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Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: IF-TO
Orgão: IF-TO
No que diz respeito à organização e arquitetura de computadores, sobre os conceitos que baseiam a arquitetura de Von Neumann é correto afirmar:
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Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: IF-TO
Orgão: IF-TO
No contexto de organização e arquitetura de computadores, existe uma forma de memória de semicondutor cuja organização permite que uma seção das células de memória seja apagada em uma única ação, não oferecendo apagamento em nível de byte. Qual alternativa indica o tipo de memória descrito?
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1. Viajo muito ( ) que ele.
2. Viajo muito, ( ) não me canso.
3. Nos filmes o ( ) não tem vez.
4. Ele sempre faz um homem ( ) nos filmes.
5. Ele fala ( ).
6. Até aí, nada ( ).
Observe as seis frases acima e preencha, na sequência de 1 a 6, os parênteses com as palavras adequadas.
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1. ( ) os homens se explodem no Afeganistão?
2. Os homens se explodem no Afeganistão ( )?
3. Gostaria de saber ( ) os homens se explodem no Afeganistão?
4. Os homens se explodem no Afeganistão ( ) protestam.
5. Não entendi ( ) os homens se explodem no Afeganistão.
Analise os cinco períodos acima e preencha, na sequência de 1 a 5, os parênteses com os pronomes adequados.
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Na primeira viagem, vou ( ) Lisboa, ( ) Paris e ( ) Viena. Na segunda, ( ) Londres e ( ) Roma dos Papas. Na terceira, ( ) Madri das touradas e ( ) Brasília de JK.
Relativamente à ocorrência da crase, escolha a única alternativa que preencha, na sequência posta acima, de forma correta os parênteses.
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“Em outras palavras, é como se afirmássemos que ser original é ter a habilidade de esconder as fontes. Todo o edifício da literatura, incluindo os clássicos, é feito a partir dessa técnica. A prática vem de longe, portanto. ”
Analise os itens abaixo sobre o uso da vírgula e indique a única alternativa com informação falsa.
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Alguns autores consideram que a arte de escrever de maneira original consiste, em última análise, na capacidade de repetir uma ideia com uma abordagem nova, levando o leitor a pensar e sentir que aquele conteúdo é totalmente inédito. Em outras palavras, é como se afirmássemos que ser original é ter a habilidade de esconder as fontes. Todo o edifício da literatura, incluindo os clássicos, é feito a partir dessa técnica. A prática vem de longe, portanto.
Em Passeios na ilha, Carlos Drummond de Andrade admite que o desenvolvimento da originalidade tem etapas bem definidas. Sem muita poesia e com uma boa prosa, ele é claro ao desabafar: “Primeira fase: o poeta imita modelos célebres. Última fase: o poeta imita-se a si mesmo. Naquela, ainda não conquistou a originalidade; nesta, já a perdeu. Não há mais triste elogio que ‘Não é preciso assinatura, isto é de X!’ Esplêndido seria que só se descobrisse que é X pela assinatura”.
(MARCHIONI, RUBENS. Escrita criativa: da ideia ao texto. São Paulo: Contexto, 2018.)
O uso das aspas duplas no excerto acima, que são abertas com a palavra Primeira e fechadas com a palavra assinatura, são empregadas com a finalidade de:
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Alguns autores consideram que a arte de escrever de maneira original consiste, em última análise, na capacidade de repetir uma ideia com uma abordagem nova, levando o leitor a pensar e sentir que aquele conteúdo é totalmente inédito. Em outras palavras, é como se afirmássemos que ser original é ter a habilidade de esconder as fontes. Todo o edifício da literatura, incluindo os clássicos, é feito a partir dessa técnica. A prática vem de longe, portanto.
Em Passeios na ilha, Carlos Drummond de Andrade admite que o desenvolvimento da originalidade tem etapas bem definidas. Sem muita poesia e com uma boa prosa, ele é claro ao desabafar: “Primeira fase: o poeta imita modelos célebres. Última fase: o poeta imita-se a si mesmo. Naquela, ainda não conquistou a originalidade; nesta, já a perdeu. Não há mais triste elogio que ‘Não é preciso assinatura, isto é de X!’ Esplêndido seria que só se descobrisse que é X pela assinatura”.
(MARCHIONI, RUBENS. Escrita criativa: da ideia ao texto. São Paulo: Contexto, 2018.)
As palavras “análise”, “inédito”, “clássicos”, “célebres” “edifício” e “há” retiradas do texto acima recebem acento gráfico. Analise os itens abaixo e indique a alternativa correta.
I. Todas as palavras entre aspas acima recebem acento gráfico por razão idêntica.
II. As palavras “análise”, “inédito”, “clássicos” e “célebres” recebem acento gráfico por serem proparoxítonas.
III. A palavra “edifício” recebe acento gráfico por ser paroxítona terminada em ditongo.
IV. A palavra “há” recebe acento gráfico por ser uma monossilábica tônica terminada em “a”.
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Alguns autores consideram que a arte de escrever de maneira original consiste, em última análise, na capacidade de repetir uma ideia com uma abordagem nova, levando o leitor a pensar e sentir que aquele conteúdo é totalmente inédito. Em outras palavras, é como se afirmássemos que ser original é ter a habilidade de esconder as fontes. Todo o edifício da literatura, incluindo os clássicos, é feito a partir dessa técnica. A prática vem de longe, portanto.
Em Passeios na ilha, Carlos Drummond de Andrade admite que o desenvolvimento da originalidade tem etapas bem definidas. Sem muita poesia e com uma boa prosa, ele é claro ao desabafar: “Primeira fase: o poeta imita modelos célebres. Última fase: o poeta imita-se a si mesmo. Naquela, ainda não conquistou a originalidade; nesta, já a perdeu. Não há mais triste elogio que ‘Não é preciso assinatura, isto é de X!’ Esplêndido seria que só se descobrisse que é X pela assinatura”.
(MARCHIONI, RUBENS. Escrita criativa: da ideia ao texto. São Paulo: Contexto, 2018.)
O uso do temo “edifício”, em “Todo o edifício da literatura”, é utilizado de forma conotativa, figurada, para fazer referência à “construção” literária, às obras literárias, como um patrimônio da atividade cultural da humanidade. A figura de linguagem empregada recebe o nome de:
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Alguns autores consideram que a arte de escrever de maneira original consiste, em última análise, na capacidade de repetir uma ideia com uma abordagem nova, levando o leitor a pensar e sentir que aquele conteúdo é totalmente inédito. Em outras palavras, é como se afirmássemos que ser original é ter a habilidade de esconder as fontes. Todo o edifício da literatura, incluindo os clássicos, é feito a partir dessa técnica. A prática vem de longe, portanto.
Em Passeios na ilha, Carlos Drummond de Andrade admite que o desenvolvimento da originalidade tem etapas bem definidas. Sem muita poesia e com uma boa prosa, ele é claro ao desabafar: “Primeira fase: o poeta imita modelos célebres. Última fase: o poeta imita-se a si mesmo. Naquela, ainda não conquistou a originalidade; nesta, já a perdeu. Não há mais triste elogio que ‘Não é preciso assinatura, isto é de X!’ Esplêndido seria que só se descobrisse que é X pela assinatura”.
(MARCHIONI, RUBENS. Escrita criativa: da ideia ao texto. São Paulo: Contexto, 2018.)
O uso dos pronomes demonstrativos “naquela” e “nesta”, no excerto “Naquela, ainda não conquistou a originalidade; nesta, já a perdeu”, é um recurso de coesão textual. Sobre isso, é correto dizer:
I. Esse recurso de coesão textual consiste na retomada de referentes no texto.
II. Esse recurso tem a finalidade de evitar a repetição dos mesmos itens lexicais ou gramaticais.
III. O referente de “naquela” é “Primeira fase”.
IV. O referente de “nesta” é “Última fase”.
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