado.”
Já ouvi essa explicação dezenas de vezes. Esse homem – e milhares outros como ele – tem tantos afazeres importantes, tantas obrigações e responsabilidades, que não pode perder seu precioso tempo mergulhando num romance.
Segundo esse raciocínio, a literatura seria uma atividade dispensável, uma diversão que somente pessoas com muito tempo livre poderiam se permitir.
Gostaria de apresentar alguns argumentos contra a idéia da literatura como passatempo e em prol de considerá-la, além de uma das ocupações mais estimulantes e enriquecedoras do espírito humano, uma atividade insubstituível para a formação de cidadãos na sociedade moderna e democrática. Por essa razão, ela deveria ser semeada nas famílias desde a infância e fazer parte de todos os programas educacionais.
Vivemos numa era de especialização em virtude do extraordinário desenvolvimento da ciência e da tecnologia, e da conseqüente fragmentação do conhecimento em incontáveis avenidas e compartimentos.
A especialização traz benefícios. Possibilita pesquisa e experimentos, e é a força motriz do progresso. Mas também destrói os denominadores comuns culturais que permitem a coexistência, a comunicação e a solidariedade. E leva à separação dos seres humanos em guetos culturais de especialistas, confinados – pela linguagem, por códigos de conduta e pelo conhecimento particularizado – a uma especificidade contra a qual um antigo provérbio já nos advertia: não se concentre tanto na folha, a ponto de esquecer que ela é parte da árvore e esta, da floresta.
Em grande medida, a noção da existência dessa floresta depende do bom senso de conjunto que une a sociedade e não a deixa se desintegrar numa centena de especificidades. A ciência e a tecnologia, portanto, já não podem desempenhar esse papel unificador da cultura.
A literatura, por sua vez, foi e, enquanto existir, continuará sendo um denominador comum da experiência humana. Aqueles de nós que leram Cervantes, Shakespeare, Dante ou Tolstoi entendem uns aos outros e se sentem indivíduos da mesma espécie porque, nas obras desses escritores, aprenderam o que partilhamos com seres humanos, independentemente de posição social, geografia, situação financeira e período histórico.
Nada nos protege melhor da estupidez do preconceito, do racismo, da xenofobia, do sectarismo religioso ou político e do nacionalismo excludente do que esta verdade que sempre urge na literatura: todos são essencialmente iguais. Nada nos ensina melhor do que os bons romances a ver nas diferenças étnicas e culturais a riqueza do legado humano e a estimá-las como manifestação da multifacetada criatividade humana. [...]
O elo fraternal que a literatura estabelece entre os seres humanos transcende todas as barreiras temporais. A sensação de ser parte da experiência coletiva através do tempo e do espaço é a maior conquista da cultura, e nada contribui mais para renová-la a cada geração do que a literatura. [...]
(Mario Vargas Llosa. Disponível em: <http://sites.google.com/site/sitedobg/
Home/sobre-literatura/a-importancia-da-literatura>. Acesso em: 28 dez. 2010.)
“Segundo esse raciocínio, a literatura seria uma atividade dispensável, uma diversão que somente pessoas com muito tempo livre poderiam se permitir.”
Se passássemos esse período para o pretérito imperfeito do modo indicativo, os verbos destacados seriam grafados, respectivamente:
 

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353979 Ano: 2011
Disciplina: Informática
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
Em relação a movimentação de cursor dentro de um texto criado através da ferramenta Microsoft Word é correto afirmar que:
 

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352024 Ano: 2011
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
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Segundo a autora Teresa Cristina R. Rego, a questão da indisciplina nas escolas é um dos temas que atualmente mais mobilizam professores, técnicos e pais [...], sendo que a escola, entendida como um local que possibilita uma vivência social diferente do grupo familiar (já que proporciona o contato com o conhecimento e com um universo de interações com pessoas, ambientes e materiais), tem um relevante papel, que , como já se pensou, o de compensar carências (culturais, afetivas, sociais, etc.) do aluno e sim, o de oferecer oportunidade de ter acesso a informações e experiências novas e desafiadoras (que incidam na sua zona de desenvolvimento proximal), capazes de provocar e de desencadear novos processos de desenvolvimento e comportamento.
Assinale a alternativa que preenche correta e sequencialmente as lacunas do texto:
 

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350942 Ano: 2011
Disciplina: Informática
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
Os computadores necessitam de dispositivos apropriados para armazenar os arquivos e programas. Para atender esta demanda, são utilizados alguns meios magnéticos e ópticos classificados como memórias de armazenamento secundário.
Assinale a opção que apresenta apenas exemplos de dispositivos de armazenamento secundário.
 

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Questão presente nas seguintes provas
Considerando o que estabelece a Lei 8112 de 11 de dezembro de 1990, que dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais, considere as seguintes afirmativas:
I - O salário-família é devido ao servidor ativo ou ao inativo, por dependente econômico.
II - Consideram-se dependentes econômicos para efeito de percepção do salário-família apenas o cônjuge ou companheiro e os filhos, inclusive os enteados até 21 (vinte e um) anos de idade ou, se estudante, até 24 (vinte e quatro) anos ou, se inválido, de qualquer idade.
III - O salário-família não está sujeito a qualquer tributo, nem servirá de base para qualquer contribuição, inclusive para a Previdência Social.
Das afirmativas anteriores estão corretas:
 

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