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Foram encontradas 40 questões.

2487274 Ano: 2014
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Analise as afirmativas que seguem:
I. Os fatos contábeis mistos aumentativos são aqueles que, ao permutarem os elementos patrimoniais, provocam redução no Patrimônio Líquido.
II. Os fatos contábeis permutativos não provocam alteração no Patrimônio Líquido.
III. Os fatos contábeis mistos combinam um fato contábil permutativo e um fato contábil modificativo relacionado na mesma operação.
IV. Os fatos contábeis Administrativos são aqueles que provocam modificações no patrimônio, sendo objeto de contabilização através das contas patrimoniais ou de resultado, podendo ou não alterar o Patrimônio Líquido.
V. Os fatos contábeis modificativos não provocam alteração no Patrimônio Líquido.
Estão corretas as afirmativas
 

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Leia o texto abaixo e responda à questão.
A banalização da vida
Por Lya Luft
Este é talvez um dos fatos mais assustadores e tristes do nosso momento: falta de segurança generalizada, o medo, pois aqui se mata e se morre como quem come um pãozinho. Bala perdida, traficante, bandido graúdo ou pequeno, e o menor de idade, que é o mais complicado: pelas nossas leis absurdas, sendo menor, ele não é de verdade punido(A). É 4 levado para um estabelecimento hipoteticamente educativo e socializador, de onde deveria sair regenerado, com profissão, com vergonha na cara, sair gente. Não sai. Não, salvo raríssimas exceções, e todo mundo sabe disso.
Todo mundo sabe que é urgente e essencial reduzir para menos de 18 anos a idade em que se pode prender, julgar, condenar um assassino feroz, reincidente, cruel e confesso. Mas aí vem quem defenda, quem tenha pena, ah! os direitos humanos, ah! são crianças. São assassinos apavorantes: torturam e matam com frieza de animais, tantas vezes, e vão para a reeducação ou a ressocialização certamente achando graça: logo, logo estarão de volta. Basta ver os casos em que, checando-se a ficha do “menino”, ele é reincidente contumaz.(B)
Outro ponto dessa nossa insegurança é a rala presença de policiais em muitas cidades brasileiras. Posso rodar quarteirões intermináveis de carro, e não vejo um só policial. Culpa deles? Certamente não. Os policiais ganham mal, arriscam suas vidas, são mortos frequentemente(C), são mais heróis do que vilões, embora muitos os queiram enxergar assim(D). Onde não temos policiamento, mais insegurança.
Na verdade, a violência é tão alta e tão geral no país que mesmo porteiros treinados de bons edifícios ou condomínios pouco adiantam: facilmente são rendidos ou mortos, e estamos à mercê da bandidagem.
Banalizamos a vida também nessas manifestações de toda sorte, em que paus, barras de ferro, bombas caseiras, até armas de fogo, não apenas assustam, não só ameaçam, mas aqui e ali matam alguém. Incendeiam-se ônibus não apenas em protesto, mas por pura maldade, com gente dentro, mesmo crianças: que civilização estamos nos tornando? Morrer assassinado, mesmo sem estar no circuito perigoso dos bandidos, dos marginais, começa a se tornar, não ainda banal, mas já frequente: nas ruas, às 10 da manhã, matam-se pais de família ou jovens estudantes ou operários. Não falo em becos onde a violência impera e a mortandade é comum, mas em ruas abertas de bairros de classe média. Não se passa semana sem que se noticie criança morta por bala perdida.
Nada, quase nada mais nos espanta: estamos ficando calejados, não nas mãos por trabalho duro, mas na alma pelo horror que nos assola tanto que a cada vez nos horrorizamos menos.
Quero escrever uma coluna otimista. Quero escrever poemas delicados, romances intensos, crônicas de amor pela cidade, pelas pessoas, pela natureza, quero tudo isso. Mas se tenho voz, e vez, não posso falar de flores enquanto o asfalto mostra manchas de sangue, famílias são destroçadas, ruas acossadas, casas ameaçadas, seres humanos feito coelhos amedrontados sem ter para onde correr, nem a quem recorrer, e não se vê nem uma luz no fim desse túnel.
Pouca esperança real temos. Nós nos desinteressamos para sobreviver emocionalmente diante da horrenda banalização da vida representada não só pela quantidade e violência dos crimes cometidos e impunes como pela punição incrivelmente pequena para quem mata com seu automóvel por correr demais ou dirigir bêbado, por exemplo. O descaso, ou a incompetência, com que tudo isso é administrado nos faz temer outra ameaça ainda: a banalização da vida é o outro lado da banalização da morte.
Fonte : Revista Veja, 26 de março de 2014
Em qual passagem a seguir há correspondência entre o pronome destacado e o referente?
 

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2485372 Ano: 2014
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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A receita orçamentária classifica-se quanto à categoria econômica em: receitas correntes e receitas de capital. Qual das afirmativas a seguir apresenta exemplos de receitas correntes?
 

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2484405 Ano: 2014
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Em relação ao patrimônio, assinale a alternativa INCORRETA.
 

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2483979 Ano: 2014
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Considere os dados da empresa Três Coroas Ltda, na tabela abaixo, para o período de 1º/01/2013 a 31/12/2013:
Caixa 3.000,00
ICMS sobre vendas 1.700,00
Despesas administrativas 5.000,00
Imóveis 25.000,00
Devoluções e abatimentos 200,00
Empréstimos 2.000,00
Despesas com vendas 3.000,00
Veículos 10.000,00
Receita operacional bruta 20.000,00
Capital Social 100.000,00
Custo das mercadorias vendidas 7.000,00
Receitas financeiras 900,00
Reservas de lucros 5.000,00
Despesas financeiras 500,00
Utilizando os dados necessários para a elaboração da Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) de 2013, afirma-se que o valor do Lucro Bruto e o valor do Lucro Operacional são, respectivamente,
 

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2483630 Ano: 2014
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Considere os dados das empresas da tabela abaixo para responder a questão.
Empresa Igrejinha Ltda Empresa Canela Ltda
ATIVO CIRCULANTE
Caixa 3.000,00 6.000,00
Bancos 10.000,00 30.000,00
Aplicações Financeiras 5.000,00 52.000,00
Estoques 30.000,00 35.000,00
Despesas do exercício seguinte 2.000,00 5.000,00
TOTAL 50.000,00 128.000,00
PASSIVO CIRCULANTE
Fornecedores 7.000,00 25.000,00
Empréstimos 8.000,00 -
Salários 12.000,00 27.000,00
Impostos a pagar 3.000,00 10.000,00
Provisão para I. R. 2.000,00 8.000,00
TOTAL 32.000,00 70.000,00
O índice de liquidez seca (LS) e o índice de liquidez imediata (LI) da Empresa Canela Ltda são, respectivamente,
 

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Leia o texto abaixo e responda à questão.
A banalização da vida
Por Lya Luft
Este é talvez um dos fatos mais assustadores e tristes do nosso momento: falta de segurança generalizada, o medo, pois aqui se mata e se morre como quem come um pãozinho. Bala perdida, traficante, bandido graúdo ou pequeno, e o menor de idade, que é o mais complicado: pelas nossas leis absurdas, sendo menor, ele não é de verdade punido. É 4 levado para um estabelecimento hipoteticamente educativo e socializador, de onde deveria sair regenerado, com profissão, com vergonha na cara, sair gente. Não sai. Não, salvo raríssimas exceções, e todo mundo sabe disso.
Todo mundo sabe que é urgente e essencial reduzir para menos de 18 anos a idade em que se pode prender, julgar, condenar um assassino feroz, reincidente, cruel e confesso. Mas aí vem quem defenda, quem tenha pena, ah! os direitos humanos, ah! são crianças. São assassinos apavorantes: torturam e matam com frieza de animais, tantas vezes, e vão para a reeducação ou a ressocialização certamente achando graça: logo, logo estarão de volta. Basta ver os casos em que, checando-se a ficha do “menino”, ele é reincidente contumaz.
Outro ponto dessa nossa insegurança é a rala presença de policiais em muitas cidades brasileiras. Posso rodar quarteirões intermináveis de carro, e não vejo um só policial. Culpa deles? Certamente não. Os policiais ganham mal, arriscam suas vidas, são mortos frequentemente, são mais heróis do que vilões, embora muitos os queiram enxergar assim. Onde não temos policiamento, mais insegurança.
Na verdade, a violência é tão alta e tão geral no país que mesmo porteiros treinados de bons edifícios ou condomínios pouco adiantam: facilmente são rendidos ou mortos, e estamos à mercê da bandidagem.
Banalizamos a vida também nessas manifestações de toda sorte, em que paus, barras de ferro, bombas caseiras, até armas de fogo, não apenas assustam, não só ameaçam, mas aqui e ali matam alguém. Incendeiam-se ônibus não apenas em protesto, mas por pura maldade, com gente dentro, mesmo crianças: que civilização estamos nos tornando? Morrer assassinado, mesmo sem estar no circuito perigoso dos bandidos, dos marginais, começa a se tornar, não ainda banal, mas já frequente: nas ruas, às 10 da manhã, matam-se pais de família ou jovens estudantes ou operários. Não falo em becos onde a violência impera e a mortandade é comum, mas em ruas abertas de bairros de classe média. Não se passa semana sem que se noticie criança morta por bala perdida.
Nada, quase nada mais nos espanta: estamos ficando calejados, não nas mãos por trabalho duro, mas na alma pelo horror que nos assola tanto que a cada vez nos horrorizamos menos.
Quero escrever uma coluna otimista. Quero escrever poemas delicados, romances intensos, crônicas de amor pela cidade, pelas pessoas, pela natureza, quero tudo isso. Mas se tenho voz, e vez, não posso falar de flores enquanto o asfalto mostra manchas de sangue, famílias são destroçadas, ruas acossadas, casas ameaçadas, seres humanos feito coelhos amedrontados sem ter para onde correr, nem a quem recorrer, e não se vê nem uma luz no fim desse túnel.
Pouca esperança real temos. Nós nos desinteressamos para sobreviver emocionalmente diante da horrenda banalização da vida representada não só pela quantidade e violência dos crimes cometidos e impunes como pela punição incrivelmente pequena para quem mata com seu automóvel por correr demais ou dirigir bêbado, por exemplo. O descaso, ou a incompetência, com que tudo isso é administrado nos faz temer outra ameaça ainda: a banalização da vida é o outro lado da banalização da morte.
Fonte : Revista Veja, 26 de março de 2014
Da leitura global do texto, depreende-se que o objetivo principal da autora é
 

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2483127 Ano: 2014
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Provas:
No Setor de Orçamento, Contabilidade e Finanças do IFSul – Câmpus Laranjal chegou uma nota fiscal referente a compra de livros realizada por um professor. Nesse caso, João, servidor público federal do setor, como deverá proceder?
 

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2482626 Ano: 2014
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Provas:
É uma característica do regime de adiantamento da Lei Nº4320/64,
 

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2478554 Ano: 2014
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Provas:
O que significa a sigla SIAFI?
 

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