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Observe a imagem a seguir:

Fonte: http://static.blogstorage.hi-pi.com/photos/aurearita.spaceblog.com.br/images/gd/1259270696/AInterdisciplinaridade-
e-uma-questao-de-opcao.jpg. Acesso em 20/05/2010.
As seguintes afirmações sobre o projeto político-pedagógico numa gestão democrática da escola estão corretas, EXCETO:
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A partir do Decreto Nº 5.154/2004, que regulamenta o § 2º do artigo 36 e os artigos 39 a 41 da LDB (9394/96), é CORRETO afirmar:
I- Os cursos técnicos de nível médio poderão ser organizados em etapas com terminalidades, propiciando ao educando a obtenção de certificado de qualificação profissional para o trabalho.
II- Prevê a articulação da Educação Profissional Técnica de Nível Médio com o Ensino Médio apenas na forma integrada.
III- Prevê a articulação da Educação Profissional Técnica de Nível Médio com o Ensino Médio somente nas formas subsequente e concomitante.
IV- Nos cursos técnicos de nível médio oferecidos na forma concomitante, a construção do projeto do curso deverá priorizar a carga horária correspondente à preparação para o exercício da profissão técnica.
V- Os cursos e programas de formação inicial e continuada de trabalhadores deverão, preferencialmente, articular-se com os cursos de Educação de Jovens e Adultos.
Assinale a alternativa CORRETA:
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O Texto 3, publicado em 17 de outubro de 2004, serve de base para responder a questão.
Texto 3
Cérebro vive conflito constante entre razão e emoção, diz estudo.
O cérebro humano enfrenta um conflito permanente entre seu centro de emoção, que procura a satisfação imediata, e a zona da razão, que privilegia os objetivos em longo prazo, revela uma pesquisa publicada nesta sexta-feira pela revista americana "Science".
Os pesquisadores de quatro universidades, entre elas Harvard e Carnegie Mellon, descobriram que duas áreas do cérebro disputam permanentemente o controle do comportamento de uma pessoa avaliando as decisões entre a satisfação imediata e os objetivos em longo prazo.
O estudo faz parte da "neuroeconomia", uma disciplina emergente que analisa os processos mentais e neurológicos ligados às decisões micro-econômicas do consumidor.
"Esta pesquisa, como as precedentes, mostra que raramente agimos apenas por um impulso", destacou Jonathan Cohen, professor da Universidade de Pittsburgh (Pensilvânia).
"Temos diferentes sistemas neurológicos que entram em ação para resolver diversos tipos de problemas e nosso comportamento é ditado pela competição ou cooperação entre eles".
Os cientistas examinaram particularmente as opções de consumo, onde as escolhas de curto prazo são menos racionais que as decisões em longo prazo.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u12557.shtml. Acesso em 12 de maio de 2010.
Sobre alguns elementos formais do texto, está INCORRETA a seguinte análise:
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Leia o texto a seguir, no qual se baseia a questão.
Texto 1
USE SEU CÉREBRO INTEIRO
Jill Bolte Taylor era uma cientista – uma neurocientista respeitada, chefe de laboratório. Uma mulher racional, responsável, ocupada, cheia de responsabilidades, autora de artigos com nomes indecifráveis, tipo “Colocalização de decarboxilase de glutamato, hidroxilase de tirasina e imunorreatividade de serotonina no córtex pré-frontal médio de ratos”.
Aí, numa certa manhã de 1996, quando tinha 37 anos, ela teve um derrame cerebral que paralisou o lado esquerdo do seu cérebro e mudou sua vida para sempre. Hoje ela é uma celebridade. Tem milhões de fãs – os adolescentes a adoram. Toca violão, faz vitrais coloridos, prega a paz e leva uma vida de artista. Não pesquisa mais com ratos (porque acha que é crueldade), conversa sobre viver em harmonia com o Universo e está seriamente empenhada em “mudar o mundo”. (...)
Em 2008, 250.000 pessoas já haviam assistido a uma palestra de 19 minutos feita por Jill logo depois de ter ido ao ar no site do TED. Seis semanas depois, a revista Time escolheu Jill como uma das 100 pessoas mais influentes da Terra. Em seguida, a apresentadora de TV Oprah Winfrey, talvez a maior celebridade televisiva americana, convidou Jill para uma longa entrevista no seu programa. Seu livro virou um mega best seller, traduzido em dezenas de línguas (no Brasil ele se chama “A cientista que curou seu próprio cérebro”). Hoje ela vive dando palestras, pedindo doações para pesquisas neurológicas, inspirando pacientes de derrames e viajando o mundo.
Perguntei para ela se o derrame a transformou numa hippie. Ela negou enfaticamente. “Hippies tomavam drogas. Eu não defendo drogas. O que eu defendo é que encontremos um equilíbrio entre o lado direito e o esquerdo dos nossos cérebros.”
O lado direito do cérebro é o lado criativo – o lado do aqui e agora, da experiência, o que nos faz sentirmos parte do Universo, o que cria a sensação de que há um fluxo de energia no mundo e que fazemos parte dele. O lado esquerdo é o racional, o analítico – aquele que passa o tempo todo focado no passado e no futuro e que nos dá um senso de individualidade, de que somos seres separados do resto do Universo. O derrame paralisou o lado esquerdo do cérebro de Jill – justo o seu lado dominante, já que ela era uma pessoa imensamente racional. Sua recuperação foi longa e trabalhosa – ela teve até que reaprender a ler. Mas, ao longo do processo, ela teve várias revelações sobre como o cérebro funciona de verdade.
Por exemplo, ela percebeu que a civilização ocidental, supostamente em nome da “racionalidade”, está subjugando o lado direito do cérebro. Achamos “ingênua” qualquer ideia vinda dele. E não tem nada de racional nisso. É na verdade uma burrice: jogamos fora 50% da nossa capacidade cerebral.
Ela me disse: “há muitas divisões no mundo: homens e mulheres, esquerda e direita, brancos e negros. E, enquanto isso, estamos matando o planeta. Precisamos ir além dessas divisões e trabalhar juntos para fazer com que a vida seja melhor.” Parece papo de hippie.
BURGIERMAN, Denis Russo. Use seu cérebro inteiro. Disponível em http://veja.abril.com.br/blog/denis-russo/
Acesso em 18 maio de 2010. (texto modificado)Mas é uma neurocientista falando.
As aspas utilizadas no Texto 1 NÃO se prestam a:
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Em “Pedagogia da Autonomia”, Paulo Freire (1996) relata algumas histórias que ele vivenciou para exemplificar e refletir sobre as discussões que apresenta em seu livro.
Leia as histórias relatadas pelo autor a seguir e responda a questão.
História 01
“É exemplar a resposta que recebi de mulher sofrida, em São Francisco, Califórnia, numa instituição católica de assistência aos pobres. Falava com dificuldade do problema que a afligia e eu, quase sem ter o que dizer, afirmei indagando: ‘Você é norte-americana, não é?’
‘Não. Sou pobre’, respondeu como se estivesse pedindo desculpas à ‘norte-americanidade’ por seu insucesso na vida.” (p. 92-93).
História 02
“Nunca me esqueço, na história já longa de minha memória, de um desses gestos de professor que tive na adolescência remota. (...) Estava sendo, então, um adolescente inseguro, vendo-me como um corpo anguloso e feio, percebendo-me menos capaz do que os outros (...). Qualquer consideração feita por um colega rico da classe já me parecia o chamamento à atenção de minhas fragilidades, de minha
insegurança.
O professor trouxera de casa os nossos trabalhos escolares e, chamando-nos um a um, devolvia-os com o seu ajuizamento. Em certo momento me chama e, olhando ou re-olhando o meu texto, sem dizer palavra, balança a cabeça numa demonstração de respeito e de consideração. O gesto do professor valeu mais do que a própria nota dez que atribuiu à minha redação” (p. 47-48).
História 03
“Recentemente, jovem professor universitário, de opção democrática, comentava comigo o que lhe parecia ter sido um desvio seu no uso de sua autoridade. Disse, constrangido, ter se oposto a que aluno de outra classe continuasse na porta entreaberta de sua sala, a manter uma conversa gesticulada com uma das alunas. Ele tivera inclusive que parar sua fala em face do descompasso que a situação provocava. Para ele, sua decisão, com que devolvera ao espaço pedagógico o necessário clima para continuar sua atividade específica e com a qual restaurara o direito dos estudantes e o seu de prosseguir a prática docente, fora autoritária”(p. 117-118).
Conforme as discussões propostas por Freire (1995) e as situações apresentadas em cada uma das histórias relatadas, analise as afirmações a seguir e marque a alternativa INCORRETA:
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Ao apresentar as tendências pedagógicas, Luckesi (1994) enfatiza que tanto as tendências quanto suas manifestações não são puras nem exclusivas, sendo que, em alguns casos, as tendências se complementam e, em outros, se divergem. A sua classificação e descrição, no entanto, podem funcionar como instrumento de análise para o professor avaliar a sua prática docente. Dessa forma, Luckesi (1994) apresenta em seu livro “Filosofia da Educação” uma caracterização e discussão sobre cada uma das tendências pedagógicas.
Considerando as características de cada uma das tendências pedagógicas a seguir, enumere a segunda coluna de acordo com a primeira, relacionando os elementos citados.
| (1) Tendência Tradicional |
( ) A atuação da escola consiste na preparação intelectual e moral
dos alunos para assumir sua posição na sociedade. O compromisso da escola é com a cultura, os problemas sociais pertencem à sociedade.
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(2) Tendência
Renovada Progressivista
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( ) A atuação da escola consiste na preparação do aluno para o mundo adulto e suas contradições, fornecendo-lhes um instrumental, por meio da aquisição de conteúdos e da socialização, para uma participação organizada e ativa na
democratização da sociedade.
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(3) Tendência
Tecnicista
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( ) O conhecimento resulta da ação a partir dos interesses e necessidades e por isso os conteúdos são definidos em função de experiências que o sujeito vivencia frente a desafios cognitivos e situações problemáticas. Dá-se mais valor aos
processos mentais e habilidades cognitivas do que a conteúdos organizados racionalmente.
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(4) Tendência
Libertadora
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( ) É matéria de ensino apenas o que é redutível ao conhecimento observável e mensurável; os conteúdos decorrem, assim, da ciência objetiva, eliminando-se qualquer sinal de subjetividade. Ênfase nos manuais, livros didáticos, módulos de ensino, dispositivos audiovisuais, etc. |
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(5) Tendência
Libertária
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( ) Baseia-se na participação grupal, estabelecendo mecanismos institucionais de mudança (assembleias, conselhos, eleições, associações, etc.) que se fundamentam nos princípios educativos autogestionários. Espera-se que a escola exerça uma transformação na personalidade dos alunos.
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(6) Tendência
“Crítico-social dos Conteúdos”
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( ) Configura-se numa educação crítica na medida em que questiona concretamente a realidade das relações do homem com a natureza e com os outros homens, visando a uma transformação social. Os conteúdos de ensino são extraídos da problematização da prática de vida dos educandos.
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A sequência CORRETA é:
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Segundo Vasconcellos (2008), “para resgatar o lugar do planejamento na prática escolar, há um elemento fulcral que é o professor se colocar como sujeito do processo educativo. Quem age por condicionamento não carece de planejamento, pois alguém já planejou por ele; seres alienados ‘não precisam’ planejar!” (p. 39 – grifos do autor).
As afirmações a seguir referem-se ao planejamento como perspectiva de transformação, fundamentado pela ressignificação da prática, resgate do trabalho e superação da alienação.
I- O fator decisivo para a significação do planejamento é a percepção, por parte do sujeito, da necessidade de mudança.
II- O projeto ou plano preexistem de modo acabado à sua realização, cabendo ao professor comprometido a sua aplicação prática.
III- No que concerne à perspectiva de transformação, registra-se uma dialética entre o possível e o necessário: ao professor cabe a função de se colocar em prática apenas as ações que sejam realmente necessárias.
IV- Quando há interesse nos resultados, certamente o grupo ou sujeitos vão se envolver no planejamento, a fim de garantir o máximo possível que o resultado almejado venha a se concretizar.
V- O objetivo de todo processo de planejamento é chegar à ação, uma ação fundamentada por uma teoria que, sobretudo, possa servir de guia para a prática.
Estão CORRETAS as afirmações:
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Na educação escolar, o planejamento pode ser desenvolvido em diferentes níveis de abrangência: planejamento do sistema de educação; planejamento da escola; planejamento curricular; projeto de ensino-aprendizagem; projeto de trabalho e planejamento setorial (VASCONCELLOS, 2008).
Considere os diferentes níveis de planejamento a seguir e, buscando relacionar as características específicas de cada um, enumere a segunda coluna de acordo com a primeira:
| 1) Planejamento da escola |
( ) Diz respeito mais estritamente ao aspecto didático e por isso
é o planejamento mais próximo da prática do professor e da
sala de aula.
|
| 2) Projeto de ensino-aprendizagem |
( ) Envolve tanto a dimensão pedagógica quanto a comunitária
e administrativa da escola.
|
| 3) Projeto de trabalho |
( ) Possibilita a gestão democrática da escola por se constituir
num canal de participação efetiva e mobilizar e aglutinar
pessoas em torno de uma causa comum.
|
|
( ) Também é conhecido como Projeto Político-Pedagógico ou
Projeto Educativo, consistindo no plano integral da
instituição.
|
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( ) Refere-se aos projetos de aprendizagem desenvolvidos na
escola por um determinado período, geralmente de caráter
interdisciplinar.
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( ) Pode ser construído pelos alunos, sob a supervisão do
professor. O problema é localizado na realidade, que passa
a ser o guia do trabalho, e não uma estrutura de
conhecimento disciplinar previamente definida.
|
A sequência CORRETA é:
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A gestão democrática da educação é de grande relevância para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária, pois permite a efetiva participação cidadã na construção e gestão do projeto de trabalho na escola. Dessa forma, possibilita a “auto-formação de todos os envolvidos pela e para a ‘leitura’, interpretação, debate e posicionamentos que podem fornecer subsídios para novas políticas, repensando, no exercício da prática profissional, as estruturas de poder autoritário que ainda existem na ampla sociedade e consequentemente, no âmbito educacional e escolar” (FERREIRA, 2009, p. 304- 305).
FERREIRA, Naura Syria Capareto. Gestão Democrática da Educação: ressignificando conceitos e possibilidades. . In: FERREIRA, Naura Syria Carapeto. AGUIAR, Márcia Ângela da S. (orgs.). Gestão da Educação: impasses, perspectivas e compromissos. 7ed. São Paulo: Cortez, 2009, p. 295-316.
Sobre a gestão democrática na escola, pode-se AFIRMAR:
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Leia o texto a seguir, no qual se baseia a questão.
Texto 1
USE SEU CÉREBRO INTEIRO
Jill Bolte Taylor era uma cientista – uma neurocientista respeitada, chefe de laboratório. Uma mulher racional, responsável, ocupada, cheia de responsabilidades, autora de artigos com nomes indecifráveis, tipo “Colocalização de decarboxilase de glutamato, hidroxilase de tirasina e imunorreatividade de serotonina no córtex pré-frontal médio de ratos”.
Aí, numa certa manhã de 1996, quando tinha 37 anos, ela teve um derrame cerebral que paralisou o lado esquerdo do seu cérebro e mudou sua vida para sempre. Hoje ela é uma celebridade. Tem milhões de fãs – os adolescentes a adoram. Toca violão, faz vitrais coloridos, prega a paz e leva uma vida de artista. Não pesquisa mais com ratos (porque acha que é crueldade), conversa sobre viver em harmonia com o Universo e está seriamente empenhada em “mudar o mundo”. (...)
Em 2008, 250.000 pessoas já haviam assistido a uma palestra de 19 minutos feita por Jill logo depois de ter ido ao ar no site do TED. Seis semanas depois, a revista Time escolheu Jill como uma das 100 pessoas mais influentes da Terra. Em seguida, a apresentadora de TV Oprah Winfrey, talvez a maior celebridade televisiva americana, convidou Jill para uma longa entrevista no seu programa. Seu livro virou um mega best seller, traduzido em dezenas de línguas (no Brasil ele se chama “A cientista que curou seu próprio cérebro”). Hoje ela vive dando palestras, pedindo doações para pesquisas neurológicas, inspirando pacientes de derrames e viajando o mundo.
Perguntei para ela se o derrame a transformou numa hippie. Ela negou enfaticamente. “Hippies tomavam drogas. Eu não defendo drogas. O que eu defendo é que encontremos um equilíbrio entre o lado direito e o esquerdo dos nossos cérebros.”
O lado direito do cérebro é o lado criativo – o lado do aqui e agora, da experiência, o que nos faz sentirmos parte do Universo, o que cria a sensação de que há um fluxo de energia no mundo e que fazemos parte dele. O lado esquerdo é o racional, o analítico – aquele que passa o tempo todo focado no passado e no futuro e que nos dá um senso de individualidade, de que somos seres separados do resto do Universo. O derrame paralisou o lado esquerdo do cérebro de Jill – justo o seu lado dominante, já que ela era uma pessoa imensamente racional. Sua recuperação foi longa e trabalhosa – ela teve até que reaprender a ler. Mas, ao longo do processo, ela teve várias revelações sobre como o cérebro funciona de verdade.
Por exemplo, ela percebeu que a civilização ocidental, supostamente em nome da “racionalidade”, está subjugando o lado direito do cérebro. Achamos “ingênua” qualquer ideia vinda dele. E não tem nada de racional nisso. É na verdade uma burrice: jogamos fora 50% da nossa capacidade cerebral.
Ela me disse: “há muitas divisões no mundo: homens e mulheres, esquerda e direita, brancos e negros. E, enquanto isso, estamos matando o planeta. Precisamos ir além dessas divisões e trabalhar juntos para fazer com que a vida seja melhor.” Parece papo de hippie.
BURGIERMAN, Denis Russo. Use seu cérebro inteiro. Disponível em http://veja.abril.com.br/blog/denis-russo/
Acesso em 18 maio de 2010. (texto modificado)Mas é uma neurocientista falando.
O texto a seguir serve de base para responder a questão.
Texto 2

Fonte: http://chadecerebro.files.wordpress.com/2009/08/calvin_hobbes.jpg. Acesso em: 5 de maio de 2010.
É possível estabelecer uma relação de equivalência entre o que está expresso no Texto 2 e o que defende o Texto 1. Marque a alternativa que NÃO comprova essa relação:
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