Foram encontradas 80 questões.
Precisamos hackear a sala de aula
Das várias mudanças tecnológicas que se consolidaram no século 20 - rádio, cinema, televisão ... -, os computadores e a internet trouxeram uma quebra de paradigma essencial: pela primeira vez, uma ferramenta chegou não apenas para dizer o que as pessoas podem fazer, mas também com instruções para sua própria criação e com a possibilidade de constante reprogramação.
Dentro desse novo contexto, temos um número cada vez maior de relacionamentos mediados por software. Trato das situações explícitas, a exemplo das redes sociais, até as menos óbvias, como quando atravessamos a rua no semáforo. Diante dessa realidade, autores como o teórico de comunicação americano Douglas Rushkoff acreditam que as tecnologias digitais darão forma ao mundo com e sem nossa cooperação explícita. Como ele disse no título do seu livro, a questão é: "programe ou seja programado".
O objetivo da escola é dar ao estudante os instrumentos possíveis para o seu pleno desenvolvimento como agente ativo na sociedade. Se as instituições de ensino assumirem isso como regra e notarem o desenvolvimento do mundo atual, fica clara a vantagem de colocar a programação como parte do currículo escolar.
Para entender além da imediatista - e superficial - preparação para o mercado de trabalho, é fundamental que as chamadas aulas de informática façam que o aluno perceba a importância dos códigos. São eles que criam as estruturas invisíveis do mundo contemporâneo. Os novos estudantes precisam ter essa percepção. Só assim eles terão o poder de escrever sua própria versão da realidade – e vê-la nos vários dispositivos utilizados no dia a dia.
Mas é importante ressaltar: para que isso aconteça, não basta apenas o ensino de programação e de escrita de código. Precisamos de novos arranjos sociais. Precisamos, com urgência, hackear a escola!
É completamente possível se levarmos em consideração iniciativas bem-sucedidas no Brasil, como o projeto N.A.V.E (Núcleo Avançado em Educação) que, numa parceria entre o Instituto Oi Futuro e o C.E.S.A.R (Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife), vem ensinando programação por meio da criação de jogos em duas escolas públicas no Recife e Rio de Janeiro. Não à toa, todas possuem alta taxa de aprovação do Enem.
Estudantes que se divertem na escola aprendem mais e melhor. E com certeza, depois da universidade, escreverão suas realidades e de seus pares pelo mundo.
MABUSE, H. D. Precisamos hackear a sala de aula. São Paulo, Globo, n. 270, jan. 2014, p. 18.
Releia: “Programe ou seja programado.” Das várias mudanças tecnológicas que se consolidaram no século 20 - rádio, cinema, televisão ... -, os computadores e a internet trouxeram uma quebra de paradigma essencial: pela primeira vez, uma ferramenta chegou não apenas para dizer o que as pessoas podem fazer, mas também com instruções para sua própria criação e com a possibilidade de constante reprogramação.
Dentro desse novo contexto, temos um número cada vez maior de relacionamentos mediados por software. Trato das situações explícitas, a exemplo das redes sociais, até as menos óbvias, como quando atravessamos a rua no semáforo. Diante dessa realidade, autores como o teórico de comunicação americano Douglas Rushkoff acreditam que as tecnologias digitais darão forma ao mundo com e sem nossa cooperação explícita. Como ele disse no título do seu livro, a questão é: "programe ou seja programado".
O objetivo da escola é dar ao estudante os instrumentos possíveis para o seu pleno desenvolvimento como agente ativo na sociedade. Se as instituições de ensino assumirem isso como regra e notarem o desenvolvimento do mundo atual, fica clara a vantagem de colocar a programação como parte do currículo escolar.
Para entender além da imediatista - e superficial - preparação para o mercado de trabalho, é fundamental que as chamadas aulas de informática façam que o aluno perceba a importância dos códigos. São eles que criam as estruturas invisíveis do mundo contemporâneo. Os novos estudantes precisam ter essa percepção. Só assim eles terão o poder de escrever sua própria versão da realidade – e vê-la nos vários dispositivos utilizados no dia a dia.
Mas é importante ressaltar: para que isso aconteça, não basta apenas o ensino de programação e de escrita de código. Precisamos de novos arranjos sociais. Precisamos, com urgência, hackear a escola!
É completamente possível se levarmos em consideração iniciativas bem-sucedidas no Brasil, como o projeto N.A.V.E (Núcleo Avançado em Educação) que, numa parceria entre o Instituto Oi Futuro e o C.E.S.A.R (Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife), vem ensinando programação por meio da criação de jogos em duas escolas públicas no Recife e Rio de Janeiro. Não à toa, todas possuem alta taxa de aprovação do Enem.
Estudantes que se divertem na escola aprendem mais e melhor. E com certeza, depois da universidade, escreverão suas realidades e de seus pares pelo mundo.
MABUSE, H. D. Precisamos hackear a sala de aula. São Paulo, Globo, n. 270, jan. 2014, p. 18.
Assinale a alternativa que, no texto, se relaciona ao sentido das opções em oposição na passagem acima.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Analise as seguintes afirmativas sobre as técnicas de ensino, assinalando com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) Quando direcionadas para a busca de intencionalidade, as técnicas de ensino deixam de dar ênfase à ação docente, para possibilitar a participação do aluno.
( ) As técnicas de ensino são mediações ou condições necessárias e favoráveis, suficientes do processo didático.
( ) As técnicas definem o ideal educativo.
( ) As técnicas são destinadas ao professor e ao aluno, e não os docentes e discentes a elas.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
( ) Quando direcionadas para a busca de intencionalidade, as técnicas de ensino deixam de dar ênfase à ação docente, para possibilitar a participação do aluno.
( ) As técnicas de ensino são mediações ou condições necessárias e favoráveis, suficientes do processo didático.
( ) As técnicas definem o ideal educativo.
( ) As técnicas são destinadas ao professor e ao aluno, e não os docentes e discentes a elas.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Em relação à educação de jovens e adultos, é INCORRETO afirmar que
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Segundo o que dispõe a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, os sistemas de ensino deverão manter cursos e exames supletivos para jovens e adultos que não puderam efetuar os estudos em idade regular.
Ainda segundo o que dispõe a citada lei, os referidos exames supletivos deverão se realizar
Ainda segundo o que dispõe a citada lei, os referidos exames supletivos deverão se realizar
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir para responder à questão.
São elementos constitutivos para a operacionalização das Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica: o projeto político-pedagógico e o regimento escolar; o sistema de avaliação; a gestão democrática e a organização da escola; o professor e o programa de formação docente.
A valorização do profissional da educação é um dos princípios definidos para a educação nacional, com a compreensão de que valorizá-lo é valorizar a escola, com qualidade gestorial, educativa, social, cultural, ética, estética, ambiental.
Sobre a valorização do profissional da educação, é INCORRETO afirmar que
São elementos constitutivos para a operacionalização das Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica: o projeto político-pedagógico e o regimento escolar; o sistema de avaliação; a gestão democrática e a organização da escola; o professor e o programa de formação docente.
A valorização do profissional da educação é um dos princípios definidos para a educação nacional, com a compreensão de que valorizá-lo é valorizar a escola, com qualidade gestorial, educativa, social, cultural, ética, estética, ambiental.
Sobre a valorização do profissional da educação, é INCORRETO afirmar que
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Conforme o que prevê a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, o ensino é livre à iniciativa privada, desde que observados determinados requisitos, entre os quais NÃO se inclui
Provas
Questão presente nas seguintes provas
É CORRETO afirmar, segundo o que dispõe a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, que as instituições de educação superior criadas e mantidas pela iniciativa privada
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional prevê as hipóteses que tornam facultativa para o aluno a prática de educação física na educação básica.
Entre essas hipóteses, NÃO se inclui o fato de
Entre essas hipóteses, NÃO se inclui o fato de
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Sobre o financiamento da educação escolar no Brasil, é INCORRETO afirmar que
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Analise as seguintes afirmativas sobre a organização da educação superior no Brasil.
I. Os cursos e programas de nível superior podem ser ofertados por meio de universidades, centros universitários e faculdades.
II. As instituições de ensino superior (IES), de acordo com a natureza jurídica de suas mantenedoras, são classificadas em públicas e privadas.
III. A educação superior abrange tão somente os seguintes cursos e programas: cursos sequenciais, cursos de graduação e cursos de pós-graduação.
A partir dessa análise, pode-se concluir que estão CORRETAS.
I. Os cursos e programas de nível superior podem ser ofertados por meio de universidades, centros universitários e faculdades.
II. As instituições de ensino superior (IES), de acordo com a natureza jurídica de suas mantenedoras, são classificadas em públicas e privadas.
III. A educação superior abrange tão somente os seguintes cursos e programas: cursos sequenciais, cursos de graduação e cursos de pós-graduação.
A partir dessa análise, pode-se concluir que estão CORRETAS.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container