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Descobertas em uma flanada pela maior festa literária do Brasil
Por Gilberto Porcidonio
01 Paraty é uma cachaça. Tudo é literatura, arte, happening, mesa, música, resenha. Mas para
02 curtir pelo menos 1% dos mais de 1.256.791 eventos que ocorrem simultaneamente durante a
03 Flip (Festa Literária Internacional de Paraty) é preciso andar. E muito. Por isso, me distanciei um
04 pouco dos ratos de biblioteca comovidos com os livros ostentação de uma certa ex-BBB, dobrei a
05 meta do pace e, em prol deste inestimado diário, perambulei errante pela cidade histórica. Afinal,
06 é errante que se aprende.
07 Quarta-feira, 30 de julho
08 13h - Cheguei de véspera e presenciei a cidade histórica ainda se aprumando para o evento.
09 Tapumes, caixas, marteladas e ferragens para todo lado.
10 17h - A maré encheu e, ilhado na parte mais alta da calçada, precisei molhar o pé numa
11 corrente d'água que beirava os 12 ºC. O jeito para ficar menos irritado com a meia molhada
12 fazendo glosh glosh glosh dentro do tênis foi emular a banda Eddie (tomar banho de cana quando
13 a maré encher...). Bem, não foi pra tanto. Rolou apenas um negroni.
14 18h30 - Mal cheguei nas festas e já me confundiram com algum artista negro. Isso é irritante.
15 Tem gente que não pode ver um negro aleatório que já confunde com algum negro famoso
16 aleatório. Mas há tempos eu parei de me estressar com isso. Decidi que serei todos os artistas
17 negros que acharem que eu sou. Por enquanto, sou o Jonathan Azevedo.
18 19h - Torci para que a água das minhas meias não estivesse contaminada. Ouço ao longe o
19 Arnaldo Antunes se apresentando na praça principal. Ele não cantou “O pulso” (Peste bubônica,
20 câncer, pneumonia/ Raiva, rubéola, tuberculose, anemia...). Achei bom agouro.
21 Quinta-feira, 31 de julho
22 9h30 - Chego ao Centro Histórico e logo de cara vejo poetas por todos os lados. Todos os
23 lados. E curioso como não existe discussão sobre qual é o limite da poesia. A poesia é incancelável.
24 A poesia resiste a todas as intempéries, oscilações econômicas, taxações e ameaças de uma
25 Terceira Guerra Mundial. Não há Lei Magnitsky que acabe com a poesia. A única coisa capaz de
26 acabar com a poesia, de dilacerar a poesia mesmo, é ela própria.
27 13h - Me perguntaram se eu era o Tony Garrido. Eu era.
28 14h —- Gosto muito dos aspirantes a escritor. Eles são muito mais preocupados com a própria
29 imagem do que os escritores estabelecidos. Pode notar. E a gênese de uma persona que se quer
30 ser. E isso resvala até no andar. Na Flip, o aspirante a escritor anda como se as pedras fossem as
31 teclas de uma máquina de escrever.
32 18h - Depois de alguns dias de água tomando as calçadas, esse deu uma trégua. Tenho plena
33 certeza de que, além de tudo o que já foi dito e escrito, Gonçalves também tem o poder de
34 controlar as marés.
35 21h — Passei por um grupo de maracatu de maioria branca. Gostei da inclusão social.
36 23h30 - Depois de uma noite de festas homéricas (de Homer Simpson mesmo, no quesito
37 bebida) e que terminou com um mega after na Praia do Pontal, posso afirmar com convicção, ao
38 contrário do que nós, pobres millennials, temos propagado por aí: os jovens, senhoras e senhores,
39 continuam jovens.
40 0h30 - Retornei à pousada e vi no contador de passos do celular que eu dei mais de 15 mil
41 passos. Isso é o dobro da meta diária que hoje é considerada saudável. Comemorei com um
42 refrigerante.
(Disponível em: www.piaui.folha.uol.com.br/valter-hugo-mae-inventou-o-paratynder/ -— texto adaptado
especialmente para esta prova).
No trecho “Depois de uma noite de festas homéricas (de Homer Simpson mesmo, no quesito bebida) e que terminou com um mega after na Praia do Pontal, posso afirmar com convicção, ao contrário do que nós, pobres millennials, temos propagado por aí: os jovens, senhoras e senhores, continuam jovens”, o narrador utiliza diferentes recursos expressivos. Sobre o tema, assinale a alternativa correta.
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Por Gilberto Porcidonio
01 Paraty é uma cachaça. Tudo é literatura, arte, happening, mesa, música, resenha. Mas para
02 curtir pelo menos 1% dos mais de 1.256.791 eventos que ocorrem simultaneamente durante a
03 Flip (Festa Literária Internacional de Paraty) é preciso andar. E muito. Por isso, me distanciei um
04 pouco dos ratos de biblioteca comovidos com os livros ostentação de uma certa ex-BBB, dobrei a
05 meta do pace e, em prol deste inestimado diário, perambulei errante pela cidade histórica. Afinal,
06 é errante que se aprende.
07 Quarta-feira, 30 de julho
08 13h - Cheguei de véspera e presenciei a cidade histórica ainda se aprumando para o evento.
09 Tapumes, caixas, marteladas e ferragens para todo lado.
10 17h - A maré encheu e, ilhado na parte mais alta da calçada, precisei molhar o pé numa
11 corrente d'água que beirava os 12 ºC. O jeito para ficar menos irritado com a meia molhada
12 fazendo glosh glosh glosh dentro do tênis foi emular a banda Eddie (tomar banho de cana quando
13 a maré encher...). Bem, não foi pra tanto. Rolou apenas um negroni.
14 18h30 - Mal cheguei nas festas e já me confundiram com algum artista negro. Isso é irritante.
15 Tem gente que não pode ver um negro aleatório que já confunde com algum negro famoso
16 aleatório. Mas há tempos eu parei de me estressar com isso. Decidi que serei todos os artistas
17 negros que acharem que eu sou. Por enquanto, sou o Jonathan Azevedo.
18 19h - Torci para que a água das minhas meias não estivesse contaminada. Ouço ao longe o
19 Arnaldo Antunes se apresentando na praça principal. Ele não cantou “O pulso” (Peste bubônica,
20 câncer, pneumonia/ Raiva, rubéola, tuberculose, anemia...). Achei bom agouro.
21 Quinta-feira, 31 de julho
22 9h30 - Chego ao Centro Histórico e logo de cara vejo poetas por todos os lados. Todos os
23 lados. E curioso como não existe discussão sobre qual é o limite da poesia. A poesia é incancelável.
24 A poesia resiste a todas as intempéries, oscilações econômicas, taxações e ameaças de uma
25 Terceira Guerra Mundial. Não há Lei Magnitsky que acabe com a poesia. A única coisa capaz de
26 acabar com a poesia, de dilacerar a poesia mesmo, é ela própria.
27 13h - Me perguntaram se eu era o Tony Garrido. Eu era.
28 14h —- Gosto muito dos aspirantes a escritor. Eles são muito mais preocupados com a própria
29 imagem do que os escritores estabelecidos. Pode notar. E a gênese de uma persona que se quer
30 ser. E isso resvala até no andar. Na Flip, o aspirante a escritor anda como se as pedras fossem as
31 teclas de uma máquina de escrever.
32 18h - Depois de alguns dias de água tomando as calçadas, esse deu uma trégua. Tenho plena
33 certeza de que, além de tudo o que já foi dito e escrito, Gonçalves também tem o poder de
34 controlar as marés.
35 21h — Passei por um grupo de maracatu de maioria branca. Gostei da inclusão social.
36 23h30 - Depois de uma noite de festas homéricas (de Homer Simpson mesmo, no quesito
37 bebida) e que terminou com um mega after na Praia do Pontal, posso afirmar com convicção, ao
38 contrário do que nós, pobres millennials, temos propagado por aí: os jovens, senhoras e senhores,
39 continuam jovens.
40 0h30 - Retornei à pousada e vi no contador de passos do celular que eu dei mais de 15 mil
41 passos. Isso é o dobro da meta diária que hoje é considerada saudável. Comemorei com um
42 refrigerante.
(Disponível em: www.piaui.folha.uol.com.br/valter-hugo-mae-inventou-o-paratynder/ -— texto adaptado
especialmente para esta prova).
Com base nos princípios da gramática normativa sobre o uso adequado da vírgula, analise as frases abaixo, inspiradas no texto, e assinale a alternativa correta.
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Por Gilberto Porcidonio
01 Paraty é uma cachaça. Tudo é literatura, arte, happening, mesa, música, resenha. Mas para
02 curtir pelo menos 1% dos mais de 1.256.791 eventos que ocorrem simultaneamente durante a
03 Flip (Festa Literária Internacional de Paraty) é preciso andar. E muito. Por isso, me distanciei um
04 pouco dos ratos de biblioteca comovidos com os livros ostentação de uma certa ex-BBB, dobrei a
05 meta do pace e, em prol deste inestimado diário, perambulei errante pela cidade histórica. Afinal,
06 é errante que se aprende.
07 Quarta-feira, 30 de julho
08 13h - Cheguei de véspera e presenciei a cidade histórica ainda se aprumando para o evento.
09 Tapumes, caixas, marteladas e ferragens para todo lado.
10 17h - A maré encheu e, ilhado na parte mais alta da calçada, precisei molhar o pé numa
11 corrente d'água que beirava os 12 ºC. O jeito para ficar menos irritado com a meia molhada
12 fazendo glosh glosh glosh dentro do tênis foi emular a banda Eddie (tomar banho de cana quando
13 a maré encher...). Bem, não foi pra tanto. Rolou apenas um negroni.
14 18h30 - Mal cheguei nas festas e já me confundiram com algum artista negro. Isso é irritante.
15 Tem gente que não pode ver um negro aleatório que já confunde com algum negro famoso
16 aleatório. Mas há tempos eu parei de me estressar com isso. Decidi que serei todos os artistas
17 negros que acharem que eu sou. Por enquanto, sou o Jonathan Azevedo.
18 19h - Torci para que a água das minhas meias não estivesse contaminada. Ouço ao longe o
19 Arnaldo Antunes se apresentando na praça principal. Ele não cantou “O pulso” (Peste bubônica,
20 câncer, pneumonia/ Raiva, rubéola, tuberculose, anemia...). Achei bom agouro.
21 Quinta-feira, 31 de julho
22 9h30 - Chego ao Centro Histórico e logo de cara vejo poetas por todos os lados. Todos os
23 lados. E curioso como não existe discussão sobre qual é o limite da poesia. A poesia é incancelável.
24 A poesia resiste a todas as intempéries, oscilações econômicas, taxações e ameaças de uma
25 Terceira Guerra Mundial. Não há Lei Magnitsky que acabe com a poesia. A única coisa capaz de
26 acabar com a poesia, de dilacerar a poesia mesmo, é ela própria.
27 13h - Me perguntaram se eu era o Tony Garrido. Eu era.
28 14h —- Gosto muito dos aspirantes a escritor. Eles são muito mais preocupados com a própria
29 imagem do que os escritores estabelecidos. Pode notar. E a gênese de uma persona que se quer
30 ser. E isso resvala até no andar. Na Flip, o aspirante a escritor anda como se as pedras fossem as
31 teclas de uma máquina de escrever.
32 18h - Depois de alguns dias de água tomando as calçadas, esse deu uma trégua. Tenho plena
33 certeza de que, além de tudo o que já foi dito e escrito, Gonçalves também tem o poder de
34 controlar as marés.
35 21h — Passei por um grupo de maracatu de maioria branca. Gostei da inclusão social.
36 23h30 - Depois de uma noite de festas homéricas (de Homer Simpson mesmo, no quesito
37 bebida) e que terminou com um mega after na Praia do Pontal, posso afirmar com convicção, ao
38 contrário do que nós, pobres millennials, temos propagado por aí: os jovens, senhoras e senhores,
39 continuam jovens.
40 0h30 - Retornei à pousada e vi no contador de passos do celular que eu dei mais de 15 mil
41 passos. Isso é o dobro da meta diária que hoje é considerada saudável. Comemorei com um
42 refrigerante.
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especialmente para esta prova).
Nas linhas 22 a 26, identifica-se o emprego de diferentes mecanismos de coesão, tanto de natureza sequencial quanto referencial, que contribuem para a progressão temática e para a construção de sentidos. Considerando a função desses elementos no contexto do parágrafo e à luz dos conceitos de coesão sequencial e referenciação textual, assinale a alternativa correta.
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01 Paraty é uma cachaça. Tudo é literatura, arte, happening, mesa, música, resenha. Mas para
02 curtir pelo menos 1% dos mais de 1.256.791 eventos que ocorrem simultaneamente durante a
03 Flip (Festa Literária Internacional de Paraty) é preciso andar. E muito. Por isso, me distanciei um
04 pouco dos ratos de biblioteca comovidos com os livros ostentação de uma certa ex-BBB, dobrei a
05 meta do pace e, em prol deste inestimado diário, perambulei errante pela cidade histórica. Afinal,
06 é errante que se aprende.
07 Quarta-feira, 30 de julho
08 13h - Cheguei de véspera e presenciei a cidade histórica ainda se aprumando para o evento.
09 Tapumes, caixas, marteladas e ferragens para todo lado.
10 17h - A maré encheu e, ilhado na parte mais alta da calçada, precisei molhar o pé numa
11 corrente d'água que beirava os 12 ºC. O jeito para ficar menos irritado com a meia molhada
12 fazendo glosh glosh glosh dentro do tênis foi emular a banda Eddie (tomar banho de cana quando
13 a maré encher...). Bem, não foi pra tanto. Rolou apenas um negroni.
14 18h30 - Mal cheguei nas festas e já me confundiram com algum artista negro. Isso é irritante.
15 Tem gente que não pode ver um negro aleatório que já confunde com algum negro famoso
16 aleatório. Mas há tempos eu parei de me estressar com isso. Decidi que serei todos os artistas
17 negros que acharem que eu sou. Por enquanto, sou o Jonathan Azevedo.
18 19h - Torci para que a água das minhas meias não estivesse contaminada. Ouço ao longe o
19 Arnaldo Antunes se apresentando na praça principal. Ele não cantou “O pulso” (Peste bubônica,
20 câncer, pneumonia/ Raiva, rubéola, tuberculose, anemia...). Achei bom agouro.
21 Quinta-feira, 31 de julho
22 9h30 - Chego ao Centro Histórico e logo de cara vejo poetas por todos os lados. Todos os
23 lados. E curioso como não existe discussão sobre qual é o limite da poesia. A poesia é incancelável.
24 A poesia resiste a todas as intempéries, oscilações econômicas, taxações e ameaças de uma
25 Terceira Guerra Mundial. Não há Lei Magnitsky que acabe com a poesia. A única coisa capaz de
26 acabar com a poesia, de dilacerar a poesia mesmo, é ela própria.
27 13h - Me perguntaram se eu era o Tony Garrido. Eu era.
28 14h —- Gosto muito dos aspirantes a escritor. Eles são muito mais preocupados com a própria
29 imagem do que os escritores estabelecidos. Pode notar. E a gênese de uma persona que se quer
30 ser. E isso resvala até no andar. Na Flip, o aspirante a escritor anda como se as pedras fossem as
31 teclas de uma máquina de escrever.
32 18h - Depois de alguns dias de água tomando as calçadas, esse deu uma trégua. Tenho plena
33 certeza de que, além de tudo o que já foi dito e escrito, Gonçalves também tem o poder de
34 controlar as marés.
35 21h — Passei por um grupo de maracatu de maioria branca. Gostei da inclusão social.
36 23h30 - Depois de uma noite de festas homéricas (de Homer Simpson mesmo, no quesito
37 bebida) e que terminou com um mega after na Praia do Pontal, posso afirmar com convicção, ao
38 contrário do que nós, pobres millennials, temos propagado por aí: os jovens, senhoras e senhores,
39 continuam jovens.
40 0h30 - Retornei à pousada e vi no contador de passos do celular que eu dei mais de 15 mil
41 passos. Isso é o dobro da meta diária que hoje é considerada saudável. Comemorei com um
42 refrigerante.
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especialmente para esta prova).
Analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas sobre colocação pronominal de acordo com a norma-padrão:
I. Na frase adaptada do texto “Nunca me confundiram com algum artista negro”, a colocação pronominal está inadequada de acordo com a norma-padrão, mas é usual no português contemporâneo falado.
PORQUE
II. A colocação pronominal segundo a norma-padrão seria “Nunca confundiram-me”, pois palavras negativas como advérbios de negação obrigam ao uso de ênclise.
A respeito das asserções, assinale a alternativa correta.
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01 Paraty é uma cachaça. Tudo é literatura, arte, happening, mesa, música, resenha. Mas para
02 curtir pelo menos 1% dos mais de 1.256.791 eventos que ocorrem simultaneamente durante a
03 Flip (Festa Literária Internacional de Paraty) é preciso andar. E muito. Por isso, me distanciei um
04 pouco dos ratos de biblioteca comovidos com os livros ostentação de uma certa ex-BBB, dobrei a
05 meta do pace e, em prol deste inestimado diário, perambulei errante pela cidade histórica. Afinal,
06 é errante que se aprende.
07 Quarta-feira, 30 de julho
08 13h - Cheguei de véspera e presenciei a cidade histórica ainda se aprumando para o evento.
09 Tapumes, caixas, marteladas e ferragens para todo lado.
10 17h - A maré encheu e, ilhado na parte mais alta da calçada, precisei molhar o pé numa
11 corrente d'água que beirava os 12 ºC. O jeito para ficar menos irritado com a meia molhada
12 fazendo glosh glosh glosh dentro do tênis foi emular a banda Eddie (tomar banho de cana quando
13 a maré encher...). Bem, não foi pra tanto. Rolou apenas um negroni.
14 18h30 - Mal cheguei nas festas e já me confundiram com algum artista negro. Isso é irritante.
15 Tem gente que não pode ver um negro aleatório que já confunde com algum negro famoso
16 aleatório. Mas há tempos eu parei de me estressar com isso. Decidi que serei todos os artistas
17 negros que acharem que eu sou. Por enquanto, sou o Jonathan Azevedo.
18 19h - Torci para que a água das minhas meias não estivesse contaminada. Ouço ao longe o
19 Arnaldo Antunes se apresentando na praça principal. Ele não cantou “O pulso” (Peste bubônica,
20 câncer, pneumonia/ Raiva, rubéola, tuberculose, anemia...). Achei bom agouro.
21 Quinta-feira, 31 de julho
22 9h30 - Chego ao Centro Histórico e logo de cara vejo poetas por todos os lados. Todos os
23 lados. E curioso como não existe discussão sobre qual é o limite da poesia. A poesia é incancelável.
24 A poesia resiste a todas as intempéries, oscilações econômicas, taxações e ameaças de uma
25 Terceira Guerra Mundial. Não há Lei Magnitsky que acabe com a poesia. A única coisa capaz de
26 acabar com a poesia, de dilacerar a poesia mesmo, é ela própria.
27 13h - Me perguntaram se eu era o Tony Garrido. Eu era.
28 14h —- Gosto muito dos aspirantes a escritor. Eles são muito mais preocupados com a própria
29 imagem do que os escritores estabelecidos. Pode notar. E a gênese de uma persona que se quer
30 ser. E isso resvala até no andar. Na Flip, o aspirante a escritor anda como se as pedras fossem as
31 teclas de uma máquina de escrever.
32 18h - Depois de alguns dias de água tomando as calçadas, esse deu uma trégua. Tenho plena
33 certeza de que, além de tudo o que já foi dito e escrito, Gonçalves também tem o poder de
34 controlar as marés.
35 21h — Passei por um grupo de maracatu de maioria branca. Gostei da inclusão social.
36 23h30 - Depois de uma noite de festas homéricas (de Homer Simpson mesmo, no quesito
37 bebida) e que terminou com um mega after na Praia do Pontal, posso afirmar com convicção, ao
38 contrário do que nós, pobres millennials, temos propagado por aí: os jovens, senhoras e senhores,
39 continuam jovens.
40 0h30 - Retornei à pousada e vi no contador de passos do celular que eu dei mais de 15 mil
41 passos. Isso é o dobro da meta diária que hoje é considerada saudável. Comemorei com um
42 refrigerante.
(Disponível em: www.piaui.folha.uol.com.br/valter-hugo-mae-inventou-o-paratynder/ -— texto adaptado
especialmente para esta prova).
O texto apresenta características típicas de um diário pessoal publicado em meio jornalístico, narrando experiências do autor durante a Flip. Observando o uso de elementos como “Por isso” (l. 03), “Afinal” (I. 05) e “Depois de alguns dias” (l. 32), assinale a alternativa correta quanto ao tipo de texto e à função desses operadores no contexto.
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01 Paraty é uma cachaça. Tudo é literatura, arte, happening, mesa, música, resenha. Mas para
02 curtir pelo menos 1% dos mais de 1.256.791 eventos que ocorrem simultaneamente durante a
03 Flip (Festa Literária Internacional de Paraty) é preciso andar. E muito. Por isso, me distanciei um
04 pouco dos ratos de biblioteca comovidos com os livros ostentação de uma certa ex-BBB, dobrei a
05 meta do pace e, em prol deste inestimado diário, perambulei errante pela cidade histórica. Afinal,
06 é errante que se aprende.
07 Quarta-feira, 30 de julho
08 13h - Cheguei de véspera e presenciei a cidade histórica ainda se aprumando para o evento.
09 Tapumes, caixas, marteladas e ferragens para todo lado.
10 17h - A maré encheu e, ilhado na parte mais alta da calçada, precisei molhar o pé numa
11 corrente d'água que beirava os 12 ºC. O jeito para ficar menos irritado com a meia molhada
12 fazendo glosh glosh glosh dentro do tênis foi emular a banda Eddie (tomar banho de cana quando
13 a maré encher...). Bem, não foi pra tanto. Rolou apenas um negroni.
14 18h30 - Mal cheguei nas festas e já me confundiram com algum artista negro. Isso é irritante.
15 Tem gente que não pode ver um negro aleatório que já confunde com algum negro famoso
16 aleatório. Mas há tempos eu parei de me estressar com isso. Decidi que serei todos os artistas
17 negros que acharem que eu sou. Por enquanto, sou o Jonathan Azevedo.
18 19h - Torci para que a água das minhas meias não estivesse contaminada. Ouço ao longe o
19 Arnaldo Antunes se apresentando na praça principal. Ele não cantou “O pulso” (Peste bubônica,
20 câncer, pneumonia/ Raiva, rubéola, tuberculose, anemia...). Achei bom agouro.
21 Quinta-feira, 31 de julho
22 9h30 - Chego ao Centro Histórico e logo de cara vejo poetas por todos os lados. Todos os
23 lados. E curioso como não existe discussão sobre qual é o limite da poesia. A poesia é incancelável.
24 A poesia resiste a todas as intempéries, oscilações econômicas, taxações e ameaças de uma
25 Terceira Guerra Mundial. Não há Lei Magnitsky que acabe com a poesia. A única coisa capaz de
26 acabar com a poesia, de dilacerar a poesia mesmo, é ela própria.
27 13h - Me perguntaram se eu era o Tony Garrido. Eu era.
28 14h —- Gosto muito dos aspirantes a escritor. Eles são muito mais preocupados com a própria
29 imagem do que os escritores estabelecidos. Pode notar. E a gênese de uma persona que se quer
30 ser. E isso resvala até no andar. Na Flip, o aspirante a escritor anda como se as pedras fossem as
31 teclas de uma máquina de escrever.
32 18h - Depois de alguns dias de água tomando as calçadas, esse deu uma trégua. Tenho plena
33 certeza de que, além de tudo o que já foi dito e escrito, Gonçalves também tem o poder de
34 controlar as marés.
35 21h — Passei por um grupo de maracatu de maioria branca. Gostei da inclusão social.
36 23h30 - Depois de uma noite de festas homéricas (de Homer Simpson mesmo, no quesito
37 bebida) e que terminou com um mega after na Praia do Pontal, posso afirmar com convicção, ao
38 contrário do que nós, pobres millennials, temos propagado por aí: os jovens, senhoras e senhores,
39 continuam jovens.
40 0h30 - Retornei à pousada e vi no contador de passos do celular que eu dei mais de 15 mil
41 passos. Isso é o dobro da meta diária que hoje é considerada saudável. Comemorei com um
42 refrigerante.
(Disponível em: www.piaui.folha.uol.com.br/valter-hugo-mae-inventou-o-paratynder/ -— texto adaptado
especialmente para esta prova).
Considerando a referência à canção “O pulso”, de Arnaldo Antunes, no trecho em que o narrador menciona ouvir o artista durante a programação da Flip (Il. 18-20), assinale a alternativa que apresenta a interpretação mais adequada do efeito de sentido produzido pela citação em relação ao contexto narrativo.
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Por Gilberto Porcidonio
01 Paraty é uma cachaça. Tudo é literatura, arte, happening, mesa, música, resenha. Mas para
02 curtir pelo menos 1% dos mais de 1.256.791 eventos que ocorrem simultaneamente durante a
03 Flip (Festa Literária Internacional de Paraty) é preciso andar. E muito. Por isso, me distanciei um
04 pouco dos ratos de biblioteca comovidos com os livros ostentação de uma certa ex-BBB, dobrei a
05 meta do pace e, em prol deste inestimado diário, perambulei errante pela cidade histórica. Afinal,
06 é errante que se aprende.
07 Quarta-feira, 30 de julho
08 13h - Cheguei de véspera e presenciei a cidade histórica ainda se aprumando para o evento.
09 Tapumes, caixas, marteladas e ferragens para todo lado.
10 17h - A maré encheu e, ilhado na parte mais alta da calçada, precisei molhar o pé numa
11 corrente d'água que beirava os 12 ºC. O jeito para ficar menos irritado com a meia molhada
12 fazendo glosh glosh glosh dentro do tênis foi emular a banda Eddie (tomar banho de cana quando
13 a maré encher...). Bem, não foi pra tanto. Rolou apenas um negroni.
14 18h30 - Mal cheguei nas festas e já me confundiram com algum artista negro. Isso é irritante.
15 Tem gente que não pode ver um negro aleatório que já confunde com algum negro famoso
16 aleatório. Mas há tempos eu parei de me estressar com isso. Decidi que serei todos os artistas
17 negros que acharem que eu sou. Por enquanto, sou o Jonathan Azevedo.
18 19h - Torci para que a água das minhas meias não estivesse contaminada. Ouço ao longe o
19 Arnaldo Antunes se apresentando na praça principal. Ele não cantou “O pulso” (Peste bubônica,
20 câncer, pneumonia/ Raiva, rubéola, tuberculose, anemia...). Achei bom agouro.
21 Quinta-feira, 31 de julho
22 9h30 - Chego ao Centro Histórico e logo de cara vejo poetas por todos os lados. Todos os
23 lados. E curioso como não existe discussão sobre qual é o limite da poesia. A poesia é incancelável.
24 A poesia resiste a todas as intempéries, oscilações econômicas, taxações e ameaças de uma
25 Terceira Guerra Mundial. Não há Lei Magnitsky que acabe com a poesia. A única coisa capaz de
26 acabar com a poesia, de dilacerar a poesia mesmo, é ela própria.
27 13h - Me perguntaram se eu era o Tony Garrido. Eu era.
28 14h —- Gosto muito dos aspirantes a escritor. Eles são muito mais preocupados com a própria
29 imagem do que os escritores estabelecidos. Pode notar. E a gênese de uma persona que se quer
30 ser. E isso resvala até no andar. Na Flip, o aspirante a escritor anda como se as pedras fossem as
31 teclas de uma máquina de escrever.
32 18h - Depois de alguns dias de água tomando as calçadas, esse deu uma trégua. Tenho plena
33 certeza de que, além de tudo o que já foi dito e escrito, Gonçalves também tem o poder de
34 controlar as marés.
35 21h — Passei por um grupo de maracatu de maioria branca. Gostei da inclusão social.
36 23h30 - Depois de uma noite de festas homéricas (de Homer Simpson mesmo, no quesito
37 bebida) e que terminou com um mega after na Praia do Pontal, posso afirmar com convicção, ao
38 contrário do que nós, pobres millennials, temos propagado por aí: os jovens, senhoras e senhores,
39 continuam jovens.
40 0h30 - Retornei à pousada e vi no contador de passos do celular que eu dei mais de 15 mil
41 passos. Isso é o dobro da meta diária que hoje é considerada saudável. Comemorei com um
42 refrigerante.
(Disponível em: www.piaui.folha.uol.com.br/valter-hugo-mae-inventou-o-paratynder/ -— texto adaptado
especialmente para esta prova).
Com base nas linhas 28 a 31, considerando os recursos linguísticos e o contexto, assinale a alternativa que aponta o efeito de sentido predominante da comparação entre pedras e teclas de uma máquina de escrever.
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Descobertas em uma flanada pela maior festa literária do Brasil
Por Gilberto Porcidonio
01 Paraty é uma cachaça. Tudo é literatura, arte, happening, mesa, música, resenha. Mas para
02 curtir pelo menos 1% dos mais de 1.256.791 eventos que ocorrem simultaneamente durante a
03 Flip (Festa Literária Internacional de Paraty) é preciso andar. E muito. Por isso, me distanciei um
04 pouco dos ratos de biblioteca comovidos com os livros ostentação de uma certa ex-BBB, dobrei a
05 meta do pace e, em prol deste inestimado diário, perambulei errante pela cidade histórica. Afinal,
06 é errante que se aprende.
07 Quarta-feira, 30 de julho
08 13h - Cheguei de véspera e presenciei a cidade histórica ainda se aprumando para o evento.
09 Tapumes, caixas, marteladas e ferragens para todo lado.
10 17h - A maré encheu e, ilhado na parte mais alta da calçada, precisei molhar o pé numa
11 corrente d'água que beirava os 12 ºC. O jeito para ficar menos irritado com a meia molhada
12 fazendo glosh glosh glosh dentro do tênis foi emular a banda Eddie (tomar banho de cana quando
13 a maré encher...). Bem, não foi pra tanto. Rolou apenas um negroni.
14 18h30 - Mal cheguei nas festas e já me confundiram com algum artista negro. Isso é irritante.
15 Tem gente que não pode ver um negro aleatório que já confunde com algum negro famoso
16 aleatório. Mas há tempos eu parei de me estressar com isso. Decidi que serei todos os artistas
17 negros que acharem que eu sou. Por enquanto, sou o Jonathan Azevedo.
18 19h - Torci para que a água das minhas meias não estivesse contaminada. Ouço ao longe o
19 Arnaldo Antunes se apresentando na praça principal. Ele não cantou “O pulso” (Peste bubônica,
20 câncer, pneumonia/ Raiva, rubéola, tuberculose, anemia...). Achei bom agouro.
21 Quinta-feira, 31 de julho
22 9h30 - Chego ao Centro Histórico e logo de cara vejo poetas por todos os lados. Todos os
23 lados. E curioso como não existe discussão sobre qual é o limite da poesia. A poesia é incancelável.
24 A poesia resiste a todas as intempéries, oscilações econômicas, taxações e ameaças de uma
25 Terceira Guerra Mundial. Não há Lei Magnitsky que acabe com a poesia. A única coisa capaz de
26 acabar com a poesia, de dilacerar a poesia mesmo, é ela própria.
27 13h - Me perguntaram se eu era o Tony Garrido. Eu era.
28 14h —- Gosto muito dos aspirantes a escritor. Eles são muito mais preocupados com a própria
29 imagem do que os escritores estabelecidos. Pode notar. E a gênese de uma persona que se quer
30 ser. E isso resvala até no andar. Na Flip, o aspirante a escritor anda como se as pedras fossem as
31 teclas de uma máquina de escrever.
32 18h - Depois de alguns dias de água tomando as calçadas, esse deu uma trégua. Tenho plena
33 certeza de que, além de tudo o que já foi dito e escrito, Gonçalves também tem o poder de
34 controlar as marés.
35 21h — Passei por um grupo de maracatu de maioria branca. Gostei da inclusão social.
36 23h30 - Depois de uma noite de festas homéricas (de Homer Simpson mesmo, no quesito
37 bebida) e que terminou com um mega after na Praia do Pontal, posso afirmar com convicção, ao
38 contrário do que nós, pobres millennials, temos propagado por aí: os jovens, senhoras e senhores,
39 continuam jovens.
40 0h30 - Retornei à pousada e vi no contador de passos do celular que eu dei mais de 15 mil
41 passos. Isso é o dobro da meta diária que hoje é considerada saudável. Comemorei com um
42 refrigerante.
(Disponível em: www.piaui.folha.uol.com.br/valter-hugo-mae-inventou-o-paratynder/ -— texto adaptado
especialmente para esta prova).
Com base nos primeiros parágrafos do texto, assinale a alternativa que caracteriza corretamente a postura e o tom adotados pelo narrador.
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Descobertas em uma flanada pela maior festa literária do Brasil
Por Gilberto Porcidonio
01 Paraty é uma cachaça. Tudo é literatura, arte, happening, mesa, música, resenha. Mas para
02 curtir pelo menos 1% dos mais de 1.256.791 eventos que ocorrem simultaneamente durante a
03 Flip (Festa Literária Internacional de Paraty) é preciso andar. E muito. Por isso, me distanciei um
04 pouco dos ratos de biblioteca comovidos com os livros ostentação de uma certa ex-BBB, dobrei a
05 meta do pace e, em prol deste inestimado diário, perambulei errante pela cidade histórica. Afinal,
06 é errante que se aprende.
07 Quarta-feira, 30 de julho
08 13h - Cheguei de véspera e presenciei a cidade histórica ainda se aprumando para o evento.
09 Tapumes, caixas, marteladas e ferragens para todo lado.
10 17h - A maré encheu e, ilhado na parte mais alta da calçada, precisei molhar o pé numa
11 corrente d'água que beirava os 12 ºC. O jeito para ficar menos irritado com a meia molhada
12 fazendo glosh glosh glosh dentro do tênis foi emular a banda Eddie (tomar banho de cana quando
13 a maré encher...). Bem, não foi pra tanto. Rolou apenas um negroni.
14 18h30 - Mal cheguei nas festas e já me confundiram com algum artista negro. Isso é irritante.
15 Tem gente que não pode ver um negro aleatório que já confunde com algum negro famoso
16 aleatório. Mas há tempos eu parei de me estressar com isso. Decidi que serei todos os artistas
17 negros que acharem que eu sou. Por enquanto, sou o Jonathan Azevedo.
18 19h - Torci para que a água das minhas meias não estivesse contaminada. Ouço ao longe o
19 Arnaldo Antunes se apresentando na praça principal. Ele não cantou “O pulso” (Peste bubônica,
20 câncer, pneumonia/ Raiva, rubéola, tuberculose, anemia...). Achei bom agouro.
21 Quinta-feira, 31 de julho
22 9h30 - Chego ao Centro Histórico e logo de cara vejo poetas por todos os lados. Todos os
23 lados. E curioso como não existe discussão sobre qual é o limite da poesia. A poesia é incancelável.
24 A poesia resiste a todas as intempéries, oscilações econômicas, taxações e ameaças de uma
25 Terceira Guerra Mundial. Não há Lei Magnitsky que acabe com a poesia. A única coisa capaz de
26 acabar com a poesia, de dilacerar a poesia mesmo, é ela própria.
27 13h - Me perguntaram se eu era o Tony Garrido. Eu era.
28 14h —- Gosto muito dos aspirantes a escritor. Eles são muito mais preocupados com a própria
29 imagem do que os escritores estabelecidos. Pode notar. E a gênese de uma persona que se quer
30 ser. E isso resvala até no andar. Na Flip, o aspirante a escritor anda como se as pedras fossem as
31 teclas de uma máquina de escrever.
32 18h - Depois de alguns dias de água tomando as calçadas, esse deu uma trégua. Tenho plena
33 certeza de que, além de tudo o que já foi dito e escrito, Gonçalves também tem o poder de
34 controlar as marés.
35 21h — Passei por um grupo de maracatu de maioria branca. Gostei da inclusão social.
36 23h30 - Depois de uma noite de festas homéricas (de Homer Simpson mesmo, no quesito
37 bebida) e que terminou com um mega after na Praia do Pontal, posso afirmar com convicção, ao
38 contrário do que nós, pobres millennials, temos propagado por aí: os jovens, senhoras e senhores,
39 continuam jovens.
40 0h30 - Retornei à pousada e vi no contador de passos do celular que eu dei mais de 15 mil
41 passos. Isso é o dobro da meta diária que hoje é considerada saudável. Comemorei com um
42 refrigerante.
(Disponível em: www.piaui.folha.uol.com.br/valter-hugo-mae-inventou-o-paratynder/ -— texto adaptado
especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que apresenta corretamente as regras de acentuação gráfica das palavras citadas.
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FUNDATEC
Orgão: IF Sertão
Nos termos da Lei nº 11.091/2005, a progressão por capacitação profissional é a mudança de nível de capacitação, no mesmo cargo e nível de classificação, decorrente da obtenção pelo servidor de certificação em programa de capacitação compatível com o cargo ocupado, o ambiente organizacional e a carga horária mínima exigida, respeitado o interstício de quantos meses?
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