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- Arquitetura na Engenharia Civil
- Normas e LegislaçõesNBRsNBR 9.050: Acessibilidade na Construção Civil
Assinale a alternativa que apresenta o símbolo internacional de sanitário familiar acessível.
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De maneira geral, a presença de fissuras com aberturas que respeitem os limites definidos na NBR 6.118 - Projeto de estruturas de concreto - Procedimento, em estruturas bem projetadas, construídas e submetidas às cargas previstas na normalização, não denota perda de durabilidade ou perda de segurança quanto aos estados limites últimos.
As fissuras podem ainda ocorrer por outras causas, como retração plástica térmica ou reações químicas internas do concreto nas primeiras idades, devendo ser evitadas ou imitadas por cuidados tecnológicos, especialmente na definição do traço e na cura do concreto.
NBR 6.118 - Projeto de estruturas de concreto - Procedimento (com adaptações).
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A violência intrafamiliar e institucional sempre afetou a
saúde e a qualidade de vida de milhares de crianças e jovens
no Brasil. Em nosso país, formas agressivas e cruéis de se
relacionar são frequentemente usadas por pais, educadores
e responsáveis por abrigos ou internatos como estratégias
para educar e para corrigir erros de comportamento de
crianças e adolescentes. Mas está reconhecido
cientificamente que essa mentalidade e esse tipo de atuação,
além de serem contraproducentes, são nocivos. Bater, ferir,
violar, menosprezar, negligenciar e abusar são verbos que
não devem ser usados no trato da infância e da adolescência
por vários motivos:
• muitos estudos mostram que a violência, da qual a
pessoa é vítima nos primeiros anos de vida, deixa sequelas
por toda a existência;
• a criança e o jovem não são objeto ou propriedade dos
pais ou de qualquer adulto; e sim, sujeitos de direitos
especiais reconhecidos pela Constituição brasileira e pelo
Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA);
• essa violência que ocorre silenciosamente dentro das
famílias e na sociedade, como se fosse um fenômeno banal,
é potencializadora da violência social em geral;
• as pessoas vítimas de violência na infância podem
repeti-la quando se tornam adultas, especialmente com seus
próprios filhos ou com outras crianças e adolescentes com os
quais se relacionam socialmente.
Enfim, quando a violência é uma forma de relação que
se estabelece no interior das famílias ou na convivência
social, é preciso denunciá-la e “desnaturalizá-la”, tratando-a
como um problema a ser resolvido, buscando formas
“civilizadas” de trabalhar com os conflitos. Nunca é demais
lembrar que os conflitos são normais e até desejáveis na
sociedade, pois indicam a pluralidade de visões, de desejos e
projetos. O mal, portanto, não está em expressá-los, mas em
suprimir a oportunidade do debate, do diálogo e do exercício
da tolerância. No caso das crianças e dos adolescentes,
geralmente os pais, responsáveis e adultos tendem a acabar
com as divergências de ideias e de comportamentos e com o
conflito de gerações por meio da dominação adultocêntrica,
da imposição de sua vontade, ou por meio de gestos e ações
violentos.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Assistência à Saúde. Notificação de maus-tratos contra crianças e adolescentes pelos profissionais de saúde: um passo a mais na cidadania em saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2002, p. 10-1 (com adaptações).
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