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Foram encontradas 176 questões.

2707228 Ano: 2007
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Texto para a questão

Para alguém que observasse o mundo dos anos 1960 e o comparasse com o de 1870 ou 1880, nada seria mais impressionante, talvez, que a mudança que se operou na estrutura das relações internacionais. A explicação mais óbvia para essa mudança é a exaustão da Europa em duas guerras mundiais. Isto, somado à ascensão dos EUA e, paralelamente, à ascensão da Rússia no plano das potências mundiais foram, de fato, os acontecimentos decisivos que propiciaram o advento de um novo período na política mundial.

Quando, no início de 1917, o presidente Wilson proclamou que “não deve haver um equilíbrio de poder, mas uma comunidade de poder, não rivalidades organizadas,mas uma paz comum organizada”,ele estava anunciando,com efeito,que a velha estrutura de relações internacionais ficara obsoleta em uma época de política em escala mundial.

Depois da revolução bolchevista na Rússia, tomou forma tangível a divisão do mundo em dois grandes blocos de potências rivais, inspirados por ideologias manifestamente inconciliáveis. Wilson e Lenin sabiam, desde o princípio, que estavam competindo pelo sufrágio da humanidade; e foi para impedir que Lenin ganhasse o monopólio dos planos de edificação do mundo de pós-guerra que, em janeiro de 1918, Wilson publicou os seus famosos Quatorze Pontos. “Wilson ou Lenin”, escreveu o socialista francês Albert Thomas; “democracia ou bolchevismo... uma escolha a fazer”.

Geoffrey Barraclough. Introdução à história contemporânea. Rio de Janeiro: Zahar, 1964, p. 90-113 (com adaptações).

O texto indica o impacto da Revolução de Outubro de 1917 no plano das relações internacionais. Relativamente a esse acontecimento, que marcou a maior parte da trajetória histórica do século XX, assinale a opção correta.

 

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2707227 Ano: 2007
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Texto para a questão

Para alguém que observasse o mundo dos anos 1960 e o comparasse com o de 1870 ou 1880, nada seria mais impressionante, talvez, que a mudança que se operou na estrutura das relações internacionais. A explicação mais óbvia para essa mudança é a exaustão da Europa em duas guerras mundiais. Isto, somado à ascensão dos EUA e, paralelamente, à ascensão da Rússia no plano das potências mundiais foram, de fato, os acontecimentos decisivos que propiciaram o advento de um novo período na política mundial.

Quando, no início de 1917, o presidente Wilson proclamou que “não deve haver um equilíbrio de poder, mas uma comunidade de poder, não rivalidades organizadas,mas uma paz comum organizada”,ele estava anunciando,com efeito,que a velha estrutura de relações internacionais ficara obsoleta em uma época de política em escala mundial.

Depois da revolução bolchevista na Rússia, tomou forma tangível a divisão do mundo em dois grandes blocos de potências rivais, inspirados por ideologias manifestamente inconciliáveis. Wilson e Lenin sabiam, desde o princípio, que estavam competindo pelo sufrágio da humanidade; e foi para impedir que Lenin ganhasse o monopólio dos planos de edificação do mundo de pós-guerra que, em janeiro de 1918, Wilson publicou os seus famosos Quatorze Pontos. “Wilson ou Lenin”, escreveu o socialista francês Albert Thomas; “democracia ou bolchevismo... uma escolha a fazer”.

Geoffrey Barraclough. Introdução à história contemporânea. Rio de Janeiro: Zahar, 1964, p. 90-113 (com adaptações).

Infere-se do texto que “o advento de um novo período na política mundial”, no final do primeiro parágrafo, vincula-se, entre outros aspectos, ao(à)

 

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2707226 Ano: 2007
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Texto para a questão

Poucas vezes,a incapacidade dos governos em conter o curso da história foi demonstrada de forma mais decisiva que na geração pós-1815. Evitar uma segunda Revolução Francesa, ou ainda a catástrofe pior de uma revolução européia generalizada tendo como modelo a francesa, foi o objetivo supremo de todas as potências que tinham gasto mais de vinte anos para derrotar a primeira.

Houve três ondas revolucionárias principais no mundo ocidental entre 1815 e 1848. A primeira ocorreu em 1820-4. Na Europa, ela ficou imitada principalmente ao Mediterrâneo, com a Espanha, Nápoles e a Grécia como seus epicentros. A Revolução Espanhola reavivou o movimento de libertação na América Latina.

A segunda onda revolucionária ocorreu em 1829-34 e afetou toda a Europa a oeste da Rússia e o continente norteamericano, pois a grande época de reformas do presidente Jackson deve ser entendida como parte dela. Ela marca a derrota definitiva dos aristocratas pelo poder burguês na Europa Ocidental. A classe governante dos próximos cinqüenta anos seria a grande burguesia de banqueiros, grandes industriais e, às vezes, altos funcionários civis. Ela determina, também, uma inovação ainda mais radical na política: o aparecimento da classe operária como uma força política autoconsciente e independente na Grã- Bretanha e na França e dos movimentos nacionalistas em grande número de países na Europa.

A terceira e maior das ondas revolucionárias foi a de 1848. Nunca houve nada tão próximo da revolução mundial com que sonhavam os insurretos que essa conflagração espontânea e geral. O que, em 1789, fora o levante de uma só nação era, agora, assim parecia, a primavera dos povos de todo um continente.

Eric J. Hobsbawm. A era das revoluções. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1981, p. 127-30 (com adaptações).

Tendo o texto como referência inicial e considerando o quadro histórico do século XIX no Ocidente, julgue (C ou E) o item seguinte.

A partilha da África, decidida na Conferência de Berlim (1885), símbolo marcante dos princípios, métodos e objetivos da expansão capitalista, reiterou o caráter quase exclusivamente anglo-francês da competição por novas colônias na passagem do século XIX ao XX, já que praticamente inexistiam, à época, potências que com Inglaterra ou França pudessem rivalizar.

 

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2707225 Ano: 2007
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Texto para a questão

Poucas vezes,a incapacidade dos governos em conter o curso da história foi demonstrada de forma mais decisiva que na geração pós-1815. Evitar uma segunda Revolução Francesa, ou ainda a catástrofe pior de uma revolução européia generalizada tendo como modelo a francesa, foi o objetivo supremo de todas as potências que tinham gasto mais de vinte anos para derrotar a primeira.

Houve três ondas revolucionárias principais no mundo ocidental entre 1815 e 1848. A primeira ocorreu em 1820-4. Na Europa, ela ficou imitada principalmente ao Mediterrâneo, com a Espanha, Nápoles e a Grécia como seus epicentros. A Revolução Espanhola reavivou o movimento de libertação na América Latina.

A segunda onda revolucionária ocorreu em 1829-34 e afetou toda a Europa a oeste da Rússia e o continente norteamericano, pois a grande época de reformas do presidente Jackson deve ser entendida como parte dela. Ela marca a derrota definitiva dos aristocratas pelo poder burguês na Europa Ocidental. A classe governante dos próximos cinqüenta anos seria a grande burguesia de banqueiros, grandes industriais e, às vezes, altos funcionários civis. Ela determina, também, uma inovação ainda mais radical na política: o aparecimento da classe operária como uma força política autoconsciente e independente na Grã- Bretanha e na França e dos movimentos nacionalistas em grande número de países na Europa.

A terceira e maior das ondas revolucionárias foi a de 1848. Nunca houve nada tão próximo da revolução mundial com que sonhavam os insurretos que essa conflagração espontânea e geral. O que, em 1789, fora o levante de uma só nação era, agora, assim parecia, a primavera dos povos de todo um continente.

Eric J. Hobsbawm. A era das revoluções. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1981, p. 127-30 (com adaptações).

Tendo o texto como referência inicial e considerando o quadro histórico do século XIX no Ocidente, julgue (C ou E) o item seguinte.

A onda revolucionária de 1848 evidenciou um aspecto historicamente decisivo daquele momento, isto é, o fato de as burguesias liberais terem assumido, resolutamente, a partir de então, as bandeiras revolucionárias da democracia social e de um socialismo mais atenuado, que não se confundia com aquele proposto por Marx e Engels.

 

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2707224 Ano: 2007
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Texto para a questão

Poucas vezes,a incapacidade dos governos em conter o curso da história foi demonstrada de forma mais decisiva que na geração pós-1815. Evitar uma segunda Revolução Francesa, ou ainda a catástrofe pior de uma revolução européia generalizada tendo como modelo a francesa, foi o objetivo supremo de todas as potências que tinham gasto mais de vinte anos para derrotar a primeira.

Houve três ondas revolucionárias principais no mundo ocidental entre 1815 e 1848. A primeira ocorreu em 1820-4. Na Europa, ela ficou imitada principalmente ao Mediterrâneo, com a Espanha, Nápoles e a Grécia como seus epicentros. A Revolução Espanhola reavivou o movimento de libertação na América Latina.

A segunda onda revolucionária ocorreu em 1829-34 e afetou toda a Europa a oeste da Rússia e o continente norteamericano, pois a grande época de reformas do presidente Jackson deve ser entendida como parte dela. Ela marca a derrota definitiva dos aristocratas pelo poder burguês na Europa Ocidental. A classe governante dos próximos cinqüenta anos seria a grande burguesia de banqueiros, grandes industriais e, às vezes, altos funcionários civis. Ela determina, também, uma inovação ainda mais radical na política: o aparecimento da classe operária como uma força política autoconsciente e independente na Grã- Bretanha e na França e dos movimentos nacionalistas em grande número de países na Europa.

A terceira e maior das ondas revolucionárias foi a de 1848. Nunca houve nada tão próximo da revolução mundial com que sonhavam os insurretos que essa conflagração espontânea e geral. O que, em 1789, fora o levante de uma só nação era, agora, assim parecia, a primavera dos povos de todo um continente.

Eric J. Hobsbawm. A era das revoluções. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1981, p. 127-30 (com adaptações).

Tendo o texto como referência inicial e considerando o quadro histórico do século XIX no Ocidente, julgue (C ou E) o item seguinte.

O processo de expansão do capitalismo, a partir de meados do século XIX, fez-se à margem dos Estados nacionais, conduzido que foi pela iniciativa privada. Isso explica a reduzida intensidade das crises que envolveram os países europeus ao longo da corrida imperialista, quadro que tendeu a modificar-se apenas a partir dos anos 1930, devido ao impacto da grande depressão econômica.

 

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2707222 Ano: 2007
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Texto para a questão

Poucas vezes,a incapacidade dos governos em conter o curso da história foi demonstrada de forma mais decisiva que na geração pós-1815. Evitar uma segunda Revolução Francesa, ou ainda a catástrofe pior de uma revolução européia generalizada tendo como modelo a francesa, foi o objetivo supremo de todas as potências que tinham gasto mais de vinte anos para derrotar a primeira.

Houve três ondas revolucionárias principais no mundo ocidental entre 1815 e 1848. A primeira ocorreu em 1820-4. Na Europa, ela ficou imitada principalmente ao Mediterrâneo, com a Espanha, Nápoles e a Grécia como seus epicentros. A Revolução Espanhola reavivou o movimento de libertação na América Latina.

A segunda onda revolucionária ocorreu em 1829-34 e afetou toda a Europa a oeste da Rússia e o continente norteamericano, pois a grande época de reformas do presidente Jackson deve ser entendida como parte dela. Ela marca a derrota definitiva dos aristocratas pelo poder burguês na Europa Ocidental. A classe governante dos próximos cinqüenta anos seria a grande burguesia de banqueiros, grandes industriais e, às vezes, altos funcionários civis. Ela determina, também, uma inovação ainda mais radical na política: o aparecimento da classe operária como uma força política autoconsciente e independente na Grã- Bretanha e na França e dos movimentos nacionalistas em grande número de países na Europa.

A terceira e maior das ondas revolucionárias foi a de 1848. Nunca houve nada tão próximo da revolução mundial com que sonhavam os insurretos que essa conflagração espontânea e geral. O que, em 1789, fora o levante de uma só nação era, agora, assim parecia, a primavera dos povos de todo um continente.

Eric J. Hobsbawm. A era das revoluções. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1981, p. 127-30 (com adaptações).

Considerando as duas primeiras ondas revolucionárias do século XIX, citadas no texto, e sua vinculação, direta ou indireta, com o continente americano, assinale a opção correta.

 

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2707221 Ano: 2007
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Texto para a questão

Poucas vezes,a incapacidade dos governos em conter o curso da história foi demonstrada de forma mais decisiva que na geração pós-1815. Evitar uma segunda Revolução Francesa, ou ainda a catástrofe pior de uma revolução européia generalizada tendo como modelo a francesa, foi o objetivo supremo de todas as potências que tinham gasto mais de vinte anos para derrotar a primeira.

Houve três ondas revolucionárias principais no mundo ocidental entre 1815 e 1848. A primeira ocorreu em 1820-4. Na Europa, ela ficou imitada principalmente ao Mediterrâneo, com a Espanha, Nápoles e a Grécia como seus epicentros. A Revolução Espanhola reavivou o movimento de libertação na América Latina.

A segunda onda revolucionária ocorreu em 1829-34 e afetou toda a Europa a oeste da Rússia e o continente norteamericano, pois a grande época de reformas do presidente Jackson deve ser entendida como parte dela. Ela marca a derrota definitiva dos aristocratas pelo poder burguês na Europa Ocidental. A classe governante dos próximos cinqüenta anos seria a grande burguesia de banqueiros, grandes industriais e, às vezes, altos funcionários civis. Ela determina, também, uma inovação ainda mais radical na política: o aparecimento da classe operária como uma força política autoconsciente e independente na Grã- Bretanha e na França e dos movimentos nacionalistas em grande número de países na Europa.

A terceira e maior das ondas revolucionárias foi a de 1848. Nunca houve nada tão próximo da revolução mundial com que sonhavam os insurretos que essa conflagração espontânea e geral. O que, em 1789, fora o levante de uma só nação era, agora, assim parecia, a primavera dos povos de todo um continente.

Eric J. Hobsbawm. A era das revoluções. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1981, p. 127-30 (com adaptações).

Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o contexto histórico ao qual ele se reporta, assinale a opção incorreta.

 

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2707220 Ano: 2007
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Texto para a questão

O Tratado de Madri, de 1750, firmado entre os reis de Portugal e Espanha para pôr fim às disputas fronteiriças acerca de seus domínios na América do Sul, estabelece, em seu preâmbulo, os princípios que instruíram a negociação da linha divisória: “... se atenda com cuidado a dois fins: o primeiro e principal é que se assinalem os limites dos dois domínios, tomando por balizas as paragens mais conhecidas, para que em nenhum tempo se confundam, nem dêem ocasião a disputas, como são a origem e o curso dos rios, e os montes mais notáveis; o segundo, que cada parte há de ficar com o que atualmente possui; à exceção das mútuas cessões, que em seu lugar se dirão; as quais se farão por conveniência comum, e para que os confins fiquem, quanto for possível, menos sujeitos a controvérsias.”

Tendo o texto como referência inicial, julgue (C ou E) o item seguinte, acerca da extensão atual do território nacional, bem como da fixação das fronteiras brasileiras.

A abertura do rio Amazonas à navegação internacional em 1866 resultou de acordo negociado com os EUA.

 

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2707219 Ano: 2007
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Texto para a questão

O Tratado de Madri, de 1750, firmado entre os reis de Portugal e Espanha para pôr fim às disputas fronteiriças acerca de seus domínios na América do Sul, estabelece, em seu preâmbulo, os princípios que instruíram a negociação da linha divisória: “... se atenda com cuidado a dois fins: o primeiro e principal é que se assinalem os limites dos dois domínios, tomando por balizas as paragens mais conhecidas, para que em nenhum tempo se confundam, nem dêem ocasião a disputas, como são a origem e o curso dos rios, e os montes mais notáveis; o segundo, que cada parte há de ficar com o que atualmente possui; à exceção das mútuas cessões, que em seu lugar se dirão; as quais se farão por conveniência comum, e para que os confins fiquem, quanto for possível, menos sujeitos a controvérsias.”

Tendo o texto como referência inicial, julgue (C ou E) o item seguinte, acerca da extensão atual do território nacional, bem como da fixação das fronteiras brasileiras.

Em geral, os tratados de limites do século XIX buscavam atender também ao objetivo de aumento da navegação e do comércio com os vizinhos.

 

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Questão presente nas seguintes provas
2707218 Ano: 2007
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Texto para a questão

O Tratado de Madri, de 1750, firmado entre os reis de Portugal e Espanha para pôr fim às disputas fronteiriças acerca de seus domínios na América do Sul, estabelece, em seu preâmbulo, os princípios que instruíram a negociação da linha divisória: “... se atenda com cuidado a dois fins: o primeiro e principal é que se assinalem os limites dos dois domínios, tomando por balizas as paragens mais conhecidas, para que em nenhum tempo se confundam, nem dêem ocasião a disputas, como são a origem e o curso dos rios, e os montes mais notáveis; o segundo, que cada parte há de ficar com o que atualmente possui; à exceção das mútuas cessões, que em seu lugar se dirão; as quais se farão por conveniência comum, e para que os confins fiquem, quanto for possível, menos sujeitos a controvérsias.”

Tendo o texto como referência inicial, julgue (C ou E) o item seguinte, acerca da extensão atual do território nacional, bem como da fixação das fronteiras brasileiras.

A construção da estrada de ferro Madeira-Mamoré incluía-se na problemática de estabelecimento dos limites entre Brasil e Bolívia.

 

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