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Apesar de existirem diversas aplicações reais em que há necessidade de ingestão periódica de dados, em algumas a ingestão em lote pode não ser vantajosa, como, por exemplo, em
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Para melhorar o processamento de grandes volumes de dados através de computação paralela ou distribuída, pode-se utilizar sharding, técnica que divide os dados em partes menores, chamadas shards. Essas partes são normalmente armazenadas em diferentes nós, ou sítios, de processamento em um sistema distribuído.
O sharding é necessário para garantir a
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Existem várias abordagens para a ingestão de dados, sendo cada uma delas adequada para determinado tipo de necessidade e de cenário.
No caso da ingestão de dados em tempo real, streaming, os dados são
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O Ecossistema Spark tem componentes que oferecem funcionalidades específicas que o tornam uma ferramenta versátil e eficiente para o processamento de grandes volumes de dados, a análise em tempo real, o aprendizado de máquina e muito mais. Essa integração e flexibilidade são algumas das razões pelas quais o Spark se tornou uma ferramenta amplamente utilizada em aplicações de Big Data. Os componentes da Plataforma Spark pertencem a dois grupos principais: os componentes básicos e os componentes especializados, que provêm funcionalidades mais avançadas. Dentre os componentes básicos, podemos destacar o Spark Core, também conhecido como “coração” do Ecossistema, e que é responsável pelas tarefas consideradas essenciais.
O componente Spark Core
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No contexto da ciência de dados em cloud computing, e considerando-se as soluções de Plataforma como Serviço (PaaS), as de Infraestrutura como Serviço (IaaS) e as de Software como Serviço (SaaS), constata-se que
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O processo de ingestão de dados é normalmente dividido em três etapas principais:
1 - Extração, ou coleta, de dados das fontes disponíveis;
2 - Transformação dos dados coletados para que atendam às necessidades específicas de processamento e análise; e
3 - Carga dos dados em algum repositório de destino, como um banco de dados relacional ou um data lake. Essas três etapas podem variar dependendo de os dados serem estruturados ou não.
Nesse contexto, verifica-se que, na etapa de
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O texto a seguir aborda a questão da sustentabilidade energética no Brasil.
As projeções de consumo e oferta de energia para 2030, elaboradas pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), apontam continuidade do perfil da matriz energética brasileira, com maior grau de dependência de combustíveis fósseis, altamente dependente do petróleo. As novas hidrelétricas e outras fontes renováveis, como a eólica e a geração termelétrica com o bagaço da cana, são os elementos que indicam a possibilidade de fontes renováveis na área de geração elétrica. [...] O primeiro aerogerador a entrar em operação comercial no país foi instalado em Fernando de Noronha, em 1992. Do ponto de vista da sustentabilidade ambiental, virtuosamente a participação de fontes eólicas nos últimos anos tem ganhado espaço junto à matriz elétrica nacional.
IPEA. Sustentabilidade ambiental no Brasil: biodiversidade, economia e bem-estar humano. Brasília: Ipea. Comunicados Ipea, fev. 2011, p. 1-7. Adaptado. DINIZ, T. Expansão da indústria de geração eólica no Brasil: uma análise à luz da nova economia das instituições. Brasília: Ipea. Planejamento e políticas públicas, n. 50, jan.-jun. 2018. p. 234. Adaptado.
A maior capacidade instalada para a geração de energia eólica do país está concentrada na seguinte região:
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O texto a seguir trata da urbanização brasileira.
No Brasil, verificam-se recentes transformações ocorridas nas relações entre os territórios urbanos, bem como no perfil demográfico, produtivo e funcional dos municípios. Além das áreas de concentração de população, o IBGE também identifica os chamados arranjos populacionais, agrupamentos de dois ou mais municípios com forte integração populacional, assim como municípios isolados, com população superior a 100 mil habitantes, que, juntos, conformam concentrações urbanas. O Ipea define aglomerações urbanas como aquelas “formadas por áreas urbanizadas integradas – logo funcionalmente complementares” e que podem ser constituídas por espaços urbanizados contínuos e descontínuos. Constatam-se mudanças na morfologia urbana, apoiadas no predomínio do automóvel, nas tecnologias de informação e na localização de empresas e moradias em locais mais distantes, que vêm provocando uma “metropolização expandida”, ou seja, uma expansão territorial metropolitana que resulta em mudança completa na estrutura, forma e função das metrópoles.
MOURA, R.; PÊGO, B. Aglomerações urbanas no Brasil e na América do Sul: trajetórias e novas configurações. Rio de Janeiro: Ipea, 2016. p. 8. (Texto para Discussão n. 2.203). Adaptado.
Essa metropolização expandida é comprovada pela configuração de:
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Considere o gráfico sobre a demografia no Brasil.,

Disponível em: https://www.ihu.unisinos.br/590233. Acesso em: 18 nov. 2023. Adaptado.
A análise do comportamento demográfico, no período 2020-2025, conduz à seguinte conclusão:
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Considere o texto sobre a Lei Júlio Lancellotti.
A Lei 14.489, de 2022, é designada Lei Padre Júlio Lancellotti por uma referência ao religioso que, desde 1986, promove trabalhos sociais na cidade de São Paulo. Coordenador de uma pastoral, Lancellotti usou uma marreta para remover pedras pontiagudas instaladas sob um viaduto pela prefeitura da capital paulista. O gesto já foi repetido em outras ocasiões pelo padre, que usa sua página numa rede social para denunciar a arquitetura hostil em outras cidades. Essa lei altera o Estatuto da Cidade para estabelecer entre suas diretrizes a “promoção de conforto, abrigo, descanso, bem-estar e acessibilidade na fruição de espaços livres de uso público, seu mobiliário e interfaces com espaços de uso privado”.
Disponível em: https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2022/12/22/lei-padre-julio-lancellotti-que-proibe-arquitetura-hostil-e-promulgada. Acesso em: 20 nov. 2023. Adaptado.
Essa recente lei tem como propósito principal evitar a
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