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Conforme o disposto na Lei n.º 11.892/2008, é(são) objetivo(s) dos institutos federais .

 

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Quantas pessoas passam fome no mundo e onde a

maioria delas vive? Quais são os efeitos da desnutrição

sobre a mente e o corpo, e o que podemos fazer para ajudar

essas pessoas? O Programa Mundial de Alimentos

(PMA) preparou uma lista com fatos essenciais para

entender por que a fome é um grave problema que o mundo

enfrenta hoje.

1. Aproximadamente 925 milhões de pessoas no

mundo não comem o suficiente para serem consideradas

saudáveis. Isso significa que uma em cada sete pessoas no

planeta vai para a cama com fome todas as noites.

2. Bem mais que a metade dos famintos do

mundo — cerca de 578 milhões de pessoas — vivem na Ásia

e na região do Pacífico. A África responde por pouco mais de

um quarto da população com fome do mundo.

3. A fome é o número um na lista dos 10 maiores

riscos para a saúde, porque ela mata mais pessoas

anualmente do que AIDS, malária e tuberculose juntas.

4. Um terço das mortes entre crianças menores de

cinco anos de idade nos países em desenvolvimento está

ligado à desnutrição.

5. Os primeiros 1.000 dias da vida de uma criança,

desde a gravidez até os dois anos de idade, são a janela

crítica para combater a desnutrição. Uma dieta adequada

nesse período pode protegê-las contra o nanismo mental e

físico, duas consequências da desnutrição.

6. Mães desnutridas muitas vezes dão à luz bebês

abaixo do peso. Essas crianças têm 20% mais probabilidade

de morrer antes dos cinco anos de idade. Cerca de

milhões de crianças nascem abaixo do peso a cada ano.

7. Em 2050, as alterações climáticas e os padrões

climáticos irregulares levarão mais de 24 milhões de crianças

à fome. Quase metade dessas crianças vive na África

Subsaariana.

A fome é um grande problema solucionável que o

mundo enfrenta hoje. Vejamos por quê:

1. Embora o número de pessoas com fome tenha

aumentado, na comparação com o percentual da população

mundial, a fome na verdade caiu de 37% da população

em 1969 para pouco mais de 16% da população em 2010.

2. Custa apenas 25 centavos de dólar por dia

alimentar uma criança com todas as vitaminas e os nutrientes

de que ela precisa para crescer saudável.

Internet: www.onu.org.br (com adaptações). Acesso em 4/1/20

Assinale a alternativa que interpreta adequadamente ideias do texto.

 

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O conhecimento não está mais no cérebro das

pessoas, mas na rede que interliga os indivíduos pensantes.

Essa é a polêmica tese defendida pelo norte-americano

David Weinberger, da Universidade de Harvard, no livro Too

Big to Know (Grande demais para ser entendido), que acaba

de ser lançado no mercado.

Noutras palavras, o que Weinberger sugere é que não

é mais possível separar os indivíduos das estruturas de

interatividade. A cultura tradicional baseia-se no fato de que o

conhecimento bem como a sabedoria são atributos

exclusivamente humanos, embora se expressem por meio de

escritos, imagens ou sons.

Na era digital e da avalancha informativa, o volume de

conhecimento ganhou proporções ciclópicas e já não pode

mais ser administrado apenas por mentes privilegiadas. O

binômio homem/rede seria a alternativa para processar os

1,27 zetabytes de informação que são atualmente publicados

na Web a cada 12 meses. É o equivalente a 600 quatrilhões

de páginas datilografadas, ou uma quantidade de

documentos 84 milhões de vezes maior que todo o acervo da

Biblioteca do Congresso dos EUA (a maior do mundo).

Cada ser humano teria de ler, por ano, 100 milhões de

páginas datilografadas de 30 linhas para dar conta de tudo o

que é produzido no planeta em matéria de informação. Uma

tarefa impraticável porque significaria ler 11.415 páginas por

hora, dia e noite sem parar, ou 190 por minuto.

Esses números indicam que a mente humana já não é

mais materialmente capaz de dar conta da absorção de tal

quantidade de dados usando apenas os cinco sentidos. Esse

conhecimento, por motivos óbvios, não está mais apenas no

cérebro humano. Ele está também nas redes virtuais que

interconectam os cérebros humanos e disponibilizam os

dados, as informações e os conhecimentos procurados.

Um sábio já não chega a essa condição apenas

absorvendo informação, mas participando de redes. Sem

elas, não passaria de um ser comum.

E se Weinberger estiver certo, a tecnologia torna-se

ainda mais relevante para o conhecimento humano, porque

sem ela até as redes acabarão sendo soterradas pela

avalancha informativa que não para de crescer. Só o material

produzido por empresas, governos, escolas e universidades,

tanto em papel como em formato digital, cresce ao

vertiginoso ritmo de 65% ao ano. Usando o cálculo feito pelo

estudo The Age of Exabytes, em 2013 teríamos de ler quase

mil páginas por hora, ou 316 por minuto.

Se formos pensar em termos de notícias, fica claro,

sem precisar fazer exercícios matemáticos, que é impossível

a um ser humano se dizer bem informado hoje em dia se não

estiver conectado a uma ou mais redes. Não dá para ler

quatro edições completas de um grande jornal em um

minuto.

Internet: http://observatoriodaimprensa.com.br (com adaptações). Acesso em 13/2/2012.

Assinale a alternativa correta acerca das ideias do texto.

 

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Quantas pessoas passam fome no mundo e onde a

maioria delas vive? Quais são os efeitos da desnutrição

sobre a mente e o corpo, e o que podemos fazer para ajudar

essas pessoas? O Programa Mundial de Alimentos

(PMA) preparou uma lista com fatos essenciais para

entender por que a fome é um grave problema que o mundo

enfrenta hoje.

1. Aproximadamente 925 milhões de pessoas no

mundo não comem o suficiente para serem consideradas

saudáveis. Isso significa que uma em cada sete pessoas no

planeta vai para a cama com fome todas as noites.

2. Bem mais que a metade dos famintos do

mundo — cerca de 578 milhões de pessoas — vivem na Ásia

e na região do Pacífico. A África responde por pouco mais de

um quarto da população com fome do mundo.

3. A fome é o número um na lista dos 10 maiores

riscos para a saúde, porque ela mata mais pessoas

anualmente do que AIDS, malária e tuberculose juntas.

4. Um terço das mortes entre crianças menores de

cinco anos de idade nos países em desenvolvimento está

ligado à desnutrição.

5. Os primeiros 1.000 dias da vida de uma criança,

desde a gravidez até os dois anos de idade, são a janela

crítica para combater a desnutrição. Uma dieta adequada

nesse período pode protegê-las contra o nanismo mental e

físico, duas consequências da desnutrição.

6. Mães desnutridas muitas vezes dão à luz bebês

abaixo do peso. Essas crianças têm 20% mais probabilidade

de morrer antes dos cinco anos de idade. Cerca de

milhões de crianças nascem abaixo do peso a cada ano.

7. Em 2050, as alterações climáticas e os padrões

climáticos irregulares levarão mais de 24 milhões de crianças

à fome. Quase metade dessas crianças vive na África

Subsaariana.

A fome é um grande problema solucionável que o

mundo enfrenta hoje. Vejamos por quê:

1. Embora o número de pessoas com fome tenha

aumentado, na comparação com o percentual da população

mundial, a fome na verdade caiu de 37% da população

em 1969 para pouco mais de 16% da população em 2010.

2. Custa apenas 25 centavos de dólar por dia

alimentar uma criança com todas as vitaminas e os nutrientes

de que ela precisa para crescer saudável.

Internet: www.onu.org.br (com adaptações). Acesso em 4/1/20

O texto preservará a correção gramatical e o sentido original, ao se substituir .

 

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Quantas pessoas passam fome no mundo e onde a

maioria delas vive? Quais são os efeitos da desnutrição

sobre a mente e o corpo, e o que podemos fazer para ajudar

essas pessoas? O Programa Mundial de Alimentos

(PMA) preparou uma lista com fatos essenciais para

entender por que a fome é um grave problema que o mundo

enfrenta hoje.

1. Aproximadamente 925 milhões de pessoas no

mundo não comem o suficiente para serem consideradas

saudáveis. Isso significa que uma em cada sete pessoas no

planeta vai para a cama com fome todas as noites.

2. Bem mais que a metade dos famintos do

mundo — cerca de 578 milhões de pessoas — vivem na Ásia

e na região do Pacífico. A África responde por pouco mais de

um quarto da população com fome do mundo.

3. A fome é o número um na lista dos 10 maiores

riscos para a saúde, porque ela mata mais pessoas

anualmente do que AIDS, malária e tuberculose juntas.

4. Um terço das mortes entre crianças menores de

cinco anos de idade nos países em desenvolvimento está

ligado à desnutrição.

5. Os primeiros 1.000 dias da vida de uma criança,

desde a gravidez até os dois anos de idade, são a janela

crítica para combater a desnutrição. Uma dieta adequada

nesse período pode protegê-las contra o nanismo mental e

físico, duas consequências da desnutrição.

6. Mães desnutridas muitas vezes dão à luz bebês

abaixo do peso. Essas crianças têm 20% mais probabilidade

de morrer antes dos cinco anos de idade. Cerca de

milhões de crianças nascem abaixo do peso a cada ano.

7. Em 2050, as alterações climáticas e os padrões

climáticos irregulares levarão mais de 24 milhões de crianças

à fome. Quase metade dessas crianças vive na África

Subsaariana.

A fome é um grande problema solucionável que o

mundo enfrenta hoje. Vejamos por quê:

1. Embora o número de pessoas com fome tenha

aumentado, na comparação com o percentual da população

mundial, a fome na verdade caiu de 37% da população

em 1969 para pouco mais de 16% da população em 2010.

2. Custa apenas 25 centavos de dólar por dia

alimentar uma criança com todas as vitaminas e os nutrientes

de que ela precisa para crescer saudável.

Internet: www.onu.org.br (com adaptações). Acesso em 4/1/20

Assinale a alternativa que reescreve passagem do texto com preservação da correção gramatical e do sentido original.

 

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O conhecimento não está mais no cérebro das

pessoas, mas na rede que interliga os indivíduos pensantes.

Essa é a polêmica tese defendida pelo norte-americano

David Weinberger, da Universidade de Harvard, no livro Too

Big to Know (Grande demais para ser entendido), que acaba

de ser lançado no mercado.

Noutras palavras, o que Weinberger sugere é que não

é mais possível separar os indivíduos das estruturas de

interatividade. A cultura tradicional baseia-se no fato de que o

conhecimento bem como a sabedoria são atributos

exclusivamente humanos, embora se expressem por meio de

escritos, imagens ou sons.

Na era digital e da avalancha informativa, o volume de

conhecimento ganhou proporções ciclópicas e já não pode

mais ser administrado apenas por mentes privilegiadas. O

binômio homem/rede seria a alternativa para processar os

1,27 zetabytes de informação que são atualmente publicados

na Web a cada 12 meses. É o equivalente a 600 quatrilhões

de páginas datilografadas, ou uma quantidade de

documentos 84 milhões de vezes maior que todo o acervo da

Biblioteca do Congresso dos EUA (a maior do mundo).

Cada ser humano teria de ler, por ano, 100 milhões de

páginas datilografadas de 30 linhas para dar conta de tudo o

que é produzido no planeta em matéria de informação. Uma

tarefa impraticável porque significaria ler 11.415 páginas por

hora, dia e noite sem parar, ou 190 por minuto.

Esses números indicam que a mente humana já não é

mais materialmente capaz de dar conta da absorção de tal

quantidade de dados usando apenas os cinco sentidos. Esse

conhecimento, por motivos óbvios, não está mais apenas no

cérebro humano. Ele está também nas redes virtuais que

interconectam os cérebros humanos e disponibilizam os

dados, as informações e os conhecimentos procurados.

Um sábio já não chega a essa condição apenas

absorvendo informação, mas participando de redes. Sem

elas, não passaria de um ser comum.

E se Weinberger estiver certo, a tecnologia torna-se

ainda mais relevante para o conhecimento humano, porque

sem ela até as redes acabarão sendo soterradas pela

avalancha informativa que não para de crescer. Só o material

produzido por empresas, governos, escolas e universidades,

tanto em papel como em formato digital, cresce ao

vertiginoso ritmo de 65% ao ano. Usando o cálculo feito pelo

estudo The Age of Exabytes, em 2013 teríamos de ler quase

mil páginas por hora, ou 316 por minuto.

Se formos pensar em termos de notícias, fica claro,

sem precisar fazer exercícios matemáticos, que é impossível

a um ser humano se dizer bem informado hoje em dia se não

estiver conectado a uma ou mais redes. Não dá para ler

quatro edições completas de um grande jornal em um

minuto.

Internet: http://observatoriodaimprensa.com.br (com adaptações). Acesso em 13/2/2012.

Assinale a alternativa que reescreve passagem do texto com preservação da correção gramatical e do sentido original.

 

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O conhecimento não está mais no cérebro das

pessoas, mas na rede que interliga os indivíduos pensantes.

Essa é a polêmica tese defendida pelo norte-americano

David Weinberger, da Universidade de Harvard, no livro Too

Big to Know (Grande demais para ser entendido), que acaba

de ser lançado no mercado.

Noutras palavras, o que Weinberger sugere é que não

é mais possível separar os indivíduos das estruturas de

interatividade. A cultura tradicional baseia-se no fato de que o

conhecimento bem como a sabedoria são atributos

exclusivamente humanos, embora se expressem por meio de

escritos, imagens ou sons.

Na era digital e da avalancha informativa, o volume de

conhecimento ganhou proporções ciclópicas e já não pode

mais ser administrado apenas por mentes privilegiadas. O

binômio homem/rede seria a alternativa para processar os

1,27 zetabytes de informação que são atualmente publicados

na Web a cada 12 meses. É o equivalente a 600 quatrilhões

de páginas datilografadas, ou uma quantidade de

documentos 84 milhões de vezes maior que todo o acervo da

Biblioteca do Congresso dos EUA (a maior do mundo).

Cada ser humano teria de ler, por ano, 100 milhões de

páginas datilografadas de 30 linhas para dar conta de tudo o

que é produzido no planeta em matéria de informação. Uma

tarefa impraticável porque significaria ler 11.415 páginas por

hora, dia e noite sem parar, ou 190 por minuto.

Esses números indicam que a mente humana já não é

mais materialmente capaz de dar conta da absorção de tal

quantidade de dados usando apenas os cinco sentidos. Esse

conhecimento, por motivos óbvios, não está mais apenas no

cérebro humano. Ele está também nas redes virtuais que

interconectam os cérebros humanos e disponibilizam os

dados, as informações e os conhecimentos procurados.

Um sábio já não chega a essa condição apenas

absorvendo informação, mas participando de redes. Sem

elas, não passaria de um ser comum.

E se Weinberger estiver certo, a tecnologia torna-se

ainda mais relevante para o conhecimento humano, porque

sem ela até as redes acabarão sendo soterradas pela

avalancha informativa que não para de crescer. Só o material

produzido por empresas, governos, escolas e universidades,

tanto em papel como em formato digital, cresce ao

vertiginoso ritmo de 65% ao ano. Usando o cálculo feito pelo

estudo The Age of Exabytes, em 2013 teríamos de ler quase

mil páginas por hora, ou 316 por minuto.

Se formos pensar em termos de notícias, fica claro,

sem precisar fazer exercícios matemáticos, que é impossível

a um ser humano se dizer bem informado hoje em dia se não

estiver conectado a uma ou mais redes. Não dá para ler

quatro edições completas de um grande jornal em um

minuto.

Internet: http://observatoriodaimprensa.com.br (com adaptações). Acesso em 13/2/2012.

Assinale a alternativa que interpreta adequadamente ideias do texto.

 

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Quantas pessoas passam fome no mundo e onde a

maioria delas vive? Quais são os efeitos da desnutrição

sobre a mente e o corpo, e o que podemos fazer para ajudar

essas pessoas? O Programa Mundial de Alimentos

(PMA) preparou uma lista com fatos essenciais para

entender por que a fome é um grave problema que o mundo

enfrenta hoje.

1. Aproximadamente 925 milhões de pessoas no

mundo não comem o suficiente para serem consideradas

saudáveis. Isso significa que uma em cada sete pessoas no

planeta vai para a cama com fome todas as noites.

2. Bem mais que a metade dos famintos do

mundo — cerca de 578 milhões de pessoas — vivem na Ásia

e na região do Pacífico. A África responde por pouco mais de

um quarto da população com fome do mundo.

3. A fome é o número um na lista dos 10 maiores

riscos para a saúde, porque ela mata mais pessoas

anualmente do que AIDS, malária e tuberculose juntas.

4. Um terço das mortes entre crianças menores de

cinco anos de idade nos países em desenvolvimento está

ligado à desnutrição.

5. Os primeiros 1.000 dias da vida de uma criança,

desde a gravidez até os dois anos de idade, são a janela

crítica para combater a desnutrição. Uma dieta adequada

nesse período pode protegê-las contra o nanismo mental e

físico, duas consequências da desnutrição.

6. Mães desnutridas muitas vezes dão à luz bebês

abaixo do peso. Essas crianças têm 20% mais probabilidade

de morrer antes dos cinco anos de idade. Cerca de

milhões de crianças nascem abaixo do peso a cada ano.

7. Em 2050, as alterações climáticas e os padrões

climáticos irregulares levarão mais de 24 milhões de crianças

à fome. Quase metade dessas crianças vive na África

Subsaariana.

A fome é um grande problema solucionável que o

mundo enfrenta hoje. Vejamos por quê:

1. Embora o número de pessoas com fome tenha

aumentado, na comparação com o percentual da população

mundial, a fome na verdade caiu de 37% da população

em 1969 para pouco mais de 16% da população em 2010.

2. Custa apenas 25 centavos de dólar por dia

alimentar uma criança com todas as vitaminas e os nutrientes

de que ela precisa para crescer saudável.

Internet: www.onu.org.br (com adaptações). Acesso em 4/1/20

Assinale a alternativa que reescreve passagem do texto com preservação da correção gramatical e do sentido original.

 

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Questão presente nas seguintes provas

O conhecimento não está mais no cérebro das

pessoas, mas na rede que interliga os indivíduos pensantes.

Essa é a polêmica tese defendida pelo norte-americano

David Weinberger, da Universidade de Harvard, no livro Too

Big to Know (Grande demais para ser entendido), que acaba

de ser lançado no mercado.

Noutras palavras, o que Weinberger sugere é que não

é mais possível separar os indivíduos das estruturas de

interatividade. A cultura tradicional baseia-se no fato de que o

conhecimento bem como a sabedoria são atributos

exclusivamente humanos, embora se expressem por meio de

escritos, imagens ou sons.

Na era digital e da avalancha informativa, o volume de

conhecimento ganhou proporções ciclópicas e já não pode

mais ser administrado apenas por mentes privilegiadas. O

binômio homem/rede seria a alternativa para processar os

1,27 zetabytes de informação que são atualmente publicados

na Web a cada 12 meses. É o equivalente a 600 quatrilhões

de páginas datilografadas, ou uma quantidade de

documentos 84 milhões de vezes maior que todo o acervo da

Biblioteca do Congresso dos EUA (a maior do mundo).

Cada ser humano teria de ler, por ano, 100 milhões de

páginas datilografadas de 30 linhas para dar conta de tudo o

que é produzido no planeta em matéria de informação. Uma

tarefa impraticável porque significaria ler 11.415 páginas por

hora, dia e noite sem parar, ou 190 por minuto.

Esses números indicam que a mente humana já não é

mais materialmente capaz de dar conta da absorção de tal

quantidade de dados usando apenas os cinco sentidos. Esse

conhecimento, por motivos óbvios, não está mais apenas no

cérebro humano. Ele está também nas redes virtuais que

interconectam os cérebros humanos e disponibilizam os

dados, as informações e os conhecimentos procurados.

Um sábio já não chega a essa condição apenas

absorvendo informação, mas participando de redes. Sem

elas, não passaria de um ser comum.

E se Weinberger estiver certo, a tecnologia torna-se

ainda mais relevante para o conhecimento humano, porque

sem ela até as redes acabarão sendo soterradas pela

avalancha informativa que não para de crescer. Só o material

produzido por empresas, governos, escolas e universidades,

tanto em papel como em formato digital, cresce ao

vertiginoso ritmo de 65% ao ano. Usando o cálculo feito pelo

estudo The Age of Exabytes, em 2013 teríamos de ler quase

mil páginas por hora, ou 316 por minuto.

Se formos pensar em termos de notícias, fica claro,

sem precisar fazer exercícios matemáticos, que é impossível

a um ser humano se dizer bem informado hoje em dia se não

estiver conectado a uma ou mais redes. Não dá para ler

quatro edições completas de um grande jornal em um

minuto.

Internet: http://observatoriodaimprensa.com.br (com adaptações). Acesso em 13/2/2012.

O texto preservará a correção gramatical e o sentido original caso se substitua:

 

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Em relação ao direito à educação e ao dever de educar previstos na Lei n.º 9.394/1996, assinale a alternativa correta.

Questão Anulada

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