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2495194
Ano: 2014
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Considere as afirmativas abaixo sobre o Plano Plurianual (PPA) e assinale (V), para as afirmativas verdadeiras e (F), para as falsas.
( ) O PPA é o primeiro instrumento de planejamento da Administração Pública.
( ) O PPA é derivado de um projeto de lei formalmente elaborado pelo Poder Executivo e enviado até quatro meses antes do enceramento do exercício financeiro para deliberação do Poder Legislativo.
( ) O projeto de lei do PPA para apreciação e aprovação deverá ser encaminhado ao legislativo até o fim de outubro do primeiro ano de mandato do chefe do executivo.
( ) A elaboração do PPA é de responsabilidade do Poder Executivo, através de Lei Federal, enquanto sua aprovação é de responsabilidade do Poder Legislativo.
A sequência correta, de cima para baixo, é
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Leia o texto abaixo e responda à questão.
A banalização da vida
Por Lya Luft
Este é talvez um dos fatos mais assustadores e tristes do nosso momento: falta de segurança generalizada, o medo, pois aqui se mata e se morre como quem come um pãozinho. Bala perdida, traficante, bandido graúdo ou pequeno, e o menor de idade, que é o mais complicado: pelas nossas leis absurdas, sendo menor, ele não é de verdade punido. É 4 levado para um estabelecimento hipoteticamente educativo e socializador, de onde deveria sair regenerado, com profissão, com vergonha na cara, sair gente. Não sai. Não, salvo raríssimas exceções, e todo mundo sabe disso.
Todo mundo sabe que é urgente e essencial reduzir para menos de 18 anos a idade em que se pode prender, julgar, condenar um assassino feroz, reincidente, cruel e confesso. Mas aí vem quem defenda, quem tenha pena, ah! os direitos humanos, ah! são crianças. São assassinos apavorantes: torturam e matam com frieza de animais, tantas vezes, e vão para a reeducação ou a ressocialização certamente achando graça: logo, logo estarão de volta. Basta ver os casos em que, checando-se a ficha do “menino”, ele é reincidente contumaz.
Outro ponto dessa nossa insegurança é a rala presença de policiais em muitas cidades brasileiras. Posso rodar quarteirões intermináveis de carro, e não vejo um só policial. Culpa deles? Certamente não. Os policiais ganham mal, arriscam suas vidas, são mortos frequentemente, são mais heróis do que vilões, embora muitos os queiram enxergar assim. Onde não temos policiamento, mais insegurança.
Na verdade, a violência é tão alta e tão geral no país que mesmo porteiros treinados de bons edifícios ou condomínios pouco adiantam: facilmente são rendidos ou mortos, e estamos à mercê da bandidagem.
Banalizamos a vida também nessas manifestações de toda sorte, em que paus, barras de ferro, bombas caseiras, até armas de fogo, não apenas assustam, não só ameaçam, mas aqui e ali matam alguém. Incendeiam-se ônibus não apenas em protesto, mas por pura maldade, com gente dentro, mesmo crianças: que civilização estamos nos tornando? Morrer assassinado, mesmo sem estar no circuito perigoso dos bandidos, dos marginais, começa a se tornar, não ainda banal, mas já frequente: nas ruas, às 10 da manhã, matam-se pais de família ou jovens estudantes ou operários. Não falo em becos onde a violência impera e a mortandade é comum, mas em ruas abertas de bairros de classe média. Não se passa semana sem que se noticie criança morta por bala perdida.
Nada, quase nada mais nos espanta: estamos ficando calejados, não nas mãos por trabalho duro, mas na alma pelo horror que nos assola tanto que a cada vez nos horrorizamos menos.
Quero escrever uma coluna otimista. Quero escrever poemas delicados, romances intensos, crônicas de amor pela cidade, pelas pessoas, pela natureza, quero tudo isso. Mas se tenho voz, e vez, não posso falar de flores enquanto o asfalto mostra manchas de sangue, famílias são destroçadas, ruas acossadas, casas ameaçadas, seres humanos feito coelhos amedrontados sem ter para onde correr, nem a quem recorrer, e não se vê nem uma luz no fim desse túnel.
Pouca esperança real temos. Nós nos desinteressamos para sobreviver emocionalmente diante da horrenda banalização da vida representada não só pela quantidade e violência dos crimes cometidos e impunes como pela punição incrivelmente pequena para quem mata com seu automóvel por correr demais ou dirigir bêbado, por exemplo. O descaso, ou a incompetência, com que tudo isso é administrado nos faz temer outra ameaça ainda: a banalização da vida é o outro lado da banalização da morte.
Fonte : Revista Veja, 26 de março de 2014
São feitas, a seguir, algumas afirmativas sobre o texto.
I. As manifestações de rua, segundo o texto, representam um perigo à sociedade, já que propiciam ambiente no qual os bandidos externam principalmente sua revolta frente às desigualdades sociais.
II. A cronista demonstra reconhecer no texto seu papel singular e responsável de porta-voz dos problemas sociais que atingem o país, entre eles, o da banalização da vida.
III. A autora argumenta em favor de um policiamento ostensivo, isto é, de um número maior de policiais nas ruas, em especial, naquelas em que trafegam estudantes, famílias e operários.
IV. A forma descomprometida ou inábil com que as autoridades vêm gerenciando a criminalidade no país está fazendo com que nos acostumemos com a barbárie e, consequentemente, está alterando nossa forma de conceber a vida e a morte.
Estão corretas as afirmativas
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Uma entidade pública apresentou os seguintes dados:
| Transferências de Capital Recebidas | 5.000,00 |
| Transferências Correntes Recebidas | 2.500,00 |
| Receita tributária | 10.000,00 |
| Receita de serviços | 400,00 |
| Receita de patrimonial | 200,00 |
| Receita de alienação de bens | 2.000,00 |
| Receita de contribuições | 1.000,00 |
| Receita agropecuária | 200,00 |
| Receita industrial | 800,00 |
| Receita de operações de crédito | 3.000,00 |
| Contribuição dos servidores para previdência e assistência social | 4.200,00 |
| Outras transferências correntes recebidas | 1.200,00 |
| Outras transferências de capital recebidas | 3.000,00 |
| Transferências Constitucionais aos municípios | 1.200,00 |
Segundo a Lei Complementar nº 101/2000, o valor da Receita Corrente e o da Receita Corrente Líquida são, respectivamente,
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Sobre as modalidades de licitação, são feitas as seguintes afirmativas:
I. Convite é a modalidade de licitação entre interessados devidamente cadastrados que atendem a todas as condições exigidas para cadastramento até o terceiro dia anterior à data do recebimento das propostas, observada a necessária qualificação;
II. Concorrência é a modalidade de licitação entre quaisquer interessados que, na fase inicial de habilitação preliminar, comprovem possuir os requisitos mínimos de qualificação exigidos no edital para execução de seu objeto.
III. Leilão é a modalidade de licitação entre quaisquer interessados para escolha de trabalho técnico, científico ou artístico, mediante a instituição de prêmios ou remuneração aos vencedores, conforme critérios constantes de edital publicado na imprensa oficial com antecedência mínima de 45 (quarenta e cinco) dias.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
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2489517
Ano: 2014
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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De qual forma a despesa orçamentária poderá ser classificada quanto á sua natureza?
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Leia o texto abaixo e responda à questão.
A banalização da vida
Por Lya Luft
Este é talvez um dos fatos mais assustadores e tristes do nosso momento: falta de segurança generalizada, o medo, pois aqui se mata e se morre como quem come um pãozinho. Bala perdida, traficante, bandido graúdo ou pequeno, e o menor de idade, que é o mais complicado: pelas nossas leis absurdas, sendo menor, ele não é de verdade punido. É 4 levado para um estabelecimento hipoteticamente educativo e socializador, de onde deveria sair regenerado, com profissão, com vergonha na cara, sair gente. Não sai. Não, salvo raríssimas exceções, e todo mundo sabe disso.
Todo mundo sabe que é urgente e essencial reduzir para menos de 18 anos a idade em que se pode prender, julgar, condenar um assassino feroz, reincidente, cruel e confesso. Mas aí vem quem defenda, quem tenha pena, ah! os direitos humanos, ah! são crianças. São assassinos apavorantes: torturam e matam com frieza de animais, tantas vezes, e vão para a reeducação ou a ressocialização certamente achando graça: logo, logo estarão de volta. Basta ver os casos em que, checando-se a ficha do “menino”, ele é reincidente contumaz.
Outro ponto dessa nossa insegurança é a rala presença de policiais em muitas cidades brasileiras. Posso rodar quarteirões intermináveis de carro, e não vejo um só policial. Culpa deles? Certamente não. Os policiais ganham mal, arriscam suas vidas, são mortos frequentemente, são mais heróis do que vilões, embora muitos os queiram enxergar assim. Onde não temos policiamento, mais insegurança.
Na verdade, a violência é tão alta e tão geral no país que mesmo porteiros treinados de bons edifícios ou condomínios pouco adiantam: facilmente são rendidos ou mortos, e estamos à mercê da bandidagem.
Banalizamos a vida também nessas manifestações de toda sorte, em que paus, barras de ferro, bombas caseiras, até armas de fogo, não apenas assustam, não só ameaçam, mas aqui e ali matam alguém. Incendeiam-se ônibus não apenas em protesto, mas por pura maldade, com gente dentro, mesmo crianças: que civilização estamos nos tornando? Morrer assassinado, mesmo sem estar no circuito perigoso dos bandidos, dos marginais, começa a se tornar, não ainda banal, mas já frequente: nas ruas, às 10 da manhã, matam-se pais de família ou jovens estudantes ou operários. Não falo em becos onde a violência impera e a mortandade é comum, mas em ruas abertas de bairros de classe média. Não se passa semana sem que se noticie criança morta por bala perdida.
Nada, quase nada mais nos espanta: estamos ficando calejados, não nas mãos por trabalho duro, mas na alma pelo horror que nos assola tanto que a cada vez nos horrorizamos menos.
Quero escrever uma coluna otimista. Quero escrever poemas delicados, romances intensos, crônicas de amor pela cidade, pelas pessoas, pela natureza, quero tudo isso. Mas se tenho voz, e vez, não posso falar de flores enquanto o asfalto mostra manchas de sangue, famílias são destroçadas, ruas acossadas, casas ameaçadas, seres humanos feito coelhos amedrontados sem ter para onde correr, nem a quem recorrer, e não se vê nem uma luz no fim desse túnel.
Pouca esperança real temos. Nós nos desinteressamos para sobreviver emocionalmente diante da horrenda banalização da vida representada não só pela quantidade e violência dos crimes cometidos e impunes como pela punição incrivelmente pequena para quem mata com seu automóvel por correr demais ou dirigir bêbado, por exemplo. O descaso, ou a incompetência, com que tudo isso é administrado nos faz temer outra ameaça ainda: a banalização da vida é o outro lado da banalização da morte.
Fonte : Revista Veja, 26 de março de 2014
A relação de sentido estabelecida entre as ideias ligadas pelos dois pontos, em “ São assassinos apavorantes: torturam e matam com frieza de animais... ”, é de
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De acordo com a Lei nº 6.404/1976 e com as mudanças trazidas pelas Leis nº 11.638/2007 e nº 11.941/2009, o Patrimônio Líquido é composto de:
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Considere as afirmativas abaixo sobre o Plano de contas e marque (V), para as afirmativas verdadeiras e (F), para as afirmativas falsas.
( ) O Plano de contas não deve atender às necessidades específicas de cada empresa e às necessidades de informação dos principais usuários dos relatórios.
( ) Os títulos das contas utilizados não devem refletir imediatamente os elementos patrimoniais que representam – não devem ser claros e sucintos.
( ) A classificação do plano de contas deve partir do geral para o particular.
( ) O plano de contas deve ter flexibilidade (margem para ampliação) e operacionalidade.
A sequência correta, de cima para baixo, é
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2487588
Ano: 2014
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Considere a situação abaixo relativa a um determinado exercício financeiro.
Os valores estão expressos em reais (R$)
Balanço Orçamentário
| RECEITA | DESPESA | ||||||
| Título | Previsão | Execução | Diferença | Título | Fixação | Execução | Diferença |
| Receita corrente | 60.000 | 80.000 |
(20.000) Despesa |
Despesa corrente |
50.000 | 40.000 | 10.000 |
|
Receita de capital |
40.000 | 30.000 | 10.000 |
Despesa de capital |
50.000 | 50.000 | 0 |
| SOMA | 100.000 | 110.000 | (10.000,) | SOMA | 100.000 | 90.000 | 10.000 |
| Déficit Corrente | _ | _ | _ | Superávit Corrente | 10.000 | 40.000 | (30.000) |
| Déficit de Capital | 10.000 | 20.000 | (10.000) | superávit de Capital | _ | _ | _ |
| TOTAL | 110.000 | 130.000 | (20.000) | TOTAL | 110.000 | 130.000 | (20.000) |
Com base nos dados apresentados, na execução do orçamento, afirma-se que
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Considere os dados das empresas da tabela abaixo para responder a questão.
| Empresa Igrejinha Ltda | Empresa Canela Ltda | |
| ATIVO CIRCULANTE | ||
| Caixa | 3.000,00 | 6.000,00 |
| Bancos | 10.000,00 | 30.000,00 |
| Aplicações Financeiras | 5.000,00 | 52.000,00 |
| Estoques | 30.000,00 | 35.000,00 |
| Despesas do exercício seguinte | 2.000,00 | 5.000,00 |
| TOTAL | 50.000,00 | 128.000,00 |
| PASSIVO CIRCULANTE | ||
| Fornecedores | 7.000,00 | 25.000,00 |
| Empréstimos | 8.000,00 | - |
| Salários | 12.000,00 | 27.000,00 |
| Impostos a pagar | 3.000,00 | 10.000,00 |
| Provisão para I. R. | 2.000,00 | 8.000,00 |
| TOTAL | 32.000,00 | 70.000,00 |
O índice de liquidez corrente (LC) da Empresa Igrejinha Ltda e o da Empresa Canela Ltda são, respectivamente,
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