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Foram encontradas 67 questões.

2529995 Ano: 2016
Disciplina: Odontologia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Com relação ao curativo de demora, é correto afirmar que

 

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2529392 Ano: 2016
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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O PCASP é dividido em 8 classes. Sendo as contas contábeis classificadas segundo a natureza das informações que evidenciam, classifique corretamente as classes conforme o quadro abaixo.
Enunciado 3144161-1
 

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2527692 Ano: 2016
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Ao servidor, nos termos da Lei nº 8.112/90, é proibido
 

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2527355 Ano: 2016
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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A situação a seguir é hipotética.
Enunciado 3028786-1
De acordo com a Demonstração de Fluxo de Caixa(DFC) demonstrada no quadro acima, efetue a apuração do fluxo de caixa do período para o Exercício Atual e encontre a geração líquida de caixa e equivalente de caixa, que está definida no seguinte valor
 

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2527324 Ano: 2016
Disciplina: Odontologia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Com relação aos instrumentos e equipamentos utilizados no tratamento da doença periodontal, é correto afirmar que

 

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2527027 Ano: 2016
Disciplina: Odontologia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Estudos epidemiológicos descritos por Walter Machado(2003), relacionados à doença periodontal, relatam que
 

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2525761 Ano: 2016
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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De acordo com o MPCASP, as descentralizações de créditos orçamentários não se confundem com transferências e transposição, pois
 

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2525243 Ano: 2016
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Durante o exercício social de 2015, a empresa HCS Ltda. resolveu alienar um de seus veículos, para substituí-lo por um mais moderno. Foram apresentados os seguintes dados para negociação.
Valor de Aquisição R$100.000,00
Valor de Venda R$80.000,00
Valor de Mercado R$60.000,00
Depreciação Acumulada R$45.000,00
Respeitando as determinações legais, a empresa reconhecerá, em sua escrita contábil, um (a)
 

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2525226 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Contra a mera “tolerância” das diferenças
Renan Quintanilha
“É preciso tolerar a diversidade”. Sempre que me defronto com esse tipo de colocação, aparentemente progressista e bem intencionada, fico indignado. Não, não é preciso tolerar.
“Tolerar”, segundo qualquer dicionário, significa algo como “suportar com indulgência”, ou seja, deixar passar com resignação, ainda que sem consentir expressamente com aquela conduta.
“Tolerar” o que é diferente consiste, antes de qualquer coisa, em atribuir a “quem tolera” um poder sobre “o que tolera”. Como se este dependesse do consentimento daquele para poder existir. “Quem tolera” acaba visto, ainda, como generoso e benevolente, por dar uma “permissão” como se fosse um favor ou um ato de bondade extrema.
Esse tipo de discurso, no fundo, nega o direito à existência autônoma do que é diferente dos padrões construídos socialmente. Mais: funciona como um expediente do desejo de estigmatizar o diferente e manter este às margens da cultura hegemônica, que traça a tênue linha divisória entre o normal e o anormal.
Tolerar não deve ser celebrado e buscado nem como ideal político e tampouco como virtude individual. Ainda que o argumento liberal enxergue, na tolerância, uma manifestação legítima e até necessária da igualdade moral básica entre os indivíduos, não é esse o seu sentido recorrente nos discursos da política.
Com efeito, ainda que a defesa liberal-igualitária da tolerância, diante de discussões controversas, postule que se trate de um respeito mútuo em um cenário de imparcialidade das instituições frente a concepções morais mais gerais, isso não pode funcionar em um mundo marcado por graves desigualdades estruturais.
Marcuse¹ identificava dois tipos de tolerância: a passiva e a ativa. No primeiro caso, a tolerância é vista como uma resignação e uma omissão diante de uma sociedade marcadamente injusta em suas diversas dimensões. Por sua vez, no segundo caso, ele trata da tolerância enquanto uma disposição efetiva de construção de uma sociedade igualitária. Não é este, no entanto, o discurso mais recorrente da tolerância em nossos tempos.
Assim, quando alguém te disser que é preciso “tolerar” a liberdade das mulheres, os direitos das pessoas LGBT, a busca por melhores condições de vida das pessoas pobres, as reivindicações por igualdade material das pessoas negras, dentre outros segmentos vulneráveis, simplesmente não problematize esse discurso.
Admitir a existência do outro não significa aceitá-lo em sua particularidade como integrante da comunidade política. É preciso valorizar os laços mais profundos de reciprocidade e respeito pelas diferenças, o que só o reconhecimento, estágio superior da tolerância, pode ajudar a promover, como ensinou Axel Honneth².
Diversidade é um valor em si mesmo e não depende da concordância dos que ocupam posições de privilégios. Direitos e liberdades não se “toleram”. Devem ser respeitados e promovidos, por serem conquistas jurídicas e políticas antecedidas de muitas lutas.
O que não se pode tolerar é o discurso aparentemente “benevolente” e “generoso” – mas na verdade bem perverso – da “tolerância das diferenças”. Ninguém precisa da licença de ninguém pra existir.
Disponível em: <http://revistacult.uol.com.br/home/2016/02/contra-a-mera-tolerancia-das-diferencas/> Acesso em: 03 mai 2016.
O elemento destacado nos trechos a seguir só NÃO é advérbio em
 

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2524794 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Contra a mera “tolerância” das diferenças
Renan Quintanilha
“É preciso tolerar a diversidade”. Sempre que me defronto com esse tipo de colocação, aparentemente progressista e bem intencionada, fico indignado. Não, não é preciso tolerar.
“Tolerar”, segundo qualquer dicionário, significa algo como “suportar com indulgência”, ou seja, deixar passar com resignação, ainda que sem consentir expressamente com aquela conduta.
“Tolerar” o que é diferente consiste, antes de qualquer coisa, em atribuir a “quem tolera” um poder sobre “o que tolera”. Como se este dependesse do consentimento daquele para poder existir. “Quem tolera” acaba visto, ainda, como generoso e benevolente, por dar uma “permissão” como se fosse um favor ou um ato de bondade extrema.
Esse tipo de discurso, no fundo, nega o direito à existência autônoma do que é diferente dos padrões construídos socialmente. Mais: funciona como um expediente do desejo de estigmatizar o diferente e manter este às margens da cultura hegemônica, que traça a tênue linha divisória entre o normal e o anormal.
Tolerar não deve ser celebrado e buscado nem como ideal político e tampouco como virtude individual. Ainda que o argumento liberal enxergue, na tolerância, uma manifestação legítima e até necessária da igualdade moral básica entre os indivíduos, não é esse o seu sentido recorrente nos discursos da política.
Com efeito, ainda que a defesa liberal-igualitária da tolerância, diante de discussões controversas, postule que se trate de um respeito mútuo em um cenário de imparcialidade das instituições frente a concepções morais mais gerais, isso não pode funcionar em um mundo marcado por graves desigualdades estruturais.
Marcuse¹ identificava dois tipos de tolerância: a passiva e a ativa. No primeiro caso, a tolerância é vista como uma resignação e uma omissão diante de uma sociedade marcadamente injusta em suas diversas dimensões. Por sua vez, no segundo caso, ele trata da tolerância enquanto uma disposição efetiva de construção de uma sociedade igualitária. Não é este, no entanto, o discurso mais recorrente da tolerância em nossos tempos.
Assim, quando alguém te disser que é preciso “tolerar” a liberdade das mulheres, os direitos das pessoas LGBT, a busca por melhores condições de vida das pessoas pobres, as reivindicações por igualdade material das pessoas negras, dentre outros segmentos vulneráveis, simplesmente não problematize esse discurso.
Admitir a existência do outro não significa aceitá-lo em sua particularidade como integrante da comunidade política. É preciso valorizar os laços mais profundos de reciprocidade e respeito pelas diferenças, o que só o reconhecimento, estágio superior da tolerância, pode ajudar a promover, como ensinou Axel Honneth².
Diversidade é um valor em si mesmo e não depende da concordância dos que ocupam posições de privilégios. Direitos e liberdades não se “toleram”. Devem ser respeitados e promovidos, por serem conquistas jurídicas e políticas antecedidas de muitas lutas.
O que não se pode tolerar é o discurso aparentemente “benevolente” e “generoso” – mas na verdade bem perverso – da “tolerância das diferenças”. Ninguém precisa da licença de ninguém pra existir.
Disponível em: <http://revistacult.uol.com.br/home/2016/02/contra-a-mera-tolerancia-das-diferencas/> Acesso em: 03 mai 2016.
Em qual dos excertos a seguir, o pronome destacado NÃO corresponde à classificação dada?
 

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