Magna Concursos

Foram encontradas 50 questões.

1051502 Ano: 2012
Disciplina: Estatística
Banca: UFF
Orgão: IPASG
Provas:

Uma distribuição apresenta valores iguais. Nesse caso, podemos afirmar que o desvio padrão apresenta valor:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1041216 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFF
Orgão: IPASG
Provas:
Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.
Quando o filósofo Clément Rosset afirma, a respeito de Nietzsche, que “a alegria é a força maior”, ele deseja mostrar que a alegria não é um sentimento dentre outros, mas a força motriz que nos impele à vida, uma espécie de grande “sim” à existência em todas as suas facetas. Afinal, este sentimento envolve todos os nossos sentidos e nos fortalece de tal maneira que, uma vez alegres, nada mais parece pesar em nós. É que a alegria, quando vivida em profundidade, não deixa espaço para mais nada − razão pela qual Leibniz a defendia como um sentimento totalizante que, estando presente, domina todos os demais. Totalizante ou apenas dominante, a alegria, para Nietzsche, é a força que nos coloca em movimento, é aquilo que nos faz agir, é o que nos faz querer viver.
É claro que nem todos entendem a alegria desse modo. Para muitos, ela é apenas um ímpeto passageiro, uma sensação fugaz de contentamento e júbilo, algo que apenas contrasta com a dor, geralmente considerada mais permanente e profunda. Porém, para filósofos como Nietzsche e, sobretudo, Espinosa, ela é um sentimento vital, afirmativo, que se confunde com a própria potência de existir. Neste caso, ela pode ser definida como uma disposição favorável com relação à vida. Eis porque o homem alegre é sempre alegre, mesmo quando está triste (ao contrário do homem angustiado, que sempre é angustiado mesmo quando tem motivos para estar alegre).
Em poucas palavras, é preciso que se entenda que sem alegrias o corpo vai adoecendo e a paralisia das ações torna-se inexorável. É a ocasião certa para a angústia se instalar e afunilar nossa percepção da vida. Porque é isto exatamente a angústia: uma sensação ou sentimento de vazio, de incompletude, de insignificância, uma espécie de afunilamento, de perda de perspectiva, de indisposição com a vida. É quando o niilismo se instala no âmago do ser e a própria vida é vista como nada.
Espinosa usa o conceito de “conatus” para definir esta força de existir inerente a cada ser (que aumenta e diminui ao longo da existência em função dos encontros alegres ou tristes que fazemos). É por isso que Nietzsche afirma que os pessimistas e niilistas, ao julgarem a vida má e pesada, nada mais fazem do que revelar sua própria impotência e fraqueza diante dela.
(SCHöPKE, Regina. O Globo: 04/09/2010.)
Mantém-se o acento grave no “a” de “mas a força motriz que nos impele à vida” (parágrafo 1), ao se fazer a substituição de “à vida” por:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1032871 Ano: 2012
Disciplina: Estatística
Banca: UFF
Orgão: IPASG
Provas:

Um dado comerciante recebeu um lote de 12 peças automotivas e percebeu, após abrir as embalagem, que quatro apresentavam defeito. Se o comerciante retirasse duas peças do lote aleatoriamente, a probabilidade de ao menos uma ser defeituosa seria:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1032538 Ano: 2012
Disciplina: Estatística
Banca: UFF
Orgão: IPASG
Provas:

Em uma classe, a probabilidade de um aluno passar de ano é de 0,4. Se 10 alunos ficaram em recuperação, a variância amostral será de:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1020632 Ano: 2012
Disciplina: Estatística
Banca: UFF
Orgão: IPASG
Provas:

Se lançarmos, de forma simultânea, um dado e duas moedas, a probabilidade de se obter um “seis”, uma cara e uma coroa em uma jogada única é:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
996045 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFF
Orgão: IPASG
Provas:
Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.
Quando o filósofo Clément Rosset afirma, a respeito de Nietzsche, que “a alegria é a força maior”, ele deseja mostrar que a alegria não é um sentimento dentre outros, mas a força motriz que nos impele à vida, uma espécie de grande “sim” à existência em todas as suas facetas. Afinal, este sentimento envolve todos os nossos sentidos e nos fortalece de tal maneira que, uma vez alegres, nada mais parece pesar em nós. É que a alegria, quando vivida em profundidade, não deixa espaço para mais nada − razão pela qual Leibniz a defendia como um sentimento totalizante que, estando presente, domina todos os demais. Totalizante ou apenas dominante, a alegria, para Nietzsche, é a força que nos coloca em movimento, é aquilo que nos faz agir, é o que nos faz querer viver.
É claro que nem todos entendem a alegria desse modo. Para muitos, ela é apenas um ímpeto passageiro, uma sensação fugaz de contentamento e júbilo, algo que apenas contrasta com a dor, geralmente considerada mais permanente e profunda. Porém, para filósofos como Nietzsche e, sobretudo, Espinosa, ela é um sentimento vital, afirmativo, que se confunde com a própria potência de existir. Neste caso, ela pode ser definida como uma disposição favorável com relação à vida. Eis porque o homem alegre é sempre alegre, mesmo quando está triste (ao contrário do homem angustiado, que sempre é angustiado mesmo quando tem motivos para estar alegre).
Em poucas palavras, é preciso que se entenda que sem alegrias o corpo vai adoecendo e a paralisia das ações torna-se inexorável. É a ocasião certa para a angústia se instalar e afunilar nossa percepção da vida. Porque é isto exatamente a angústia: uma sensação ou sentimento de vazio, de incompletude, de insignificância, uma espécie de afunilamento, de perda de perspectiva, de indisposição com a vida. É quando o niilismo se instala no âmago do ser e a própria vida é vista como nada.
Espinosa usa o conceito de “conatus” para definir esta força de existir inerente a cada ser (que aumenta e diminui ao longo da existência em função dos encontros alegres ou tristes que fazemos). É por isso que Nietzsche afirma que os pessimistas e niilistas, ao julgarem a vida má e pesada, nada mais fazem do que revelar sua própria impotência e fraqueza diante dela.
(SCHöPKE, Regina. O Globo: 04/09/2010.)
Releia-se a frase: “É que a alegria, quando vivida em profundidade, não deixa espaço para mais nada − razão pela qual Leibniz a defendia como um sentimento totalizante que, estando presente, domina todos os demais”. (parágrafo 1)
A sugestão de reescrita que altera fundamentalmente o sentido da frase acima encontra-se em:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
979692 Ano: 2012
Disciplina: Estatística
Banca: UFF
Orgão: IPASG
Provas:

Uma urna possui 8 bolas, sendo 5 vermelhas e 3 azuis. Uma pessoa retira as bolas alternadamente com as mãos direita e esquerda, até esvaziar a urna. Se iniciar a retirada com a mão direita, a probabilidade de que a primeira bola seja vermelha é:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
963195 Ano: 2012
Disciplina: Estatística
Banca: UFF
Orgão: IPASG
Provas:

Em um estacionamento estão estacionados 5 automóveis brancos e 3 pretos. Um automóvel sai do estacionamento e não volta mais. Outro automóvel sai em seguida. A probabilidade dos dois automóveis que saíram serem brancos é:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
962751 Ano: 2012
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: UFF
Orgão: IPASG
Provas:
Acerca do Poder Executivo no município de São Gonçalo, é correto afirmar que:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
962745 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFF
Orgão: IPASG
Provas:
Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.
Quando o filósofo Clément Rosset afirma, a respeito de Nietzsche, que “a alegria é a força maior”, ele deseja mostrar que a alegria não é um sentimento dentre outros, mas a força motriz que nos impele à vida, uma espécie de grande “sim” à existência em todas as suas facetas. Afinal, este sentimento envolve todos os nossos sentidos e nos fortalece de tal maneira que, uma vez alegres, nada mais parece pesar em nós. É que a alegria, quando vivida em profundidade, não deixa espaço para mais nada − razão pela qual Leibniz a defendia como um sentimento totalizante que, estando presente, domina todos os demais. Totalizante ou apenas dominante, a alegria, para Nietzsche, é a força que nos coloca em movimento, é aquilo que nos faz agir, é o que nos faz querer viver.
É claro que nem todos entendem a alegria desse modo. Para muitos, ela é apenas um ímpeto passageiro, uma sensação fugaz de contentamento e júbilo, algo que apenas contrasta com a dor, geralmente considerada mais permanente e profunda. Porém, para filósofos como Nietzsche e, sobretudo, Espinosa, ela é um sentimento vital, afirmativo, que se confunde com a própria potência de existir. Neste caso, ela pode ser definida como uma disposição favorável com relação à vida. Eis porque o homem alegre é sempre alegre, mesmo quando está triste (ao contrário do homem angustiado, que sempre é angustiado mesmo quando tem motivos para estar alegre).
Em poucas palavras, é preciso que se entenda que sem alegrias o corpo vai adoecendo e a paralisia das ações torna-se inexorável. É a ocasião certa para a angústia se instalar e afunilar nossa percepção da vida. Porque é isto exatamente a angústia: uma sensação ou sentimento de vazio, de incompletude, de insignificância, uma espécie de afunilamento, de perda de perspectiva, de indisposição com a vida. É quando o niilismo se instala no âmago do ser e a própria vida é vista como nada.
Espinosa usa o conceito de “conatus” para definir esta força de existir inerente a cada ser (que aumenta e diminui ao longo da existência em função dos encontros alegres ou tristes que fazemos). É por isso que Nietzsche afirma que os pessimistas e niilistas, ao julgarem a vida má e pesada, nada mais fazem do que revelar sua própria impotência e fraqueza diante dela.
(SCHöPKE, Regina. O Globo: 04/09/2010.)
Em relação ao pronome em destaque, há evidente EQUÍVOCO na alternativa em que se diz que ele remete o leitor:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas