Foram encontradas 50 questões.
Para Isabel Marques, “A formação dos professores
que atuam na área de Dança é sem dúvida um dos
pontos críticos no que diz respeito ao ensino da
Dança no nosso sistema escolar. Na prática, tanto
os professores de Educação Física, Educação
Infantil, Fundamental I, assim como de Artes vêm
trabalhando com a Dança nas Escolas. Nesse
período de transição em direção à inclusão real da
Dança nas Escolas, seria fundamental que esses
professores continuassem buscando conhecimento
prático teórico também como intérpretes,
coreógrafos e diretores de Dança. Ou seja,
conhecimento que envolva o fazer-pensar Dança e
não somente seus aspectos pedagógicos. A
dissociação entre o artístico e o educativo, que
geralmente é enfatizada na formação desses
profissionais nos cursos de Licenciatura e
Pedagogia, tem comprometido de maneira substancial o desenvolvimento do processo criativo
e crítico que poderia estar ocorrendo na educação
básica” (2003, p. 22). De acordo com a autora
assinale a questão correta:
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Segundo Klaus Vianna, seu trabalho “busca dar
espaço para a manifestação do corpo como um
todo, com os conteúdos da vida psíquica, das
expressões dos sentidos, da vida afetiva. Não é
possível negligenciar ou esquecer tais coisas nem
fazer com que o corpo permaneça mudo e não
transmita nada: as informações que ele dá são
incontroláveis. Temos é que reconhecer esses
processos internos poderosos e dar espaço para que
eles se manifestem, criando assim a coreografia, a
dança de cada um” (2005, p. 150).
Segundo o autor, é correto afirmar que:
Segundo o autor, é correto afirmar que:
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Para Isabel Marques (1997), é na “perspectiva da
diversidade e da multiplicidade de propostas e
ações que caracterizam o mundo contemporâneo
que seria interessante lançarmos um olhar mais
crítico sobre a dança na escola. A transmissão de
conhecimento hoje, como sabemos, não se restringe
mais às suas quatro paredes” (p. 20). Nesse sentido
é incorreto afirmar que
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Para Isabel Marques, “[...] a dança tem a
possibilidade de deixar de ser uma disciplina
escolar pré-moldada, isolada. Ela passará a fazer
parte dos conteúdos curriculares que se multiplicam
e tecem redes com outras disciplinas, com os
alunos, a escola, a cultura e a sociedade, de modo a
desconstruí-los e transformá-los; poderia passar a
ter espaço próprio nessa rede de comunicações
entre o real e o imaginário na contemporaneidade”.
Diante disso, assinale a questão correta:
Diante disso, assinale a questão correta:
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Rudolf Laban (1879-1958), um dos fundadores da
Dança Moderna, criou um método de análise do
movimento e de dança educacional. Para tanto,
possibilitou a criação de uma dança pessoal e
expressiva bem como valorizou a dança em grupo.
Para Laban, são fatores do movimento usados em
processo coreográfico:
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O texto a seguir servirá de base para a questão.
Quebrando a Lei da Selva
Durante a segunda metade do século XX, a Lei da
Selva finalmente foi quebrada, se é que foi
suspensa. Na maior parte das regiões, as guerras
eram raras. Enquanto nas antigas sociedades
agrícolas a violência humana foi a causa de 15% de
todas as mortes, durante o século XX a violência
provocou apenas 5% dos óbitos, e no início do
século XXI foi responsável por cerca de 1% da
mortalidade global. Em 2012, aproximadamente 56
milhões de pessoas morreram no mundo inteiro;
620 mil morreram em razão da violência humana
(guerras mataram 120 mil pessoas, o crime matou
outras 500 mil). Em contrapartida, 800 mil cometeram suicídio, e 1,5 milhão morreram de
diabetes. O açúcar é mais perigoso que a pólvora.
(HARARI, Yuval Noah. Homo Deus: uma breve
história do amanhã. São Paulo: Companhia das
Letras, 2016, p. 24)
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O texto a seguir servirá de base para a questão.
Quebrando a Lei da Selva
Durante a segunda metade do século XX, a Lei da
Selva finalmente foi quebrada, se é que foi
suspensa. Na maior parte das regiões, as guerras
eram raras. Enquanto nas antigas sociedades
agrícolas a violência humana foi a causa de 15% de
todas as mortes, durante o século XX a violência
provocou apenas 5% dos óbitos, e no início do
século XXI foi responsável por cerca de 1% da
mortalidade global. Em 2012, aproximadamente 56
milhões de pessoas morreram no mundo inteiro;
620 mil morreram em razão da violência humana
(guerras mataram 120 mil pessoas, o crime matou
outras 500 mil). Em contrapartida, 800 mil cometeram suicídio, e 1,5 milhão morreram de
diabetes. O açúcar é mais perigoso que a pólvora.
(HARARI, Yuval Noah. Homo Deus: uma breve
história do amanhã. São Paulo: Companhia das
Letras, 2016, p. 24)
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- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Modo
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Número
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Tempo
Analise os itens a seguir sobre concordância verbal
e preencha os parênteses com o verbo flexionado
de acordo com a sintaxe de concordância adequada
à norma-padrão.
I. A flexibilidade e a versatilidade das línguas humanas ( ) de várias propriedades. (resultar)
II. Boa parte das pesquisas desenvolvidas recentemente ( ) que bebês com quatro dias podem distinguir sua língua materna de uma língua estrangeira. (mostrar)
III. Nas últimas décadas, ( ) diferentes hipóteses sobre como as crianças adquirem a linguagem. (aparecer)
IV. A convivência de duas ou mais línguas no mesmo território ( ) sempre objeto de muitas controvérsias na história da humanidade. (ser)
V. ( ) de nota os diferentes registros de provérbios populares feitos na Inglaterra do século 18. (ser digno)
A sequência correta dos verbos flexionados de I a V é:
I. A flexibilidade e a versatilidade das línguas humanas ( ) de várias propriedades. (resultar)
II. Boa parte das pesquisas desenvolvidas recentemente ( ) que bebês com quatro dias podem distinguir sua língua materna de uma língua estrangeira. (mostrar)
III. Nas últimas décadas, ( ) diferentes hipóteses sobre como as crianças adquirem a linguagem. (aparecer)
IV. A convivência de duas ou mais línguas no mesmo território ( ) sempre objeto de muitas controvérsias na história da humanidade. (ser)
V. ( ) de nota os diferentes registros de provérbios populares feitos na Inglaterra do século 18. (ser digno)
A sequência correta dos verbos flexionados de I a V é:
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Em relação ao uso do acento indicativo da crase,
analise os itens a seguir.
I. A ciência permite à humanidade combater a desinformação diante da natural apreensão provocada por uma pandemia.
II. No Brasil, o sanitarista Oswaldo Cruz adotou medidas impopulares no combate à febre amarela.
III. O tratamento dado a pandemia no Brasil tem sido especialmente catastrófico para nós.
Escolha a única alternativa correta.
I. A ciência permite à humanidade combater a desinformação diante da natural apreensão provocada por uma pandemia.
II. No Brasil, o sanitarista Oswaldo Cruz adotou medidas impopulares no combate à febre amarela.
III. O tratamento dado a pandemia no Brasil tem sido especialmente catastrófico para nós.
Escolha a única alternativa correta.
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Leia o texto a seguir e responda a questão.
Em termos gerais, parece haver dois métodos para
reunir forças de combate – para convencer ou
obrigar com sucesso coleções de homens a se
envolverem no empreendimento violento, profano,
sacrificial, incerto, masoquista e essencialmente
absurdo conhecido como guerra. Os dois métodos
levam a modos de guerrear distintos, e a distinção
pode ser importante.
Intuitivamente, poderia parecer que o método mais
fácil (e mais barato) para recrutar combatentes é
alistar indivíduos que se deleitam com violência e a
adotam rotineiramente, ou que a empregam para se
enriquecerem ou as duas coisas. Na vida civil,
temos um nome para essas pessoas – criminosos...
Os conflitos violentos em que pessoas desse tipo
são maioria podem ser chamados de guerras
criminais, uma forma em que os combatentes são
induzidos a causar violência primeiramente pelo
divertimento e pelo proveito material que tiram da
experiência.
Os exércitos de criminosos parecem surgir por dois
processos. Às vezes, os criminosos – assaltantes,
bandidos, aventureiros, sequestradores de cargas,
vândalos, arruaceiros, salteadores, piratas,
gangsters, indivíduos fora da lei – se organizam ou
se juntam em gangues, bando ou máfias. Quando
essas organizações se tornam suficientemente
grandes, podem ficar parecidas com verdadeiros
exércitos e agir praticamente da mesma forma
como estes o fariam.
Alternativamente, os exércitos criminosos podem
ser formados quando um governante precisa de
combatentes para levar a termo uma guerra e
conclui que empregar ou recrutar criminosos e
bandidos é o método mais eficaz para conseguir
isso. Neste caso, os criminosos e bandidos agem
essencialmente como mercenários.
Acontece, porém, que criminosos e bandidos
tendem a ser guerreiros indesejáveis. Para começar,
são frequentemente difíceis de controlar. São
desordeiros, indisciplinados, desobedientes e
rebeldes, cometendo frequentemente, em serviço ou
fora dele, crimes não autorizados que podem ser
prejudiciais ou mesmo deletérios para a ação
militar.
O mais importante é que criminosos tendem a ser
pouco dispostos a resistir e combater quando as
situações se tornam perigosas, e muitas vezes
simplesmente desertam, quando há uma
oportunidade que coincide com seus caprichos. O
crime comum, afinal de contas, faz vítimas entre os
fracos – velhinhas e não atletas sarados – e
criminosos com frequência mostram ser executores
prontos e eficientes de pessoas indefesas. Mas
quando aparecem os guardas, estão sempre prontos
para fugir. O lema para o criminoso, afinal, não é
uma variante de “Sempre fiéis”, “Um por todos e
todos por um”, “Dever, honra, pátria”, “Banzai” ou
“Lembrem-se de Pearl Harbour”, mas “Pega a
grana e dá no pé” ...
Esses problemas com o emprego de criminosos
como combatentes levaram a esforços para recrutar
pessoas comuns – pessoas que, à diferença dos
criminosos e bandidos, não cometem violências em
nenhum outro momento da vida.
O resultado tem sido o desenvolvimento de um
guerrear disciplinado, no qual os homens se
infligem a violência em geral não por diversão e
interesse, mas porque seu treinamento e
doutrinação incutiram neles a necessidade de
obedecer ordens; de observar um código de honra
coerentemente orientado e cuidadosamente
restritivo; de buscar a glória e a reputação em
combate; de amar, honrar ou temer seus oficiais; de
acreditar numa causa; de temer a vergonha,
humilhação e custos da rendição; ou, em particular,
de ser leal a e merecer a lealdade de seus
companheiros de armas.
(MUELLER, John. Os remanescentes da guerra.
In: PINKER, Steven. Guia de escrita: como
conceber um texto com clareza, precisão e
elegância. São Paulo: Contexto, 2018, p. 233-234).
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