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Foram encontradas 173 questões.

2707334 Ano: 2006
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Texto para a questão.

Poucas vezes a incapacidade dos governos em conter o curso da história foi demonstrada de forma mais decisiva do que na geração pós-1815. Evitar uma segunda Revolução Francesa, ou, ainda, a catástrofe pior de uma revolução européia generalizada tendo como modelo a francesa, foi o objetivo supremo de todas as potências que tinham gasto mais de 20 anos para derrotar a primeira, até mesmo dos britânicos, que não simpatizavam com os absolutismos reacionários que se restabeleceram em toda a Europa e sabiam muito bem que as reformas não podiam nem deviam ser evitadas, mas que temiam uma nova expansão franco-jacobina mais do que qualquer outra contingência internacional. E, ainda assim, nunca na história da Europa e poucas vezes em qualquer outro lugar, o revolucionarismo foi tão endêmico, tão geral, tão capaz de se espalhar por propaganda deliberada como por contágio espontâneo.

Eric J. Hobsbawm. A Era das Revoluções: Europa 1789-1848. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1981, p. 127.

Compreender o processo histórico protagonizado pelo século XIX e seus desdobramentos no século seguinte requer, em meio a tantos outros aspectos essenciais, o exame da trajetória seguida pelo capitalismo. A propósito desse cenário histórico, julgue (C ou E) o item seguinte.


A partir de meados do século XIX, o sistema capitalista adquire feições novas. Sem perder suas características fundamentais e definidoras, como a propriedade privada dos meios de produção e o objetivo da acumulação, ele se torna crescentemente monopolista e financeiro.
 

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2707333 Ano: 2006
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Texto para a questão.

Poucas vezes a incapacidade dos governos em conter o curso da história foi demonstrada de forma mais decisiva do que na geração pós-1815. Evitar uma segunda Revolução Francesa, ou, ainda, a catástrofe pior de uma revolução européia generalizada tendo como modelo a francesa, foi o objetivo supremo de todas as potências que tinham gasto mais de 20 anos para derrotar a primeira, até mesmo dos britânicos, que não simpatizavam com os absolutismos reacionários que se restabeleceram em toda a Europa e sabiam muito bem que as reformas não podiam nem deviam ser evitadas, mas que temiam uma nova expansão franco-jacobina mais do que qualquer outra contingência internacional. E, ainda assim, nunca na história da Europa e poucas vezes em qualquer outro lugar, o revolucionarismo foi tão endêmico, tão geral, tão capaz de se espalhar por propaganda deliberada como por contágio espontâneo.

Eric J. Hobsbawm. A Era das Revoluções: Europa 1789-1848. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1981, p. 127.

O espírito revolucionário que acompanha o século XIX, “tão capaz de se espalhar por propaganda deliberada como por contágio espontâneo”, como afirma o texto, foi embalado pelas grandes idéias que arrebataram, naquele contexto histórico, o Ocidente, em especial a Europa: liberalismo, nacionalismo e socialismo. A respeito desse cenário, no qual se gesta o século XX, assinale a opção correta.

 

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2707332 Ano: 2006
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Texto para a questão.

Poucas vezes a incapacidade dos governos em conter o curso da história foi demonstrada de forma mais decisiva do que na geração pós-1815. Evitar uma segunda Revolução Francesa, ou, ainda, a catástrofe pior de uma revolução européia generalizada tendo como modelo a francesa, foi o objetivo supremo de todas as potências que tinham gasto mais de 20 anos para derrotar a primeira, até mesmo dos britânicos, que não simpatizavam com os absolutismos reacionários que se restabeleceram em toda a Europa e sabiam muito bem que as reformas não podiam nem deviam ser evitadas, mas que temiam uma nova expansão franco-jacobina mais do que qualquer outra contingência internacional. E, ainda assim, nunca na história da Europa e poucas vezes em qualquer outro lugar, o revolucionarismo foi tão endêmico, tão geral, tão capaz de se espalhar por propaganda deliberada como por contágio espontâneo.

Eric J. Hobsbawm. A Era das Revoluções: Europa 1789-1848. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1981, p. 127.

Relativamente ao “revolucionarismo endêmico” a que o texto se refere, julgue (C ou E) o item subseqüente.

Quando a Era Revolucionária se esgotou, em 1848, o mapa político e social europeu em muito se aproximava do cenário pré-1789, o que demonstra ter sido o impacto da industrialização bem mais aparente que real para a configuração da nova sociedade liberal e burguesa.

 

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2707331 Ano: 2006
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Texto para a questão.

Poucas vezes a incapacidade dos governos em conter o curso da história foi demonstrada de forma mais decisiva do que na geração pós-1815. Evitar uma segunda Revolução Francesa, ou, ainda, a catástrofe pior de uma revolução européia generalizada tendo como modelo a francesa, foi o objetivo supremo de todas as potências que tinham gasto mais de 20 anos para derrotar a primeira, até mesmo dos britânicos, que não simpatizavam com os absolutismos reacionários que se restabeleceram em toda a Europa e sabiam muito bem que as reformas não podiam nem deviam ser evitadas, mas que temiam uma nova expansão franco-jacobina mais do que qualquer outra contingência internacional. E, ainda assim, nunca na história da Europa e poucas vezes em qualquer outro lugar, o revolucionarismo foi tão endêmico, tão geral, tão capaz de se espalhar por propaganda deliberada como por contágio espontâneo.

Eric J. Hobsbawm. A Era das Revoluções: Europa 1789-1848. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1981, p. 127.

Relativamente ao “revolucionarismo endêmico” a que o texto se refere, julgue (C ou E) o item subseqüente.

A trajetória política vivida pelo Brasil, da independência aos primeiros anos do Segundo Reinado, apresenta semelhanças com o quadro de sucessivas ondas revolucionárias que atingiram parte considerável da Europa na primeira metade do século XIX. Disso é exemplo a Revolução Praieira, cujo sentido social se aproxima do ideário das revoluções européias de 1848.

 

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2707330 Ano: 2006
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Texto para a questão.

Poucas vezes a incapacidade dos governos em conter o curso da história foi demonstrada de forma mais decisiva do que na geração pós-1815. Evitar uma segunda Revolução Francesa, ou, ainda, a catástrofe pior de uma revolução européia generalizada tendo como modelo a francesa, foi o objetivo supremo de todas as potências que tinham gasto mais de 20 anos para derrotar a primeira, até mesmo dos britânicos, que não simpatizavam com os absolutismos reacionários que se restabeleceram em toda a Europa e sabiam muito bem que as reformas não podiam nem deviam ser evitadas, mas que temiam uma nova expansão franco-jacobina mais do que qualquer outra contingência internacional. E, ainda assim, nunca na história da Europa e poucas vezes em qualquer outro lugar, o revolucionarismo foi tão endêmico, tão geral, tão capaz de se espalhar por propaganda deliberada como por contágio espontâneo.

Eric J. Hobsbawm. A Era das Revoluções: Europa 1789-1848. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1981, p. 127.

Relativamente ao “revolucionarismo endêmico” a que o texto se refere, julgue (C ou E) o item subseqüente.

A decisão de se criar a Santa Aliança, emanada do Congresso de Viena, subordinava-se, fundamentalmente, a dois objetivos: sufocar, na Europa, novas tentativas revolucionárias que pudessem surgir no rastro da Revolução Francesa e impedir que, na América, se concretizassem os ensaios emancipacionistas das colônias.

 

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2707329 Ano: 2006
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Texto para a questão.

Poucas vezes a incapacidade dos governos em conter o curso da história foi demonstrada de forma mais decisiva do que na geração pós-1815. Evitar uma segunda Revolução Francesa, ou, ainda, a catástrofe pior de uma revolução européia generalizada tendo como modelo a francesa, foi o objetivo supremo de todas as potências que tinham gasto mais de 20 anos para derrotar a primeira, até mesmo dos britânicos, que não simpatizavam com os absolutismos reacionários que se restabeleceram em toda a Europa e sabiam muito bem que as reformas não podiam nem deviam ser evitadas, mas que temiam uma nova expansão franco-jacobina mais do que qualquer outra contingência internacional. E, ainda assim, nunca na história da Europa e poucas vezes em qualquer outro lugar, o revolucionarismo foi tão endêmico, tão geral, tão capaz de se espalhar por propaganda deliberada como por contágio espontâneo.

Eric J. Hobsbawm. A Era das Revoluções: Europa 1789-1848. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1981, p. 127.

Relativamente ao “revolucionarismo endêmico” a que o texto se refere, julgue (C ou E) o item subseqüente.

Com a derrota de Bonaparte, os países vitoriosos reuniram-se em Viena, em 1815, dispostos a restaurar o status quo vigente na Europa antes de 1789, o que pode ser entendido como tentativa de dar sobrevida ao Antigo Regime.

 

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2707328 Ano: 2006
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Texto para a questão.

Poucas vezes a incapacidade dos governos em conter o curso da história foi demonstrada de forma mais decisiva do que na geração pós-1815. Evitar uma segunda Revolução Francesa, ou, ainda, a catástrofe pior de uma revolução européia generalizada tendo como modelo a francesa, foi o objetivo supremo de todas as potências que tinham gasto mais de 20 anos para derrotar a primeira, até mesmo dos britânicos, que não simpatizavam com os absolutismos reacionários que se restabeleceram em toda a Europa e sabiam muito bem que as reformas não podiam nem deviam ser evitadas, mas que temiam uma nova expansão franco-jacobina mais do que qualquer outra contingência internacional. E, ainda assim, nunca na história da Europa e poucas vezes em qualquer outro lugar, o revolucionarismo foi tão endêmico, tão geral, tão capaz de se espalhar por propaganda deliberada como por contágio espontâneo.

Eric J. Hobsbawm. A Era das Revoluções: Europa 1789-1848. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1981, p. 127.

O texto se reporta ao período da história do mundo ocidental conhecido como Era Revolucionária. Em linhas gerais, entre as últimas décadas do século XVIII e a primeira metade do século XIX, assiste-se ao confronto entre as forças sociais que se batiam pela superação do Antigo Regime e as que defendiam a manutenção dele, ainda que sob condições e intensidade variáveis. Nesse contexto, com referência à Revolução Francesa, assinale a opção correta.

 

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2707327 Ano: 2006
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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A política externa brasileira, no início do período independente, irá definir-se em função da herança colonial com suas estruturas sociais, do Estado bragantino com seus valores, conexões e desígnios, da emergência de um sistema internacional resultante da revolução industrial, do peso das forças reacionárias aglutinadas na Santa Aliança, dos estreitos vínculos ingleses transferidos pela metrópole, da transformação do continente americano em área de competição internacional.

Esses elementos de cálculo pesariam obviamente sobre o processo decisório quanto às relações exteriores. Outros dois devem-lhes ser somados: por um lado, a experiência e o conhecimento da realidade internacional, acumulados na corte do Rio de Janeiro, desde 1808, adquiridos na rotina do serviço diplomático, com as representações estrangeiras no Brasil e as representações luso-brasileiras no exterior; por outro lado, a importância atribuída às questões externas, na própria organização do Estado nacional, após a ruptura com Portugal.

Amado Luiz Cervo e Clodoaldo Bueno. História da Política Exterior do Brasil. São Paulo: Ática, 1992, p. 20-1.

Tendo o texto acima como referência inicial e considerando a dimensão do significado da transferência da sede do Estado português para sua colônia americana, julgue (C ou E) o item seguinte.

Infere-se do texto que a política externa joanina bem como a que foi implementada pelo nascente Estado brasileiro afastaram-se paulatinamente de influências européias, superaram condicionamentos históricos e abriram perspectivas na direção da crescente aproximação do Brasil com os vizinhos americanos.

 

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2707326 Ano: 2006
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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A política externa brasileira, no início do período independente, irá definir-se em função da herança colonial com suas estruturas sociais, do Estado bragantino com seus valores, conexões e desígnios, da emergência de um sistema internacional resultante da revolução industrial, do peso das forças reacionárias aglutinadas na Santa Aliança, dos estreitos vínculos ingleses transferidos pela metrópole, da transformação do continente americano em área de competição internacional.

Esses elementos de cálculo pesariam obviamente sobre o processo decisório quanto às relações exteriores. Outros dois devem-lhes ser somados: por um lado, a experiência e o conhecimento da realidade internacional, acumulados na corte do Rio de Janeiro, desde 1808, adquiridos na rotina do serviço diplomático, com as representações estrangeiras no Brasil e as representações luso-brasileiras no exterior; por outro lado, a importância atribuída às questões externas, na própria organização do Estado nacional, após a ruptura com Portugal.

Amado Luiz Cervo e Clodoaldo Bueno. História da Política Exterior do Brasil. São Paulo: Ática, 1992, p. 20-1.

Tendo o texto acima como referência inicial e considerando a dimensão do significado da transferência da sede do Estado português para sua colônia americana, julgue (C ou E) o item seguinte.

O fim do exclusivo de comércio (monopólio metropolitano) foi decisão difícil, visto que foi preciso vencer-se a implacável resistência britânica. Como país pioneiro e líder da Revolução Industrial, a Inglaterra temia perder o potencialmente promissor mercado brasileiro ante a concorrência de outras potências.

 

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2707325 Ano: 2006
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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A política externa brasileira, no início do período independente, irá definir-se em função da herança colonial com suas estruturas sociais, do Estado bragantino com seus valores, conexões e desígnios, da emergência de um sistema internacional resultante da revolução industrial, do peso das forças reacionárias aglutinadas na Santa Aliança, dos estreitos vínculos ingleses transferidos pela metrópole, da transformação do continente americano em área de competição internacional.

Esses elementos de cálculo pesariam obviamente sobre o processo decisório quanto às relações exteriores. Outros dois devem-lhes ser somados: por um lado, a experiência e o conhecimento da realidade internacional, acumulados na corte do Rio de Janeiro, desde 1808, adquiridos na rotina do serviço diplomático, com as representações estrangeiras no Brasil e as representações luso-brasileiras no exterior; por outro lado, a importância atribuída às questões externas, na própria organização do Estado nacional, após a ruptura com Portugal.

Amado Luiz Cervo e Clodoaldo Bueno. História da Política Exterior do Brasil. São Paulo: Ática, 1992, p. 20-1.

Tendo o texto acima como referência inicial e considerando a dimensão do significado da transferência da sede do Estado português para sua colônia americana, julgue (C ou E) o item seguinte.

A presença da corte bragantina no Rio de Janeiro alterou substancialmente a situação da colônia brasileira. O primeiro sinal dessa transferência, que se mostrou fundamental para o encaminhamento do processo de independência, foi a abertura dos portos ao comércio internacional, decisão que fazia desaparecer o eixo central do sistema colonial: o monopólio metropolitano.

 

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