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Para a autora Marilda Vilela Iamamoto, no texto contido na publicação "Atribuições privativas do/a assistente social em questão" (CFESS, 2012a), o ponto de partida para a análise do Serviço Social é que a profissão
I. possui um caráter histórico de inércia devido ao protagonismo individual e coletivo dos agentes que a ela se dedicam.
II. possui uma ação simultânea de vários agentes que tendem ao mesmo fim, considerados pelas relações mútuas que existem entre si.
III. é um dado histórico indissociável das particularidades assumidas pela formação e desenvolvimento da sociedade brasileira, no âmbito da divisão internacional do trabalho.
IV. é resultante dos sujeitos sociais que constroem sua trajetória e redirecionam seus rumos.
Estão corretas as afirmativas:
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Leia o texto abaixo e responda à questão.
A banalização da vida
Por Lya Luft
Este é talvez um dos fatos mais assustadores e tristes do nosso momento: falta de segurança generalizada, o medo, pois aqui se mata e se morre como quem come um pãozinho. Bala perdida, traficante, bandido graúdo ou pequeno, e o menor de idade, que é o mais complicado: pelas nossas leis absurdas, sendo menor, ele não é de verdade punido. É 4 levado para um estabelecimento hipoteticamente educativo e socializador, de onde deveria sair regenerado, com profissão, com vergonha na cara, sair gente. Não sai. Não, salvo raríssimas exceções, e todo mundo sabe disso.
Todo mundo sabe que é urgente e essencial reduzir para menos de 18 anos a idade em que se pode prender, julgar, condenar um assassino feroz, reincidente, cruel e confesso. Mas aí vem quem defenda, quem tenha pena, ah! os direitos humanos, ah! são crianças. São assassinos apavorantes: torturam e matam com frieza de animais, tantas vezes, e vão para a reeducação ou a ressocialização certamente achando graça: logo, logo estarão de volta. Basta ver os casos em que, checando-se a ficha do “menino”, ele é reincidente contumaz.
Outro ponto dessa nossa insegurança é a rala presença de policiais em muitas cidades brasileiras. Posso rodar quarteirões intermináveis de carro, e não vejo um só policial. Culpa deles? Certamente não. Os policiais ganham mal, arriscam suas vidas, são mortos frequentemente, são mais heróis do que vilões, embora muitos os queiram enxergar assim. Onde não temos policiamento, mais insegurança.
Na verdade, a violência é tão alta e tão geral no país que mesmo porteiros treinados de bons edifícios ou condomínios pouco adiantam: facilmente são rendidos ou mortos, e estamos à mercê da bandidagem.
Banalizamos a vida também nessas manifestações de toda sorte, em que paus, barras de ferro, bombas caseiras, até armas de fogo, não apenas assustam, não só ameaçam, mas aqui e ali matam alguém. Incendeiam-se ônibus não apenas em protesto, mas por pura maldade, com gente dentro, mesmo crianças: que civilização estamos nos tornando? Morrer assassinado, mesmo sem estar no circuito perigoso dos bandidos, dos marginais, começa a se tornar, não ainda banal, mas já frequente: nas ruas, às 10 da manhã, matam-se pais de família ou jovens estudantes ou operários. Não falo em becos onde a violência impera e a mortandade é comum, mas em ruas abertas de bairros de classe média. Não se passa semana sem que se noticie criança morta por bala perdida.
Nada, quase nada mais nos espanta: estamos ficando calejados, não nas mãos por trabalho duro, mas na alma pelo horror que nos assola tanto que a cada vez nos horrorizamos menos.
Quero escrever uma coluna otimista. Quero escrever poemas delicados, romances intensos, crônicas de amor pela cidade, pelas pessoas, pela natureza, quero tudo isso. Mas se tenho voz, e vez, não posso falar de flores enquanto o asfalto mostra manchas de sangue, famílias são destroçadas, ruas acossadas, casas ameaçadas, seres humanos feito coelhos amedrontados sem ter para onde correr, nem a quem recorrer, e não se vê nem uma luz no fim desse túnel.
Pouca esperança real temos. Nós nos desinteressamos para sobreviver emocionalmente diante da horrenda banalização da vida representada não só pela quantidade e violência dos crimes cometidos e impunes como pela punição incrivelmente pequena para quem mata com seu automóvel por correr demais ou dirigir bêbado, por exemplo. O descaso, ou a incompetência, com que tudo isso é administrado nos faz temer outra ameaça ainda: a banalização da vida é o outro lado da banalização da morte.
Fonte : Revista Veja, 26 de março de 2014
Da leitura global do texto, depreende-se que o objetivo principal da autora é
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A portaria n. 2314/2012, de 14 dezembro de 2012 aprova a Normatização de Benefícios da Política de Assistência Estudantil do Instituto Federal Sul-rio-grandense (IFSul). Com relação a esta normatização é correto afirmar-se que
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A Resolução 12/2012 do Conselho Superior, aprova o Regulamento da Política de Assistência Estudantil do Instituto Federal Sul-rio-grandense (IFSul). Com base nessa resolução é correto afirmar que a concessão dos benefícios será efetuada mediante estudo socioeconômico, realizado por profissional do Serviço Social, observando os seguintes critérios:
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2482013
Ano: 2014
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Provas:
- ECAGeralDireitos Fundamentais (art. 7º ao 69)Do Direito à Profissionalização e à Proteção no Trabalho (Art. 60 a 69)
Com relação à Lei N° 8069 de 1990 que dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente, em se tratando do direito à Profissionalização e à Proteção ao Trabalho, é correto afirmar-se que:
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Alejandra Pastorini (2007) no livro – “A categoria “questão social” em debate” – concretiza uma reflexão sobre a questão social na sociedade contemporânea e na América Latina. Com relação aos escritos do capítulo 4 desse livro – Delimitando a “questão social”: o novo e o que permanece – é correto afirmar-se que
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Elaine Rossetti Behring e Ivanete Boschetti (2007) no livro “Política Social fundamentos e história” realizam importantes considerações acerca do sentido do debate da Política Social e sua relação com o Projeto Ético Político do Serviço Social. A partir dessas reflexões, é correto afirmar-se que
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Cada vez mais é imperativo ao assistente social formular projetos que materializarão o trabalho a ser desenvolvido. Isso exige identificar aquilo que requer a intervenção profissional e reconhecer de que forma essa intervenção irá responder às necessidades sociais. Assim, para que o assistente social possa ter o projeto de trabalho como estratégia de reconhecimento profissional, é necessário sua materialização (COUTO, 2009). A alternativa que corresponde a essa ideia é:
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De acordo com a publicação "Atribuições privativas do/a assistente social em questão" (CFESS, 2012a), o Serviço Social brasileiro, nas últimas décadas, redimensionou-se no âmbito de sua interpretação teórico- metodológica e política, num forte embate com o conservadorismo profissional, adequando criticamente a profissão às exigências do seu tempo. Nesse sentido:
I. qualificou a profissão academicamente, como revela a produção acumulada a partir dos anos 1980 e 1990.
II. realizou um giro radical na sua dimensão ética e no debate nesse plano, indicando um novo modo de operar o trabalho profissional.
III. construiu democraticamente sua normatização, segundo princípios e valores humanistas, que remetem à luta pela construção de uma nova ordem societária.
IV. reafirmou o compromisso com as tendências regressivas do Serviço Social, cujo os fundamentos legitimam a ordem vigente
Estão corretas as afirmativas
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De acordo com Behring & Boschetti (2007), a concepção de controle democrático trazida pela Constituição de 1988 e o início da experiência dos conselhos de políticas públicas foram grandes inovações no formato das políticas públicas brasileiras. A afirmativa que vai ao encontro dessa constatação é que vislumbrava-se
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