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Foram encontradas 90 questões.

2566294 Ano: 2019
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: IF-SUL Minas
Orgão: IF-SUL Minas
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Assinale a alternativa que completa de maneira correta o espaço pontilhado entre colchetes no script abaixo, de modo que ele exiba os números inteiros de 1 a 10 ao ser executado em um computador com sistema operacional Ubuntu Linux.

#!/bin/bash

valor=1

while [ ........ ]

do

echo $valor

let valor=valor+1

done

 

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2566293 Ano: 2019
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: IF-SUL Minas
Orgão: IF-SUL Minas
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Durante a inicialização, o BIOS do computador realiza testes para detectar os componentes de hardware instalados no micro. Este conjunto de testes é conhecido como POST (“Power-On Self Test”). Ele verifica se tudo está funcionando corretamente e, caso haja algum problema com um componente fundamental para o funcionamento do sistema, o BIOS emitirá uma sequência de bips sonoros como forma de alerta. Embora algumas dessas sinalizações possam variar de acordo com a placa-mãe e seu fabricante, há um conjunto de bips sonoros considerado padrão dessas sinalizações, por ser o conjunto mais comumente encontrado. De acordo com esse padrão adotado na indústria, analise a seguinte tabela:

1. 1 bip longo e 2 ou 3 bips curtos.

( ) Erro na gravação do BIOS ou danos no chip de memória Flash onde ele está gravado.

2. 2 ou mais bips longos.

( ) Algum dano grave no processador, mesmo que esteja devidamente encaixado. Em algumas placas, também pode sinalizar superaquecimento do processador.

3. 5, 6 ou 7 bips curtos.

( ) Erro no teclado, mas não é emitido quando o teclado não está instalado, mas sim quando ele está instalado, mas o controlador está com defeito ou curto-circuito.

4. 3 bips longos.

( ) Problemas relacionados à placa de vídeo (ou pela ausência dela, ou por mau contato, ou pela falha do hardware).

5. 9 bips.

( ) Problema grave nos módulos de memória RAM, gerado quando é detectado um erro nos primeiros 64KB ou quando não passa no teste de contagem de memória.

Logo, a sequência adequada entre os elementos é:

 

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2566292 Ano: 2019
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: IF-SUL Minas
Orgão: IF-SUL Minas
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Os equipamentos de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) são equipamentos que são formados, em seus diversos componentes, por elementos conhecidos da Eletrônica: Resistores, Capacitores, Bobinas, Transformadores, Diodos, Transistores etc. Portanto o devido conhecimento desses componentes, bem como saber reconhecê-los em um circuito, é importante para profissionais de TI que se dediquem ao suporte e à manutenção de hardware.

1. Resistores

()Enunciado 3562776-1

( ) Funcionam como um circuito aberto quando carregados e conectados em um circuito de corrente alternada, criando uma resistência à passagem da corrente elétrica, sendo tradicionalmente usados como filtros.

2. Capacitores

()Enunciado 3562776-2

( ) Também chamados de retificadores, são componentes eletrônicos que permitem a passagem da corrente elétrica em um só sentido. Podem funcionar como condutor ou como isolante.

3. Bobinas

()Enunciado 3562776-3

( ) Funcionam transferindo energia elétrica de uma bobina primária para outra bobina secundária, ao redor de um núcleo metálico, variando a tensão entre elas de acordo como é construído.

4. Transformadores

()Enunciado 3562776-4

( ) Componentes eletrônicos que criam uma oposição à passagem de corrente elétrica, dissipando a potência em forma de calor.

5. Diodos

()Enunciado 3562776-5

( ) Suas aplicações mais comuns são como amplificador (ele consegue aumentar a corrente e/ou tensão de um sinal aplicado sobre ele) ou como chave eletrônica (controlando circuitos de corrente contínua, operando no corte ou na saturação, ou ainda para fornecer maior tensão e/ou corrente do que o circuito deveria receber).

6. Transistores

()Enunciado 3562776-6

( ) São componentes eletrônicos que possuem duas placas metálicas paralelas. Quando aplicada tensão elétrica, uma fica carregada positivamente e a outra negativamente, armazenando carga elétrica em seu interior

Tendo em vista essa tabela, temos correlação correta entre os elementos (por linha) em:

 

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2566291 Ano: 2019
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: IF-SUL Minas
Orgão: IF-SUL Minas
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Intel announces new 45W mobile parts and a full range of desktop chips.

Peter Bright - 4/23/2019, 5:30 PM

The first processors to include Intel's ninth-generation Core branding came out last year with a limited line-up: just a handful of high-end desktop processors in the Coffee Lake family. Today, the company has unveiled a bumper crop of new ninth-gen chips. There's a set of H-series processors for laptops and a complete range of desktop processors across the Celeron, Pentium, and Core brands, from i3 all the way to i9.

The most exciting of these are the mobile H-series parts and in particular the top-of-the-line Core i9-9980HK. This is a 45W processor with eight cores, 16 threads, and 16MB of cache, with a base clock speed of 2.4GHz and a turbo speed of 5GHz. The "K" on the name also indicates that the chip is overclockable: for those truly monstrous gaming laptops with high-powered cooling systems, you'll be able to go beyond the default speeds. This chip, along with its close partner, the i9-9880H (8C/16T, 2.3-4.8GHz), has a new feature called "Thermal Velocity Boost," too. TVB allows the chip to run 100MHz quicker if it detects that the system still has thermal headroom to do so; as long as case temperatures are below 50°C, it'll give you some extra speed. In fact, TVB is the only way to hit 5GHz; without it, the maximum turbo speed drops to 4.9GHz.

The chip will be good for powerhouse mobile workstations, too; it supports up to 128GB RAM when used with the latest 32GB DDR4 modules, and it can be paired with a discrete GPU using its 16 PCIe 3.0 lanes. Intel has dubbed these powerhouse laptops as "musclebooks;" they'll be hefty desktop replacements and are likely to be outfitted with oversized cooling systems in order to more consistently reach the high clock speeds their processors are capable of. They won't come cheap, though; the i9-9980HK has a recommended price of $583 for the processor.

The ninth-gen chips use intel's 300-series chipsets. These include integrated USB 3.1 generation 2 (which is to say, 10Gb/s when used with suitable Type-C cables and devices), support for hybrid drives using Intel's Optane memory, and partial Wi-Fi and gigabit Ethernet controllers. The Wi-Fi and Ethernet both need external chips to finish the job, and Intel is promoting the use of its AX200 chipset, as it offers support for Wi-Fi 6, aka 802.11ax. With 5GHz connections, this can offer speeds up to 2.4Gb/s, making it the fastest (and, for now, only) Wi-Fi 6 chipset for laptops.

Below this is the i9-9880H, which is 100 MHz slower than the i9-9980HK and without the overclocking support. Otherwise, it's identical. That's then followed by two i7 chips, with six cores, 12 threads, and no TVB, with one semi-overclockable and the other not. Then you get two i5 chips with four cores and eight threads. Intel's expectation is that these other chips will be shipped in thin-and-light systems.

Over on the desktop, the striking thing is the sheer number of chips that Intel is launching. The entire mainstream and budget range now has ninth-generation parts. These parts have a mix of suffixes: K for overclockable, F for no integrated GPU, and T for low power. At the top end is the i9-9900: eight cores, 16 threads, a base of 3.1GHz, and a peak of 5.0GHz. The big difference between this and the already-shipping 9900K and 9900KF is the power use: it's a 65W chip, whereas the other two are 95W, and it's not overclockable. It'll be priced at $439.

There are no fewer than seven T-suffixed parts, and these cut the power further still to 35W. At the top is the i9-9900T: eight cores and 16 threads, with a base of 2.1GHz and a turbo of 4.4GHz. This, too, has a recommended price of $439.

At the bottom of the range is the Celeron G4930: two cores, two threads, running at 3.2GHz (no turbo), with a 2MB cache and a 54W power rating, priced at $42. There's also a T variant that knocks 200MHz off the clock speed and cuts the power to 35W. The Celerons, Pentiums, and Core i3s also reduce the memory speed, only going up to DDR4-2400 as opposed to DDR4-2666 on the i5s and better.

With these releases, Intel is now offering ninth-gen parts almost across the board. The exceptions are the 15W U-series and 5-7W Y-series parts for Ultrabooks. These are currently branded eighth generation and use Whiskey Lake and Amber Lake cores (respectively) even though they were launched simultaneously with the first Coffee Lake chips.

Fonte: Ars Technica. Disponível em: <https://arstechnica.com/gadgets/2019/04/intel-puts-8-cores-16-threads-and-a-5ghz-turbo-option-in-a-laptop-processor/>. Acesso em: 27 abril 2019.

Ainda de acordo com a reportagem acima, pode-se depreender que:

 

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2566290 Ano: 2019
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: IF-SUL Minas
Orgão: IF-SUL Minas
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Intel announces new 45W mobile parts and a full range of desktop chips.

Peter Bright - 4/23/2019, 5:30 PM

The first processors to include Intel's ninth-generation Core branding came out last year with a limited line-up: just a handful of high-end desktop processors in the Coffee Lake family. Today, the company has unveiled a bumper crop of new ninth-gen chips. There's a set of H-series processors for laptops and a complete range of desktop processors across the Celeron, Pentium, and Core brands, from i3 all the way to i9.

The most exciting of these are the mobile H-series parts and in particular the top-of-the-line Core i9-9980HK. This is a 45W processor with eight cores, 16 threads, and 16MB of cache, with a base clock speed of 2.4GHz and a turbo speed of 5GHz. The "K" on the name also indicates that the chip is overclockable: for those truly monstrous gaming laptops with high-powered cooling systems, you'll be able to go beyond the default speeds. This chip, along with its close partner, the i9-9880H (8C/16T, 2.3-4.8GHz), has a new feature called "Thermal Velocity Boost," too. TVB allows the chip to run 100MHz quicker if it detects that the system still has thermal headroom to do so; as long as case temperatures are below 50°C, it'll give you some extra speed. In fact, TVB is the only way to hit 5GHz; without it, the maximum turbo speed drops to 4.9GHz.

The chip will be good for powerhouse mobile workstations, too; it supports up to 128GB RAM when used with the latest 32GB DDR4 modules, and it can be paired with a discrete GPU using its 16 PCIe 3.0 lanes. Intel has dubbed these powerhouse laptops as "musclebooks;" they'll be hefty desktop replacements and are likely to be outfitted with oversized cooling systems in order to more consistently reach the high clock speeds their processors are capable of. They won't come cheap, though; the i9-9980HK has a recommended price of $583 for the processor.

The ninth-gen chips use intel's 300-series chipsets. These include integrated USB 3.1 generation 2 (which is to say, 10Gb/s when used with suitable Type-C cables and devices), support for hybrid drives using Intel's Optane memory, and partial Wi-Fi and gigabit Ethernet controllers. The Wi-Fi and Ethernet both need external chips to finish the job, and Intel is promoting the use of its AX200 chipset, as it offers support for Wi-Fi 6, aka 802.11ax. With 5GHz connections, this can offer speeds up to 2.4Gb/s, making it the fastest (and, for now, only) Wi-Fi 6 chipset for laptops.

Below this is the i9-9880H, which is 100 MHz slower than the i9-9980HK and without the overclocking support. Otherwise, it's identical. That's then followed by two i7 chips, with six cores, 12 threads, and no TVB, with one semi-overclockable and the other not. Then you get two i5 chips with four cores and eight threads. Intel's expectation is that these other chips will be shipped in thin-and-light systems.

Over on the desktop, the striking thing is the sheer number of chips that Intel is launching. The entire mainstream and budget range now has ninth-generation parts. These parts have a mix of suffixes: K for overclockable, F for no integrated GPU, and T for low power. At the top end is the i9-9900: eight cores, 16 threads, a base of 3.1GHz, and a peak of 5.0GHz. The big difference between this and the already-shipping 9900K and 9900KF is the power use: it's a 65W chip, whereas the other two are 95W, and it's not overclockable. It'll be priced at $439.

There are no fewer than seven T-suffixed parts, and these cut the power further still to 35W. At the top is the i9-9900T: eight cores and 16 threads, with a base of 2.1GHz and a turbo of 4.4GHz. This, too, has a recommended price of $439.

At the bottom of the range is the Celeron G4930: two cores, two threads, running at 3.2GHz (no turbo), with a 2MB cache and a 54W power rating, priced at $42. There's also a T variant that knocks 200MHz off the clock speed and cuts the power to 35W. The Celerons, Pentiums, and Core i3s also reduce the memory speed, only going up to DDR4-2400 as opposed to DDR4-2666 on the i5s and better.

With these releases, Intel is now offering ninth-gen parts almost across the board. The exceptions are the 15W U-series and 5-7W Y-series parts for Ultrabooks. These are currently branded eighth generation and use Whiskey Lake and Amber Lake cores (respectively) even though they were launched simultaneously with the first Coffee Lake chips.

Fonte: Ars Technica. Disponível em: <https://arstechnica.com/gadgets/2019/04/intel-puts-8-cores-16-threads-and-a-5ghz-turbo-option-in-a-laptop-processor/>. Acesso em: 27 abril 2019.

De acordo com o texto, pode-se afirmar que:

 

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2566289 Ano: 2019
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: IF-SUL Minas
Orgão: IF-SUL Minas

O Hipervisor é a plataforma básica das máquinas virtuais como conhecemos. Suas principais funções consistem no escalonamento de tarefas, gerência da memória e manutenção do estado da máquina virtual. Sobre os dois tipos de classificação de hipervisores representados nas figuras abaixo, é CORRETO afirmar que:

Enunciado 3562770-1

Figura 1. Representação de Hipervisor do Tipo I

Enunciado 3562770-2

Figura 2. Representação de Hipervisor do Tipo II

Fonte das imagens: VERAS, M. Virtualização de Servidores. 1 ed. rev. Rio de Janeiro: RNP/ESR, 2015

 

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2566288 Ano: 2019
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: IF-SUL Minas
Orgão: IF-SUL Minas

“A regra de ouro da segurança: a instituição só deve ter uma porta de entrada ou de saída para a Internet, e essa porta deve estar diretamente conectada ao firewall, que é a solução de segurança”. (fonte: PEIXINHO, I. de C. Introdução à segurança de redes. Rio de Janeiro: RNP/ESR, 2013. Disponível em:

<http://pt.scribd.com/doc/182280702/Introducao-a-Seguranca-de-Redes>)

Qual a alternativa CORRETA com relação aos componentes de um firewall?

 

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2566286 Ano: 2019
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: IF-SUL Minas
Orgão: IF-SUL Minas

O protocolo IP define como unidade básica de transferência de dados o datagrama IP. O datagrama IP é dividido em cabeçalho e dados e seu layout pode ser visualizado na figura abaixo.

Enunciado 3562749-1

Figura: Layout do datagrama IP.

(ELIAS, G.; LOBATO, L. C. Arquitetura e Protocolos de Rede TCP-IP. 2 ed. Rio de Janeiro: RNP/ESR, 2013. Disponível em: <http://pt.scribd.com/doc/83505510/Arquitetura-e-protocolos-de-rede-TCP-IP>. Acesso em: 11 abr. 2019.)

Qual campo do datagrama IP indica o número máximo de roteadores que podem processar o datagrama?

 

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2566285 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL Minas
Orgão: IF-SUL Minas

Qual a função social da universidade?

As primeiras faculdades surgidas no país, de medicina e direito serviam a formação dos filhos das elites

O Brasil é um daqueles países construídos a partir dos escombros da Colonização. Este processo deixou traços coloniais a nossa personalidade coletiva. Somos fruto da exploração, como rejeitos industriais, mas não nos reconhecemos como tal. Não nos solidarizamos com países de histórias semelhantes, e almejamos espelhar o colonizador, seja o ibérico, seja o britânico, seja o norte-americano.

Lugar de privilégio

Neste contexto criou-se as universidades brasileiras, historicamente um lugar de privilégio. As primeiras faculdades surgidas no país, de medicina e direito serviam a formação dos filhos das elites, em substituição às estrangeiras como a de Coimbra. Contudo eram praticamente um réplica colonial daquela. Até hoje, pelo sistema de seleção escolar, a elitização é traço característico da universidade brasileira.

A ameaça da mercantilização

Contudo, enfrentamos até hoje problemas do início do século passado. Há uma tensão permanente pela total mercantilização da educação superior, setor em que predominam as universidades privadas. Estas têm se transformado em grandes empresas educacionais. O lucro é a prioridade institucional, enquanto a educação é secundarizada, e às vezes até tratada como custo.

As universidades que mais produzem pesquisa são públicas. Nestas, há uma permanente tensão para sua associação a empresas ou grupos privados. Nas ciências do campo, na região centro oeste, o agronegócio vive a cobiçar a pesquisa universitária, direcionando sua pauta e blindando o modelo de críticas e dos interesses populares. Exemplo, o atlas do agronegócio de 2018, pesquisa que associa o agronegócio à degradação do cerrado, é uma pesquisa estrangeira, não nacional . Logo, mesmo nas universidades públicas, o conhecimento produzido por vezes está “desligado das necessidades populares cotidianas”.

Armas ideológicas

Mesmo assim, por mais inusitado que seja, a universidade foi eleita como um dos principais alvos dos grupos conservadores nos tempos recentes, colocando a autonomia universitária em risco. Sem autonomia não se produz conhecimento. Afinal, a produção científica não pode ser dirigida de fora para dentro, sob o risco de somente servir a uma parte da sociedade, ou servir para justificar as ações dos grupos que a dirigem, no caso, o Estado.

Por uma universidade ou pluriversidade popular?

A questão central, a meu ver, sobre a educação superior brasileira, é, qual a função social da universidade? Formar mão-de-obra qualificada e pesquisas para o mercado e o Estado, ou massificar/difundir saberes válidos (entre científicos e populares), produzir saberes científicos e pautar-se pelas demandas populares e pelas questões sociais?

Há uma função social da universidade para além do ensino, para além da pesquisa. O fortalecimento da extensão, tende a equilibrar o tripé do artigo 207 da Constituição, mas também não é suficiente.

Para ser uma universidade para toda a sociedade, é preciso captar a complexidade da pluralidade social, enfrentar privilégios, considerar diversas visões de mundo, buscar a transformação social, e fazer tudo isso daqui, da América-Latina colonial. Voltamos a uma questão síntese, educação para quem?

Disponível em <https://domtotal.com/artigo/8076/2019/04/qual-a-funcao-social-da-universidade/>. Acesso em: 10 maio 2019 (com adaptações).

Considerando a tipologia e as informações do texto apresentado, sua principal finalidade é:

 

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2566284 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL Minas
Orgão: IF-SUL Minas

Qual a função social da universidade?

As primeiras faculdades surgidas no país, de medicina e direito serviam a formação dos filhos das elites

O Brasil é um daqueles países construídos a partir dos escombros da Colonização. Este processo deixou traços coloniais a nossa personalidade coletiva. Somos fruto da exploração, como rejeitos industriais, mas não nos reconhecemos como tal. Não nos solidarizamos com países de histórias semelhantes, e almejamos espelhar o colonizador, seja o ibérico, seja o britânico, seja o norte-americano.

Lugar de privilégio

Neste contexto criou-se as universidades brasileiras, historicamente um lugar de privilégio. As primeiras faculdades surgidas no país, de medicina e direito serviam a formação dos filhos das elites, em substituição às estrangeiras como a de Coimbra. Contudo eram praticamente um réplica colonial daquela. Até hoje, pelo sistema de seleção escolar, a elitização é traço característico da universidade brasileira.

A ameaça da mercantilização

Contudo, enfrentamos até hoje problemas do início do século passado. Há uma tensão permanente pela total mercantilização da educação superior, setor em que predominam as universidades privadas. Estas têm se transformado em grandes empresas educacionais. O lucro é a prioridade institucional, enquanto a educação é secundarizada, e às vezes até tratada como custo.

As universidades que mais produzem pesquisa são públicas. Nestas, há uma permanente tensão para sua associação a empresas ou grupos privados. Nas ciências do campo, na região centro oeste, o agronegócio vive a cobiçar a pesquisa universitária, direcionando sua pauta e blindando o modelo de críticas e dos interesses populares. Exemplo, o atlas do agronegócio de 2018, pesquisa que associa o agronegócio à degradação do cerrado, é uma pesquisa estrangeira, não nacional . Logo, mesmo nas universidades públicas, o conhecimento produzido por vezes está “desligado das necessidades populares cotidianas”.

Armas ideológicas

Mesmo assim, por mais inusitado que seja, a universidade foi eleita como um dos principais alvos dos grupos conservadores nos tempos recentes, colocando a autonomia universitária em risco. Sem autonomia não se produz conhecimento. Afinal, a produção científica não pode ser dirigida de fora para dentro, sob o risco de somente servir a uma parte da sociedade, ou servir para justificar as ações dos grupos que a dirigem, no caso, o Estado.

Por uma universidade ou pluriversidade popular?

A questão central, a meu ver, sobre a educação superior brasileira, é, qual a função social da universidade? Formar mão-de-obra qualificada e pesquisas para o mercado e o Estado, ou massificar/difundir saberes válidos (entre científicos e populares), produzir saberes científicos e pautar-se pelas demandas populares e pelas questões sociais?

Há uma função social da universidade para além do ensino, para além da pesquisa. O fortalecimento da extensão, tende a equilibrar o tripé do artigo 207 da Constituição, mas também não é suficiente.

Para ser uma universidade para toda a sociedade, é preciso captar a complexidade da pluralidade social, enfrentar privilégios, considerar diversas visões de mundo, buscar a transformação social, e fazer tudo isso daqui, da América-Latina colonial. Voltamos a uma questão síntese, educação para quem?

Disponível em <https://domtotal.com/artigo/8076/2019/04/qual-a-funcao-social-da-universidade/>. Acesso em: 10 maio 2019 (com adaptações).

Qual frase está em desacordo com relação ao uso obrigatório da crase, conforme norma padrão?

 

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