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Foram encontradas 50 questões.

1148025 Ano: 2012
Disciplina: Estatística
Banca: UFF
Orgão: IPASG
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A Distribuição Normal Padrão é, por definição, uma distribuição de probabilidade normal com:

 

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1118379 Ano: 2012
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UFF
Orgão: IPASG
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A respeito das prerrogativas constitucionais dos municípios, é correto afirmar que:

 

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1114582 Ano: 2012
Disciplina: Estatística
Banca: UFF
Orgão: IPASG
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A tabela abaixo mostra o preço médio, em reais, do valor do sinistro de um determinado modelo de automóvel em uma região do Rio de Janeiro, nos meses de julho a dezembro de um determinado ano.

Preço Médio – Sinistro /RJ

Julho a Dezembro

Mês Preço
Jul 300,00
Ago 280,20
Set 278,00
Ou 270,00
Nov 266,80
Dez 200,00

A mediana dos preços, em reais, nesse período foi, aproximadamente, de:

 

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1111502 Ano: 2012
Disciplina: Estatística
Banca: UFF
Orgão: IPASG
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Dada a série de dados: 2, 2, 3, 5, 5, 5, 6, 4, 4, 4, 4, 7, 8, 8, 9, 10, 10, 10. A moda para essa série é igual a:

 

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1104497 Ano: 2012
Disciplina: Estatística
Banca: UFF
Orgão: IPASG
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Dada a tabela de distribuição de frequência abaixo, referente à estatura de pessoas em uma equipe de basquete(em cm):

Estaturas

(cm)

Frequência

Absoluta

150 !$ \dashv !$ 160 1
160 !$ \dashv !$ 170 1
170 !$ \dashv !$ 180 3
180 !$ \dashv !$ 190 2
190 !$ \dashv !$ 200 5
Total 12

A amplitude total da distribuição, em cm, é:

 

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1104490 Ano: 2012
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UFF
Orgão: IPASG
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Rodolfo, servidor público estável, foi condenado por crime de peculato porque furtara um computador da repartição em que trabalhava. Transitada em julgado a sentença condenatória, o servidor foi conduzido ao cárcere e ainda perdeu seu cargo público efetivo. Considerando a narrativa acima, bem como as normas constitucionais atuais, pode-se afirmar que:

 

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1095526 Ano: 2012
Disciplina: Estatística
Banca: UFF
Orgão: IPASG
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Em uma urna, se encontram 6 cartões amarelos numerados de 1 a 6. Em outra, cartões verdes, também numerados de 1 a 6. Retirando-se simultaneamente os cartões de cada urna, a probabilidade de se obter soma igual a 5 é de:

 

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1092348 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFF
Orgão: IPASG
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Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.
Quando o filósofo Clément Rosset afirma, a respeito de Nietzsche, que “a alegria é a força maior”, ele deseja mostrar que a alegria não é um sentimento dentre outros, mas a força motriz que nos impele à vida, uma espécie de grande “sim” à existência em todas as suas facetas. Afinal, este sentimento envolve todos os nossos sentidos e nos fortalece de tal maneira que, uma vez alegres, nada mais parece pesar em nós. É que a alegria, quando vivida em profundidade, não deixa espaço para mais nada − razão pela qual Leibniz a defendia como um sentimento totalizante que, estando presente, domina todos os demais. Totalizante ou apenas dominante, a alegria, para Nietzsche, é a força que nos coloca em movimento, é aquilo que nos faz agir, é o que nos faz querer viver.
É claro que nem todos entendem a alegria desse modo. Para muitos, ela é apenas um ímpeto passageiro, uma sensação fugaz de contentamento e júbilo, algo que apenas contrasta com a dor, geralmente considerada mais permanente e profunda. Porém, para filósofos como Nietzsche e, sobretudo, Espinosa, ela é um sentimento vital, afirmativo, que se confunde com a própria potência de existir. Neste caso, ela pode ser definida como uma disposição favorável com relação à vida. Eis porque o homem alegre é sempre alegre, mesmo quando está triste (ao contrário do homem angustiado, que sempre é angustiado mesmo quando tem motivos para estar alegre).
Em poucas palavras, é preciso que se entenda que sem alegrias o corpo vai adoecendo e a paralisia das ações torna-se inexorável. É a ocasião certa para a angústia se instalar e afunilar nossa percepção da vida. Porque é isto exatamente a angústia: uma sensação ou sentimento de vazio, de incompletude, de insignificância, uma espécie de afunilamento, de perda de perspectiva, de indisposição com a vida. É quando o niilismo se instala no âmago do ser e a própria vida é vista como nada.
Espinosa usa o conceito de “conatus” para definir esta força de existir inerente a cada ser (que aumenta e diminui ao longo da existência em função dos encontros alegres ou tristes que fazemos). É por isso que Nietzsche afirma que os pessimistas e niilistas, ao julgarem a vida má e pesada, nada mais fazem do que revelar sua própria impotência e fraqueza diante dela.
(SCHöPKE, Regina. O Globo: 04/09/2010.)
Para enfatizar argumento usado no texto, a autora recorre a figura de sintaxe em:
 

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1086054 Ano: 2012
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: UFF
Orgão: IPASG
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Sobre as penalidades disciplinares aplicáveis aos servidores públicos do município de São Gonçalo, é correto afirmar que:

 

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1067881 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFF
Orgão: IPASG
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Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.
Quando o filósofo Clément Rosset afirma, a respeito de Nietzsche, que “a alegria é a força maior”, ele deseja mostrar que a alegria não é um sentimento dentre outros, mas a força motriz que nos impele à vida, uma espécie de grande “sim” à existência em todas as suas facetas. Afinal, este sentimento envolve todos os nossos sentidos e nos fortalece de tal maneira que, uma vez alegres, nada mais parece pesar em nós. É que a alegria, quando vivida em profundidade, não deixa espaço para mais nada − razão pela qual Leibniz a defendia como um sentimento totalizante que, estando presente, domina todos os demais. Totalizante ou apenas dominante, a alegria, para Nietzsche, é a força que nos coloca em movimento, é aquilo que nos faz agir, é o que nos faz querer viver.
É claro que nem todos entendem a alegria desse modo. Para muitos, ela é apenas um ímpeto passageiro, uma sensação fugaz de contentamento e júbilo, algo que apenas contrasta com a dor, geralmente considerada mais permanente e profunda. Porém, para filósofos como Nietzsche e, sobretudo, Espinosa, ela é um sentimento vital, afirmativo, que se confunde com a própria potência de existir. Neste caso, ela pode ser definida como uma disposição favorável com relação à vida. Eis porque o homem alegre é sempre alegre, mesmo quando está triste (ao contrário do homem angustiado, que sempre é angustiado mesmo quando tem motivos para estar alegre).
Em poucas palavras, é preciso que se entenda que sem alegrias o corpo vai adoecendo e a paralisia das ações torna-se inexorável. É a ocasião certa para a angústia se instalar e afunilar nossa percepção da vida. Porque é isto exatamente a angústia: uma sensação ou sentimento de vazio, de incompletude, de insignificância, uma espécie de afunilamento, de perda de perspectiva, de indisposição com a vida. É quando o niilismo se instala no âmago do ser e a própria vida é vista como nada.
Espinosa usa o conceito de “conatus” para definir esta força de existir inerente a cada ser (que aumenta e diminui ao longo da existência em função dos encontros alegres ou tristes que fazemos). É por isso que Nietzsche afirma que os pessimistas e niilistas, ao julgarem a vida má e pesada, nada mais fazem do que revelar sua própria impotência e fraqueza diante dela.
(SCHöPKE, Regina. O Globo: 04/09/2010.)
Em relação ao papel desempenhado na argumentação, é INSUSTENTÁVEL o comentário que se faz acerca de:
 

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