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Foram encontradas 40 questões.

2529541 Ano: 2016
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Conforme Silva (2009), uma das melhores maneiras para avaliar os serviços que as bibliotecas estão prestando e o grau de satisfação dos usuários é
 

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2529364 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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O amor é mais falado do que vivido e por isso vivemos um tempo de secreta angústia
Luciana Chardelli
O sociólogo polonês Zygmunt Bauman declara que vivemos em um tempo que escorre pelas mãos, um tempo líquido em que nada é para persistir. “Não há nada tão intenso que consiga permanecer e se tornar verdadeiramente necessário. Tudo é transitório”. Não há a observação pausada daquilo que experimentamos; é preciso fotografar, filmar, comentar, curtir, mostrar, comprar e comparar.
O desejo habita a ansiedade e se perde no consumismo imediato. A sociedade está marcada pela ansiedade, reina uma inabilidade de experimentar profundamente o que nos chega, o que importa é poder descrever aos demais o que estamos fazendo.
Em tempos de Facebook e Twitter, não há desagrados, se não gosto de uma declaração ou de um pensamento, deleto, desconecto, bloqueio. Perdemos a profundidade das relações; perdemos a conversa que possibilita a harmonia e também o destoar. Nas relações virtuais, não existem discussões que terminem em abraços vivos, uma vez que as discussões são mudas, distantes. As relações começam ou terminam sem contato algum. Analisamos o outro por suas fotos e frases de efeito. Não existe a troca vivida.
Ao mesmo tempo em que experimentamos um isolamento protetor, vivenciamos uma absoluta exposição. Não há o privado, tudo é desvendado: o que comemos, o que compramos, o que nos atormenta e o que nos alegra.
O amor é mais falado do que vivido. Vivemos um tempo de secreta angústia. Filosoficamente, a angústia é o sentimento do nada. O corpo se inquieta e a alma sufoca. Há uma vertigem permeando as relações, tudo se torna vacilante, tudo pode ser deletado: o amor e os amigos.
“Estamos todos numa solidão e numa multidão ao mesmo tempo”, diz Zygmunt Bauman.
Disponível em:<http://www.portalraizes.com/estamos-todos-numa-solidao-e-numa-multidao-ao-mesmo-tempo-zygmunt-bauman/> Acesso em: 21 jul. 2016. (Adaptado)
Leia: “ Nas relações virtuais, não existem discussões que terminem em abraços vivos, uma vez que as discussões são mudas, distantes.”
Se trocarmos o verbo existir pelo haver, sem alterar o tempo verbal, como ficará flexionado o verbo haver?
 

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2528219 Ano: 2016
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Conforme o Regulamento das Bibliotecas do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense (IFSul), o serviço de referência deve, EXCETO
 

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2526994 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Falta amor no mundo, mas também falta interpretação de texto1
Que me perdoem os analistas de funções, tabelas, números complexos e logaritmos, mas desenvolvi uma teoria baseada em nada além do que meus próprios olhos e ouvidos vêm testemunhando há tempos: considerável parte do desamor que paira hoje no mundo se deve à incapacidade de interpretação de texto. Sim, senhores. A incompreensão da Língua tem deixado as línguas (e os dedos frenéticos que navegam pelos teclados) mais intolerantes, emburrecidos e inacreditavelmente loucos.
Talvez esse bizarro fenômeno se deva à carência de ideologias e certezas, que fizeram Bauman (o sociólogo da moda, salve, salve!) enxergar a “liquidez” da modernidade e a fragilidade de referências. Talvez seja apenas falta do que fazer e uma intensa carência de reconhecimento nas mídias sociais. Ou, quem sabe, Umberto Eco estivesse certo ao afirmar que as redes sociais deram voz aos imbecis. “Normalmente, eles (os imbecis) eram imediatamente calados, mas agora têm o mesmo direito à palavra de um Prêmio Nobel.” Viva a democracia virtual!
Fato é que a imbecilidade se tem traduzido em palavras vindas de mentes que não sabem compreender… palavras! Eros versus Pasquale, Afrodite versus Bilac e a falta de amor no mundo se reduziu a uma simples questão de semântica. Qualquer manifestação minimamente opinativa e já tiram — sabe-se lá de que cartola mágica — uma interpretação maliciosa, completamente descontextualizada e muitas vezes motivada pela leitura de mero título ou pela escolha de imagem ilustrativa.
Só que a falta de compreensão se estende para além das redes virtuais. Basta que haja qualquer debate numa mesa de bar e “Calma lá, meu chapa, não foi isso que eu disse…”, “Você entendeu errado…”, “Não foi isso que eu quis dizer…”. E, de repente, não se diferencia mais quem não sabe falar de quem não sabe entender. O quadro se torna insustentável quando se adicionam como ingredientes hipérbole, metáfora e principalmente ironia fina. Fina mesmo é a distância entre o soco e o infeliz nariz daquele que não se faz compreender.
É claro que o praticante da incompreensão textual jamais se entenderá como parte da porcentagem de analfabetos funcionais. Se as pesquisas apontam que apenas 8% dos brasileiros entre 15 e 64 anos são capazes de se expressar e de compreender plenamente, ele estará no meio. Se fossem 2%, ele estaria no meio. Se apenas um único brasileiro fosse capaz de interpretar texto, certamente seria ele. O drama da incompreensão é que ela distorce a análise de si. Somos textos ambulantes, afinal.
“Estou farto de todo lirismo que capitula ao que quer que seja fora de si mesmo.”, disse Manuel Bandeira, sem saber que, tanto tempo depois, estaria nadando de braçada na (in)compreensão baseada em conteúdo distorcido ou jamais dito por aquele que toma porrada. Nunca se capitularam tantas frases fora de seu contexto, Manuel.
Está faltando amor no mundo, mas disso pelo menos todo mundo sabe. O que falta entender é que falta principalmente interpretação de texto. E quem sabe o mundo possa se amar mais quando todos realmente falarem a mesma língua.
1 Título tomado de empréstimo de Leonardo Sakamoto pelo autor.
Disponível em: <http://www.revistabula.com/6691-falta-amor-no-mundo-mas-tambem-falta-interpretacao-de-texto/> Acesso em: 5 ago. 2016. (Adaptado)
Leia: “... e os dedos frenéticos que navegam pelos teclados...”.
No texto, a palavra frenéticos NÃO apresenta o sentido de
 

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2526272 Ano: 2016
Disciplina: Informática
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Observe a imagem 1 que exibe a pasta teste aberta no Windows Explorer do sistema operacional Windows 7:
Enunciado 2966889-1
Imagem 1 – Janela do Windows Explorer no Windows 7
Na imagem acima é possível observar os diversos painéis e componentes da janela do Windows Explorer.
Os painéis e componentes identificados pelos números 1, 2 e 3 denominam-se, respectivamente:
 

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2525421 Ano: 2016
Disciplina: Informática
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Um software aplicativo conhecido como browser ou navegador é utilizado para navegar na Internet.
Além do Chrome e do Mozilla Firefox, são exemplos de navegadores:
 

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2525345 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Falta amor no mundo, mas também falta interpretação de texto1
Que me perdoem os analistas de funções, tabelas, números complexos e logaritmos, mas desenvolvi uma teoria baseada em nada além do que meus próprios olhos e ouvidos vêm testemunhando há tempos: considerável parte do desamor que paira hoje no mundo se deve à incapacidade de interpretação de texto. Sim, senhores. A incompreensão da Língua tem deixado as línguas (e os dedos frenéticos que navegam pelos teclados) mais intolerantes, emburrecidos e inacreditavelmente loucos.
Talvez esse bizarro fenômeno se deva à carência de ideologias e certezas, que fizeram Bauman (o sociólogo da moda, salve, salve!) enxergar a “liquidez” da modernidade e a fragilidade de referências. Talvez seja apenas falta do que fazer e uma intensa carência de reconhecimento nas mídias sociais. Ou, quem sabe, Umberto Eco estivesse certo ao afirmar que as redes sociais deram voz aos imbecis. “Normalmente, eles (os imbecis) eram imediatamente calados, mas agora têm o mesmo direito à palavra de um Prêmio Nobel.” Viva a democracia virtual!
Fato é que a imbecilidade se tem traduzido em palavras vindas de mentes que não sabem compreender… palavras! Eros versus Pasquale, Afrodite versus Bilac e a falta de amor no mundo se reduziu a uma simples questão de semântica. Qualquer manifestação minimamente opinativa e já tiram — sabe-se lá de que cartola mágica — uma interpretação maliciosa, completamente descontextualizada e muitas vezes motivada pela leitura de mero título ou pela escolha de imagem ilustrativa.
Só que a falta de compreensão se estende para além das redes virtuais. Basta que haja qualquer debate numa mesa de bar e “Calma lá, meu chapa, não foi isso que eu disse…”, “Você entendeu errado…”, “Não foi isso que eu quis dizer…”. E, de repente, não se diferencia mais quem não sabe falar de quem não sabe entender. O quadro se torna insustentável quando se adicionam como ingredientes hipérbole, metáfora e principalmente ironia fina. Fina mesmo é a distância entre o soco e o infeliz nariz daquele que não se faz compreender.
É claro que o praticante da incompreensão textual jamais se entenderá como parte da porcentagem de analfabetos funcionais. Se as pesquisas apontam que apenas 8% dos brasileiros entre 15 e 64 anos são capazes de se expressar e de compreender plenamente, ele estará no meio. Se fossem 2%, ele estaria no meio. Se apenas um único brasileiro fosse capaz de interpretar texto, certamente seria ele. O drama da incompreensão é que ela distorce a análise de si. Somos textos ambulantes, afinal.
“Estou farto de todo lirismo que capitula ao que quer que seja fora de si mesmo.”, disse Manuel Bandeira, sem saber que, tanto tempo depois, estaria nadando de braçada na (in)compreensão baseada em conteúdo distorcido ou jamais dito por aquele que toma porrada. Nunca se capitularam tantas frases fora de seu contexto, Manuel.
Está faltando amor no mundo, mas disso pelo menos todo mundo sabe. O que falta entender é que falta principalmente interpretação de texto. E quem sabe o mundo possa se amar mais quando todos realmente falarem a mesma língua.
1 Título tomado de empréstimo de Leonardo Sakamoto pelo autor.
Disponível em: <http://www.revistabula.com/6691-falta-amor-no-mundo-mas-tambem-falta-interpretacao-de-texto/> Acesso em: 5 ago. 2016. (Adaptado)
Leia as seguintes frases:
I. “Calma lá, meu chapa, não foi isso que eu disse...”
II. “Você entendeu errado...”
III. “Não foi isso que eu quis dizer...”
É(são) exemplo(s) de discurso direto
 

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2525312 Ano: 2016
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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O número de chamada de um livro se constitui pelo número de classificação e a notação de autor, formando assim o endereço do livro nas estantes. Numa biblioteca de livre acesso, um usuário necessita localizar as duas obras abaixo.
Para o número de chamada dessas obras, o endereço correto está em
 

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2524969 Ano: 2016
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Em uma biblioteca, é de extrema importância ações que ajudem na conservação e preservação dos livros.
Considerando a frase, assinale com (V), as afirmativas verdadeiras e com (F) as afirmativas falsas:
( ) Retirar um livro da estante, puxando-o pela borda superior da lombada.
( ) Utilizar aspirador de pó ou escovas macias frequentemente para a limpeza.
( ) Usar fitas adesivas para colar folhas soltas ou rasgadas.
( ) Prefixar períodos de dedetização com inseticidas domissanitários.
A sequência correta, de cima para baixo, é
 

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2524614 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Falta amor no mundo, mas também falta interpretação de texto1
Que me perdoem os analistas de funções, tabelas, números complexos e logaritmos, mas desenvolvi uma teoria baseada em nada além do que meus próprios olhos e ouvidos vêm testemunhando há tempos: considerável parte do desamor que paira hoje no mundo se deve à incapacidade de interpretação de texto. Sim, senhores. A incompreensão da Língua tem deixado as línguas (e os dedos frenéticos que navegam pelos teclados) mais intolerantes, emburrecidos e inacreditavelmente loucos.
Talvez esse bizarro fenômeno se deva à carência de ideologias e certezas, que fizeram Bauman (o sociólogo da moda, salve, salve!) enxergar a “liquidez” da modernidade e a fragilidade de referências. Talvez seja apenas falta do que fazer e uma intensa carência de reconhecimento nas mídias sociais. Ou, quem sabe, Umberto Eco estivesse certo ao afirmar que as redes sociais deram voz aos imbecis. “Normalmente, eles (os imbecis) eram imediatamente calados, mas agora têm o mesmo direito à palavra de um Prêmio Nobel.” Viva a democracia virtual!
Fato é que a imbecilidade se tem traduzido em palavras vindas de mentes que não sabem compreender… palavras! Eros versus Pasquale, Afrodite versus Bilac e a falta de amor no mundo se reduziu a uma simples questão de semântica. Qualquer manifestação minimamente opinativa e já tiram — sabe-se lá de que cartola mágica — uma interpretação maliciosa, completamente descontextualizada e muitas vezes motivada pela leitura de mero título ou pela escolha de imagem ilustrativa.
Só que a falta de compreensão se estende para além das redes virtuais. Basta que haja qualquer debate numa mesa de bar e “Calma lá, meu chapa, não foi isso que eu disse…”, “Você entendeu errado…”, “Não foi isso que eu quis dizer…”. E, de repente, não se diferencia mais quem não sabe falar de quem não sabe entender. O quadro se torna insustentável quando se adicionam como ingredientes hipérbole, metáfora e principalmente ironia fina. Fina mesmo é a distância entre o soco e o infeliz nariz daquele que não se faz compreender.
É claro que o praticante da incompreensão textual jamais se entenderá como parte da porcentagem de analfabetos funcionais. Se as pesquisas apontam que apenas 8% dos brasileiros entre 15 e 64 anos são capazes de se expressar e de compreender plenamente, ele estará no meio. Se fossem 2%, ele estaria no meio. Se apenas um único brasileiro fosse capaz de interpretar texto, certamente seria ele. O drama da incompreensão é que ela distorce a análise de si. Somos textos ambulantes, afinal.
“Estou farto de todo lirismo que capitula ao que quer que seja fora de si mesmo.”, disse Manuel Bandeira, sem saber que, tanto tempo depois, estaria nadando de braçada na (in)compreensão baseada em conteúdo distorcido ou jamais dito por aquele que toma porrada. Nunca se capitularam tantas frases fora de seu contexto, Manuel.
Está faltando amor no mundo, mas disso pelo menos todo mundo sabe. O que falta entender é que falta principalmente interpretação de texto. E quem sabe o mundo possa se amar mais quando todos realmente falarem a mesma língua.
1 Título tomado de empréstimo de Leonardo Sakamoto pelo autor.
Disponível em: <http://www.revistabula.com/6691-falta-amor-no-mundo-mas-tambem-falta-interpretacao-de-texto/> Acesso em: 5 ago. 2016. (Adaptado)
Em que trecho a vírgula NÃO isola um vocativo?
 

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