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Foram encontradas 60 questões.

898361 Ano: 2012
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UFRGS
Orgão: IF-RS

Conforme a Constituição Federal, o servidor público estável só perderá o cargo

I - em virtude de sentença judicial transitada em julgado.
II - mediante processo administrativo em que lhe seja assegurada ampla defesa.
III - mediante procedimento de avaliação periódica de desempenho, na forma de lei complementar, assegurada ampla defesa.

Quais são corretas?

 

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881957 Ano: 2012
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: UFRGS
Orgão: IF-RS
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Quais são os princípios fundamentais do Código de Ética profissional do Assistente Social? Assinale as afirmações abaixo com V (verdadeiro) ou F (falso).
( ) Compromisso com a qualidade dos serviços prestados à população e com o aprimoramento intelectual, na perspectiva da competência profissional.
( ) Exercício do Serviço Social, sem ser discriminado, nem discriminar, por questões de inserção de classe social, gênero, etnia, religião, nacionalidade, opção sexual, idade e condição física.
( ) Participação na elaboração e gerenciamento das políticas sociais, e na elaboração e implementação de programas sociais.
( ) Ampla autonomia no exercício da profissão, não havendo obrigação de prestar serviços profissionais incompatíveis com as atribuições, cargos e funções do assistente social.
( ) Garantia ao pluralismo, através do respeito às correntes profissionais democráticas existentes e suas expressões teóricas, e compromisso com o constante aprimoramento profissional.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo:
 

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854930 Ano: 2012
Disciplina: Serviço Social
Banca: UFRGS
Orgão: IF-RS
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Assinale a alternativa que preenche adequadamente as lacunas do texto abaixo.
É imperativa a institucionalização do Serviço Social na educação, considerando a necessidade de identificar e propor alternativas de enfrentamento às condições sociais, econômicas, aos fatores culturais, às relações sociais marcadas por diferentes formas de que interferem nos processos educacionais, na efetivação da educação como elemento importante na formação dos sujeitos para o exercício da .
 

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838950 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: IF-RS
A capa da última edição da Time provocou um bom debate: em 20 fotografias enfileiradas, retratou rostos de americanos de origem latina. São homens e mulheres, de várias idades, mas todos, sem exceção, morenos, de olhos sutilmente puxados. Ao centro, uma chamada em espanhol: Yo Decido. Ao lado, um pequeno texto explicativo: "Por que os latinos decidirão a escolha do próximo presidente".
Numa das fotos, está alguém que não nasceu nem no México nem na Guatemala. Embora nenhuma das personagens da capa esteja identificada, logo se soube que aquela pessoa, fisicamente parecida com as outras que lhe fazem companhia na capa, era Michael Schennum, um tipo simpático de chinesa. Ele não é o que a revista Time chama de latino, mas está lá para provar que os latinos existem.
Foi o que bastou para que se armasse uma grita na internet. Duramente questionada pela multidão, a revista não teve outra saída: precisou pedir desculpas em seu site pelo que chamou de " ". O episódio, que já rendeu polêmicas pertinentes, ainda vai ser muito comentado na imprensa e nas escolas de Jornalismo. Uns dirão que a Time cometeu um ético. Outros, mais técnicos, afirmarão que houve pressa e descuido na seleção das fotos. ainda os que falarão da força crescente das redes sociais para fiscalizar e denunciar os desvios da mídia. Todos estarão , como de costume, mas o que essa história tem de mais interessante não tem que ver apenas com a ética ou com a técnica da atividade jornalística, assim como não se restringe ao poder dos internautas de desmentir a famigerada "grande imprensa". O melhor do episódio(A) está num campo mais vasto, mais crítico, mais fascinante e mais incerto(B): ele nos leva a refletir sobre o limite da fotografia como registro da realidade no jornalismo.
Comecemos pelo óbvio: há fenômenos que a fotografia é incapaz de registrar. Parece uma aleivosia dizer isso nestes tempos de culto das imagens, mas há notícias, há fatos, há personagens(B) que os olhos não podem ver, mas o pensamento pode saber que de verdade. O jornalismo pode dar conta deles, sem dúvida, mas, aí, as câmeras fotográficas não apenas não ajudam, como, às vezes, atrapalham. Foi o que aconteceu agora com a Time, que tentou fabricar um fenótipo quase individualizado(C) para uma demografia difusa(C).
O equívoco da Time não veio de um preconceito racial ou de más intenções inconfessas, mas da tentativa de fotografar o que não tem face própria, nem pode ter. A revista quis dar rosto a algo que não tem um rosto uniforme e, nesse artifício gráfico, distorceu a face da América. Pior(D): contribuiu para estigmatizar, pela cor da pele, pelo formato dos olhos, pela textura dos cabelos, pessoas que são tão americanas quanto Kim Basinger, Muhammad Ali ou Louis Armstrong. A Time apontou sua objetiva(E) para uma demografia e captou apenas um erro de informação. Atenção para isso: mesmo que Michael Schennum não estivesse ali, a capa da Time seria bastante problemática. Ou mesmo errada.
Para que se entenda melhor a invisibilidade de que estamos falando aqui, pensemos no conceito de América Latina. Alguém consegue demarcar no mapa, com exatidão, onde começa e onde termina esse território? Aliás, a América Latina é território? Ou é um conceito cultural? Será que a América Latina acaba na cerca mortal que separa o México dos Estados Unidos? Ou ela continua para dentro do Estado do Texas, chegando mesmo à periferia de Nova York? Será que a América Latina não está, hoje, dentro da própria alma do eleitorado americano? A revista Time, a seu modo, diz que sim, mostrando que 9% dos eleitores americanos são latinos. São eles, segundo a revista, que decidirão a disputa. Por isso ela quis mostrar o rosto deles, e errou.
Os latinos não um rosto homogêneo. Assim como o conceito de América Latina não tem fronteiras nítidas na geografia, o aspecto físico dos latinos não é único, distinto de todos os demais, pois nascem bebês de olhos azuis no Peru e em El Salvador. Há latinos loiros e negros despejando suas escolhas nas urnas americanas, mas eles não são um tipo físico. Os latinos da Time são reais, eles existem, mas, para quem enxergar um a um, no meio das massas humanas que trafegam nas cidades americanas, eles são invisíveis. Podemos ter deles muitas imagens, mas não podemos ter um retrato. A não ser que estigmatizá-los, segregá-los, isolá-los, separá-los do povo – e, se for esse o caso, teremos de inventar um tipo físico e, com base nele, traçar a linha de corte, o que poderia dar em tragédia.
Adaptado de: BUCCI, E. A imagem invisível - O Estado de São Paulo, 08/03/2012.
Assinale a alternativa que faz uma afirmação INCORRETA a respeito do emprego de palavras e expressões no texto.
 

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760727 Ano: 2012
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UFRGS
Orgão: IF-RS
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A razão de ser dos Institutos Federais, como instituições voltadas para a educação profissional e tecnológica, está associada a um conjunto de concepções e diretrizes, EXCETO
 

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754136 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: IF-RS
A capa da última edição da Time provocou um bom debate: em 20 fotografias enfileiradas, retratou rostos de americanos de origem latina. São homens e mulheres, de várias idades, mas todos, sem exceção, morenos, de olhos sutilmente puxados. Ao centro, uma chamada em espanhol: Yo Decido. Ao lado, um pequeno texto explicativo: "Por que os latinos decidirão a escolha do próximo presidente".
Numa das fotos, está alguém que não nasceu nem no México nem na Guatemala. Embora nenhuma das personagens da capa esteja identificada, logo se soube que aquela pessoa, fisicamente parecida com as outras que lhe fazem companhia na capa, era Michael Schennum, um tipo simpático de chinesa. Ele não é o que a revista Time chama de latino, mas está lá para provar que os latinos existem.
Foi o que bastou para que se armasse uma grita na internet. Duramente questionada pela multidão, a revista não teve outra saída: precisou pedir desculpas em seu site pelo que chamou de " ". O episódio, que já rendeu polêmicas pertinentes, ainda vai ser muito comentado na imprensa e nas escolas de Jornalismo. Uns dirão que a Time cometeu um ético. Outros, mais técnicos, afirmarão que houve pressa e descuido na seleção das fotos. ainda os que falarão da força crescente das redes sociais para fiscalizar e denunciar os desvios da mídia. Todos estarão , como de costume, mas o que essa história tem de mais interessante não tem que ver apenas com a ética ou com a técnica da atividade jornalística, assim como não se restringe ao poder dos internautas de desmentir a famigerada "grande imprensa". O melhor do episódio está num campo mais vasto, mais crítico, mais fascinante e mais incerto: ele nos leva a refletir sobre o limite da fotografia como registro da realidade no jornalismo.
Comecemos pelo óbvio: há fenômenos que a fotografia é incapaz de registrar. Parece uma aleivosia dizer isso nestes tempos de culto das imagens, mas há notícias, há fatos, há personagens que os olhos não podem ver, mas o pensamento pode saber que de verdade. O jornalismo pode dar conta deles, sem dúvida, mas, aí, as câmeras fotográficas não apenas não ajudam, como, às vezes, atrapalham. Foi o que aconteceu agora com a Time, que tentou fabricar um fenótipo quase individualizado para uma demografia difusa.
O equívoco da Time não veio de um preconceito racial ou de más intenções inconfessas, mas da tentativa de fotografar o que não tem face própria, nem pode ter. A revista quis dar rosto a algo que não tem um rosto uniforme e, nesse artifício gráfico, distorceu a face da América. Pior: contribuiu para estigmatizar, pela cor da pele, pelo formato dos olhos, pela textura dos cabelos, pessoas que são tão americanas quanto Kim Basinger, Muhammad Ali ou Louis Armstrong. A Time apontou sua objetiva para uma demografia e captou apenas um erro de informação. Atenção para isso: mesmo que Michael Schennum não estivesse ali, a capa da Time seria bastante problemática. Ou mesmo errada.
Para que se entenda melhor a invisibilidade de que estamos falando aqui, pensemos no conceito de América Latina. Alguém consegue demarcar no mapa, com exatidão, onde começa e onde termina esse território? Aliás, a América Latina é território? Ou é um conceito cultural? Será que a América Latina acaba na cerca mortal que separa o México dos Estados Unidos? Ou ela continua para dentro do Estado do Texas, chegando mesmo à periferia de Nova York? Será que a América Latina não está, hoje, dentro da própria alma do eleitorado americano? A revista Time, a seu modo, diz que sim, mostrando que 9% dos eleitores americanos são latinos. São eles, segundo a revista, que decidirão a disputa. Por isso ela quis mostrar o rosto deles, e errou.
Os latinos não um rosto homogêneo. Assim como o conceito de América Latina não tem fronteiras nítidas na geografia, o aspecto físico dos latinos não é único, distinto de todos os demais, pois nascem bebês de olhos azuis no Peru e em El Salvador. Há latinos loiros e negros despejando suas escolhas nas urnas americanas, mas eles não são um tipo físico. Os latinos da Time são reais, eles existem, mas, para quem enxergar um a um, no meio das massas humanas que trafegam nas cidades americanas, eles são invisíveis. Podemos ter deles muitas imagens, mas não podemos ter um retrato. A não ser que estigmatizá-los, segregá-los, isolá-los, separá-los do povo – e, se for esse o caso, teremos de inventar um tipo físico e, com base nele, traçar a linha de corte, o que poderia dar em tragédia.
Adaptado de: BUCCI, E. A imagem invisível - O Estado de São Paulo, 08/03/2012.
Segundo o texto, o principal erro da Time foi
 

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748162 Ano: 2012
Disciplina: Serviço Social
Banca: UFRGS
Orgão: IF-RS
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Avalie os itens abaixo, relativamente a alguns elementos fundamentais à formulação do projeto de trabalho do assistente social.
I - Justificativa que explicita as refrações da questão social que serão objeto de intervenção.
II - Objetivos claros e exequíveis, acompanhados pela identificação das metas as quais quantificam e qualificam o trabalho.
III - Definição de indicadores que medirão a efetividade do trabalho do Assistente Social, reafirmando assim o seu papel de executor terminal de políticas sociais.
Quais estão corretos?
 

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744791 Ano: 2012
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UFRGS
Orgão: IF-RS
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Assinale a alternativa que completa corretamente o texto abaixo.
O Conselho de Saúde e a Conferência de Saúde são espaços de participação política e controle social, garantidos formalmente por meio da Lei n.º 8142/90. Os referidos espaços
 

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741656 Ano: 2012
Disciplina: Serviço Social
Banca: UFRGS
Orgão: IF-RS
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O trabalho profissional do Assistente Social se insere em processos de trabalho determinados pelas condições e relações sociais específicas em que se realiza. Com base nessa premissa, é correto afirmar:
 

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709636 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UFRGS
Orgão: IF-RS
Conforme a Lei n.º 8.112/1990 (Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis da União, das Autarquias e das Fundações Públicas Federais), é correto afirmar que
I - além do vencimento, poderão ser pagas ao servidor indenizações, gratificações e adicionais.
II - as indenizações se incorporam ao vencimento ou provento para qualquer efeito.
III - as gratificações e os adicionais incorporam-se ao vencimento ou provento, nos casos e condições indicados em lei.
Quais são corretas?
 

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