Foram encontradas 190 questões.

Com relação ao circuito mostrado acima, julgue o item a seguir.
A equação \( { \large (V_1 - 8) \over 2} + { \large V_1 \over 3} + { \large (V_1 - 5) \over 4} = 0 \) descreve corretamente a relação entre a tensão nodal \( V_1 \), as tensões das fonte de 8 V e de 5 V e as resistências do circuito.
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinadas Adverbial
- SintaxeConectivos
- MorfologiaConjunçõesRelações de Causa e Consequência
Da tomada para a estrada
Dois modelos de veículo de uma montadora italiana,
movidos a energia elétrica, já estão prontos para rodar.
Os protótipos foram desenvolvidos no Brasil pela empresa
Itaipu Binacional, com o objetivo de nacionalizar a
tecnologia de produção de carros elétricos. Basta colocá-los
na tomada por um período de oito horas para que eles
estejam aptos a rodar aproximadamente 120 km.
Os deslocamentos podem ser velozes, já que os veículos
conseguem atingir uma velocidade de até 130 km por hora.
O detalhe mais animador é que, para isso, se gasta de quatro
a cinco vezes menos do que se forem utilizados combustíveis
convencionais, como o álcool ou a gasolina.
O motorista que experimentar dirigir os protótipos
não deverá estranhá-los. “É muito simples guiá-los, pois as
diferenças em relação aos carros tradicionais são mínimas”,
explica o engenheiro eletricista Celso Novais, coordenador
geral brasileiro do projeto Veículo Elétrico. “A principal
distinção é que não existe partida. O veículo liga como se
fosse acionado por um interruptor.” Segundo Novais, quando
está parado — em um congestionamento, por exemplo —, o
veículo não consome energia. “A bateria que o alimenta
é totalmente reciclável e pode ser recarregada cerca de
1.500 vezes.”
O coordenador do projeto destaca o aspecto
econômico como uma das grandes vantagens do carro
elétrico, ao compará-lo com um veículo movido a gasolina.
“Com um litro do combustível, é possível percorrer 15 km
em média. No entanto, se o mesmo valor gasto com essa
quantidade de gasolina for empregado na compra de energia
elétrica, é possível rodar cerca de 40 km.” Além de enfatizar
as vantagens econômicas, Novais salienta os incontestáveis
benefícios ambientais. “O carro elétrico não faz barulho nem
polui a atmosfera, já que não emite gás carbônico ou
qualquer outra substância química.”
Jaqueline Bartzen . Ciência Hoje . Internet: cienciahoje.uol.com.br (com adaptações).
A expressão ‘já que’ (l.33) pode ser corretamente substituída por porque.
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Da tomada para a estrada
Dois modelos de veículo de uma montadora italiana,
movidos a energia elétrica, já estão prontos para rodar.
Os protótipos foram desenvolvidos no Brasil pela empresa
Itaipu Binacional, com o objetivo de nacionalizar a
tecnologia de produção de carros elétricos. Basta colocá-los
na tomada por um período de oito horas para que eles
estejam aptos a rodar aproximadamente 120 km.
Os deslocamentos podem ser velozes, já que os veículos
conseguem atingir uma velocidade de até 130 km por hora.
O detalhe mais animador é que, para isso, se gasta de quatro
a cinco vezes menos do que se forem utilizados combustíveis
convencionais, como o álcool ou a gasolina.
O motorista que experimentar dirigir os protótipos
não deverá estranhá-los. “É muito simples guiá-los, pois as
diferenças em relação aos carros tradicionais são mínimas”,
explica o engenheiro eletricista Celso Novais, coordenador
geral brasileiro do projeto Veículo Elétrico. “A principal
distinção é que não existe partida. O veículo liga como se
fosse acionado por um interruptor.” Segundo Novais, quando
está parado — em um congestionamento, por exemplo —, o
veículo não consome energia. “A bateria que o alimenta
é totalmente reciclável e pode ser recarregada cerca de
1.500 vezes.”
O coordenador do projeto destaca o aspecto
econômico como uma das grandes vantagens do carro
elétrico, ao compará-lo com um veículo movido a gasolina.
“Com um litro do combustível, é possível percorrer 15 km
em média. No entanto, se o mesmo valor gasto com essa
quantidade de gasolina for empregado na compra de energia
elétrica, é possível rodar cerca de 40 km.” Além de enfatizar
as vantagens econômicas, Novais salienta os incontestáveis
benefícios ambientais. “O carro elétrico não faz barulho nem
polui a atmosfera, já que não emite gás carbônico ou
qualquer outra substância química.”
Jaqueline Bartzen . Ciência Hoje . Internet: cienciahoje.uol.com.br (com adaptações).
A forma pronominal ‘los’, em ‘guiá-los’ (l.14), faz referência a carros movidos a energia elétrica em geral.
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Da tomada para a estrada
Dois modelos de veículo de uma montadora italiana,
movidos a energia elétrica, já estão prontos para rodar.
Os protótipos foram desenvolvidos no Brasil pela empresa
Itaipu Binacional, com o objetivo de nacionalizar a
tecnologia de produção de carros elétricos. Basta colocá-los
na tomada por um período de oito horas para que eles
estejam aptos a rodar aproximadamente 120 km.
Os deslocamentos podem ser velozes, já que os veículos
conseguem atingir uma velocidade de até 130 km por hora.
O detalhe mais animador é que, para isso, se gasta de quatro
a cinco vezes menos do que se forem utilizados combustíveis
convencionais, como o álcool ou a gasolina.
O motorista que experimentar dirigir os protótipos
não deverá estranhá-los. “É muito simples guiá-los, pois as
diferenças em relação aos carros tradicionais são mínimas”,
explica o engenheiro eletricista Celso Novais, coordenador
geral brasileiro do projeto Veículo Elétrico. “A principal
distinção é que não existe partida. O veículo liga como se
fosse acionado por um interruptor.” Segundo Novais, quando
está parado — em um congestionamento, por exemplo —, o
veículo não consome energia. “A bateria que o alimenta
é totalmente reciclável e pode ser recarregada cerca de
1.500 vezes.”
O coordenador do projeto destaca o aspecto
econômico como uma das grandes vantagens do carro
elétrico, ao compará-lo com um veículo movido a gasolina.
“Com um litro do combustível, é possível percorrer 15 km
em média. No entanto, se o mesmo valor gasto com essa
quantidade de gasolina for empregado na compra de energia
elétrica, é possível rodar cerca de 40 km.” Além de enfatizar
as vantagens econômicas, Novais salienta os incontestáveis
benefícios ambientais. “O carro elétrico não faz barulho nem
polui a atmosfera, já que não emite gás carbônico ou
qualquer outra substância química.”
Jaqueline Bartzen . Ciência Hoje . Internet: cienciahoje.uol.com.br (com adaptações).
Na linha 31, a vírgula é utilizada para introduzir a fala do pesquisador e, por isso, poderia ser corretamente substituída por dois-pontos.
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Da tomada para a estrada
Dois modelos de veículo de uma montadora italiana,
movidos a energia elétrica, já estão prontos para rodar.
Os protótipos foram desenvolvidos no Brasil pela empresa
Itaipu Binacional, com o objetivo de nacionalizar a
tecnologia de produção de carros elétricos. Basta colocá-los
na tomada por um período de oito horas para que eles
estejam aptos a rodar aproximadamente 120 km.
Os deslocamentos podem ser velozes, já que os veículos
conseguem atingir uma velocidade de até 130 km por hora.
O detalhe mais animador é que, para isso, se gasta de quatro
a cinco vezes menos do que se forem utilizados combustíveis
convencionais, como o álcool ou a gasolina.
O motorista que experimentar dirigir os protótipos
não deverá estranhá-los. “É muito simples guiá-los, pois as
diferenças em relação aos carros tradicionais são mínimas”,
explica o engenheiro eletricista Celso Novais, coordenador
geral brasileiro do projeto Veículo Elétrico. “A principal
distinção é que não existe partida. O veículo liga como se
fosse acionado por um interruptor.” Segundo Novais, quando
está parado — em um congestionamento, por exemplo —, o
veículo não consome energia. “A bateria que o alimenta
é totalmente reciclável e pode ser recarregada cerca de
1.500 vezes.”
O coordenador do projeto destaca o aspecto
econômico como uma das grandes vantagens do carro
elétrico, ao compará-lo com um veículo movido a gasolina.
“Com um litro do combustível, é possível percorrer 15 km
em média. No entanto, se o mesmo valor gasto com essa
quantidade de gasolina for empregado na compra de energia
elétrica, é possível rodar cerca de 40 km.” Além de enfatizar
as vantagens econômicas, Novais salienta os incontestáveis
benefícios ambientais. “O carro elétrico não faz barulho nem
polui a atmosfera, já que não emite gás carbônico ou
qualquer outra substância química.”
Jaqueline Bartzen . Ciência Hoje . Internet: cienciahoje.uol.com.br (com adaptações).
Considerando o texto acima, julgue os itens de 1 a 10.
Sem prejuízo para a correção gramatical, o título da reportagem poderia ser Da tomada à estrada.
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Da tomada para a estrada
Dois modelos de veículo de uma montadora italiana,
movidos a energia elétrica, já estão prontos para rodar.
Os protótipos foram desenvolvidos no Brasil pela empresa
Itaipu Binacional, com o objetivo de nacionalizar a
tecnologia de produção de carros elétricos. Basta colocá-los
na tomada por um período de oito horas para que eles
estejam aptos a rodar aproximadamente 120 km.
Os deslocamentos podem ser velozes, já que os veículos
conseguem atingir uma velocidade de até 130 km por hora.
O detalhe mais animador é que, para isso, se gasta de quatro
a cinco vezes menos do que se forem utilizados combustíveis
convencionais, como o álcool ou a gasolina.
O motorista que experimentar dirigir os protótipos
não deverá estranhá-los. “É muito simples guiá-los, pois as
diferenças em relação aos carros tradicionais são mínimas”,
explica o engenheiro eletricista Celso Novais, coordenador
geral brasileiro do projeto Veículo Elétrico. “A principal
distinção é que não existe partida. O veículo liga como se
fosse acionado por um interruptor.” Segundo Novais, quando
está parado — em um congestionamento, por exemplo —, o
veículo não consome energia. “A bateria que o alimenta
é totalmente reciclável e pode ser recarregada cerca de
1.500 vezes.”
O coordenador do projeto destaca o aspecto
econômico como uma das grandes vantagens do carro
elétrico, ao compará-lo com um veículo movido a gasolina.
“Com um litro do combustível, é possível percorrer 15 km
em média. No entanto, se o mesmo valor gasto com essa
quantidade de gasolina for empregado na compra de energia
elétrica, é possível rodar cerca de 40 km.” Além de enfatizar
as vantagens econômicas, Novais salienta os incontestáveis
benefícios ambientais. “O carro elétrico não faz barulho nem
polui a atmosfera, já que não emite gás carbônico ou
qualquer outra substância química.”
Jaqueline Bartzen . Ciência Hoje . Internet: cienciahoje.uol.com.br (com adaptações).
Na linha 18, a palavra ‘partida’ complementa o sentido da forma verbal ‘existe’.
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|
insumo |
unid. | índice | custo | |
|
unitário (R$) |
total (R$) |
|||
|
cimento |
kg | 306,000 | 0,36 |
110,16 |
|
areia |
m3 |
0,901 |
35,00 |
31,54 |
|
brita 1 |
m3 | 0,209 | 52,00 |
10,87 |
|
brita 2 |
m3 |
0,627 | 52,00 |
32,60 |
|
pedreiro |
h | 1,000 | 6,90 |
6,90 |
|
servente |
h | 8,000 | 4,20 |
33,60 |
|
betoneira |
h | 0,350 | 2,00 |
0,70 |
|
total |
226,37 |
|||
O custo unitário básico (CUB) da construção civil representa o custo da construção, por m2, de cada um dos padrões de imóvel estabelecidos. A tabela acima apresenta a composição de custos unitários para o serviço de transporte, lançamento e adensamento de concreto estrutural (unidade m3) de um edifício residencial de quatro pavimentos de três quartos, com 600 m2 por pavimento, de padrão normal, em Brasília. Os empregados da obra desse edifício têm uma regime de trabalho de 44 horas semanais e a empresa responsável pela obra não trabalha com horas extras.
A partir da tabela e das informações acima apresentadas, julgue o item a seguir.
Para executar, em uma semana, na obra do edifício em questão, o serviço de transporte, lançamento e adensamento de 154 m3 de concreto estrutural serão necessários 28 serventes.
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insumo |
unid. | índice | custo | |
|
unitário (R$) |
total (R$) |
|||
|
cimento |
kg | 306,000 | 0,36 |
110,16 |
|
areia |
m3 |
0,901 |
35,00 |
31,54 |
|
brita 1 |
m3 | 0,209 | 52,00 |
10,87 |
|
brita 2 |
m3 |
0,627 | 52,00 |
32,60 |
|
pedreiro |
h | 1,000 | 6,90 |
6,90 |
|
servente |
h | 8,000 | 4,20 |
33,60 |
|
betoneira |
h | 0,350 | 2,00 |
0,70 |
|
total |
226,37 |
|||
O custo unitário básico (CUB) da construção civil representa o custo da construção, por m2, de cada um dos padrões de imóvel estabelecidos. A tabela acima apresenta a composição de custos unitários para o serviço de transporte, lançamento e adensamento de concreto estrutural (unidade m3) de um edifício residencial de quatro pavimentos de três quartos, com 600 m2 por pavimento, de padrão normal, em Brasília. Os empregados da obra desse edifício têm uma regime de trabalho de 44 horas semanais e a empresa responsável pela obra não trabalha com horas extras.
A partir da tabela e das informações acima apresentadas, julgue o item a seguir.
A produtividade de um pedreiro para participar da execução do serviço de transporte, lançamento e adensamento de concreto estrutural é menor que a produtividade de um servente.
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- Normas e LegislaçõesNBRsNBR 12.721: Avaliação de Custos Unitários de Construção para Incorporação Imobiliária
|
insumo |
unid. | índice | custo | |
|
unitário (R$) |
total (R$) |
|||
|
cimento |
kg | 306,000 | 0,36 |
110,16 |
|
areia |
m3 |
0,901 |
35,00 |
31,54 |
|
brita 1 |
m3 | 0,209 | 52,00 |
10,87 |
|
brita 2 |
m3 |
0,627 | 52,00 |
32,60 |
|
pedreiro |
h | 1,000 | 6,90 |
6,90 |
|
servente |
h | 8,000 | 4,20 |
33,60 |
|
betoneira |
h | 0,350 | 2,00 |
0,70 |
|
total |
226,37 |
|||
O custo unitário básico (CUB) da construção civil representa o custo da construção, por m2, de cada um dos padrões de imóvel estabelecidos. A tabela acima apresenta a composição de custos unitários para o serviço de transporte, lançamento e adensamento de concreto estrutural (unidade m3) de um edifício residencial de quatro pavimentos de três quartos, com 600 m2 por pavimento, de padrão normal, em Brasília. Os empregados da obra desse edifício têm uma regime de trabalho de 44 horas semanais e a empresa responsável pela obra não trabalha com horas extras.
A partir da tabela e das informações acima apresentadas, julgue o item a seguir.
O custo da mão de obra para executar, na obra do referido edifício, o serviço de transporte, lançamento e adensamento de 100 m3 de concreto estrutural é de R$ 4.050,00.
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- Normas e LegislaçõesNBRsNBR 12.721: Avaliação de Custos Unitários de Construção para Incorporação Imobiliária
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insumo |
unid. | índice | custo | |
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unitário (R$) |
total (R$) |
|||
|
cimento |
kg | 306,000 | 0,36 |
110,16 |
|
areia |
m3 |
0,901 |
35,00 |
31,54 |
|
brita 1 |
m3 | 0,209 | 52,00 |
10,87 |
|
brita 2 |
m3 |
0,627 | 52,00 |
32,60 |
|
pedreiro |
h | 1,000 | 6,90 |
6,90 |
|
servente |
h | 8,000 | 4,20 |
33,60 |
|
betoneira |
h | 0,350 | 2,00 |
0,70 |
|
total |
226,37 |
|||
O custo unitário básico (CUB) da construção civil representa o custo da construção, por m2, de cada um dos padrões de imóvel estabelecidos. A tabela acima apresenta a composição de custos unitários para o serviço de transporte, lançamento e adensamento de concreto estrutural (unidade m3) de um edifício residencial de quatro pavimentos de três quartos, com 600 m2 por pavimento, de padrão normal, em Brasília. Os empregados da obra desse edifício têm uma regime de trabalho de 44 horas semanais e a empresa responsável pela obra não trabalha com horas extras.
A partir da tabela e das informações acima apresentadas, julgue o item a seguir.
O CUB é utilizado pelas construtoras para elaborar o orçamento preliminar de uma obra.
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