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Referenciando-se nos termos do Estatuto Nacional da Igualdade Racial, Lei Federal nº 12.288/2010, analise as assertivas abaixo:

I. O órgão competente do Poder Executivo fomentará a formação inicial e continuada de professores e a elaboração de material didático específico para o estudo da história geral da África e da história da população negra no Brasil.

II. O Poder Executivo federal, por meio dos órgãos competentes, incentivará as instituições de ensino superior públicas e privadas, sem prejuízo da legislação em vigor, a resguardar os princípios da ética em pesquisa e apoiar grupos, núcleos e centros de pesquisa, nos diversos programas de pós-graduação que desenvolvam temáticas de interesse da população negra.

III. O poder público buscará garantir, por meio dos atos normativos necessários, a preservação dos elementos formadores tradicionais do samba de roda nas suas relações com os povos da América Latina.

Quais estão corretas?

 

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Segundo os exatos termos do Decreto nº 1.171/1994, que aprova o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, toda ausência injustificada do servidor de seu local de trabalho é fator de , o que quase sempre conduz à desordem nas relações humanas.

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.

 

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Tendo como referência o Regimento Geral do IFRS, assinale a alternativa INCORRETA.

 

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Com fundamento no Estatuto do IFRS, analise as assertivas abaixo assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) A inclusão de pessoas com necessidades educacionais especiais e deficiências específicas é um princípio norteador do IFRS.

( ) Constituir-se em centro de excelência na oferta do ensino de ciências, em geral, e de ciências aplicadas, em particular, estimulando o desenvolvimento de espírito crítico, voltado à investigação empírica e científica é uma finalidade e característica do IFRS.

( ) Estimular, por meio da criação de políticas, a ampliação continuada das condições de permanência dos estudantes no IFRS, considerando a necessidade de viabilizar a igualdade de oportunidades, contribuir para a melhoria do desempenho acadêmico e agir, preventivamente, nas situações de retenção e evasão é um objetivo do Instituto Federal.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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Com referência na Lei nº 11.892/2008, que institui a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, e cria os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, são objetivos dos Institutos Federais:

I. Ministrar cursos de formação inicial e continuada de trabalhadores, objetivando a capacitação, o aperfeiçoamento, a especialização e a atualização de profissionais, em todos os níveis de escolaridade, nas áreas da educação profissional e tecnológica.

II. Ministrar educação profissional técnica de nível médio, prioritariamente na forma de cursos integrados, para os concluintes do ensino fundamental e para o público da educação de jovens e adultos.

III. Ministrar em nível de educação superior, cursos superiores de tecnologia visando à formação de profissionais para os diferentes setores da economia.

Quais estão corretos?

 

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De acordo com os exatos termos da Lei nº 11.091/2005, que dispõe sobre a estruturação do Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação, no âmbito das Instituições Federais de Ensino vinculadas ao Ministério da Educação, a(o) é o conjunto de princípios, diretrizes e normas que regulam o desenvolvimento profissional dos servidores titulares de cargos que integram determinada carreira, constituindo-se em instrumento de gestão do órgão ou entidade.

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.

 

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Com fundamento na Lei nº 11.091/2005, que dispõe sobre a estruturação do Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação, no âmbito das Instituições Federais de Ensino vinculadas ao Ministério da Educação, assinale a alternativa INCORRETA.

 

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Tendo como diretriz os termos da Lei nº 9.784/1999, que regula o processo administrativo no âmbito da Administração Pública Federal, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) Os preceitos da referida Lei não se aplicam aos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário da União, mesmo quando no desempenho de função administrativa.

( ) A referida Lei estabelece normas básicas sobre o processo administrativo no âmbito da Administração Federal direta e indireta, visando, em especial, à proteção dos direitos dos administrados e ao melhor cumprimento dos fins da Administração.

( ) O processo administrativo inicia-se a pedido de interessado, vedado o início de ofício.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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Com base nos termos da Lei nº 8.112/1990, que dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais, analise as assertivas abaixo:

I. A quitação com as obrigações militares e eleitorais é requisito básico para investidura em cargo público.

II. A reintegração é forma de provimento em cargo público.

III. A investidura em cargo público ocorrerá com a aprovação em concurso público.

Quais estão corretas?

 

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Duas vezes que parti sem dizer adeus

Por Jeferson Tenório

Sempre achei que alguém deveria escrever a história dos pais separados que vão visitar seus filhos. Dos pais que convivem diariamente com a falta. Uma história dos pais fracos que enjoam nos ônibus e que tem medo de avião. Tenho um filho. O nome dele é João. Não mora comigo. Vive em Santa Catarina. Uma vez por mês viajo para vê-lo. Ele ainda não completou três anos. Nas primeiras viagens, cada vez que o ônibus fazia uma curva, eu quase vomitava. Passados três anos e dezenas de idas e vindas na BR 101, construí uma fortaleza no estomago. Dostoiéviski tinha razão: a maior qualidade de homem é a de se habituar a tudo. Eu, no entanto, ainda não domei os aviões.

Antes de mais nada, quero adiantar que não sou escritor. Um escritor escreve. Eu escrevo, mas não me sinto um profissional nisso. Por outro lado, creio que não preciso da chancela de um editor para continuar escrevendo. Não tenho ideia se o que escrevo é bom. Embora eu devesse saber disso, pois ensino literatura. Sou formado em Letras e isso parece me autorizar a criticar o texto dos outros. Já imitei muita gente antes de desistir de ser escritor. Agora eu tenho um diário e isso me basta. Este texto é um fragmento dele. Não vivo de escrever. Faço rascunhos e observo as coisas. Estou bem assim. Com o tempo, a gente aceita a possibilidade de não ser mais um vencedor e de querer dizer as verdades.

Como não sei se escrevo bem, criei uma espécie de máquina dentro de mim que chamo de “autocrítica”. Eu a treinei para captar as besteiras que ponho no papel. Mas, por vezes, a máquina falha e passo a ter menosprezo por algumas palavras que saem da minha cabeça e é isso que me dói. Antes me doía não ser bom como o Dostoiéviski, agora só me dói não ter o que dizer quando preciso dizer.

Meu filho está crescendo longe de mim. Não quero drama nem lamentações, por isso tenho este diário. É o meu modo de preencher a falta. Sei que o que escrevo não é nada perto de tudo que já se fez. O que não faz dessas palavras algo menos importante, pois este texto será lido por algumas pessoas, alguns amigos e talvez meu filho. Para mim, o João lendo, é o suficiente. Sinceramente, não sei se o que acontece na nossa vida é uma história que merece ser contada. Nem sei se tenho uma história para contar. Não sei se este diário vale a pena. O que sei é já tive de voltar a Porto Alegre em silêncio com um pranto amarrado nos olhos ao sair escondido, porque não queria ver o João chorar na despedida.

Eu nunca pensei em ser pai. Sempre achei que ter um filho era uma coisa para os outros. Eu tive um colega na escola, o André. Ele teve um filho quando estava no ensino médio. O André parou de estudar e eu fui ao hospital ver a criança. Foi assustador. O André só tinha 16 anos. A mãe tinha 15. Todos diziam que eles tinham estragado o futuro deles. Ainda acompanhei o André por algum tempo. Ele trabalhou em um posto de gasolina da BR. Um ano depois eles se separam e o André começou a pagar uma pensão, mas nunca mais quis ver o filho. Agora ele tem outra família, tem mais dois filhos. E assim é.

Uma coisa é certa: os pais sempre serão os culpados pela má formação dos filhos. Pais sempre erram. Com os filhos a gente nunca ensina nada direito. A gente só aprende. Quando se põe um filho no mundo a gente pensa que pode defendê-lo de tudo, chegamos a achar que somos eternos, que os filhos serão sempre pequenos e vão nos amar todo o tempo. Às vezes os filhos, na vida adulta, nos perdoam pelas burradas que fizemos e então seguimos. Noutras, não há tempo para nada, nem para o perdão nem para o amor. Aí a vida vai passando, envelhecemos e depois temos de morrer para que os filhos sigam e conheçam a vida sozinhos.

(Disponível em: https://palavraria.wordpress.com/2013/01/19/a-cronica-de-jeferson-tenorio-das-vezes-que-parti-sem-dizer-adeus/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Analise as assertivas a seguir considerando a palavra “menosprezo”:

I. Esse substantivo pertence à mesma família de palavras do verbo “menosprezar”.

II. Adjetivos relacionados a esse substantivo são “menosprezável” e “menosprezível”.

III. O substantivo pode ser classificado como próprio e abstrato.

Quais estão corretas?

 

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