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Foram encontradas 120 questões.

2406525 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IFB

As benesses proporcionadas por um sistema imunológico mais eficiente vão além do ataque mais agressivo aos vírus e às bactérias. As últimas pesquisas da epidemiologia do curso de vida, uma área relativamente nova da medicina, têm argumentado que o surgimento de doenças infecciosas na infância pode favorecer a ocorrência de distúrbios crônicos degenerativos na vida adulta. A hipótese mais aceita é a de que, mesmo quando curadas, as infecções deixam para trás processos inflamatórios no nível molecular. Isso significa que, por exemplo, depois de uma inflamação na garganta, podem restar focos imperceptíveis de inflamação. A longo prazo, esses resíduos inflamatórios podem migrar para outras áreas do organismo, o que propicia o desencadeamento de doenças como infarto e Parkinson. Tais resquícios de inflamação estão diretamente ligados ao processo de envelhecimento, uma vez que podem favorecer a liberação exagerada de moléculas tóxicas, os radicais livres.

Naiara Magalhães. In: Veja, 10/11/2010 (com adaptações).

Com relação aos sentidos, aos aspectos gramaticais e à grafia de palavras do texto acima, julgue o item que se segue.

A palavra “benesses” está sendo empregada no sentido de privilégios.

 

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2406524 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IFB

O cacique Dodonim Krahô, de 55 anos, da aldeia Manoel Alves Pequeno, e seu filho, Renato Yahé Krahô, de 25 anos, são alunos do curso de Licenciatura Intercultural Indígena da Universidade Federal de Goiás e deverão formar-se na primeira turma, em 2012. Apesar de estarmos em pleno século XXI, a aldeia deles ainda vive a realidade do subdesenvolvimento, sem luz elétrica, sem estradas, e quase todas as 300 pessoas que ali vivem dependem de programas como o Bolsa-Família. As pessoas juntam o dinheiro recebido desse benefício e compram gêneros alimentícios.

No dia em que a reportagem do Estado esteve na aldeia, eles haviam comprado uma vaca. A carne foi dividida em quantias exatamente iguais, que foram distribuídas para todas as casas. “As coisas mudam. Estamos nos adaptando à sociedade. Aqui na aldeia, a vida é diferente, pois tudo é calmo, tudo é repartido de igual para igual”, contou Renato, que, um dia, será cacique. “Mas é preciso dar educação às crianças, prepará-las para esse novo mundo que se abre e que não nos vai tirar a sensibilidade indígena, mas vai nos integrar a um mundo do qual não podemos fugir”.

Dondonim considera que o assistencialismo oficial prejudicou os índios. “Passaram a nos trazer farinha e arroz, o que nós já sabíamos produzir. Então, se nos davam esses produtos, produzi-los para quê?”. Isso fez que os índios parassem de plantar e optassem por viver à custa dos favores oficiais. “Temos debatido esse assunto com as autoridades e temos sido ouvidos”.

João Domingos. In: O Estado de S.Paulo, 31/10/2010 (com adaptações).

Com relação às ideias e às estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item que se segue.

De acordo com o futuro cacique, é preciso ensinar às crianças que o estilo de vida externo à aldeia, por ser diferente, deve ser evitado.

 

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2406523 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IFB

O cacique Dodonim Krahô, de 55 anos, da aldeia Manoel Alves Pequeno, e seu filho, Renato Yahé Krahô, de 25 anos, são alunos do curso de Licenciatura Intercultural Indígena da Universidade Federal de Goiás e deverão formar-se na primeira turma, em 2012. Apesar de estarmos em pleno século XXI, a aldeia deles ainda vive a realidade do subdesenvolvimento, sem luz elétrica, sem estradas, e quase todas as 300 pessoas que ali vivem dependem de programas como o Bolsa-Família. As pessoas juntam o dinheiro recebido desse benefício e compram gêneros alimentícios.

No dia em que a reportagem do Estado esteve na aldeia, eles haviam comprado uma vaca. A carne foi dividida em quantias exatamente iguais, que foram distribuídas para todas as casas. “As coisas mudam. Estamos nos adaptando à sociedade. Aqui na aldeia, a vida é diferente, pois tudo é calmo, tudo é repartido de igual para igual”, contou Renato, que, um dia, será cacique. “Mas é preciso dar educação às crianças, prepará-las para esse novo mundo que se abre e que não nos vai tirar a sensibilidade indígena, mas vai nos integrar a um mundo do qual não podemos fugir”.

Dondonim considera que o assistencialismo oficial prejudicou os índios. “Passaram a nos trazer farinha e arroz, o que nós já sabíamos produzir. Então, se nos davam esses produtos, produzi-los para quê?”. Isso fez que os índios parassem de plantar e optassem por viver à custa dos favores oficiais. “Temos debatido esse assunto com as autoridades e temos sido ouvidos”.

João Domingos. In: O Estado de S.Paulo, 31/10/2010 (com adaptações).

Com relação às ideias e às estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item que se segue.

Depreende-se do texto que o futuro cacique inclui o seu grupo social no que ele denomina de ‘sociedade’.

 

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2406522 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IFB

O cacique Dodonim Krahô, de 55 anos, da aldeia Manoel Alves Pequeno, e seu filho, Renato Yahé Krahô, de 25 anos, são alunos do curso de Licenciatura Intercultural Indígena da Universidade Federal de Goiás e deverão formar-se na primeira turma, em 2012. Apesar de estarmos em pleno século XXI, a aldeia deles ainda vive a realidade do subdesenvolvimento, sem luz elétrica, sem estradas, e quase todas as 300 pessoas que ali vivem dependem de programas como o Bolsa-Família. As pessoas juntam o dinheiro recebido desse benefício e compram gêneros alimentícios.

No dia em que a reportagem do Estado esteve na aldeia, eles haviam comprado uma vaca. A carne foi dividida em quantias exatamente iguais, que foram distribuídas para todas as casas. “As coisas mudam. Estamos nos adaptando à sociedade. Aqui na aldeia, a vida é diferente, pois tudo é calmo, tudo é repartido de igual para igual”, contou Renato, que, um dia, será cacique. “Mas é preciso dar educação às crianças, prepará-las para esse novo mundo que se abre e que não nos vai tirar a sensibilidade indígena, mas vai nos integrar a um mundo do qual não podemos fugir”.

Dondonim considera que o assistencialismo oficial prejudicou os índios. “Passaram a nos trazer farinha e arroz, o que nós já sabíamos produzir. Então, se nos davam esses produtos, produzi-los para quê?”. Isso fez que os índios parassem de plantar e optassem por viver à custa dos favores oficiais. “Temos debatido esse assunto com as autoridades e temos sido ouvidos”.

João Domingos. In: O Estado de S.Paulo, 31/10/2010 (com adaptações).

Com relação às ideias e às estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item que se segue.

Na forma verbal “formar-se”, o emprego da partícula “se” é opcional; portanto, caso ela seja omitida, serão mantidas a correção gramatical do texto e a adequação à modalidade escrita formal.

 

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2406521 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IFB

O cacique Dodonim Krahô, de 55 anos, da aldeia Manoel Alves Pequeno, e seu filho, Renato Yahé Krahô, de 25 anos, são alunos do curso de Licenciatura Intercultural Indígena da Universidade Federal de Goiás e deverão formar-se na primeira turma, em 2012. Apesar de estarmos em pleno século XXI, a aldeia deles ainda vive a realidade do subdesenvolvimento, sem luz elétrica, sem estradas, e quase todas as 300 pessoas que ali vivem dependem de programas como o Bolsa-Família. As pessoas juntam o dinheiro recebido desse benefício e compram gêneros alimentícios.

No dia em que a reportagem do Estado esteve na aldeia, eles haviam comprado uma vaca. A carne foi dividida em quantias exatamente iguais, que foram distribuídas para todas as casas. “As coisas mudam. Estamos nos adaptando à sociedade. Aqui na aldeia, a vida é diferente, pois tudo é calmo, tudo é repartido de igual para igual”, contou Renato, que, um dia, será cacique. “Mas é preciso dar educação às crianças, prepará-las para esse novo mundo que se abre e que não nos vai tirar a sensibilidade indígena, mas vai nos integrar a um mundo do qual não podemos fugir”.

Dondonim considera que o assistencialismo oficial prejudicou os índios. “Passaram a nos trazer farinha e arroz, o que nós já sabíamos produzir. Então, se nos davam esses produtos, produzi-los para quê?”. Isso fez que os índios parassem de plantar e optassem por viver à custa dos favores oficiais. “Temos debatido esse assunto com as autoridades e temos sido ouvidos”.

João Domingos. In: O Estado de S.Paulo, 31/10/2010 (com adaptações).

Com relação às ideias e às estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item que se segue.

O pronome “Isso” refere-se ao prejuízo advindo do assistencialismo oficial.

 

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2406520 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IFB

O cacique Dodonim Krahô, de 55 anos, da aldeia Manoel Alves Pequeno, e seu filho, Renato Yahé Krahô, de 25 anos, são alunos do curso de Licenciatura Intercultural Indígena da Universidade Federal de Goiás e deverão formar-se na primeira turma, em 2012. Apesar de estarmos em pleno século XXI, a aldeia deles ainda vive a realidade do subdesenvolvimento, sem luz elétrica, sem estradas, e quase todas as 300 pessoas que ali vivem dependem de programas como o Bolsa-Família. As pessoas juntam o dinheiro recebido desse benefício e compram gêneros alimentícios.

No dia em que a reportagem do Estado esteve na aldeia, eles haviam comprado uma vaca. A carne foi dividida em quantias exatamente iguais, que foram distribuídas para todas as casas. “As coisas mudam. Estamos nos adaptando à sociedade. Aqui na aldeia, a vida é diferente, pois tudo é calmo, tudo é repartido de igual para igual”, contou Renato, que, um dia, será cacique. “Mas é preciso dar educação às crianças, prepará-las para esse novo mundo que se abre e que não nos vai tirar a sensibilidade indígena, mas vai nos integrar a um mundo do qual não podemos fugir”.

Dondonim considera que o assistencialismo oficial prejudicou os índios. “Passaram a nos trazer farinha e arroz, o que nós já sabíamos produzir. Então, se nos davam esses produtos, produzi-los para quê?”. Isso fez que os índios parassem de plantar e optassem por viver à custa dos favores oficiais. “Temos debatido esse assunto com as autoridades e temos sido ouvidos”.

João Domingos. In: O Estado de S.Paulo, 31/10/2010 (com adaptações).

Com relação às ideias e às estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item que se segue.

O complemento da forma verbal “considera” consiste em uma oração.

 

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2406518 Ano: 2010
Disciplina: Comunicação Social
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IFB
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O amplificador de áudio é o equipamento eletrônico que, a partir de um pequeno sinal de áudio colocado na sua entrada, fornece na sua saída sinal ampliado e adequado ao funcionamento de um ou mais falantes. Com relação a esse assunto, julgue o item subsequente.

Quanto ao fluxo de energia no alto-falante, a energia elétrica que entra vem do amplificador e a energia elétrica que sai é armazenada sob forma reativa no alto-falante, sendo devolvida em parte ao amplificador.

 

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2406517 Ano: 2010
Disciplina: Comunicação Social
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IFB
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O amplificador de áudio é o equipamento eletrônico que, a partir de um pequeno sinal de áudio colocado na sua entrada, fornece na sua saída sinal ampliado e adequado ao funcionamento de um ou mais falantes. Com relação a esse assunto, julgue o item subsequente.

Um amplificador é constituído pelos painéis frontal e traseiro, sendo mono, quando tem somente um canal de amplificação, ou estéreo, quando tem dois canais independentes com características gerais idênticas. Os amplificadores de média e alta potência ocupam uma parte desses painéis, com aberturas que permitem a entrada e a saída do ar utilizado na refrigeração.

 

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2406516 Ano: 2010
Disciplina: Comunicação Social
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IFB
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O amplificador de áudio é o equipamento eletrônico que, a partir de um pequeno sinal de áudio colocado na sua entrada, fornece na sua saída sinal ampliado e adequado ao funcionamento de um ou mais falantes. Com relação a esse assunto, julgue o item subsequente.

As classes de amplificadores A, B, AB, C, D e F diferenciam-se quanto ao método de operação, à eficiência, à linearidade e à capacidade de potência de saída. O dispositivo eletrônico de saída que conduz mais do que 180 graus do sinal de entrada refere-se à classe F e é utilizado em micro-ondas.

 

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2406515 Ano: 2010
Disciplina: Comunicação Social
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IFB
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O amplificador de áudio é o equipamento eletrônico que, a partir de um pequeno sinal de áudio colocado na sua entrada, fornece na sua saída sinal ampliado e adequado ao funcionamento de um ou mais falantes. Com relação a esse assunto, julgue o item subsequente.

Os amplificadores transistorizados não necessitam de transformadores de saída para casar as impedâncias dos altofalantes, e os amplificadores operacionais possuem alto ganho, alta impedância de entrada, baixa impedância de saída e grande resposta em frequência.

 

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