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3077147 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: IPEA

Texto XVII

Nos últimos vinte anos, houve um notável crescimento da presença evangélica no Brasil. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número de evangélicos no país aumentou consideravelmente. Em 2000, aproximadamente 15,4% da população brasileira se identificava como evangélica, enquanto em 2010 esse número já havia subido para cerca de 22,2%. A principal fonte de informação para essa estimação é o censo populacional. Contudo, uma pesquisa mais recente do Datafolha indica que os evangélicos já somam 31,0% da população brasileira.

Em relação ao crescimento dos evangélicos no Brasil, a literatura acadêmica destaca que esse aumento tem sido mais pronunciado nas áreas urbanas, possivelmente devido à migração para as cidades e à maior oferta de igrejas e eventos religiosos nessas regiões. O uso eficaz de mídias e tecnologias, como rádio, televisão e redes sociais, tem desempenhado um papel importante na disseminação das mensagens religiosas e no recrutamento de novos membros. Também se destaca a estreita relação entre os evangélicos e a política brasileira, com o crescimento da influência desses grupos religiosos e a eleição de líderes evangélicos para cargos legislativos e executivos, impactando políticas públicas, percepções e valores da sociedade.

A principal fonte de informação sobre as preferências religiosas da população brasileira é o censo populacional, realizado decenalmente, porém o último foi coletado em 2022, com dois anos de atraso em virtude da pandemia. Com base nas informações disponíveis no censo, é possível constatar o crescimento da religião evangélica no país nos últimos anos.

Uma informação ainda não utilizada para mensurar o crescimento das religiões evangélicas no Brasilé o número de estabelecimentos religiosos e sua dispersão no território. Utilizando dados da Rais, entre 1998 e 2021, é possível observar, ao longo do tempo, a evolução no número desses estabelecimentos em cada município brasileiro.

No entanto, o número total de estabelecimentos religiosos, apesar de interessante, não nos permite avaliar quais são as religiões que têm puxado o crescimento do número de igrejas ou em quais regiões cada denominação se encontra mais presente. Para isso, é necessário detalhar a classificação desses estabelecimentos, segundo a religião a que são vinculados. Uma das formas é a sua classificação pelo Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ). A Igreja Universal do Reino de Deus, por exemplo, possui mais de 6.800 estabelecimentos espalhados pelo país, todos eles vinculados a uma única pessoa jurídica, ou seja, um único CNPJ. O mesmo acontece com a Igreja Quadrangular, com quase 5 mil estabelecimentos, todos eles pertencentes a uma única pessoa jurídica.

DE NEGRI, F.; MACHADO, W.; CAVALCANTE, E. Crescimento dos estabelecimentos evangélicos no país nas últimas décadas. Nota Técnica n. 123. Rio de Janeiro: Ipea, nov. 2023. Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/ bitstream/11058/12605/1/NT_123_Diset_crescimento_dos_ estabelecimentos.pdf. Acesso em: 24 dez. 2023. Adaptado.

O trecho do Texto XVII, destacado a seguir, que se refere a uma informação contida no parágrafo imediatamente anterior é:

 

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3077146 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: IPEA

Texto XVII

Nos últimos vinte anos, houve um notável crescimento da presença evangélica no Brasil. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número de evangélicos no país aumentou consideravelmente. Em 2000, aproximadamente 15,4% da população brasileira se identificava como evangélica, enquanto em 2010 esse número já havia subido para cerca de 22,2%. A principal fonte de informação para essa estimação é o censo populacional. Contudo, uma pesquisa mais recente do Datafolha indica que os evangélicos já somam 31,0% da população brasileira.

Em relação ao crescimento dos evangélicos no Brasil, a literatura acadêmica destaca que esse aumento tem sido mais pronunciado nas áreas urbanas, possivelmente devido à migração para as cidades e à maior oferta de igrejas e eventos religiosos nessas regiões. O uso eficaz de mídias e tecnologias, como rádio, televisão e redes sociais, tem desempenhado um papel importante na disseminação das mensagens religiosas e no recrutamento de novos membros. Também se destaca a estreita relação entre os evangélicos e a política brasileira, com o crescimento da influência desses grupos religiosos e a eleição de líderes evangélicos para cargos legislativos e executivos, impactando políticas públicas, percepções e valores da sociedade.

A principal fonte de informação sobre as preferências religiosas da população brasileira é o censo populacional, realizado decenalmente, porém o último foi coletado em 2022, com dois anos de atraso em virtude da pandemia. Com base nas informações disponíveis no censo, é possível constatar o crescimento da religião evangélica no país nos últimos anos.

Uma informação ainda não utilizada para mensurar o crescimento das religiões evangélicas no Brasilé o número de estabelecimentos religiosos e sua dispersão no território. Utilizando dados da Rais, entre 1998 e 2021, é possível observar, ao longo do tempo, a evolução no número desses estabelecimentos em cada município brasileiro.

No entanto, o número total de estabelecimentos religiosos, apesar de interessante, não nos permite avaliar quais são as religiões que têm puxado o crescimento do número de igrejas ou em quais regiões cada denominação se encontra mais presente. Para isso, é necessário detalhar a classificação desses estabelecimentos, segundo a religião a que são vinculados. Uma das formas é a sua classificação pelo Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ). A Igreja Universal do Reino de Deus, por exemplo, possui mais de 6.800 estabelecimentos espalhados pelo país, todos eles vinculados a uma única pessoa jurídica, ou seja, um único CNPJ. O mesmo acontece com a Igreja Quadrangular, com quase 5 mil estabelecimentos, todos eles pertencentes a uma única pessoa jurídica.

DE NEGRI, F.; MACHADO, W.; CAVALCANTE, E. Crescimento dos estabelecimentos evangélicos no país nas últimas décadas. Nota Técnica n. 123. Rio de Janeiro: Ipea, nov. 2023. Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/ bitstream/11058/12605/1/NT_123_Diset_crescimento_dos_ estabelecimentos.pdf. Acesso em: 24 dez. 2023. Adaptado.

Depois de se referir à utilização de dados da Rais para observar a evolução no número de estabelecimentos religiosos, o Texto XVII desenvolve a seguinte ideia:

 

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3077145 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: IPEA

Texto XVII

Nos últimos vinte anos, houve um notável crescimento da presença evangélica no Brasil. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número de evangélicos no país aumentou consideravelmente. Em 2000, aproximadamente 15,4% da população brasileira se identificava como evangélica, enquanto em 2010 esse número já havia subido para cerca de 22,2%. A principal fonte de informação para essa estimação é o censo populacional. Contudo, uma pesquisa mais recente do Datafolha indica que os evangélicos já somam 31,0% da população brasileira.

Em relação ao crescimento dos evangélicos no Brasil, a literatura acadêmica destaca que esse aumento tem sido mais pronunciado nas áreas urbanas, possivelmente devido à migração para as cidades e à maior oferta de igrejas e eventos religiosos nessas regiões. O uso eficaz de mídias e tecnologias, como rádio, televisão e redes sociais, tem desempenhado um papel importante na disseminação das mensagens religiosas e no recrutamento de novos membros. Também se destaca a estreita relação entre os evangélicos e a política brasileira, com o crescimento da influência desses grupos religiosos e a eleição de líderes evangélicos para cargos legislativos e executivos, impactando políticas públicas, percepções e valores da sociedade.

A principal fonte de informação sobre as preferências religiosas da população brasileira é o censo populacional, realizado decenalmente, porém o último foi coletado em 2022, com dois anos de atraso em virtude da pandemia. Com base nas informações disponíveis no censo, é possível constatar o crescimento da religião evangélica no país nos últimos anos.

Uma informação ainda não utilizada para mensurar o crescimento das religiões evangélicas no Brasilé o número de estabelecimentos religiosos e sua dispersão no território. Utilizando dados da Rais, entre 1998 e 2021, é possível observar, ao longo do tempo, a evolução no número desses estabelecimentos em cada município brasileiro.

No entanto, o número total de estabelecimentos religiosos, apesar de interessante, não nos permite avaliar quais são as religiões que têm puxado o crescimento do número de igrejas ou em quais regiões cada denominação se encontra mais presente. Para isso, é necessário detalhar a classificação desses estabelecimentos, segundo a religião a que são vinculados. Uma das formas é a sua classificação pelo Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ). A Igreja Universal do Reino de Deus, por exemplo, possui mais de 6.800 estabelecimentos espalhados pelo país, todos eles vinculados a uma única pessoa jurídica, ou seja, um único CNPJ. O mesmo acontece com a Igreja Quadrangular, com quase 5 mil estabelecimentos, todos eles pertencentes a uma única pessoa jurídica.

DE NEGRI, F.; MACHADO, W.; CAVALCANTE, E. Crescimento dos estabelecimentos evangélicos no país nas últimas décadas. Nota Técnica n. 123. Rio de Janeiro: Ipea, nov. 2023. Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/ bitstream/11058/12605/1/NT_123_Diset_crescimento_dos_ estabelecimentos.pdf. Acesso em: 24 dez. 2023. Adaptado.

No trecho do 1º parágrafo do Texto XVII, “A principal fonte de informação para essa estimação é o censo populacional. Contudo, uma pesquisa mais recente do Datafolha indica que os evangélicos já somam 31,0% da população brasileira”, a conjunção destacada expressa a ideia de

 

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3077144 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: IPEA

Texto XVII

Nos últimos vinte anos, houve um notável crescimento da presença evangélica no Brasil. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número de evangélicos no país aumentou consideravelmente. Em 2000, aproximadamente 15,4% da população brasileira se identificava como evangélica, enquanto em 2010 esse número já havia subido para cerca de 22,2%. A principal fonte de informação para essa estimação é o censo populacional. Contudo, uma pesquisa mais recente do Datafolha indica que os evangélicos já somam 31,0% da população brasileira.

Em relação ao crescimento dos evangélicos no Brasil, a literatura acadêmica destaca que esse aumento tem sido mais pronunciado nas áreas urbanas, possivelmente devido à migração para as cidades e à maior oferta de igrejas e eventos religiosos nessas regiões. O uso eficaz de mídias e tecnologias, como rádio, televisão e redes sociais, tem desempenhado um papel importante na disseminação das mensagens religiosas e no recrutamento de novos membros. Também se destaca a estreita relação entre os evangélicos e a política brasileira, com o crescimento da influência desses grupos religiosos e a eleição de líderes evangélicos para cargos legislativos e executivos, impactando políticas públicas, percepções e valores da sociedade.

A principal fonte de informação sobre as preferências religiosas da população brasileira é o censo populacional, realizado decenalmente, porém o último foi coletado em 2022, com dois anos de atraso em virtude da pandemia. Com base nas informações disponíveis no censo, é possível constatar o crescimento da religião evangélica no país nos últimos anos.

Uma informação ainda não utilizada para mensurar o crescimento das religiões evangélicas no Brasilé o número de estabelecimentos religiosos e sua dispersão no território. Utilizando dados da Rais, entre 1998 e 2021, é possível observar, ao longo do tempo, a evolução no número desses estabelecimentos em cada município brasileiro.

No entanto, o número total de estabelecimentos religiosos, apesar de interessante, não nos permite avaliar quais são as religiões que têm puxado o crescimento do número de igrejas ou em quais regiões cada denominação se encontra mais presente. Para isso, é necessário detalhar a classificação desses estabelecimentos, segundo a religião a que são vinculados. Uma das formas é a sua classificação pelo Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ). A Igreja Universal do Reino de Deus, por exemplo, possui mais de 6.800 estabelecimentos espalhados pelo país, todos eles vinculados a uma única pessoa jurídica, ou seja, um único CNPJ. O mesmo acontece com a Igreja Quadrangular, com quase 5 mil estabelecimentos, todos eles pertencentes a uma única pessoa jurídica.

DE NEGRI, F.; MACHADO, W.; CAVALCANTE, E. Crescimento dos estabelecimentos evangélicos no país nas últimas décadas. Nota Técnica n. 123. Rio de Janeiro: Ipea, nov. 2023. Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/ bitstream/11058/12605/1/NT_123_Diset_crescimento_dos_ estabelecimentos.pdf. Acesso em: 24 dez. 2023. Adaptado.

O segundo parágrafo do Texto XVII estabelece, com o primeiro parágrafo, uma relação de

 

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3077143 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: IPEA

A justificativa para fazer uma revisão de modo a alcançar maior concisão textual está explicitada entre colchetes em:

 

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3077142 Ano: 2024
Disciplina: Estatística
Banca: CESGRANRIO
Orgão: IPEA

Considere a Tabela abaixo.

Enunciado 3329004-1

Fonte: Ipea.

Elaboração: Grupo de Conjuntura da Dimac/Ipea.

IPEA prevê crescimento de 3,2% do PIB neste ano e mantém em 2,0% a estimativa para 2024. Notícias Ipea. 20 dez. 2023. Disponível em: https:// www.ipea.gov.br/portal/categorias/45-todas-as-noticias/noticias/14833-ipea-preve-crescimento-de-3-2-do-pib-neste-ano-e-mantem-em-2-0-a-estimativa- para-2024. Acesso em: 24 dez. 2023. Adaptado.

O exame da Tabela sobre as taxas de crescimento do PIB em 2023 permite concluir que

 

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3077141 Ano: 2024
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: CESGRANRIO
Orgão: IPEA

Palavras-chave: avaliação de impacto experimental; gestão escolar; desempenho escolar.

O desempenho educacional brasileiro é inquestionavelmente limitado, mesmo quando comparado ao de países com o mesmo gasto por estudante. Esse fraco desempenho decorre, em grande medida, de um uso inadequado dos recursos disponíveis.

Diante do desafio, o Instituto Unibanco desenvolveu o Jovem de Futuro, programa voltado à melhoria da gestão escolar, adotado ao longo da última década por 3 mil escolas públicas de onze redes estaduais. Neste estudo estimo, por meio de um desenho experimental, o impacto desse programa sobre a proficiência dos estudantes ao final da 3a série do ensino médio.

Os resultados encontrados indicam um impacto estatisticamente significativo de 10% de um desvio-padrão, robusto entre redes de ensino e ao longo do tempo. Impactos dessa magnitude estão em linha com os encontrados em avaliações similares realizadas internacionalmente e equivalem ao ganho em proficiência que um estudante alcança ao longo de um ano letivo do ensino médio. Esta avaliação demonstra que é possível desenhar e implementar programas capazes de transformar a gestão de escolas públicas e contribuir para o enfrentamento das graves deficiências educacionais do país.

BARROS, R. P. et al. Promovendo o desempenho educacional via melhorias na gestão escolar: o caso do programa jovem de futuro. In: Revista e Planejamento Econômico. v.51, n. 3, 2021. Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/bitstream/11058/11668/1/ PPE_v51_n03_Artigo1_promovendo_o_desempenho.pdf. Acesso em: 20 dez. 2023. Adaptado.

O resumo acima apresenta alguns desvios em relação ao que preconiza a norma da ABNT que trata de resumo, resenha, etc.

Ao fazer a correção desse texto, uma das providências que deve tomar o revisor é a seguinte:

 

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3077140 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: IPEA

Texto XVI

Publicada nesta quinta-feira (11/8) a edição número 3, do volume 51, da revista Pesquisa e Planejamento Econômico (PPE), do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). A publicação reúne oito artigos, entre eles um sobre o “Efeito da municipalização do Imposto Territorial Rural (ITR) sobre a arrecadação tributária dos municípios brasileiros”, o qual avalia que a fiscalização e cobrança municipal do ITR obtiveram um aumento de até 8,8% na arrecadação do imposto. Os pesquisadores analisaram, entre os anos de 2006 e 2010, o efeito da municipalização da fiscalização sobre a arrecadação do tributo, depois de o governo federal ter alterado a legislação e possibilitado a celebração de convênio entre a Secretaria da Receita Federal (SRF) e os municípios. Os resultados mostram que essa mudança traz benefícios fiscais aos cofres públicos, além de diminuir a sonegação por parte dos contribuintes por intermédio dos lançamentos errados dos valores usados como base para o cálculo do imposto.

No artigo “Promovendo o desempenho educacional via melhorias na gestão escolar: o caso do Programa Jovem de Futuro”, os autores examinam o impacto do programa Jovem do Futuro, desenvolvido pelo Instituto Bradesco para a melhoria da gestão escolar, sobre a proficiência dos estudantes do final da 3ª série do ensino médio. O programa foi adotado, ao longo da última década, por 3.000 escolas públicas de onze redes estaduais. Os resultados apontam para um impacto estatisticamente significativo de 10% de um desvio padrão, que equivale ao ganho em proficiência que um estudante alcança ao longo de um ano letivo do ensino médio e está em linha com impactos em avaliações similares realizadas internacionalmente. Sendo assim, os autores sinalizam que é possível desenhar e implementar programas capazes de transformar a gestão de escolas públicas e contribuir para o enfrentamento das graves deficiências educacionais no país.

“Migração intermunicipal no Nordeste brasileiro: há evidências de seleção migratória?” é tema do artigo cujo objetivo foi estudar a dinâmica migratória intermunicipal nordestina e a hipótese de seleção positiva migratória nos municípios da região. Com base em censos demográficos do Brasil nos anos de 2000e 2010, os resultados mostram que há maior probabilidade de migração para homens e entre pessoas de raça e cor branca, além disso, aumenta a probabilidade de migração com a mudança de faixa de escolaridade, e a probabilidade de migração se reduz para os casados e chefes de domicílios. No que diz respeito aos rendimentos, ser do sexo masculino, de raça e cor branca ou mudar de faixas de escolaridade conferem rendimentos superiores em relação aos seus comparativos.

Os autores do artigo “Abordagem hierárquico-espacial dos fatores que afetam a participação no mercado de trabalho brasileiro” observaram como as características individuais e do município no qual os indivíduos estão inseridos influenciam a probabilidade de estarem empregados. Os resultados indicam que, no caso do Brasil, homens, brancos ou amarelos, com ensino superior completo e que possuem companheira, têm maior probabilidade de estarem empregados. Além disso, verificaram forte relação entre os indicadores mensais de renda e saúde e as chances de participação no mercado de trabalho.

A publicação contempla outros quatro artigos inéditos, com os seguintes temas: “Os determinantes macroeconômicos da estrutura a termo do cupom cambial no Brasil”; “Grau de especialização da cesta de exportações e sua relação com a complexidade econômica das unidades da federação brasileira”; “O ciclo das commodities e o crescimento regional desigual no Brasil entre 2005 e 2014: uma aplicação de equilíbrio geral computável” e “Efeitos econômicos da Zona Franca de Manaus”.

FISCALIZAÇÃO municipal e gestão escolar são temas de nova edição da revista PPE. Notícias Ipea, 11 ago. 2022. Disponível em: https://portalantigo.ipea.gov.br/portal/index.php?option=com_ content&view=article&id=39493&catid=3&Itemid=3. Acesso em: 4 dez. 2023. Adaptado.

A proposta de revisão de um fragmento do Texto XVI, contida entre colchetes, garante a acurácia gramatical, em consonância com a norma-padrão da língua portuguesa, em:

 

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3077139 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: IPEA

A concordância do verbo em destaque está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa em:

 

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3077138 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: IPEA

Texto XV

Mesmo utilizando as informações disponibilizadas nos atributos das ações, muitas vezes as informações existentes não permitiam saber, com precisão, se seus produtos ou entregas contemplavam crianças e adolescentes. Nesses casos, foi necessário aprofundar a investigação até os POs, que são identificações orçamentárias, de caráter gerencial (não constante da LOA), vinculadas às ações orçamentárias, com a finalidade de permitir que a elaboração e a execução do orçamento ocorram em um nível mais detalhado que os demais atributos da ação.

Em síntese, quando o título não deixava claro seu caráter social e/ou de atenção à criança e ao adolescente, foi necessário analisar as demais informações (programas, descritores das ações, beneficiários, POs, unidades orçamentárias e subfunções) em busca de chaves que permitissem a classificação como específicos do público infanto-juvenil, como educação infantil, educação básica, saúde materno-infantil, vacinação, entre outros.

A título de exemplo, em um programa de segurança pública, há uma ação de Proteção à Testemunha e, dentro desta, um plano orçamentário destinado à Proteção de Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte. Caso a análise não tivesse se estendido até à ação e ao seu respectivo PO, provavelmente essa importante iniciativa não seria incluída no GSC&A. Tal processo mostrou-se importante para dar confiabilidade, precisão e transparência à metodologia de apuração dos gastos. Outros trabalhos com o mesmo propósito foram realizados, porém, de forma mais agregada, utilizando as classificações orçamentárias de função ou subfunção, o que pode superestimar os gastos com essa população.

SILVA, E. R. A. et al. Gasto social com crianças e adolescentes: descrição metodológica. Nota Técnica n. 101. 2022. Brasília, DF: Ipea. Disponível em: https://portalantigo.ipea. gov.br/portal/images/stories/PDFs/nota_tecnica/220510_62_ nt_disoc_101_web.pdf Acesso em: 4 dez. 2023. Adaptado.

O fragmento do Texto XV em que a substituição da palavra destacada pelo que está entre colchetes altera o sentido original desse trecho é:

 

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