Foram encontradas 1.088 questões.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
O PROBLEMA ECOLÓGICO
Se uma nave extraterrestre invadisse o espaço aéreo da
Terra, com certeza seus tripulantes diriam que neste
planeta não habita uma civilização inteligente, tamanho é
o grau de destruição dos recursos naturais. Essas são
palavras de um renomado cientista americano. Apesar dos
avanços obtidos, a humanidade ainda não descobriu os
valores fundamentais da existência. O que chamamos
orgulhosamente de civilização nada mais é do que uma
agressão às coisas naturais. A grosso modo, a tal civilização
significa a devastação das florestas, a poluição dos rios, o
envenenamento das terras e a deterioração da qualidade
do ar. O que chamamos de progresso não passa de uma
degradação deliberada e sistemática que o homem vem
promovendo, há muito tempo, uma autêntica guerra
contra a natureza.
Afrânio Primo
É CORRETO afirmar que o verbo desse período está no tempo:
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O PROBLEMA ECOLÓGICO
Se uma nave extraterrestre invadisse o espaço aéreo da
Terra, com certeza seus tripulantes diriam que neste
planeta não habita uma civilização inteligente, tamanho é
o grau de destruição dos recursos naturais. Essas são
palavras de um renomado cientista americano. Apesar dos
avanços obtidos, a humanidade ainda não descobriu os
valores fundamentais da existência. O que chamamos
orgulhosamente de civilização nada mais é do que uma
agressão às coisas naturais. A grosso modo, a tal civilização
significa a devastação das florestas, a poluição dos rios, o
envenenamento das terras e a deterioração da qualidade
do ar. O que chamamos de progresso não passa de uma
degradação deliberada e sistemática que o homem vem
promovendo, há muito tempo, uma autêntica guerra
contra a natureza.
Afrânio Primo
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O PROBLEMA ECOLÓGICO
Se uma nave extraterrestre invadisse o espaço aéreo da
Terra, com certeza seus tripulantes diriam que neste
planeta não habita uma civilização inteligente, tamanho é
o grau de destruição dos recursos naturais. Essas são
palavras de um renomado cientista americano. Apesar dos
avanços obtidos, a humanidade ainda não descobriu os
valores fundamentais da existência. O que chamamos
orgulhosamente de civilização nada mais é do que uma
agressão às coisas naturais. A grosso modo, a tal civilização
significa a devastação das florestas, a poluição dos rios, o
envenenamento das terras e a deterioração da qualidade
do ar. O que chamamos de progresso não passa de uma
degradação deliberada e sistemática que o homem vem
promovendo, há muito tempo, uma autêntica guerra
contra a natureza.
Afrânio Primo
A expressão destacada nessa frase é classificada como adjunto adverbial de:
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O PROBLEMA ECOLÓGICO
Se uma nave extraterrestre invadisse o espaço aéreo da
Terra, com certeza seus tripulantes diriam que neste
planeta não habita uma civilização inteligente, tamanho é
o grau de destruição dos recursos naturais. Essas são
palavras de um renomado cientista americano. Apesar dos
avanços obtidos, a humanidade ainda não descobriu os
valores fundamentais da existência. O que chamamos
orgulhosamente de civilização nada mais é do que uma
agressão às coisas naturais. A grosso modo, a tal civilização
significa a devastação das florestas, a poluição dos rios, o
envenenamento das terras e a deterioração da qualidade
do ar. O que chamamos de progresso não passa de uma
degradação deliberada e sistemática que o homem vem
promovendo, há muito tempo, uma autêntica guerra
contra a natureza.
Afrânio Primo
A frase acima expressa uma ideia de:
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Se uma nave extraterrestre invadisse o espaço aéreo da
Terra, com certeza seus tripulantes diriam que neste
planeta não habita uma civilização inteligente, tamanho é
o grau de destruição dos recursos naturais. Essas são
palavras de um renomado cientista americano. Apesar dos
avanços obtidos, a humanidade ainda não descobriu os
valores fundamentais da existência. O que chamamos
orgulhosamente de civilização nada mais é do que uma
agressão às coisas naturais. A grosso modo, a tal civilização
significa a devastação das florestas, a poluição dos rios, o
envenenamento das terras e a deterioração da qualidade
do ar. O que chamamos de progresso não passa de uma
degradação deliberada e sistemática que o homem vem
promovendo, há muito tempo, uma autêntica guerra
contra a natureza.
Afrânio Primo
É sinônimo da palavra sublinhada:
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O PROBLEMA ECOLÓGICO
Se uma nave extraterrestre invadisse o espaço aéreo da
Terra, com certeza seus tripulantes diriam que neste
planeta não habita uma civilização inteligente, tamanho é
o grau de destruição dos recursos naturais. Essas são
palavras de um renomado cientista americano. Apesar dos
avanços obtidos, a humanidade ainda não descobriu os
valores fundamentais da existência. O que chamamos
orgulhosamente de civilização nada mais é do que uma
agressão às coisas naturais. A grosso modo, a tal civilização
significa a devastação das florestas, a poluição dos rios, o
envenenamento das terras e a deterioração da qualidade
do ar. O que chamamos de progresso não passa de uma
degradação deliberada e sistemática que o homem vem
promovendo, há muito tempo, uma autêntica guerra
contra a natureza.
Afrânio Primo
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O PROBLEMA ECOLÓGICO
Se uma nave extraterrestre invadisse o espaço aéreo da
Terra, com certeza seus tripulantes diriam que neste
planeta não habita uma civilização inteligente, tamanho é
o grau de destruição dos recursos naturais. Essas são
palavras de um renomado cientista americano. Apesar dos
avanços obtidos, a humanidade ainda não descobriu os
valores fundamentais da existência. O que chamamos
orgulhosamente de civilização nada mais é do que uma
agressão às coisas naturais. A grosso modo, a tal civilização
significa a devastação das florestas, a poluição dos rios, o
envenenamento das terras e a deterioração da qualidade
do ar. O que chamamos de progresso não passa de uma
degradação deliberada e sistemática que o homem vem
promovendo, há muito tempo, uma autêntica guerra
contra a natureza.
Afrânio Primo
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Leia o excerto a seguir.
“Seriam ao todo umas 30 fotografias. Já nem me lembrava mais delas, e talvez que ficassem para sempre ali, perdidas entre papéis inúteis que sabe lá Deus guardamos.”
PONTE PRETA, Stanislaw. Casa demolida. In: Os sabiás da crônica. Belo Horizonte: Autêntica, 2021. p. 275.
A lacuna propositadamente deixada nesse excerto diz respeito aos usos dos porquês na língua portuguesa escrita. Levando-se em consideração o contexto apresentado, tal lacuna fica CORRETAMENTE preenchida pela forma:
“Seriam ao todo umas 30 fotografias. Já nem me lembrava mais delas, e talvez que ficassem para sempre ali, perdidas entre papéis inúteis que sabe lá Deus guardamos.”
PONTE PRETA, Stanislaw. Casa demolida. In: Os sabiás da crônica. Belo Horizonte: Autêntica, 2021. p. 275.
A lacuna propositadamente deixada nesse excerto diz respeito aos usos dos porquês na língua portuguesa escrita. Levando-se em consideração o contexto apresentado, tal lacuna fica CORRETAMENTE preenchida pela forma:
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Leia o fragmento abaixo, observando o trecho grifado.
“Em 1819, um mineralogista de 58 anos, formado em direito e filosofia na Universidade de Coimbra, integrante da Academia das Ciências de Lisboa e ex-ocupante de diversos cargos no governo português, embarcou em Lisboa com destino ao Brasil. Próximo da aposentadoria, o naturalista José Bonifácio de Andrada e Silva (1763-1838) era um intelectual impregnado com as ideias do Iluminismo, lutara contra as tropas francesas de Napoleão Bonaparte (1769-1821) e, apesar das responsabilidades no serviço público, jamais tivera atuação política.”
VIANA, Diego. José Bonifácio conectou as ideias do Iluminismo ao processo de Independência. Pesquisa Fapesp, setembro de 2022. Brasil 200 anos. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/josebonifacio-conectou-as-ideias-do-iluminismo-ao-processode-independencia/. Acesso em: 17 set. 2022.
O trecho sublinhado confere ao período em que ele ocorre uma ideia de:
“Em 1819, um mineralogista de 58 anos, formado em direito e filosofia na Universidade de Coimbra, integrante da Academia das Ciências de Lisboa e ex-ocupante de diversos cargos no governo português, embarcou em Lisboa com destino ao Brasil. Próximo da aposentadoria, o naturalista José Bonifácio de Andrada e Silva (1763-1838) era um intelectual impregnado com as ideias do Iluminismo, lutara contra as tropas francesas de Napoleão Bonaparte (1769-1821) e, apesar das responsabilidades no serviço público, jamais tivera atuação política.”
VIANA, Diego. José Bonifácio conectou as ideias do Iluminismo ao processo de Independência. Pesquisa Fapesp, setembro de 2022. Brasil 200 anos. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/josebonifacio-conectou-as-ideias-do-iluminismo-ao-processode-independencia/. Acesso em: 17 set. 2022.
O trecho sublinhado confere ao período em que ele ocorre uma ideia de:
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Leia o texto a seguir.
A ideia de uma ciência moderna desenvolvida a partir do século XVII esteve profundamente associada a dois pilares: a matematização e a experimentação. Entendemos que esses dois pilares estão estreitamente ligados à questão dos instrumentos: se por um lado é por meio destes que se permitiu observar a natureza e realizar os experimentos necessários, por outro, aperfeiçoou a exatidão das dimensões, das distâncias, e dos ângulos observados no mundo natural.
Essa mudança de paradigma científico foi denominada posteriormente pelos estudiosos das ciências (historiadores, filósofos e sociólogos, principalmente) de Revolução Científica.
Embora o entendimento de que a ciência era produzida pelos grandes gênios de forma individual e praticamente monástica já não encontre mais embasamentos na bibliografia contemporânea, ainda tal questão se apresenta com certa dificuldade. Ao considerar uma determinada Revolução, geralmente associamos personagens e muitas vezes instrumentos que demonstrem a especificidade daquela ruptura. Podemos tomar como exemplo a Primeira Revolução Industrial e sua associação à máquina a vapor e a James Watts.
Em relação à Revolução Científica do século XVII, alguns cientistas são comumente elencados como representativos desse período, dentre os quais, destacamos Johannes Kepler (1571 - 1630), Galileu Galilei (1564 - 1642) e Isaac Newton (1643 -1727). Esses três cientistas possuíam uma característica em comum: o uso, estudo ou desenvolvimento de um instrumento científico específico: o telescópio. Para o historiador das ciências italiano Paolo Rossi, o telescópio está no rol dos mais importantes instrumentos científicos desenvolvidos no século XVII, juntamente com o microscópio, o termômetro, o barômetro, a bomba pneumática e o relógio de precisão [...].
DALL’OLIO, Rafael Luis dos Santos. O Telescópio e a Revolução Científica do século XVII. Khronos, Revista de História da Ciência, nº 13, p. 45-60, junho de 2022. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/khronos/article/view/198661 /185420. Acesso em: 15 set. 2022.
Em relação à tipologia textual desse excerto, pode-se afirmar que há o predomínio de passagens:
A ideia de uma ciência moderna desenvolvida a partir do século XVII esteve profundamente associada a dois pilares: a matematização e a experimentação. Entendemos que esses dois pilares estão estreitamente ligados à questão dos instrumentos: se por um lado é por meio destes que se permitiu observar a natureza e realizar os experimentos necessários, por outro, aperfeiçoou a exatidão das dimensões, das distâncias, e dos ângulos observados no mundo natural.
Essa mudança de paradigma científico foi denominada posteriormente pelos estudiosos das ciências (historiadores, filósofos e sociólogos, principalmente) de Revolução Científica.
Embora o entendimento de que a ciência era produzida pelos grandes gênios de forma individual e praticamente monástica já não encontre mais embasamentos na bibliografia contemporânea, ainda tal questão se apresenta com certa dificuldade. Ao considerar uma determinada Revolução, geralmente associamos personagens e muitas vezes instrumentos que demonstrem a especificidade daquela ruptura. Podemos tomar como exemplo a Primeira Revolução Industrial e sua associação à máquina a vapor e a James Watts.
Em relação à Revolução Científica do século XVII, alguns cientistas são comumente elencados como representativos desse período, dentre os quais, destacamos Johannes Kepler (1571 - 1630), Galileu Galilei (1564 - 1642) e Isaac Newton (1643 -1727). Esses três cientistas possuíam uma característica em comum: o uso, estudo ou desenvolvimento de um instrumento científico específico: o telescópio. Para o historiador das ciências italiano Paolo Rossi, o telescópio está no rol dos mais importantes instrumentos científicos desenvolvidos no século XVII, juntamente com o microscópio, o termômetro, o barômetro, a bomba pneumática e o relógio de precisão [...].
DALL’OLIO, Rafael Luis dos Santos. O Telescópio e a Revolução Científica do século XVII. Khronos, Revista de História da Ciência, nº 13, p. 45-60, junho de 2022. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/khronos/article/view/198661 /185420. Acesso em: 15 set. 2022.
Em relação à tipologia textual desse excerto, pode-se afirmar que há o predomínio de passagens:
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