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Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IF-SUL Minas
Orgão: IF-SUL Minas
Assinale a alternativa incorreta.
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Considerando o artigo 2º da Lei 9.784/99, assinale a alternativa errada.
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Disciplina: Direito Administrativo
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São hipóteses de dispensa de licitação previstas na Lei n. 8.666/93, exceto:
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Uma vez, em 1989, por conta de um negócio com um amigo, acabei ficando com um terreno no loteamento residencial Schneider, em Rio do Sul. Era um loteamento distante do centro e o terreno ficava na parte mais alta, no final da rua, longe de tudo. Para chegar lá, só de carro, pois havia uma subida longa e difícil de vencer a pé ou de bicicleta. O terreno em si não era plano e sim inclinado, com a parte mais baixa na frente, junto à rua.
Pra falar a verdade, eu tinha consciência de que não havia feito um bom negócio, pois sabia que seria muito difícil vender aquele terreno. Sim, vender, é claro! Nem me passava pela cabeça fazer qualquer coisa com ele a não ser vendê-lo. Coloquei uma placa no terreno e um anúncio no jornal.
Na primeira noite ligou um potencial cliente. Um comerciante lá de Ibirama. "É sobre o anúncio no jornal. Eu queria saber como é que é o terreno...". "Bem..." eu comecei, meio sem jeito, "o terreno fica no loteamento Schneider, lá no final da Ruy Barbosa. Sabe onde fica?" (ele sabia). "Muito bem" eu continuei "Fica lá em cima, na parte mais alta. É na última quadra, o que, aliás, é muito bom, pois não tem trânsito. Os únicos carros que chegam lá são os dos vizinhos. Para as crianças... o senhor tem crianças?" (ele tinha) "Para as crianças é um paraíso, pois podem brincar na rua com a maior tranquilidade”. (...)
E assim, fui desfiando as características do terreno e capitalizando todos os seus defeitos em vantagens que geravam benefícios ao potencial cliente. E o mais interessante é que eu não estava mentindo, nem exagerando em nada. Estava apenas (e pela primeira vez) descrevendo as coisas positivas que o terreno tinha. O cliente então prometeu visitar o terreno, no dia seguinte e continuaríamos a negociação.
Desliguei o telefone, olhei para a minha esposa, que estava na sala, acompanhando a conversa. Ela deu aquele sorriso de quem já havia entendido tudo. E eu disse: "amanhã precisamos dar uma olhada direito nesse terreno, antes de vender...".
Excerto extraído de: http://www.eniopadilha.com.br/artigo/623
Para a atribuição de sentido à frase “Na primeira noite ligou um potencial cliente.”, é preciso que o leitor:
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Uma vez, em 1989, por conta de um negócio com um amigo, acabei ficando com um terreno no loteamento residencial Schneider, em Rio do Sul. Era um loteamento distante do centro e o terreno ficava na parte mais alta, no final da rua, longe de tudo. Para chegar lá, só de carro, pois havia uma subida longa e difícil de vencer a pé ou de bicicleta. O terreno em si não era plano e sim inclinado, com a parte mais baixa na frente, junto à rua.
Pra falar a verdade, eu tinha consciência de que não havia feito um bom negócio, pois sabia que seria muito difícil vender aquele terreno. Sim, vender, é claro! Nem me passava pela cabeça fazer qualquer coisa com ele a não ser vendê-lo. Coloquei uma placa no terreno e um anúncio no jornal.
Na primeira noite ligou um potencial cliente. Um comerciante lá de Ibirama. "É sobre o anúncio no jornal. Eu queria saber como é que é o terreno...". "Bem..." eu comecei, meio sem jeito, "o terreno fica no loteamento Schneider, lá no final da Ruy Barbosa. Sabe onde fica?" (ele sabia). "Muito bem" eu continuei "Fica lá em cima, na parte mais alta. É na última quadra, o que, aliás, é muito bom, pois não tem trânsito. Os únicos carros que chegam lá são os dos vizinhos. Para as crianças... o senhor tem crianças?" (ele tinha) "Para as crianças é um paraíso, pois podem brincar na rua com a maior tranquilidade”. (...)
E assim, fui desfiando as características do terreno e capitalizando todos os seus defeitos em vantagens que geravam benefícios ao potencial cliente. E o mais interessante é que eu não estava mentindo, nem exagerando em nada. Estava apenas (e pela primeira vez) descrevendo as coisas positivas que o terreno tinha. O cliente então prometeu visitar o terreno, no dia seguinte e continuaríamos a negociação.
Desliguei o telefone, olhei para a minha esposa, que estava na sala, acompanhando a conversa. Ela deu aquele sorriso de quem já havia entendido tudo. E eu disse: "amanhã precisamos dar uma olhada direito nesse terreno, antes de vender...".
Excerto extraído de: http://www.eniopadilha.com.br/artigo/623
Assinale a alternativa incorreta.
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Em relação ao texto, analise as seguintes afirmativas e assinale a alternativa correta.
I. O emprego do pronome “ele” deixa claro que o capitão só pode ser considerado interlocutor no primeiro quadro da tirinha.
II. O produtor desse texto destaca a questão do prestígio/desprestígio social que certas palavras denotam no plano interacional.
III. Pela fala do último quadro, observa-se que é atribuída uma avaliação positiva ao vocábulo “confiscar”.
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Uma das crenças mais comuns em nossa sociedade é que pessoas contentes com a atividade profissional produzem mais. Essa ideia se reflete também nas organizações. Uma enquete recente da Associação Espanhola de Direção e Desenvolvimento de Pessoas (Aedipe), feita com executivos que ocupavam nível gerencial, descobriu que quase 87% dos entrevistados acreditam que oferecer condições para que o indivíduo se sinta satisfeito profissionalmente é uma estratégia adequada para melhorar a competitividade empresarial.
Na verdade, entre os efeitos mais estudados em relação à felicidade no trabalho está o desempenho. Tal é o interesse nessa área que alguns autores a definem como o “santo graal” da pesquisa organizacional. A este respeito, muitos trabalhos estabelecem relação clara entre satisfação e produtividade. (...)
Outro ponto importante: a felicidade no trabalho parece estar associada a comportamentos de sociabilidade com os colegas e clientes, que reforçam (e ao mesmo tempo são reforçados por) estados positivos de ânimo e humor, o que costuma atenuar ou reduzir situações negativas nas organizações. O professor Peter Warr, da Universidade de Sheffield, salienta que a satisfação se relaciona de maneira negativa com o número de faltas. Ele afirma também que a felicidade reduz o comportamento contraproducente (como não cumprir as obrigações de forma proposital, desperdiçar ou usar recursos da empresa para fins pessoais e apropriar-se de material de escritório).
Fragmento extraído de: http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/e_produtivo_ser_feliz_.html
Assinale a alternativa em que, verificada sua ocorrência no texto, não há nada na frase que justifique a colocação do pronome antes do verbo.
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Uma das crenças mais comuns em nossa sociedade é que pessoas contentes com a atividade profissional produzem mais. Essa ideia se reflete também nas organizações. Uma enquete recente da Associação Espanhola de Direção e Desenvolvimento de Pessoas (Aedipe), feita com executivos que ocupavam nível gerencial, descobriu que quase 87% dos entrevistados acreditam que oferecer condições para que o indivíduo se sinta satisfeito profissionalmente é uma estratégia adequada para melhorar a competitividade empresarial.
Na verdade, entre os efeitos mais estudados em relação à felicidade no trabalho está o desempenho. Tal é o interesse nessa área que alguns autores a definem como o “santo graal” da pesquisa organizacional. A este respeito, muitos trabalhos estabelecem relação clara entre satisfação e produtividade. (...)
Outro ponto importante: a felicidade no trabalho parece estar associada a comportamentos de sociabilidade com os colegas e clientes, que reforçam (e ao mesmo tempo são reforçados por) estados positivos de ânimo e humor, o que costuma atenuar ou reduzir situações negativas nas organizações. O professor Peter Warr, da Universidade de Sheffield, salienta que a satisfação se relaciona de maneira negativa com o número de faltas. Ele afirma também que a felicidade reduz o comportamento contraproducente (como não cumprir as obrigações de forma proposital, desperdiçar ou usar recursos da empresa para fins pessoais e apropriar-se de material de escritório).
Fragmento extraído de: http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/e_produtivo_ser_feliz_.html
Assinale a alternativa em que a nova redação altera profundamente o sentido do período “Tal é o interesse nessa área que alguns autores a definem como o “santo graal” da pesquisa organizacional.”.
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Uma das crenças mais comuns em nossa sociedade é que pessoas contentes com a atividade profissional produzem mais. Essa ideia se reflete também nas organizações. Uma enquete recente da Associação Espanhola de Direção e Desenvolvimento de Pessoas (Aedipe), feita com executivos que ocupavam nível gerencial, descobriu que quase 87% dos entrevistados acreditam que oferecer condições para que o indivíduo se sinta satisfeito profissionalmente é uma estratégia adequada para melhorar a competitividade empresarial.
Na verdade, entre os efeitos mais estudados em relação à felicidade no trabalho está o desempenho. Tal é o interesse nessa área que alguns autores a definem como o “santo graal” da pesquisa organizacional. A este respeito, muitos trabalhos estabelecem relação clara entre satisfação e produtividade. (...)
Outro ponto importante: a felicidade no trabalho parece estar associada a comportamentos de sociabilidade com os colegas e clientes, que reforçam (e ao mesmo tempo são reforçados por) estados positivos de ânimo e humor, o que costuma atenuar ou reduzir situações negativas nas organizações. O professor Peter Warr, da Universidade de Sheffield, salienta que a satisfação se relaciona de maneira negativa com o número de faltas. Ele afirma também que a felicidade reduz o comportamento contraproducente (como não cumprir as obrigações de forma proposital, desperdiçar ou usar recursos da empresa para fins pessoais e apropriar-se de material de escritório).
Fragmento extraído de: http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/e_produtivo_ser_feliz_.html
Segundo o texto:
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A bateria dos celulares está com a duração cada vez mais curta, graças à quantidade de funções de nossos smartphones – o que faz com que precisemos carregá-los constantemente. O problema é que não é nada fácil se separar do aparelho para deixá-lo na tomada. Mas saiba que esse incômodo está com os dias contados.
A Universidade de Berkeley está desenvolvendo uma tecnologia que permitirá que os aparelhos sejam carregados de formas mais simples. Através de um papel fino grudado na sola de seu sapato, por exemplo, você poderá gerar energia e transferi-la para seus gadgets. Tudo isso graças a um tipo de vírus, inofensivo para os humanos.
Os vírus, geneticamente modificados, são capazes de converter energia mecânica em elétrica e transmiti-la através de um eletrodo pequeno, do tamanho de um selo. Esse gerador é o primeiro a produzir eletricidade coletando propriedades “pizoelétricas” de um material biológico. Essa tal de “pizoeletricidade” nada mais é do que a energia gerada através de atrito.
Essa descoberta é, de certa forma, revolucionária por sua quantidade de aplicações possíveis. Pense que você poderá gerar energia a partir de qualquer atividade mecânica simples – basta que a superfície dos objetos esteja coberta por esse vírus. Fechar portas, caminhar, digitar no computador, toda essa energia mecânica poderá ser convertida em eletricidade ‘limpa’.
Fonte:http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI305855-17770,00VIRUS+GERAM+ELETRICIDADE+E+PODEM+SER+SOLUCAO+PARA+SMARTPHONES.html
Releia: “O problema é que não é nada fácil se separar do aparelho para deixá-lo na tomada.”. Assinale a alternativa em que as partes sublinhadas devem ser analisadas sintaticamente do mesmo modo.
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