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Foram encontradas 40 questões.

1187460 Ano: 2009
Disciplina: Comunicação Social
Banca: IF-SC
Orgão: IF-SC
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Qual a diferença entre as conexões dos tipos Vídeo Composto e S-Vídeo, presentes nos equipamentos de vídeo?

 

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A proibição da língua brasileira

MATÉRIA PUBLICADA na Ilustrada de 18 de junho dava conta de que uma nota da Anatel, de agosto de 2002, sobre um programa radiofônico da FM Educativa, de Campo Grande (MS), transmitido na língua nheengatu, levantava a questão da sua legalidade em face de uma lei de 1963 que proíbe veiculações radiofônicas em língua estrangeira. A dúvida da Anatel põe em questão a legalidade da língua ainda falada por brasileiros de várias regiões do país e em suas variantes residuais ainda falada por milhões de brasileiros, especialmente crianças e iletrados, que só aparentemente falam o português oficial dos decretos.

O nheengatu, também conhecido como “língua geral”, a língua que se quer proibir, é a verdadeira língua nacional brasileira. O nheengatu foi desenvolvido pelos jesuítas nos séculos 16 e 17, com base no vocabulário e na pronúncia tupi, que era a língua das tribos da costa, tendo como referência a gramática da língua portuguesa, enriquecida com palavras portuguesas e espanholas. A língua geral foi usada correntemente pelos brasileiros de origem ibérica, como língua de conversação cotidiana, até o século 18, quando foi proibida pelo rei de Portugal. Mesmo assim continuou sendo falada.

Da língua geral ficou como remanescente o dialeto caipira, tema de dicionário e objeto de estudos lingüísticos até recentes. Sobraram pronúncias da língua tupi, reduções e adaptações da língua portuguesa. Um jesuíta, no século 16, já observara que os índios da costa tinham grande dificuldade para pronunciar letras como o “l” e o “r”. Especialmente na finalização de palavras como “quintal” e “animal”; ou verbos como “falar”, “dizer” e “fugir”. Essas letras foram simplesmente suprimidas e as palavras transformadas em “quintá”, “animá”, “falá”, “dizê”, “fugi”

Dificuldades também havia para pronunciar as consoantes dobradas. Daí que, no dialeto caipira, “orelha” tenha se tomado “oreia” (uma consoante em vez de três; quatro vogais em vez de três), “coalho” seja “coaio”, “colher” tenha virado “cuié”, “os olhos” sejam “o zóio”... E no Nordeste ainda se ouve a suave “fulô” no lugar da menos suave “flor”. Uma abundância de vogais em detrimento das consoantes, até mesmo com a introdução de vogais onde não existiam. Exatamente o contrário da evolução da sonoridade da língua em Portugal, em que predominam os ásperos sons das consoantes. No Brasil, a língua portuguesa ficou mais doce e mais lenta, mais descansada, justamente pela enorme influência das sonoridades da língua geral, o nheengatu.

“Somos um povo bilíngüe, e o reconhecimento desse bilingüismo seria fundamental no trabalho dos educadores.”

Nossa língua cotidiana está algo distanciada da língua portuguesa, que é a oficial e, num certo sentido, é uma língua importada. Não raro viajamos entre toponímicos tupis. Na cidade de São Paulo, transito regularmente entre o Butantã e Carapicuíba e o Embu, aonde levo meus alunos, periodicamente, para uma aula de rua. Ou os levo ao Museu Paulista, no Ipiranga, para outra aula, ou à Mooca, para observações etnográficas sobre uma festa italiana. Faço tudo isso dentro da língua tupi. Como posso ir do rio Guaíba à Paraíba ou ao Pará ou ao Piauí sem achar que estou falando uma língua estrangeira, que ela não é.

Em escolas rurais de povoados do Mato Grosso, do Pará e do Maranhão, observei um fato curioso. Uma vez que as crianças escrevem como falam, não é raro que acrescentem de preferência um “r” às palavras oxítonas, a letra usada como acento agudo: “ater”, em vez de “até”; “Joser”, em vez de “José”. Algo que tem sua curiosa legitimidade no modo como se escrevia oficialmente o português até meados do século 19, letras fazendo as vezes de acentos e sinais. A própria língua falada, no confronto com a escrita, oferece às crianças inteligentes a chave de adaptação de uma à outra: se elas dizem “falá” e vêem que a palavra escrita é “falar”, logo entendem que o “r” é aí acento, e não letra para ser pronunciada.

É comovente a reação dos jovens quando descobrem que são falantes do que resta de uma língua que já foi a língua do povo brasileiro e que conhecem um grande número de sons e palavras tupi. O que lhes dizem ser erro e ignorância é, na verdade, história social, valorosa sobrevivência da nossa verdadeira língua brasileira. Se não fosse assim, seria impossível rir daquela história de dois mineiros que resolveram temperar a prosa com café. E foram para a cozinha. Agua fervida, coador pronto, um pergunta para o outro: “Pó pô o pó?”. E o outro responde, firme: “Pó pô!”.

De fato, somos um povo bilíngüe, e o reconhecimento desse bilingüismo seria fundamental no trabalho dos educadores, em particular para enriquecer a compreensão da língua portuguesa, última flor do Lácio, inculta e bela, mais bela ainda porque invadida por esse outro lado da nossa identidade social, que teimamos em desconhecer.

José de Souza Martins, 64, é professor titular do Departamento de Sociologia da USP

De acordo com o texto, marque a única afirmação CORRETA:

 

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961160 Ano: 2009
Disciplina: Comunicação Social
Banca: IF-SC
Orgão: IF-SC
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Considere as afirmações abaixo, sobre o processo de equalização de áudio:

I. Equalizadores são equipamentos que modificam a resposta de freqüência de um sistema de acordo com as necessidades, seja para compensar as deficiências acústicas de um local, obter o timbre que desejamos para um determinado instrumento, ou atender a um padrão específico como o RIAA.
II. Equalizadores gráficos separam a faixa de áudio em várias seções, sendo 1/3 de oitava o melhor compromisso entre resolução e complexidade de ajuste. Neste caso, usam-se 36 bandas (seções) para cobrir todo o espectro de áudio.
III. Equalizadores paramétricos possuem seções com controles que atuam de forma independente sobre os três parâmetros principais de um filtro: sua freqüência central (frequency), largura de banda passante (bandwidth) ou fator de seletividade Q, e a quantidade de reforço ou atenuação aplicada ao sinal (level).

Sobre as afirmações acima se pode dizer que:

 

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946072 Ano: 2009
Disciplina: Comunicação Social
Banca: IF-SC
Orgão: IF-SC
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Em relação aos equipamentos de áudio, qual das afirmações NÃO é correta:

 

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873313 Ano: 2009
Disciplina: Informática
Banca: IF-SC
Orgão: IF-SC

Firefox, GIMP e OpenOffice são, respectivamente:

 

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816077 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: IF-SC
Orgão: IF-SC

Assinale a única na qual NÃO HÁ ERRO quanto à colocação do pronome oblíquo átono destacado, segundo a norma culta da língua portuguesa.

 

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754643 Ano: 2009
Disciplina: Comunicação Social
Banca: IF-SC
Orgão: IF-SC
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O processo pelo qual duas ou mais fontes sonoras são combinadas em um ou mais canais de gravação recebe o nome de:

 

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712236 Ano: 2009
Disciplina: Comunicação Social
Banca: IF-SC
Orgão: IF-SC
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O trabalho com imagens em multimídia requer uma escolha cuidadosa de um formato adequado para os arquivos gerados. Considerando as características dos formatos de arquivos de imagens, numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda:

(1) GIF. ( ) Formato de meta-arquivo gráfico vetorial.
(2) JPG. ( ) Compressão sem perdas com suporte para níveis de transparência.
(3) EMF. ( ) Compressão sem perdas de no máximo 256 cores.
(4) PNG. ( ) Formato sem perdas de até 24 bits.
(5) TIF. ( ) Compressão com perdas.

A ordem CORRETA de associação, de cima para baixo, é:

 

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419081 Ano: 2009
Disciplina: Comunicação Social
Banca: IF-SC
Orgão: IF-SC
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Considere as afirmações o sistema de transmissão digital aberto adotado no País:

I. O Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre (SBTVD) é híbrido. Tem como base o sistema japonês, mas adotou os padrões MPEG-4 AVC, para codificação de vídeo, e MPEG-4 AAC para o áudio.
II. As emissoras poderão transmitir programação simultânea em qualidade padrão SDTV (Standard Definition Television). Mesmo em qualidade padrão SDTV, a transmissão digital é superior à analógica, por acabar com os fantasmas e chuviscos nas imagens, e por transmitir áudio com qualidade de CD.
III. Todos os atuais televisores de tubo, LCD e Plasma sem os conversores necessitam de um aparelho externo para sintonia dos novos canais digitais, os chamados conversores digitais.

Sobre as afirmações acima se pode dizer que:

 

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1568915 Ano: 2009
Disciplina: Informática
Banca: IF-SC
Orgão: IF-SC

Cópia de segurança ou backup consiste da cópia de dados de um dispositivo de armazenamento a outro para que possam ser restaurados em caso da perda dos dados originais. Sobre backup é INCORRETO afirmar:

Questão Anulada

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