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TEXTO 1
A libertação se efetiva na prática histórica
Toda colonização - seja antiga, pela invasão dos territórios, seja a moderna, pela integração forçada no mercado mundial - significa sempre um ato de grandíssima violência. Implica o bloqueio do desenvolvimento autônomo de um povo. Representa a submissão de parcelas importantes da cultura, com sua memória, seus valores, suas instituições, sua religião, à outra cultura invasora. Os colonizados de ontem e de hoje são obrigados a assumir formas políticas, hábitos culturais, estilos de comunicação, gêneros de música e modos de produção e de consumo dos colonizadores. Atualmente se verifica uma poderosa “hamburguerização” da cultura culinária e uma “rockiquização” dos estilos musicais. Os que detêm o monopólio do ter, do poder e do saber, controlam os mercados e decidem sobre o que se deve produzir, consumir e exportar. Numa palavra, os colonizados são impedidos de fazer suas próprias escolhas, de tomar as decisões que constroem a sua própria história.
Tal processo é profundamente humilhante para um povo. Produz sofrimentos dilaceradores. A médio e a longo prazo não há razões, quaisquer que sejam, que consigam justificar e tornar aceitável tal sofrimento. Aos poucos ele se torna simplesmente insuportável. Dá origem a um antipoder. Os oprimidos começam a “extrojetar” o opressor que forçosamente hospedam dentro de si. É o tempo maduro para o processo de libertação. Primeiro na mente. Depois na organização. Por fim, na prática.
Libertação significa a ação que liberta a liberdade cativa. É só pela libertação que os oprimidos resgatam a autoestima. Refazem a identidade negada. Reconquistam a pátria dominada. E podem construir uma história autônoma, associada à história de outros povos livres.
BOFF, Leonardo. A águia e a galinha - uma metáfora da condição
humana. Petrópolis, RJ: Vozes, 1997.
TEXTO 2
Pobre menina pobre, colonizaram até seus sonhos
Nos meados do último dezembro, recebi pelo correio uma cartinha dirigida ao Papai Noel. Ela vinha de uma escola municipal de Porto Alegre, enviada por uma menina de 8 anos. No centro de uma folha de papel com dados de identificação e desenhos natalinos, a garota desenhara um grande coração vermelho, dentro do qual escrevera “Papai Noel”.
Acima dele estava escrito o pedido que a carta levava: “Papai Noel, gostaria de ganhar um par de tênis das Meninas Superpoderosas, ou uma Barbie verdadeira, ou uma mochila de rodinhas da Barbie”.
(...)
As grandes corporações empresariais e seus personagens tomaram conta do circuito cultural da infância e da juventude. Parece que um avassalador tsunami arrebatou todas as figuras autóctones das culturas populares locais, substituindo-as pelos novos heróis - alienígenas híbridos disseminados pelo império midiático globalizado. (...) A grande maioria de cartas de crianças ao bom velhinho pedia os mesmos presentes: certas marcas de tênis, as tais mochilas de rodinhas com personagens da mídia, telefones celulares, Barbies e jogos eletrônicos.
(...)
O polêmico livro Império, de Hardt e Negri, trata das alterações por que passam as ideias de nação, povo e soberania, em face das novas tecnologias, da evolução da sociedade e do poder transnacional das grandes corporações. Segundo eles, essa nova forma de supremacia, caracterizadas por permutas econômicas e culturais globais, instaura um império sem centro e sem limites fixos, que incorpora gradativamente o mundo inteiro.
(...)
Precisamos saber mais sobre tudo isso (...) Sobretudo, precisamos saber mais para nos alinharmos a um movimento potencialmente amplo que, segundo Klein (2004), toma corpo no mundo na forma de resistência popular, localmente organizada, mas mundialmente orientada contra o poder corporativo sem fronteiras que se abate sobre nossas vidas e já ameaça se apoderar de nossas almas.
COSTA, Marisa Vorraber (org). A educação na cultura da mídia e do consumo.
Rio de Janeiro: Lamparina, 2009.
As palavras bloqueio e antipoder são formadas respectivamente por:
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1392867
Ano: 2009
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: IFPI
Orgão: IFPI
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: IFPI
Orgão: IFPI
Provas:
Sobre a Unidade Central de Processamento (CPU), é correto afirmar:
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O padrão IEEE que define as redes Ethernet é o:
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- Banco de Dados RelacionalTipos de ChavesChave Candidata
- Banco de Dados RelacionalTipos de ChavesSuperchave
Toda superchave para as quais nenhum subconjunto possa ser uma superchave é denominada:
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TEXTO 1
A libertação se efetiva na prática histórica
Toda colonização - seja antiga, pela invasão dos territórios, seja a moderna, pela integração forçada no mercado mundial - significa sempre um ato de grandíssima violência. Implica o bloqueio do desenvolvimento autônomo de um povo. Representa a submissão de parcelas importantes da cultura, com sua memória, seus valores, suas instituições, sua religião, à outra cultura invasora. Os colonizados de ontem e de hoje são obrigados a assumir formas políticas, hábitos culturais, estilos de comunicação, gêneros de música e modos de produção e de consumo dos colonizadores. Atualmente se verifica uma poderosa “hamburguerização” da cultura culinária e uma “rockiquização” dos estilos musicais. Os que detêm o monopólio do ter, do poder e do saber, controlam os mercados e decidem sobre o que se deve produzir, consumir e exportar. Numa palavra, os colonizados são impedidos de fazer suas próprias escolhas, de tomar as decisões que constroem a sua própria história.
Tal processo é profundamente humilhante para um povo. Produz sofrimentos dilaceradores. A médio e a longo prazo não há razões, quaisquer que sejam, que consigam justificar e tornar aceitável tal sofrimento. Aos poucos ele se torna simplesmente insuportável. Dá origem a um antipoder. Os oprimidos começam a “extrojetar” o opressor que forçosamente hospedam dentro de si. É o tempo maduro para o processo de libertação. Primeiro na mente. Depois na organização. Por fim, na prática.
Libertação significa a ação que liberta a liberdade cativa. É só pela libertação que os oprimidos resgatam a autoestima. Refazem a identidade negada. Reconquistam a pátria dominada. E podem construir uma história autônoma, associada à história de outros povos livres.
BOFF, Leonardo. A águia e a galinha - uma metáfora da condição
humana. Petrópolis, RJ: Vozes, 1997.
TEXTO 2
Pobre menina pobre, colonizaram até seus sonhos
Nos meados do último dezembro, recebi pelo correio uma cartinha dirigida ao Papai Noel. Ela vinha de uma escola municipal de Porto Alegre, enviada por uma menina de 8 anos. No centro de uma folha de papel com dados de identificação e desenhos natalinos, a garota desenhara um grande coração vermelho, dentro do qual escrevera “Papai Noel”.
Acima dele estava escrito o pedido que a carta levava: “Papai Noel, gostaria de ganhar um par de tênis das Meninas Superpoderosas, ou uma Barbie verdadeira, ou uma mochila de rodinhas da Barbie”.
(...)
As grandes corporações empresariais e seus personagens tomaram conta do circuito cultural da infância e da juventude. Parece que um avassalador tsunami arrebatou todas as figuras autóctones das culturas populares locais, substituindo-as pelos novos heróis - alienígenas híbridos disseminados pelo império midiático globalizado. (...) A grande maioria de cartas de crianças ao bom velhinho pedia os mesmos presentes: certas marcas de tênis, as tais mochilas de rodinhas com personagens da mídia, telefones celulares, Barbies e jogos eletrônicos.
(...)
O polêmico livro Império, de Hardt e Negri, trata das alterações por que passam as ideias de nação, povo e soberania, em face das novas tecnologias, da evolução da sociedade e do poder transnacional das grandes corporações. Segundo eles, essa nova forma de supremacia, caracterizadas por permutas econômicas e culturais globais, instaura um império sem centro e sem limites fixos, que incorpora gradativamente o mundo inteiro.
(...)
Precisamos saber mais sobre tudo isso (...) Sobretudo, precisamos saber mais para nos alinharmos a um movimento potencialmente amplo que, segundo Klein (2004), toma corpo no mundo na forma de resistência popular, localmente organizada, mas mundialmente orientada contra o poder corporativo sem fronteiras que se abate sobre nossas vidas e já ameaça se apoderar de nossas almas.
COSTA, Marisa Vorraber (org). A educação na cultura da mídia e do consumo.
Rio de Janeiro: Lamparina, 2009.
O sujeito da oração “No centro de uma folha de papel com dados de identificação a garota desenhara um grande coração vermelho...”, é:
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Analise as tabelas I e II descritas abaixo e responda corretamente:
| Tabela I - Divisão dos Diagramas da UML | |
| x | ESTRUTURAL |
| y | COMPORTAMENTAL |
| z | INTERAÇÃO |
| Tabela II - Diagramas | |
| I | Atividade |
| II | Objetos |
| III | Comunicação |
| IV | Sequência |
Baseando-se na divisão e subdivisão dos diagramas da UML, a correspondência entre divisão dos diagramas na Tabela I com descrições dos diagramas na Tabela II é:
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Em se tratando de IHC, inspeção de usabilidade consiste na aplicação de alguns métodos de avaliação de interface. Dentre estes, o método que tem como base a lista de diretivas propostas por Nielsen chama-se:
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Assinale a alternativa INCORRETA sobre a visualização da página a.html em um navegador Web.
| arquivo: a.html | arquivo: b.css |
|
<!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD XHTML 1.0 Strict//EN"
"http://www.w3.org/TR/xhtml1/DTD/xhtml1-strict.dtd">
<html xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml" lang="en" xml:lang="en">
<head>
<metahttp-equiv="content-type"content="text/html;charset=UTF-8" />
<title>Principal</title>
<link rel="stylesheet" href="b.css" />
</head>
<body>
<h1>IFPI</h1>
<p id="ifpi">Instituto</p>
<p class="ifpi">Federal</p>
<p>do Piauí</p>
</body>
</html>
|
body {
font-style: normal;
font-weight: normal;
font-family: serif;
}
h1 {
font-family: sans-serif;
}
p {
font-style: italic;
}
p.ifpi {
font-weight: bold;
font-family: sans-serif;
}
p#ifpi {
font-style: normal;
font-weight: normal;
}
|
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- Topologias de RedeTopologia: Anel
- Topologias de RedeTopologia: Estrela
- Topologias de RedeTopologia: Barramento
Das alternativas abaixo, marque aquela que NÃO representa uma topologia de redes:
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TEXTO 1
A libertação se efetiva na prática histórica
Toda colonização - seja antiga, pela invasão dos territórios, seja a moderna, pela integração forçada no mercado mundial - significa sempre um ato de grandíssima violência. Implica o bloqueio do desenvolvimento autônomo de um povo. Representa a submissão de parcelas importantes da cultura, com sua memória, seus valores, suas instituições, sua religião, à outra cultura invasora. Os colonizados de ontem e de hoje são obrigados a assumir formas políticas, hábitos culturais, estilos de comunicação, gêneros de música e modos de produção e de consumo dos colonizadores. Atualmente se verifica uma poderosa “hamburguerização” da cultura culinária e uma “rockiquização” dos estilos musicais. Os que detêm o monopólio do ter, do poder e do saber, controlam os mercados e decidem sobre o que se deve produzir, consumir e exportar. Numa palavra, os colonizados são impedidos de fazer suas próprias escolhas, de tomar as decisões que constroem a sua própria história.
Tal processo é profundamente humilhante para um povo. Produz sofrimentos dilaceradores. A médio e a longo prazo não há razões, quaisquer que sejam, que consigam justificar e tornar aceitável tal sofrimento. Aos poucos ele se torna simplesmente insuportável. Dá origem a um antipoder. Os oprimidos começam a “extrojetar” o opressor que forçosamente hospedam dentro de si. É o tempo maduro para o processo de libertação. Primeiro na mente. Depois na organização. Por fim, na prática.
Libertação significa a ação que liberta a liberdade cativa. É só pela libertação que os oprimidos resgatam a autoestima. Refazem a identidade negada. Reconquistam a pátria dominada. E podem construir uma história autônoma, associada à história de outros povos livres.
BOFF, Leonardo. A águia e a galinha - uma metáfora da condição
humana. Petrópolis, RJ: Vozes, 1997.
TEXTO 2
Pobre menina pobre, colonizaram até seus sonhos
Nos meados do último dezembro, recebi pelo correio uma cartinha dirigida ao Papai Noel. Ela vinha de uma escola municipal de Porto Alegre, enviada por uma menina de 8 anos. No centro de uma folha de papel com dados de identificação e desenhos natalinos, a garota desenhara um grande coração vermelho, dentro do qual escrevera “Papai Noel”.
Acima dele estava escrito o pedido que a carta levava: “Papai Noel, gostaria de ganhar um par de tênis das Meninas Superpoderosas, ou uma Barbie verdadeira, ou uma mochila de rodinhas da Barbie”.
(...)
As grandes corporações empresariais e seus personagens tomaram conta do circuito cultural da infância e da juventude. Parece que um avassalador tsunami arrebatou todas as figuras autóctones das culturas populares locais, substituindo-as pelos novos heróis - alienígenas híbridos disseminados pelo império midiático globalizado. (...) A grande maioria de cartas de crianças ao bom velhinho pedia os mesmos presentes: certas marcas de tênis, as tais mochilas de rodinhas com personagens da mídia, telefones celulares, Barbies e jogos eletrônicos.
(...)
O polêmico livro Império, de Hardt e Negri, trata das alterações por que passam as ideias de nação, povo e soberania, em face das novas tecnologias, da evolução da sociedade e do poder transnacional das grandes corporações. Segundo eles, essa nova forma de supremacia, caracterizadas por permutas econômicas e culturais globais, instaura um império sem centro e sem limites fixos, que incorpora gradativamente o mundo inteiro.
(...)
Precisamos saber mais sobre tudo isso (...) Sobretudo, precisamos saber mais para nos alinharmos a um movimento potencialmente amplo que, segundo Klein (2004), toma corpo no mundo na forma de resistência popular, localmente organizada, mas mundialmente orientada contra o poder corporativo sem fronteiras que se abate sobre nossas vidas e já ameaça se apoderar de nossas almas.
COSTA, Marisa Vorraber (org). A educação na cultura da mídia e do consumo.
Rio de Janeiro: Lamparina, 2009.
As palavras prática e pratica têm grafias parecidas, porém são diferentes na pronúncia e no significado. Por isso, são consideradas palavras:
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