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Foram encontradas 300 questões.

3726211 Ano: 2025
Disciplina: Informática
Banca: SELECON
Orgão: ION
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Durante a digitação de um texto no editor de textos Word do pacote MS Office 2021 BR, em um notebook Intel com Windows 11 BR, a execução do atalho de teclado Ctrl + Return e o acionamento da tecla de função F7 têm, respectivamente, como objetivos:
 

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3726210 Ano: 2025
Disciplina: Informática
Banca: SELECON
Orgão: ION
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Um técnico de informática da EMPRESA DE INFRAESTRUTURA E OBRAS DE NITERÓI (ION) está trabalhando em um notebook Intel, gerenciado pelo Windows 11 BR. Nessa atividade, ele está navegando em sites da internet, utilizando o browser Firefox Mozilla. Nesse contexto, primeiramente executou um atalho de teclado para acessar/ocultar a área de trabalho e minimizar/restaurar todas as janelas abertas. Em seguida, executou outro atalho de teclado que abriu a janela de Configurações. Os atalhos de teclado são, respectivamente:
 

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3726209 Ano: 2025
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: SELECON
Orgão: ION
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No contexto da segurança da informação, um termo está diretamente relacionado a uma rede de máquinas infectadas que podem ser controladas remotamente, caso que pode englobar milhões de equipamentos espalhados por diversas localidades. Computadores, celulares e outros equipamentos conectados à internet podem estar infectados sem que o usuário saiba. Isso ocorre porque esse tipo de malware é desenvolvido para ser difícil de detectar, ficando ativo em segundo plano, agindo somente quando recebe ordens do hacker. Assim que as máquinas recebem as ordens, elas podem ser utilizadas para diversos fins. Por exemplo: enviar spams, obter dados pessoais do usuário e realizar ataques, como os de negação de serviço (DDoS) em que várias máquinas atacam um equipamento para que ele não seja capaz de funcionar. Elas podem ser utilizadas até mesmo para minerar criptomoedas na máquina hospedeira. Esse malware é conhecido pelo termo:
 

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3726208 Ano: 2025
Disciplina: Informática
Banca: SELECON
Orgão: ION
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RAID é a sigla para uma tecnologia que agrupa dois ou mais discos rígidos em arranjos para trabalho conjunto, em sistemas de armazenamento de dados, formando uma única unidade lógica. No caso de falhas em um disco, os demais irão continuar em pleno funcionamento, evitando interrupção no acesso aos dados, proporcionando segurança e melhor desempenho do sistema, funcionando como um mecanismo de redundância. Entre os tipos implementados, um é conhecido como “Mirroring”. Nessa configuração, é feito o espelhamento de um HD em outro, copiando do disco 1 para o disco 2, proporcionando maior segurança, porém exigindo metade do espaço para backup, sendo mais lento que outros formatos de arranjo. Gravando as informações de forma simultânea nos discos, esse sistema faz uma cópia dos aplicativos e dados em tempo real, sem a intervenção do usuário. Nessa configuração, as informações estarão seguras e online no outro disco, em caso de falha de um disco. O tipo descrito é conhecido como:
 

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3726207 Ano: 2025
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: SELECON
Orgão: ION
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No que diz respeito ao hardware dos computadores atuais, um firmware é fundamental no processo de inicialização de qualquer máquina, permitindo a realização com sucesso da carga do sistema operacional. Ele representa um programa que realiza uma série de testes para verificar e identificar os componentes do hardware, como o processador, a memória e os discos rígidos. Em seguida, ele localiza o sistema operacional e entrega o controle para ele, dando início à partida de sua operacionalização. Esse firmware é conhecido pela sigla:
 

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3726206 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: ION
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Antes e depois: imagens de IA mostram efeitos destruidores dos microplásticos no rosto humano

Fragmentos presentes no dia a dia podem prejudicar processos hormonais e ressecar a pele

Há cada vez mais evidências de que os microplásticos que cercam nossas vidas são capazes de penetrar em estruturas e órgãos do corpo, perturbando uma série de funções biológicas. Segundo cientistas, pesquisas apontam que esses fragmentos podem se acumular no organismo com o tempo e desregular hormônios, ressecar a pele, causar inflamações e alterações de peso corporal.

Agora, uma empresa de reciclagem do Reino Unido tentou capturar o impacto que essas toxinas podem estar causando à pele.

A convite da businesswaste.co.uk, pesquisadores utilizaram imagens geradas por inteligência artificial (IA) de um homem e de uma mulher jovens e saudáveis e simularam a exposição a microplásticos em três níveis diferentes: baixo, médio e alto.

No nível baixo, as imagens mostram que os indivíduos foram expostos aos microplásticos através de alimentos, de bebidas e do ambiente cotidiano. O relatório sugere que os fragmentos estavam interferindo nos hormônios, levando a ressecamento da pele, vermelhidão e irritação.

No nível médio, as simulações apontam o consumo frequente de alimentos processados, embalados em plástico e de frutos do mar contaminados. Os modelos também estariam usando roupas feitas de tecidos sintéticos como náilon e poliéster com mais regularidade. Os pesquisadores alegam que nesse nível a exposição poderia causar mais irritação da pele e desregular hormônios, levando à produção excessiva de oleosidade e envelhecimento precoce. O desequilíbrio da testosterona pode aumentar a produção de óleo na pele.

Nas simulações de nível alto, os modelos humanos estariam expostos a microplásticos no ambiente de trabalho, que incluiria áreas de gestão de resíduos, indústrias têxteis sintéticas e setores de fabricação de plásticos.

Segundo a equipe, nesse caso as inflamações seriam ainda maiores, com manifestações na pele e sinais de envelhecimento precoce. Elas incluiriam descoloração, aparecimento de caroços e lesões que não cicatrizam adequadamente. Também pode haver descoloração azulada ou arroxeada nos lábios e pontas dos dedos.

Flutuações hormonais levariam a afinamento ou queda de cabelo, alterações de peso e ciclos menstruais irregulares.

“É evidente que há muitos sinais preocupantes de como essa poluição pode nos afetar. As imagens que geramos são baseadas em descobertas desses estudos e mostram resultados alarmantes, mas esperamos que façam as pessoas prestar atenção ao problema maior”, afirmou Mark Hall, especialista em resíduos plásticos da empresa responsável pelo relatório.

Suas recomendações para evitar o excesso de contaminates incluem abandonar plásticos de uso único, filtrar a água potável, trocar tecidos de náilon e poliéster por materiais naturais como algodão e lã, consumir alimentos orgânicos sempre que possível, reduzir o consumo de frutos do mar e substituir colheres de plástico por alternativas de madeira, tábuas de corte por opções naturais e potes de plástico por recipientes de vidro.

Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2025/04/05/antes-e-depois-imagens-de-ia-mostram-efeitos-destruidores-dos-microplasticos-no-rosto-humano.ghtml. Acesso em 05/04/2025. Texto adaptado.

“A convite da businesswaste.co.uk, pesquisadores utilizaram imagens geradas por inteligência artificial (IA) de um homem e de uma mulher jovens e saudáveis e simularam a exposição a microplásticos em três níveis diferentes: baixo, médio e alto” (3º parágrafo). Nesse trecho, foi empregado o sinal de dois-pontos. Nesse contexto, seu uso cumpre a função de introduzir:

 

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3726205 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: ION
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Antes e depois: imagens de IA mostram efeitos destruidores dos microplásticos no rosto humano

Fragmentos presentes no dia a dia podem prejudicar processos hormonais e ressecar a pele

Há cada vez mais evidências de que os microplásticos que cercam nossas vidas são capazes de penetrar em estruturas e órgãos do corpo, perturbando uma série de funções biológicas. Segundo cientistas, pesquisas apontam que esses fragmentos podem se acumular no organismo com o tempo e desregular hormônios, ressecar a pele, causar inflamações e alterações de peso corporal.

Agora, uma empresa de reciclagem do Reino Unido tentou capturar o impacto que essas toxinas podem estar causando à pele.

A convite da businesswaste.co.uk, pesquisadores utilizaram imagens geradas por inteligência artificial (IA) de um homem e de uma mulher jovens e saudáveis e simularam a exposição a microplásticos em três níveis diferentes: baixo, médio e alto.

No nível baixo, as imagens mostram que os indivíduos foram expostos aos microplásticos através de alimentos, de bebidas e do ambiente cotidiano. O relatório sugere que os fragmentos estavam interferindo nos hormônios, levando a ressecamento da pele, vermelhidão e irritação.

No nível médio, as simulações apontam o consumo frequente de alimentos processados, embalados em plástico e de frutos do mar contaminados. Os modelos também estariam usando roupas feitas de tecidos sintéticos como náilon e poliéster com mais regularidade. Os pesquisadores alegam que nesse nível a exposição poderia causar mais irritação da pele e desregular hormônios, levando à produção excessiva de oleosidade e envelhecimento precoce. O desequilíbrio da testosterona pode aumentar a produção de óleo na pele.

Nas simulações de nível alto, os modelos humanos estariam expostos a microplásticos no ambiente de trabalho, que incluiria áreas de gestão de resíduos, indústrias têxteis sintéticas e setores de fabricação de plásticos.

Segundo a equipe, nesse caso as inflamações seriam ainda maiores, com manifestações na pele e sinais de envelhecimento precoce. Elas incluiriam descoloração, aparecimento de caroços e lesões que não cicatrizam adequadamente. Também pode haver descoloração azulada ou arroxeada nos lábios e pontas dos dedos.

Flutuações hormonais levariam a afinamento ou queda de cabelo, alterações de peso e ciclos menstruais irregulares.

“É evidente que há muitos sinais preocupantes de como essa poluição pode nos afetar. As imagens que geramos são baseadas em descobertas desses estudos e mostram resultados alarmantes, mas esperamos que façam as pessoas prestar atenção ao problema maior”, afirmou Mark Hall, especialista em resíduos plásticos da empresa responsável pelo relatório.

Suas recomendações para evitar o excesso de contaminates incluem abandonar plásticos de uso único, filtrar a água potável, trocar tecidos de náilon e poliéster por materiais naturais como algodão e lã, consumir alimentos orgânicos sempre que possível, reduzir o consumo de frutos do mar e substituir colheres de plástico por alternativas de madeira, tábuas de corte por opções naturais e potes de plástico por recipientes de vidro.

Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2025/04/05/antes-e-depois-imagens-de-ia-mostram-efeitos-destruidores-dos-microplasticos-no-rosto-humano.ghtml. Acesso em 05/04/2025. Texto adaptado.

“Agora, uma empresa de reciclagem do Reino Unido tentou capturar o impacto que essas toxinas podem estar causando à pele” (2º parágrafo). De acordo com a leitura integral do texto, em seu contexto de uso, essa expressão em destaque faz referência a:
 

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3726204 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: SELECON
Orgão: ION
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Antes e depois: imagens de IA mostram efeitos destruidores dos microplásticos no rosto humano

Fragmentos presentes no dia a dia podem prejudicar processos hormonais e ressecar a pele

Há cada vez mais evidências de que os microplásticos que cercam nossas vidas são capazes de penetrar em estruturas e órgãos do corpo, perturbando uma série de funções biológicas. Segundo cientistas, pesquisas apontam que esses fragmentos podem se acumular no organismo com o tempo e desregular hormônios, ressecar a pele, causar inflamações e alterações de peso corporal.

Agora, uma empresa de reciclagem do Reino Unido tentou capturar o impacto que essas toxinas podem estar causando à pele.

A convite da businesswaste.co.uk, pesquisadores utilizaram imagens geradas por inteligência artificial (IA) de um homem e de uma mulher jovens e saudáveis e simularam a exposição a microplásticos em três níveis diferentes: baixo, médio e alto.

No nível baixo, as imagens mostram que os indivíduos foram expostos aos microplásticos através de alimentos, de bebidas e do ambiente cotidiano. O relatório sugere que os fragmentos estavam interferindo nos hormônios, levando a ressecamento da pele, vermelhidão e irritação.

No nível médio, as simulações apontam o consumo frequente de alimentos processados, embalados em plástico e de frutos do mar contaminados. Os modelos também estariam usando roupas feitas de tecidos sintéticos como náilon e poliéster com mais regularidade. Os pesquisadores alegam que nesse nível a exposição poderia causar mais irritação da pele e desregular hormônios, levando à produção excessiva de oleosidade e envelhecimento precoce. O desequilíbrio da testosterona pode aumentar a produção de óleo na pele.

Nas simulações de nível alto, os modelos humanos estariam expostos a microplásticos no ambiente de trabalho, que incluiria áreas de gestão de resíduos, indústrias têxteis sintéticas e setores de fabricação de plásticos.

Segundo a equipe, nesse caso as inflamações seriam ainda maiores, com manifestações na pele e sinais de envelhecimento precoce. Elas incluiriam descoloração, aparecimento de caroços e lesões que não cicatrizam adequadamente. Também pode haver descoloração azulada ou arroxeada nos lábios e pontas dos dedos.

Flutuações hormonais levariam a afinamento ou queda de cabelo, alterações de peso e ciclos menstruais irregulares.

“É evidente que há muitos sinais preocupantes de como essa poluição pode nos afetar. As imagens que geramos são baseadas em descobertas desses estudos e mostram resultados alarmantes, mas esperamos que façam as pessoas prestar atenção ao problema maior”, afirmou Mark Hall, especialista em resíduos plásticos da empresa responsável pelo relatório.

Suas recomendações para evitar o excesso de contaminates incluem abandonar plásticos de uso único, filtrar a água potável, trocar tecidos de náilon e poliéster por materiais naturais como algodão e lã, consumir alimentos orgânicos sempre que possível, reduzir o consumo de frutos do mar e substituir colheres de plástico por alternativas de madeira, tábuas de corte por opções naturais e potes de plástico por recipientes de vidro.

Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2025/04/05/antes-e-depois-imagens-de-ia-mostram-efeitos-destruidores-dos-microplasticos-no-rosto-humano.ghtml. Acesso em 05/04/2025. Texto adaptado.

Se considerarmos os ambientes ocupacionais descritos na exposição a microplásticos, podemos inferir que a vulnerabilidade:
 

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3726203 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: ION
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Antes e depois: imagens de IA mostram efeitos destruidores dos microplásticos no rosto humano

Fragmentos presentes no dia a dia podem prejudicar processos hormonais e ressecar a pele

Há cada vez mais evidências de que os microplásticos que cercam nossas vidas são capazes de penetrar em estruturas e órgãos do corpo, perturbando uma série de funções biológicas. Segundo cientistas, pesquisas apontam que esses fragmentos podem se acumular no organismo com o tempo e desregular hormônios, ressecar a pele, causar inflamações e alterações de peso corporal.

Agora, uma empresa de reciclagem do Reino Unido tentou capturar o impacto que essas toxinas podem estar causando à pele.

A convite da businesswaste.co.uk, pesquisadores utilizaram imagens geradas por inteligência artificial (IA) de um homem e de uma mulher jovens e saudáveis e simularam a exposição a microplásticos em três níveis diferentes: baixo, médio e alto.

No nível baixo, as imagens mostram que os indivíduos foram expostos aos microplásticos através de alimentos, de bebidas e do ambiente cotidiano. O relatório sugere que os fragmentos estavam interferindo nos hormônios, levando a ressecamento da pele, vermelhidão e irritação.

No nível médio, as simulações apontam o consumo frequente de alimentos processados, embalados em plástico e de frutos do mar contaminados. Os modelos também estariam usando roupas feitas de tecidos sintéticos como náilon e poliéster com mais regularidade. Os pesquisadores alegam que nesse nível a exposição poderia causar mais irritação da pele e desregular hormônios, levando à produção excessiva de oleosidade e envelhecimento precoce. O desequilíbrio da testosterona pode aumentar a produção de óleo na pele.

Nas simulações de nível alto, os modelos humanos estariam expostos a microplásticos no ambiente de trabalho, que incluiria áreas de gestão de resíduos, indústrias têxteis sintéticas e setores de fabricação de plásticos.

Segundo a equipe, nesse caso as inflamações seriam ainda maiores, com manifestações na pele e sinais de envelhecimento precoce. Elas incluiriam descoloração, aparecimento de caroços e lesões que não cicatrizam adequadamente. Também pode haver descoloração azulada ou arroxeada nos lábios e pontas dos dedos.

Flutuações hormonais levariam a afinamento ou queda de cabelo, alterações de peso e ciclos menstruais irregulares.

“É evidente que há muitos sinais preocupantes de como essa poluição pode nos afetar. As imagens que geramos são baseadas em descobertas desses estudos e mostram resultados alarmantes, mas esperamos que façam as pessoas prestar atenção ao problema maior”, afirmou Mark Hall, especialista em resíduos plásticos da empresa responsável pelo relatório.

Suas recomendações para evitar o excesso de contaminates incluem abandonar plásticos de uso único, filtrar a água potável, trocar tecidos de náilon e poliéster por materiais naturais como algodão e lã, consumir alimentos orgânicos sempre que possível, reduzir o consumo de frutos do mar e substituir colheres de plástico por alternativas de madeira, tábuas de corte por opções naturais e potes de plástico por recipientes de vidro.

Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2025/04/05/antes-e-depois-imagens-de-ia-mostram-efeitos-destruidores-dos-microplasticos-no-rosto-humano.ghtml. Acesso em 05/04/2025. Texto adaptado.

O texto recomenda que os tecidos sintéticos sejam substituídos por materiais naturais. Essa recomendação revela, em maior medida, um tipo de preocupação:
 

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3726202 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: ION
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Antes e depois: imagens de IA mostram efeitos destruidores dos microplásticos no rosto humano

Fragmentos presentes no dia a dia podem prejudicar processos hormonais e ressecar a pele

Há cada vez mais evidências de que os microplásticos que cercam nossas vidas são capazes de penetrar em estruturas e órgãos do corpo, perturbando uma série de funções biológicas. Segundo cientistas, pesquisas apontam que esses fragmentos podem se acumular no organismo com o tempo e desregular hormônios, ressecar a pele, causar inflamações e alterações de peso corporal.

Agora, uma empresa de reciclagem do Reino Unido tentou capturar o impacto que essas toxinas podem estar causando à pele.

A convite da businesswaste.co.uk, pesquisadores utilizaram imagens geradas por inteligência artificial (IA) de um homem e de uma mulher jovens e saudáveis e simularam a exposição a microplásticos em três níveis diferentes: baixo, médio e alto.

No nível baixo, as imagens mostram que os indivíduos foram expostos aos microplásticos através de alimentos, de bebidas e do ambiente cotidiano. O relatório sugere que os fragmentos estavam interferindo nos hormônios, levando a ressecamento da pele, vermelhidão e irritação.

No nível médio, as simulações apontam o consumo frequente de alimentos processados, embalados em plástico e de frutos do mar contaminados. Os modelos também estariam usando roupas feitas de tecidos sintéticos como náilon e poliéster com mais regularidade. Os pesquisadores alegam que nesse nível a exposição poderia causar mais irritação da pele e desregular hormônios, levando à produção excessiva de oleosidade e envelhecimento precoce. O desequilíbrio da testosterona pode aumentar a produção de óleo na pele.

Nas simulações de nível alto, os modelos humanos estariam expostos a microplásticos no ambiente de trabalho, que incluiria áreas de gestão de resíduos, indústrias têxteis sintéticas e setores de fabricação de plásticos.

Segundo a equipe, nesse caso as inflamações seriam ainda maiores, com manifestações na pele e sinais de envelhecimento precoce. Elas incluiriam descoloração, aparecimento de caroços e lesões que não cicatrizam adequadamente. Também pode haver descoloração azulada ou arroxeada nos lábios e pontas dos dedos.

Flutuações hormonais levariam a afinamento ou queda de cabelo, alterações de peso e ciclos menstruais irregulares.

“É evidente que há muitos sinais preocupantes de como essa poluição pode nos afetar. As imagens que geramos são baseadas em descobertas desses estudos e mostram resultados alarmantes, mas esperamos que façam as pessoas prestar atenção ao problema maior”, afirmou Mark Hall, especialista em resíduos plásticos da empresa responsável pelo relatório.

Suas recomendações para evitar o excesso de contaminates incluem abandonar plásticos de uso único, filtrar a água potável, trocar tecidos de náilon e poliéster por materiais naturais como algodão e lã, consumir alimentos orgânicos sempre que possível, reduzir o consumo de frutos do mar e substituir colheres de plástico por alternativas de madeira, tábuas de corte por opções naturais e potes de plástico por recipientes de vidro.

Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2025/04/05/antes-e-depois-imagens-de-ia-mostram-efeitos-destruidores-dos-microplasticos-no-rosto-humano.ghtml. Acesso em 05/04/2025. Texto adaptado.

Segundo o texto, a exposição aos microplásticos pode ocorrer em três diferentes níveis, em uma gradação: do nível baixo ao nível alto, passando pelo médio. Com base nisso, podemos inferir que:
 

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