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Precisamos hackear a sala de aula
Das várias mudanças tecnológicas que se consolidaram no século 20 - rádio, cinema, televisão ... -, os computadores e a internet trouxeram uma quebra de paradigma essencial: pela primeira vez, uma ferramenta chegou não apenas para dizer o que as pessoas podem fazer, mas também com instruções para sua própria criação e com a possibilidade de constante reprogramação.
Dentro desse novo contexto, temos um número cada vez maior de relacionamentos mediados por software. Trato das situações explícitas, a exemplo das redes sociais, até as menos óbvias, como quando atravessamos a rua no semáforo. Diante dessa realidade, autores como o teórico de comunicação americano Douglas Rushkoff acreditam que as tecnologias digitais darão forma ao mundo com e sem nossa cooperação explícita. Como ele disse no título do seu livro, a questão é: "programe ou seja programado".
O objetivo da escola é dar ao estudante os instrumentos possíveis para o seu pleno desenvolvimento como agente ativo na sociedade. Se as instituições de ensino assumirem isso como regra e notarem o desenvolvimento do mundo atual, fica clara a vantagem de colocar a programação como parte do currículo escolar.
Para entender além da imediatista - e superficial - preparação para o mercado de trabalho, é fundamental que as chamadas aulas de informática façam que o aluno perceba a importância dos códigos. São eles que criam as estruturas invisíveis do mundo contemporâneo. Os novos estudantes precisam ter essa percepção. Só assim eles terão o poder de escrever sua própria versão da realidade – e vê-la nos vários dispositivos utilizados no dia a dia.
Mas é importante ressaltar: para que isso aconteça, não basta apenas o ensino de programação e de escrita de código. Precisamos de novos arranjos sociais. Precisamos, com urgência, hackear a escola!
É completamente possível se levarmos em consideração iniciativas bem-sucedidas no Brasil, como o projeto N.A.V.E (Núcleo Avançado em Educação) que, numa parceria entre o Instituto Oi Futuro e o C.E.S.A.R (Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife), vem ensinando programação por meio da criação de jogos em duas escolas públicas no Recife e Rio de Janeiro. Não à toa, todas possuem alta taxa de aprovação do Enem.
Estudantes que se divertem na escola aprendem mais e melhor. E com certeza, depois da universidade, escreverão suas realidades e de seus pares pelo mundo.
MABUSE, H. D. Precisamos hackear a sala de aula. São Paulo, Globo, n. 270, jan. 2014, p. 18.
Releia: “Programe ou seja programado.” Das várias mudanças tecnológicas que se consolidaram no século 20 - rádio, cinema, televisão ... -, os computadores e a internet trouxeram uma quebra de paradigma essencial: pela primeira vez, uma ferramenta chegou não apenas para dizer o que as pessoas podem fazer, mas também com instruções para sua própria criação e com a possibilidade de constante reprogramação.
Dentro desse novo contexto, temos um número cada vez maior de relacionamentos mediados por software. Trato das situações explícitas, a exemplo das redes sociais, até as menos óbvias, como quando atravessamos a rua no semáforo. Diante dessa realidade, autores como o teórico de comunicação americano Douglas Rushkoff acreditam que as tecnologias digitais darão forma ao mundo com e sem nossa cooperação explícita. Como ele disse no título do seu livro, a questão é: "programe ou seja programado".
O objetivo da escola é dar ao estudante os instrumentos possíveis para o seu pleno desenvolvimento como agente ativo na sociedade. Se as instituições de ensino assumirem isso como regra e notarem o desenvolvimento do mundo atual, fica clara a vantagem de colocar a programação como parte do currículo escolar.
Para entender além da imediatista - e superficial - preparação para o mercado de trabalho, é fundamental que as chamadas aulas de informática façam que o aluno perceba a importância dos códigos. São eles que criam as estruturas invisíveis do mundo contemporâneo. Os novos estudantes precisam ter essa percepção. Só assim eles terão o poder de escrever sua própria versão da realidade – e vê-la nos vários dispositivos utilizados no dia a dia.
Mas é importante ressaltar: para que isso aconteça, não basta apenas o ensino de programação e de escrita de código. Precisamos de novos arranjos sociais. Precisamos, com urgência, hackear a escola!
É completamente possível se levarmos em consideração iniciativas bem-sucedidas no Brasil, como o projeto N.A.V.E (Núcleo Avançado em Educação) que, numa parceria entre o Instituto Oi Futuro e o C.E.S.A.R (Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife), vem ensinando programação por meio da criação de jogos em duas escolas públicas no Recife e Rio de Janeiro. Não à toa, todas possuem alta taxa de aprovação do Enem.
Estudantes que se divertem na escola aprendem mais e melhor. E com certeza, depois da universidade, escreverão suas realidades e de seus pares pelo mundo.
MABUSE, H. D. Precisamos hackear a sala de aula. São Paulo, Globo, n. 270, jan. 2014, p. 18.
Assinale a alternativa que, no texto, se relaciona ao sentido das opções em oposição na passagem acima.
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Segundo o que dispõe a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, os sistemas de ensino deverão manter cursos e exames supletivos para jovens e adultos que não puderam efetuar os estudos em idade regular.
Ainda segundo o que dispõe a citada lei, os referidos exames supletivos deverão se realizar
Ainda segundo o que dispõe a citada lei, os referidos exames supletivos deverão se realizar
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Conforme o que prevê a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, o ensino é livre à iniciativa privada, desde que observados determinados requisitos, entre os quais NÃO se inclui
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É CORRETO afirmar, segundo o que dispõe a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, que as instituições de educação superior criadas e mantidas pela iniciativa privada
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A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional prevê as hipóteses que tornam facultativa para o aluno a prática de educação física na educação básica.
Entre essas hipóteses, NÃO se inclui o fato de
Entre essas hipóteses, NÃO se inclui o fato de
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Conforme o Glossário Francês de Cartografia, um símbolo é a “representação gráfica de um objeto ou de um fato sob uma forma sugestiva, simplificada ou esquemática, sem implantação rigorosa”. Os símbolos cartográficos apresentam características específicas e se dividem em categorias.
Com relação a essas categorias, é CORRETO afirmar que
Com relação a essas categorias, é CORRETO afirmar que
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Leia esta definição de um tipo de falha geológica:
[...] Associa-se principalmente com a tectônica extensional. Na escala global, ocorre associado às cadeias meso-oceânicas e às margens continentais tipo Atlântico. É importante na formação e evolução de bacias sedimentares, sendo comum em regiões com deslizamentos de encostas e taludes. Constitui falha em geral de alto ângulo, em que a capa desceu em relação à lapa. [...]
TEIXEIRA, W. et al. (org.). Decifrando a Terra. São Paulo: Oficina de Textos, 2001. p: 415. Adaptado.
Esse tipo de falha está representado em
[...] Associa-se principalmente com a tectônica extensional. Na escala global, ocorre associado às cadeias meso-oceânicas e às margens continentais tipo Atlântico. É importante na formação e evolução de bacias sedimentares, sendo comum em regiões com deslizamentos de encostas e taludes. Constitui falha em geral de alto ângulo, em que a capa desceu em relação à lapa. [...]
TEIXEIRA, W. et al. (org.). Decifrando a Terra. São Paulo: Oficina de Textos, 2001. p: 415. Adaptado.
Esse tipo de falha está representado em
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Os mapas propriamente ditos são aqueles construídos sobre uma quadrícula geométrica numa escala dada, segundo as regras de localização (x, y) e de qualificação (z). Mas há outras figuras cartográficas, como aquela que, conservando a continuidade do espaço, deformam-se voluntariamente as superfícies reais para torná-las proporcionais à variável considerada.
Essa última figura cartográfica é mostrada na alternativa
Essa última figura cartográfica é mostrada na alternativa
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Analise esta figura:

ROSS, J.L.S. (org.) Geografia do Brasil. São Paulo: Editora da Universidade
de São Paulo, 2008. p: 94. Adaptado.
Os elementos I e II indicados nessa figura correspondem, respectivamente, a

ROSS, J.L.S. (org.) Geografia do Brasil. São Paulo: Editora da Universidade
de São Paulo, 2008. p: 94. Adaptado.
Os elementos I e II indicados nessa figura correspondem, respectivamente, a
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Analise este gráfico:
Distribuição das precipitações conforme as latitudes

Eslienne et Godard, 1970. Adaptado
Considerando-se a relação entre o volume das chuvas e sua distribuição latitudinal, se verificam
Distribuição das precipitações conforme as latitudes

Eslienne et Godard, 1970. Adaptado
Considerando-se a relação entre o volume das chuvas e sua distribuição latitudinal, se verificam
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