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Foram encontradas 40 questões.

2496488 Ano: 2014
Disciplina: Serviço Social
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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De acordo com os "Subsídios para a atuação de assistentes sociais na Política de Educação" (CFESS, 2012), a garantia da qualidade da Educação que deve pautar a atuação profissional dos assistentes sociais se ancora.
 

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2496174 Ano: 2014
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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A Lei N° 8069 de 1990 dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente, que em seu capítulo IV trata do direito à educação, à cultura, ao esporte e ao lazer. Especificamente, tratando dos deveres do Estado com relação à educação, descritos na nessa lei (Art. 54), é dever estatal assegurar:
I. ensino fundamental, obrigatório e gratuito, inclusive para os que a ele não tiveram acesso na idade própria.
II. acesso aos níveis mais elevados do ensino, da pesquisa e da criação artística, segundo a capacidade de cada um.
III. progressiva extensão da obrigatoriedade e gratuidade ao ensino fundamental.
IV. atendimento em creche e pré-escola às crianças de zero a dez anos de idade.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s).
 

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2495602 Ano: 2014
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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De acordo com Maria Lucia Silva Barroco (2003), o Código de Ética contribuiu para o processo contraditório de construção de uma nova moralidade profissional, direcionada socialmente para a ruptura com o conservadorismo e para a construção de uma nova cultura profissional. A afirmativa que corresponde a essa nova cultura é:
 

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2495541 Ano: 2014
Disciplina: Serviço Social
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Sobre o amadurecimento teórico- político nos anos 1980, Barroco (2003) disserta sobre alguns marcos conceituais e históricos, desse processo, que partem do compromisso político com as classes trabalhadoras ao compromisso com valores éticos, políticos e emancipatórios. São eles:
I. o "III Congresso Brasileiro de Assistentes Sociais", em 1979, é o marco decisivo do posicionamento ético- político da categoria com os setores populares.
II. a influência de Gramsci, nos anos 1980, permitiu uma reinterpretação das possibilidades de ruptura.
III. a formação profissional passa a contar com um currículo orientado para uma formação crítica e comprometida com as classes subalternas.
IV. o amadurecimento intelectual se objetiva através da superação dos equívocos das primeiras aproximações do chamado marxismo vulgar.
Estão corretas as afirmativas
 

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Leia o texto abaixo e responda à questão.
A banalização da vida
Por Lya Luft
Este é talvez um dos fatos mais assustadores e tristes do nosso momento: falta de segurança generalizada, o medo, pois aqui se mata e se morre como quem come um pãozinho. Bala perdida, traficante, bandido graúdo ou pequeno, e o menor de idade, que é o mais complicado: pelas nossas leis absurdas, sendo menor, ele não é de verdade punido. É 4 levado para um estabelecimento hipoteticamente educativo e socializador, de onde deveria sair regenerado, com profissão, com vergonha na cara, sair gente. Não sai. Não, salvo raríssimas exceções, e todo mundo sabe disso.
Todo mundo sabe que é urgente e essencial reduzir para menos de 18 anos a idade em que se pode prender, julgar, condenar um assassino feroz, reincidente, cruel e confesso. Mas aí vem quem defenda, quem tenha pena, ah! os direitos humanos, ah! são crianças. São assassinos apavorantes: torturam e matam com frieza de animais, tantas vezes, e vão para a reeducação ou a ressocialização certamente achando graça: logo, logo estarão de volta. Basta ver os casos em que, checando-se a ficha do “menino”, ele é reincidente contumaz.
Outro ponto dessa nossa insegurança é a rala presença de policiais em muitas cidades brasileiras. Posso rodar quarteirões intermináveis de carro, e não vejo um só policial. Culpa deles? Certamente não. Os policiais ganham mal, arriscam suas vidas, são mortos frequentemente, são mais heróis do que vilões, embora muitos os queiram enxergar assim. Onde não temos policiamento, mais insegurança.
Na verdade, a violência é tão alta e tão geral no país que mesmo porteiros treinados de bons edifícios ou condomínios pouco adiantam: facilmente são rendidos ou mortos, e estamos à mercê da bandidagem.
Banalizamos a vida também nessas manifestações de toda sorte, em que paus, barras de ferro, bombas caseiras, até armas de fogo, não apenas assustam, não só ameaçam, mas aqui e ali matam alguém. Incendeiam-se ônibus não apenas em protesto, mas por pura maldade, com gente dentro, mesmo crianças: que civilização estamos nos tornando? Morrer assassinado, mesmo sem estar no circuito perigoso dos bandidos, dos marginais, começa a se tornar, não ainda banal, mas já frequente: nas ruas, às 10 da manhã, matam-se pais de família ou jovens estudantes ou operários. Não falo em becos onde a violência impera e a mortandade é comum, mas em ruas abertas de bairros de classe média. Não se passa semana sem que se noticie criança morta por bala perdida.
Nada, quase nada mais nos espanta: estamos ficando calejados, não nas mãos por trabalho duro, mas na alma pelo horror que nos assola tanto que a cada vez nos horrorizamos menos.
Quero escrever uma coluna otimista. Quero escrever poemas delicados, romances intensos, crônicas de amor pela cidade, pelas pessoas, pela natureza, quero tudo isso. Mas se tenho voz, e vez, não posso falar de flores enquanto o asfalto mostra manchas de sangue, famílias são destroçadas, ruas acossadas, casas ameaçadas, seres humanos feito coelhos amedrontados sem ter para onde correr, nem a quem recorrer, e não se vê nem uma luz no fim desse túnel.
Pouca esperança real temos. Nós nos desinteressamos para sobreviver emocionalmente diante da horrenda banalização da vida representada não só pela quantidade e violência dos crimes cometidos e impunes como pela punição incrivelmente pequena para quem mata com seu automóvel por correr demais ou dirigir bêbado, por exemplo. O descaso, ou a incompetência, com que tudo isso é administrado nos faz temer outra ameaça ainda: a banalização da vida é o outro lado da banalização da morte.
Fonte : Revista Veja, 26 de março de 2014
São feitas, a seguir, algumas afirmativas sobre o texto.
I. As manifestações de rua, segundo o texto, representam um perigo à sociedade, já que propiciam ambiente no qual os bandidos externam principalmente sua revolta frente às desigualdades sociais.
II. A cronista demonstra reconhecer no texto seu papel singular e responsável de porta-voz dos problemas sociais que atingem o país, entre eles, o da banalização da vida.
III. A autora argumenta em favor de um policiamento ostensivo, isto é, de um número maior de policiais nas ruas, em especial, naquelas em que trafegam estudantes, famílias e operários.
IV. A forma descomprometida ou inábil com que as autoridades vêm gerenciando a criminalidade no país está fazendo com que nos acostumemos com a barbárie e, consequentemente, está alterando nossa forma de conceber a vida e a morte.
Estão corretas as afirmativas
 

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2495031 Ano: 2014
Disciplina: Serviço Social
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Os estudos sociais se realizam, via de regra, a partir de demandas de um determinado sujeito que chega a um programa ou serviço. Esses estudos devem contemplar o conhecimento da situação em que o sujeito demandante está implicado e de suas condições de vida; reconstruir processos sociais geradores de tal situação e sua interpretação crítica (MIOTO, 2009). Que rede de relações tem sido, tradicionalmente, privilegiada nesse processo, como ponto de partida para a elaboração desses estudos?
 

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2494829 Ano: 2014
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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O Decreto N° 7.234 de 2010 dispõe sobre o Programa Nacional de Assistência Estudantil (PNAES). De acordo com o Art. 2, são objetivos do PNAES, EXCETO:

 

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2494662 Ano: 2014
Disciplina: Serviço Social
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Ney Almeida (2010) disserta sobre algumas contradições no processo de aproximação do Serviço Social com a área de educação e de organização do trabalho coletivo nessa área.
A afirmativa que corresponde à citação é:
 

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2492623 Ano: 2014
Disciplina: Serviço Social
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Behring & Boschetti (2007) discorrem que os diversos autores estabelecem tipologias e classificações na análise de políticas sociais. Nesse sentido, chamam a atenção para a análise de Esping- Andersen (1991), devido a sua grande influência nesse debate. Esse autor distingue os países em três tipos de regime de Welfare State. Relacione a segunda coluna de acordo com a primeira:
1. Liberal
2. Conservador e corporativista
3. "Social-democrata"
a. ( ) possui as seguintes características: a concessão de direitos sociais não é uma questão controvertida; os direitos preservam o status ligado à estratificação social o que limitaria sua capacidade redistributiva; o edifício estatal substitui o mercado, enquanto provedor de benefícios sociais, de modo que a previdência privada possui papel secundário. Predominaria na Áustria, Alemanha, França e Itália.
b. ( ) possui as seguintes características: políticas focalizadas de assistência aos comprovadamente pobres, reduzidas transferências universais ou planos modestos de previdência. Predominaria na Austrália, no Canadá e nos Estados Unidos.
c. ( ) possui as seguintes características: promove uma igualdade com melhores padrões de qualidade e não apenas de igualdade das necessidades mínimas; serviços e benefícios compatíveis com os gastos mais refinados da classe média; benefícios desmercadorizantes e universalistas, com todas as camadas incorporadas a um sistema universal de seguros, mas com benefícios graduados de acordo com os ganhos habituais. Agruparia países que instituíram políticas sociais universais e cujos direitos sociais foram estendidos às classes médias.
A afirmativa que corresponde à associação correta é
 

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2490109 Ano: 2014
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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A Resolução n.º 273 de 1993 do Conselho Federal de Serviço Social institui o Código de Ética Profissional dos Assistentes Sociais. O capítulo V dessa resolução trata do sigilo profissional inerente à profissão. Com relação a esse capítulo, julgue os itens a seguir:
I. O sigilo protegerá o usuário em tudo aquilo de que o assistente social tome conhecimento, como decorrência do exercício da atividade profissional.
II. Em trabalho multidisciplinar, não poderá ser prestada informação nem mesmo dentro dos limites do estritamente necessário.
III. A quebra do sigilo só é admissível, quando se tratar de situações cuja gravidade possa, envolvendo ou não fato delituoso, trazer prejuízo aos interesses do usuário, de terceiros e da coletividade;
IV. A revelação será feita dentro do estritamente necessário, quer em relação ao assunto revelado, quer ao grau e número de pessoas que dele devam tomar conhecimento.
Estão corretas as afirmativas
 

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