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O Texto 3, publicado em 17 de outubro de 2004, serve de base para responder a questão.
Texto 3
Cérebro vive conflito constante entre razão e emoção, diz estudo.
O cérebro humano enfrenta um conflito permanente entre seu centro de emoção, que procura a satisfação imediata, e a zona da razão, que privilegia os objetivos em longo prazo, revela uma pesquisa publicada nesta sexta-feira pela revista americana "Science".
Os pesquisadores de quatro universidades, entre elas Harvard e Carnegie Mellon, descobriram que duas áreas do cérebro disputam permanentemente o controle do comportamento de uma pessoa avaliando as decisões entre a satisfação imediata e os objetivos em longo prazo.
O estudo faz parte da "neuroeconomia", uma disciplina emergente que analisa os processos mentais e neurológicos ligados às decisões micro-econômicas do consumidor.
"Esta pesquisa, como as precedentes, mostra que raramente agimos apenas por um impulso", destacou Jonathan Cohen, professor da Universidade de Pittsburgh (Pensilvânia).
"Temos diferentes sistemas neurológicos que entram em ação para resolver diversos tipos de problemas e nosso comportamento é ditado pela competição ou cooperação entre eles".
Os cientistas examinaram particularmente as opções de consumo, onde as escolhas de curto prazo são menos racionais que as decisões em longo prazo.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u12557.shtml. Acesso em 12 de maio de 2010.
Sobre alguns elementos formais do texto, está INCORRETA a seguinte análise:
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Leia o texto a seguir, no qual se baseia a questão.
Texto 1
USE SEU CÉREBRO INTEIRO
Jill Bolte Taylor era uma cientista – uma neurocientista respeitada, chefe de laboratório. Uma mulher racional, responsável, ocupada, cheia de responsabilidades, autora de artigos com nomes indecifráveis, tipo “Colocalização de decarboxilase de glutamato, hidroxilase de tirasina e imunorreatividade de serotonina no córtex pré-frontal médio de ratos”.
Aí, numa certa manhã de 1996, quando tinha 37 anos, ela teve um derrame cerebral que paralisou o lado esquerdo do seu cérebro e mudou sua vida para sempre. Hoje ela é uma celebridade. Tem milhões de fãs – os adolescentes a adoram. Toca violão, faz vitrais coloridos, prega a paz e leva uma vida de artista. Não pesquisa mais com ratos (porque acha que é crueldade), conversa sobre viver em harmonia com o Universo e está seriamente empenhada em “mudar o mundo”. (...)
Em 2008, 250.000 pessoas já haviam assistido a uma palestra de 19 minutos feita por Jill logo depois de ter ido ao ar no site do TED. Seis semanas depois, a revista Time escolheu Jill como uma das 100 pessoas mais influentes da Terra. Em seguida, a apresentadora de TV Oprah Winfrey, talvez a maior celebridade televisiva americana, convidou Jill para uma longa entrevista no seu programa. Seu livro virou um mega best seller, traduzido em dezenas de línguas (no Brasil ele se chama “A cientista que curou seu próprio cérebro”). Hoje ela vive dando palestras, pedindo doações para pesquisas neurológicas, inspirando pacientes de derrames e viajando o mundo.
Perguntei para ela se o derrame a transformou numa hippie. Ela negou enfaticamente. “Hippies tomavam drogas. Eu não defendo drogas. O que eu defendo é que encontremos um equilíbrio entre o lado direito e o esquerdo dos nossos cérebros.”
O lado direito do cérebro é o lado criativo – o lado do aqui e agora, da experiência, o que nos faz sentirmos parte do Universo, o que cria a sensação de que há um fluxo de energia no mundo e que fazemos parte dele. O lado esquerdo é o racional, o analítico – aquele que passa o tempo todo focado no passado e no futuro e que nos dá um senso de individualidade, de que somos seres separados do resto do Universo. O derrame paralisou o lado esquerdo do cérebro de Jill – justo o seu lado dominante, já que ela era uma pessoa imensamente racional. Sua recuperação foi longa e trabalhosa – ela teve até que reaprender a ler. Mas, ao longo do processo, ela teve várias revelações sobre como o cérebro funciona de verdade.
Por exemplo, ela percebeu que a civilização ocidental, supostamente em nome da “racionalidade”, está subjugando o lado direito do cérebro. Achamos “ingênua” qualquer ideia vinda dele. E não tem nada de racional nisso. É na verdade uma burrice: jogamos fora 50% da nossa capacidade cerebral.
Ela me disse: “há muitas divisões no mundo: homens e mulheres, esquerda e direita, brancos e negros. E, enquanto isso, estamos matando o planeta. Precisamos ir além dessas divisões e trabalhar juntos para fazer com que a vida seja melhor.” Parece papo de hippie.
BURGIERMAN, Denis Russo. Use seu cérebro inteiro. Disponível em http://veja.abril.com.br/blog/denis-russo/
Acesso em 18 maio de 2010. (texto modificado)Mas é uma neurocientista falando.
As aspas utilizadas no Texto 1 NÃO se prestam a:
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No diabetes mellitus tipo 2, as duas alterações características são:
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Leia o texto a seguir, no qual se baseia a questão.
Texto 1
USE SEU CÉREBRO INTEIRO
Jill Bolte Taylor era uma cientista – uma neurocientista respeitada, chefe de laboratório. Uma mulher racional, responsável, ocupada, cheia de responsabilidades, autora de artigos com nomes indecifráveis, tipo “Colocalização de decarboxilase de glutamato, hidroxilase de tirasina e imunorreatividade de serotonina no córtex pré-frontal médio de ratos”.
Aí, numa certa manhã de 1996, quando tinha 37 anos, ela teve um derrame cerebral que paralisou o lado esquerdo do seu cérebro e mudou sua vida para sempre. Hoje ela é uma celebridade. Tem milhões de fãs – os adolescentes a adoram. Toca violão, faz vitrais coloridos, prega a paz e leva uma vida de artista. Não pesquisa mais com ratos (porque acha que é crueldade), conversa sobre viver em harmonia com o Universo e está seriamente empenhada em “mudar o mundo”. (...)
Em 2008, 250.000 pessoas já haviam assistido a uma palestra de 19 minutos feita por Jill logo depois de ter ido ao ar no site do TED. Seis semanas depois, a revista Time escolheu Jill como uma das 100 pessoas mais influentes da Terra. Em seguida, a apresentadora de TV Oprah Winfrey, talvez a maior celebridade televisiva americana, convidou Jill para uma longa entrevista no seu programa. Seu livro virou um mega best seller, traduzido em dezenas de línguas (no Brasil ele se chama “A cientista que curou seu próprio cérebro”). Hoje ela vive dando palestras, pedindo doações para pesquisas neurológicas, inspirando pacientes de derrames e viajando o mundo.
Perguntei para ela se o derrame a transformou numa hippie. Ela negou enfaticamente. “Hippies tomavam drogas. Eu não defendo drogas. O que eu defendo é que encontremos um equilíbrio entre o lado direito e o esquerdo dos nossos cérebros.”
O lado direito do cérebro é o lado criativo – o lado do aqui e agora, da experiência, o que nos faz sentirmos parte do Universo, o que cria a sensação de que há um fluxo de energia no mundo e que fazemos parte dele. O lado esquerdo é o racional, o analítico – aquele que passa o tempo todo focado no passado e no futuro e que nos dá um senso de individualidade, de que somos seres separados do resto do Universo. O derrame paralisou o lado esquerdo do cérebro de Jill – justo o seu lado dominante, já que ela era uma pessoa imensamente racional. Sua recuperação foi longa e trabalhosa – ela teve até que reaprender a ler. Mas, ao longo do processo, ela teve várias revelações sobre como o cérebro funciona de verdade.
Por exemplo, ela percebeu que a civilização ocidental, supostamente em nome da “racionalidade”, está subjugando o lado direito do cérebro. Achamos “ingênua” qualquer ideia vinda dele. E não tem nada de racional nisso. É na verdade uma burrice: jogamos fora 50% da nossa capacidade cerebral.
Ela me disse: “há muitas divisões no mundo: homens e mulheres, esquerda e direita, brancos e negros. E, enquanto isso, estamos matando o planeta. Precisamos ir além dessas divisões e trabalhar juntos para fazer com que a vida seja melhor.” Parece papo de hippie.
BURGIERMAN, Denis Russo. Use seu cérebro inteiro. Disponível em http://veja.abril.com.br/blog/denis-russo/
Acesso em 18 maio de 2010. (texto modificado)Mas é uma neurocientista falando.
O texto a seguir serve de base para responder a questão.
Texto 2

Fonte: http://chadecerebro.files.wordpress.com/2009/08/calvin_hobbes.jpg. Acesso em: 5 de maio de 2010.
É possível estabelecer uma relação de equivalência entre o que está expresso no Texto 2 e o que defende o Texto 1. Marque a alternativa que NÃO comprova essa relação:
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Como age o anti-depressivo venlafaxina?
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O uso de nitratos está contra-indicado no quadro de IAM em que o paciente tenha feito uso recente de qual das drogas a seguir?
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Leia o texto a seguir, no qual se baseia a questão.
Texto 1
USE SEU CÉREBRO INTEIRO
Jill Bolte Taylor era uma cientista – uma neurocientista respeitada, chefe de laboratório. Uma mulher racional, responsável, ocupada, cheia de responsabilidades, autora de artigos com nomes indecifráveis, tipo “Colocalização de decarboxilase de glutamato, hidroxilase de tirasina e imunorreatividade de serotonina no córtex pré-frontal médio de ratos”.
Aí, numa certa manhã de 1996, quando tinha 37 anos, ela teve um derrame cerebral que paralisou o lado esquerdo do seu cérebro e mudou sua vida para sempre. Hoje ela é uma celebridade.!$ ^{(A)} !$ Tem milhões de fãs – os adolescentes a adoram. Toca violão, faz vitrais coloridos, prega a paz e leva uma vida de artista. Não pesquisa mais com ratos (porque acha que é crueldade), conversa sobre viver em harmonia com o Universo e está seriamente empenhada em “mudar o mundo”. (...)
Em 2008, 250.000 pessoas já haviam assistido a uma palestra de 19 minutos feita por Jill logo depois de ter ido ao ar no site do TED. Seis semanas depois, a revista Time escolheu Jill como uma das 100 pessoas mais influentes da Terra. Em seguida, a apresentadora de TV Oprah Winfrey, talvez a maior celebridade televisiva americana, convidou Jill para uma longa entrevista no seu programa.!$ ^{(D)} !$ Seu livro virou um mega best seller, traduzido em dezenas de línguas (no Brasil ele se chama “A cientista que curou seu próprio cérebro!$ ^{(C)} !$”). Hoje ela vive dando palestras, pedindo doações para pesquisas neurológicas, inspirando pacientes de derrames e viajando o mundo.
Perguntei para ela se o derrame a transformou numa hippie. Ela negou enfaticamente. “Hippies tomavam drogas. Eu não defendo drogas. O que eu defendo é que encontremos um equilíbrio entre o lado direito e o esquerdo dos nossos cérebros.”
O lado direito do cérebro é o lado criativo – o lado do aqui e agora, da experiência, o que nos faz sentirmos parte do Universo, o que cria a sensação de que há um fluxo de energia no mundo e que fazemos parte dele. O lado esquerdo é o racional, o analítico – aquele que passa o tempo todo focado no passado e no futuro e que nos dá um senso de individualidade, de que somos seres separados do resto do Universo. O derrame paralisou o lado esquerdo do cérebro de Jill – justo o seu lado dominante, já que ela era uma pessoa imensamente racional. Sua recuperação foi longa e trabalhosa – ela teve até que reaprender a ler. Mas, ao longo do processo, ela teve várias revelações sobre como o cérebro funciona de verdade.
Por exemplo, ela percebeu que a civilização ocidental, supostamente em nome da “racionalidade”, está subjugando o lado direito do cérebro. Achamos “ingênua” qualquer ideia vinda dele.!$ ^{(B)} !$ E não tem nada de racional nisso. É na verdade uma burrice: jogamos fora 50% da nossa capacidade cerebral.
Ela me disse: “há muitas divisões no mundo: homens e mulheres, esquerda e direita, brancos e negros. E, enquanto isso, estamos matando o planeta. Precisamos ir além dessas divisões e trabalhar juntos para fazer com que a vida seja melhor.” Parece papo de hippie.
BURGIERMAN, Denis Russo. Use seu cérebro inteiro. Disponível em http://veja.abril.com.br/blog/denis-russo/
Acesso em 18 maio de 2010. (texto modificado)Mas é uma neurocientista falando.
Nos processos de coesão textual, há vocábulos que substituem palavras, expressões ou ideias anteriormente expostas. Assinale a alternativa que NÃO contenha o termo recuperado, entre parênteses, pelo vocábulo grifado:
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Leia o texto a seguir, no qual se baseia a questão.
Texto 1
USE SEU CÉREBRO INTEIRO
Jill Bolte Taylor era uma cientista – uma neurocientista respeitada, chefe de laboratório. Uma mulher racional, responsável, ocupada, cheia de responsabilidades, autora de artigos com nomes indecifráveis, tipo “Colocalização de decarboxilase de glutamato, hidroxilase de tirasina e imunorreatividade de serotonina no córtex pré-frontal médio de ratos”.
Aí, numa certa manhã de 1996, quando tinha 37 anos, ela teve um derrame cerebral que paralisou o lado esquerdo do seu cérebro e mudou sua vida para sempre. Hoje ela é uma celebridade. Tem milhões de fãs – os adolescentes a adoram. Toca violão, faz vitrais coloridos, prega a paz e leva uma vida de artista. Não pesquisa mais com ratos (porque acha que é crueldade), conversa sobre viver em harmonia com o Universo e está seriamente empenhada em “mudar o mundo”. (...)
Em 2008, 250.000 pessoas já haviam assistido a uma palestra de 19 minutos feita por Jill logo depois de ter ido ao ar no site do TED. Seis semanas depois, a revista Time escolheu Jill como uma das 100 pessoas mais influentes da Terra. Em seguida, a apresentadora de TV Oprah Winfrey, talvez a maior celebridade televisiva americana, convidou Jill para uma longa entrevista no seu programa. Seu livro virou um mega best seller, traduzido em dezenas de línguas (no Brasil ele se chama “A cientista que curou seu próprio cérebro”). Hoje ela vive dando palestras, pedindo doações para pesquisas neurológicas, inspirando pacientes de derrames e viajando o mundo.
Perguntei para ela se o derrame a transformou numa hippie. Ela negou enfaticamente. “Hippies tomavam drogas. Eu não defendo drogas. O que eu defendo é que encontremos um equilíbrio entre o lado direito e o esquerdo dos nossos cérebros.”
O lado direito do cérebro é o lado criativo – o lado do aqui e agora, da experiência, o que nos faz sentirmos parte do Universo, o que cria a sensação de que há um fluxo de energia no mundo e que fazemos parte dele. O lado esquerdo é o racional, o analítico – aquele que passa o tempo todo focado no passado e no futuro e que nos dá um senso de individualidade, de que somos seres separados do resto do Universo. O derrame paralisou o lado esquerdo do cérebro de Jill – justo o seu lado dominante, já que ela era uma pessoa imensamente racional. Sua recuperação foi longa e trabalhosa – ela teve até que reaprender a ler. Mas, ao longo do processo, ela teve várias revelações sobre como o cérebro funciona de verdade.
Por exemplo, ela percebeu que a civilização ocidental, supostamente em nome da “racionalidade”, está subjugando o lado direito do cérebro. Achamos “ingênua” qualquer ideia vinda dele. E não tem nada de racional nisso. É na verdade uma burrice: jogamos fora 50% da nossa capacidade cerebral.
Ela me disse: “há muitas divisões no mundo: homens e mulheres, esquerda e direita, brancos e negros. E, enquanto isso, estamos matando o planeta. Precisamos ir além dessas divisões e trabalhar juntos para fazer com que a vida seja melhor.” Parece papo de hippie.Mas é uma neurocientista falando.
BURGIERMAN, Denis Russo. Use seu cérebro inteiro. Disponível em http://veja.abril.com.br/blog/denis-russo/
Acesso em 18 maio de 2010. (texto modificado)Mas é uma neurocientista falando.
No que se refere ao trecho “Há muitas divisões no mundo: homens e mulheres, esquerda e direita, brancos e negros.” , está INCORRETA a seguinte análise:
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Estão relacionados à hipertensão porta da doença esquistossomótica:
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Das drogas a seguir, usadas no tratamento da Tuberculose, aquela que apresenta mais frequentemente efeitos nefrotóxicos e ototóxicos é:
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