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Foram encontradas 40 questões.

2489195 Ano: 2014
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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A Resolução 139/2012 do Conselho Superior (CONSUP) do Instituto Federal Sul-rio-grandese aprova o Regimento da Câmara de Assistência Estudantil. O referido documento define a função desse órgão, ao qual compete:
I. propor a reformulação e a atualização das políticas e diretrizes que permitam a articulação e o desenvolvimento das ações de Assistência Estudantil.
II. atuar na defesa da AE, visando contribuir para a permanência e o êxito dos estudantes do IFSul.
III. realizar reuniões, congressos, conferências, seminários e outros.
IV. acompanhar as ações da Política Nacional de Assistência Estudantil.
Estão corretas as afirmativas
 

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Leia o texto abaixo e responda à questão.
A banalização da vida
Por Lya Luft
Este é talvez um dos fatos mais assustadores e tristes do nosso momento: falta de segurança generalizada, o medo, pois aqui se mata e se morre como quem come um pãozinho. Bala perdida, traficante, bandido graúdo ou pequeno, e o menor de idade, que é o mais complicado: pelas nossas leis absurdas, sendo menor, ele não é de verdade punido. É 4 levado para um estabelecimento hipoteticamente educativo e socializador, de onde deveria sair regenerado, com profissão, com vergonha na cara, sair gente. Não sai. Não, salvo raríssimas exceções, e todo mundo sabe disso.
Todo mundo sabe que é urgente e essencial reduzir para menos de 18 anos a idade em que se pode prender, julgar, condenar um assassino feroz, reincidente, cruel e confesso. Mas aí vem quem defenda, quem tenha pena, ah! os direitos humanos, ah! são crianças. São assassinos apavorantes: torturam e matam com frieza de animais, tantas vezes, e vão para a reeducação ou a ressocialização certamente achando graça: logo, logo estarão de volta. Basta ver os casos em que, checando-se a ficha do “menino”, ele é reincidente contumaz.
Outro ponto dessa nossa insegurança é a rala presença de policiais em muitas cidades brasileiras. Posso rodar quarteirões intermináveis de carro, e não vejo um só policial. Culpa deles? Certamente não. Os policiais ganham mal, arriscam suas vidas, são mortos frequentemente, são mais heróis do que vilões, embora muitos os queiram enxergar assim. Onde não temos policiamento, mais insegurança.
Na verdade, a violência é tão alta e tão geral no país que mesmo porteiros treinados de bons edifícios ou condomínios pouco adiantam: facilmente são rendidos ou mortos, e estamos à mercê da bandidagem.
Banalizamos a vida também nessas manifestações de toda sorte, em que paus, barras de ferro, bombas caseiras, até armas de fogo, não apenas assustam, não só ameaçam, mas aqui e ali matam alguém. Incendeiam-se ônibus não apenas em protesto, mas por pura maldade, com gente dentro, mesmo crianças: que civilização estamos nos tornando? Morrer assassinado, mesmo sem estar no circuito perigoso dos bandidos, dos marginais, começa a se tornar, não ainda banal, mas já frequente: nas ruas, às 10 da manhã, matam-se pais de família ou jovens estudantes ou operários. Não falo em becos onde a violência impera e a mortandade é comum, mas em ruas abertas de bairros de classe média. Não se passa semana sem que se noticie criança morta por bala perdida.
Nada, quase nada mais nos espanta: estamos ficando calejados, não nas mãos por trabalho duro, mas na alma pelo horror que nos assola tanto que a cada vez nos horrorizamos menos.
Quero escrever uma coluna otimista. Quero escrever poemas delicados, romances intensos, crônicas de amor pela cidade, pelas pessoas, pela natureza, quero tudo isso. Mas se tenho voz, e vez, não posso falar de flores enquanto o asfalto mostra manchas de sangue, famílias são destroçadas, ruas acossadas, casas ameaçadas, seres humanos feito coelhos amedrontados sem ter para onde correr, nem a quem recorrer, e não se vê nem uma luz no fim desse túnel.
Pouca esperança real temos. Nós nos desinteressamos para sobreviver emocionalmente diante da horrenda banalização da vida representada não só pela quantidade e violência dos crimes cometidos e impunes como pela punição incrivelmente pequena para quem mata com seu automóvel por correr demais ou dirigir bêbado, por exemplo. O descaso, ou a incompetência, com que tudo isso é administrado nos faz temer outra ameaça ainda: a banalização da vida é o outro lado da banalização da morte.
Fonte : Revista Veja, 26 de março de 2014
A relação de sentido estabelecida entre as ideias ligadas pelos dois pontos, em “ São assassinos apavorantes: torturam e matam com frieza de animais... ”, é de
 

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2487882 Ano: 2014
Disciplina: Serviço Social
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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De acordo com Regina Celia Mioto (2009), para realizar estudos sociais, é necessários os seguintes elementos técnico-operativos, teórico-metodológicos e ético-políticos, EXCETO:
 

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2487874 Ano: 2014
Disciplina: Serviço Social
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Os "Subsídios para a atuação de assistentes sociais na Política de Educação" (CFESS, 2012) se referem à qualidade da educação como uma densa formação intelectual, com domínio de habilidades cognitivas e conteúdos formativos fundamentais à autonomia dos sujeitos singulares e coletivos e ao processo de emancipação humana.
A alternativas que NÃO corresponde a ideia apresentada é:
 

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2487067 Ano: 2014
Disciplina: Serviço Social
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Marilda Villela Iamamoto (2011) no livro “Serviço Social em tempo de capital fetiche” escreve uma importante reflexão a propósito da produção teórica brasileira e os fundamentos do trabalho do assistente social. Iamamoto “estabelece um debate com a literatura especializada brasileira recente sobre o estatuto da profissão, no intuito de identificar os ângulos privilegiados pelos autores no tratamento das particularidades do Serviço Social (2011, p. 245). Com base nesses escritos, relacione o nome do autor com sua respectiva tese.
( 1 ) José Paulo Netto
( 2 ) Vicente de Paula Faleiros
( 3 ) Maria Lúcia Martinelli
( 4 ) Suely Gomes Costa
( ) Tese da identidade alienada
( ) Tese do sincretismo e da prática indiferenciada
( ) Tese da proteção social
( ) Tese da correlação de forças
A alternativa que corresponde à associação correta é
 

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Leia o texto abaixo e responda à questão.
A banalização da vida
Por Lya Luft
Este é talvez um dos fatos mais assustadores e tristes do nosso momento: falta de segurança generalizada, o medo, pois aqui se mata e se morre como quem come um pãozinho. Bala perdida, traficante, bandido graúdo ou pequeno, e o menor de idade, que é o mais complicado: pelas nossas leis absurdas, sendo menor, ele não é de verdade punido(A). É 4 levado para um estabelecimento hipoteticamente educativo e socializador, de onde deveria sair regenerado, com profissão, com vergonha na cara, sair gente. Não sai. Não, salvo raríssimas exceções, e todo mundo sabe disso.
Todo mundo sabe que é urgente e essencial reduzir para menos de 18 anos a idade em que se pode prender, julgar, condenar um assassino feroz, reincidente, cruel e confesso. Mas aí vem quem defenda, quem tenha pena, ah! os direitos humanos, ah! são crianças. São assassinos apavorantes: torturam e matam com frieza de animais, tantas vezes, e vão para a reeducação ou a ressocialização certamente achando graça: logo, logo estarão de volta. Basta ver os casos em que, checando-se a ficha do “menino”, ele é reincidente contumaz.(B)
Outro ponto dessa nossa insegurança é a rala presença de policiais em muitas cidades brasileiras. Posso rodar quarteirões intermináveis de carro, e não vejo um só policial. Culpa deles? Certamente não. Os policiais ganham mal, arriscam suas vidas, são mortos frequentemente(C), são mais heróis do que vilões, embora muitos os queiram enxergar assim(D). Onde não temos policiamento, mais insegurança.
Na verdade, a violência é tão alta e tão geral no país que mesmo porteiros treinados de bons edifícios ou condomínios pouco adiantam: facilmente são rendidos ou mortos, e estamos à mercê da bandidagem.
Banalizamos a vida também nessas manifestações de toda sorte, em que paus, barras de ferro, bombas caseiras, até armas de fogo, não apenas assustam, não só ameaçam, mas aqui e ali matam alguém. Incendeiam-se ônibus não apenas em protesto, mas por pura maldade, com gente dentro, mesmo crianças: que civilização estamos nos tornando? Morrer assassinado, mesmo sem estar no circuito perigoso dos bandidos, dos marginais, começa a se tornar, não ainda banal, mas já frequente: nas ruas, às 10 da manhã, matam-se pais de família ou jovens estudantes ou operários. Não falo em becos onde a violência impera e a mortandade é comum, mas em ruas abertas de bairros de classe média. Não se passa semana sem que se noticie criança morta por bala perdida.
Nada, quase nada mais nos espanta: estamos ficando calejados, não nas mãos por trabalho duro, mas na alma pelo horror que nos assola tanto que a cada vez nos horrorizamos menos.
Quero escrever uma coluna otimista. Quero escrever poemas delicados, romances intensos, crônicas de amor pela cidade, pelas pessoas, pela natureza, quero tudo isso. Mas se tenho voz, e vez, não posso falar de flores enquanto o asfalto mostra manchas de sangue, famílias são destroçadas, ruas acossadas, casas ameaçadas, seres humanos feito coelhos amedrontados sem ter para onde correr, nem a quem recorrer, e não se vê nem uma luz no fim desse túnel.
Pouca esperança real temos. Nós nos desinteressamos para sobreviver emocionalmente diante da horrenda banalização da vida representada não só pela quantidade e violência dos crimes cometidos e impunes como pela punição incrivelmente pequena para quem mata com seu automóvel por correr demais ou dirigir bêbado, por exemplo. O descaso, ou a incompetência, com que tudo isso é administrado nos faz temer outra ameaça ainda: a banalização da vida é o outro lado da banalização da morte.
Fonte : Revista Veja, 26 de março de 2014
Em qual passagem a seguir há correspondência entre o pronome destacado e o referente?
 

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2486219 Ano: 2014
Disciplina: Serviço Social
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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A lei 8.662 de 1993 dispõe sobre a profissão de Assistente social ao mesmo tempo em que estabelece as atribuições privativas desse profissional. Com relação a essas atribuições, julgue os itens a seguir, marcando V para os itens verdadeiros e F para os falsos.
( ) Coordenar seminários, encontros, congressos e eventos assemelhados sobre assuntos de Ciências Humanas Aplicadas.
( ) Coordenar, elaborar, executar, supervisionar e avaliar estudos, pesquisas, planos, programas e projetos na área de Serviço Social.
( ) Fiscalizar o exercício profissional somente através dos Conselhos Federal.
( ) Assessorar e dar consultoria a órgãos da Administração Pública direta e indireta, empresas privadas e outras entidades, em matéria de Serviço Social.
A alternativa correta é:
 

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2484959 Ano: 2014
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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De acordo com a Lei N° 9394 de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, com relação à educação profissional, assinale a afirmativa INCORRETA.
 

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2484899 Ano: 2014
Disciplina: Serviço Social
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Para as autoras Behring & Boschetti (2007), com o neoliberalismo e a mundialização, colocam-se alguns constrangimentos para o controle democrático e a tomada de decisões substantivas, visto que os estados- nação tem sua autonomia limitada e sua soberania afetada. Um exemplo desses constrangimentos ao pleno desenvolvimento da democracia brasileira é
 

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2484504 Ano: 2014
Disciplina: Serviço Social
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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De acordo com Joaquina B. Teixeira (2009), o planejamento estratégico vem sendo entendido como a forma contemporânea da planificação. Os estudos permitiram que a temática do planejamento pudesse ressurgir com renovada importância no contexto sociopolítico e institucional, em todos os níveis, no âmbito da Administração Pública e no setor privado. A alternativa que melhor caracteriza os objetivos do planejamento estratégico é:
 

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