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Foram encontradas 182 questões.

2422271 Ano: 2011
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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This text refers to question.

It may not stir up international outrage like its semi namesake WikiLeaks, but Wikipedia sparks debate. The free online encyclopedia, which celebrates its tenth birthday on January 15th, is a symbol of unpaid collaboration and one of the most popular destinations on the Internet, attracting some 400m visitors a month. It also faces serious charges of elitism.

Wikipedia offers more than 17m articles in 247 languages. Every day thousands of people edit entries or add new ones in return for nothing more than the satisfaction of contributing to the stock of human knowledge. Wikipedia relies on its users’ generosity to fill its coffers as well as its pages. Recent visitors to the website were confronted with images of Jimmy Wales, a co-founder, and a request for donations. The campaign was annoying but effective, raising $ 16m in 50 days.

With its emphasis on bottom-up collaboration and the broad dissemination of knowledge, the online encyclopedia is in many ways an incarnation of the fundamental values of the web. But Wikipedia also reveals some of the pitfalls of the increasingly popular “crowdsourcing” model of content creation. One is maintaining accuracy. On the whole, Wikipedia’s system of peer reviewing does a reasonable job of policing facts. But it is vulnerable to vandalism. Several politicians and TV personalities have had their deaths announced in Wikipedia while they were still in fine fettle.

Some observers argue the site should start paying expert editors to produce and oversee content, and sell advertising to cover the cost. Problems with accuracy “are an inevitable consequence of a free-labour approach”, argues Alex Jannykhin, of WikiExperts, which advises organisations on how to create Wikipedia articles (the very existence of such outfits hints at Wikipedia’s importance, as well as its susceptibility to outside influence). The encyclopedia’s bosses retort that such concerns are overblown and that taking advertisers would dent its appeal to users.
Wikipedia. The promise and perils of crowdsourcing content. In: The Economist, January 15th-21st, 2011, p. 69 (adapted).
According to the text, judge if the following item are right (C) or wrong (E).

On lines 10 and 11, “But it is vulnerable to vandalism” can be correctly replaced by Furthermore, it falls prey to vandalism, without change in meaning.
 

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2422127 Ano: 2011
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Segundo Frei Vicente do Salvador, em uma das ocasiões em que foi necessário pegar em armas para submeter os gentios da região do Cabo de Santo Agostinho, Duarte de Albuquerque Coelho organizou várias companhias de guerra. Em Olinda, servindo-se de “mercadores e moradores, porque eram de diversas partes do Reino”, o donatário “ordenou outras três companhias”: “que por capitão dos de Viana do Castelo fosse João Pais, dos do Porto, Bento Dias Santiago e dos de Lisboa, Gonçalo Mendes d’Elvas, mercador”.

Leonor F. Costa. Redes interportuárias nos circuitos do açúcar brasileiro. O trajecto de Gaspar Pacheco, um banqueiro de D. João IV. In: M. Cunha (Coord.). Do Brasil à metrópole. Efeitos sociais (séc. XVII-XVIII). Anais da Universidade de Évora, jul./2001, p. 15 (com adaptações).

Tendo o texto acima como referência inicial, julgue (C ou E) o item a seguir, relativo à sociedade colonial brasileira.

Entre as cláusulas do Pacto Colonial incluía-se a da obrigatoriedade de que os mercadores portugueses, quando solicitados, colaborassem militarmente com as forças da metrópole.

 

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2421972 Ano: 2011
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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This text refers to question.

Nobel was an ardent advocate of arbitration, though not of disarmament, which he thought a foolish demand for the present. He urged establishment of a tribunal and agreement among nations for a one-year period of compulsory truce in any dispute. He turned up in person, though incognito, at a Peace Congress in Bern in 1892 and told Bertha von Suttner that if she could “inform me, convince me, I will do something great for the cause”. The spark of friendship between them had been kept alive in correspondence and an occasional visit over the years and he now wrote her that a new era of violence seemed to be working itself up: “one hears in the distance its hollow rumble already.” Two months later he wrote again, “I should like to dispose of my fortune to found a prize to be awarded every five years” to the person who had contributed most effectively to the peace of Europe. He thought that it should terminate after six awards, “for if in thirty years society cannot be reformed we shall inevitably lapse into barbarism”. Nobel brooded over the plan, embodied it in a will drawn in 1895 which allowed man a little longer deadline, and died the following year.
Barbara Tuchman. The proud power. MacMillan Company, 1966, p. 233 (adapted).
Based on the text, judge if the following item are right (C) or wrong (E).

The author puts forward a tentative suggestion that Nobel’s continued commitment to the cause of arbitration rendered him impervious to the idea of disarmament.
 

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2421893 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Texto para a questão.

Ainda que se soubessem todas as palavras de cada figura da Inconfidência, nem assim se poderia fazer com o seu simples registro uma composição da arte. A obra de arte não é feita de tudo — mas apenas de algumas coisas essenciais. A busca desse essencial expressivo é que constitui o trabalho do artista. Ele poderá dizer a mesma verdade do historiador, porém de outra maneira. Seus caminhos são outros, para atingir a comunicação. Há um problema de palavras. Um problema de ritmos. Um problema de composição. Grande parte de tudo isso se realiza, decerto, sem inteira consciência do artista. É a decorrência natural da sua constituição, da sua personalidade — por isso, tão difícil se torna quase sempre a um criador explicar a própria criação. No caso, porém, de um poema de mais objetividade, como o Romanceiro, muitas coisas podem ser explicadas, porque foram aprendidas, à proporção que ele se foi compondo.

Digo “que ele se foi compondo” e não “que foi sendo composto”, pois, na verdade, uma das coisas que pude observar melhor que nunca, ao realizá-lo, foi a maneira por que um tema encontra sozinho ou sozinho impõe seu ritmo, sua sonoridade, seu desenvolvimento, sua medida.

O Romanceiro foi construído tão sem normas preestabelecidas, tão à mercê de sua expressão natural que cada poema procurou a forma condizente com sua mensagem. A voz irreprimível dos fantasmas, que todos os artistas conhecem, vibra, porém, com certa docilidade, e submete-se à aprovação do poeta, como se realmente, a cada instante, lhe pedisse para ajustar seu timbre à audição do público. Porque há obras que existem apenas para o artista, desinteressadas de transmissão; outras que exigem essa transmissão e esperam que o artista se ponha a seu serviço, para alcançá-la. O Romanceiro é desta segunda espécie.

Quatro anos de quase completa solidão — numa renúncia total às mais sedutoras solicitações, entre livros de toda espécie relativos ao especializadamente século 18 — ainda pareceram curtos demais para uma obra que se desejava o menos imperfeita possível, porque se impunha, acima de tudo, o respeito por essas vozes que falavam, que se confessavam, que exigiam, quase, o registro da sua história.

E era uma história feita de coisas eternas e irredutíveis: de ouro, amor, liberdade, traições...

Mas porque esses grandiosos acontecimentos já vinham preparados de tempos mais antigos e foram o desfecho de um passado minuciosamente construído — era preciso iluminar esses caminhos anteriores, seguir o rastro do ouro que vai, a princípio como o fio de um colar, ligando cenas e personagens, até transformar-se em pesada cadeia que prende e imobiliza num destino doloroso.

Cecília Meireles. Como escrevi o Romanceiro da Inconfidência. In: Romanceiro da Inconfidência. 3.ª ed., Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2005, p. XVI-XVII (com adaptações).

Considerando as relações morfossintáticas no texto bem como os recursos estilísticos nele empregados, julgue (C ou E) o item subsequente.

Os termos “uma composição da arte” (l.1-2) e “a mesma verdade do historiador” (l.3) exercem, na oração em que se inserem, função de complemento verbal.

 

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2420929 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Texto para a questão.

Deixei os braços pousarem na madeira inchada e úmida, abri um pouco a janela a pensar que isso de olhar a chuva de frente podia abrandar o ritmo dela, ouvi lá embaixo, na varanda, os passos da avó Agnette, que se ia sentar na cadeira da varanda a apanhar ar fresco, senti que despedir-me da minha casa era despedir-me dos meus pais, das minhas irmãs, da avó e era despedir-me de todos os outros: os da minha rua, senti que rua não era um conjunto de casas mas uma multidão de abraços, a minha rua, que sempre se chamou Fernão Mendes Pinto, nesse dia ficou espremida numa só palavra que quase me doía na boca se eu falasse com palavras de dizer: infância.

A chuva parou. O mais difícil era saber parar as lágrimas.

O mundo tinha aquele cheiro da terra depois de chover e também o terrível cheiro das despedidas. Não gosto de despedidas porque elas têm esse cheiro de amizades que se transformam em recordações molhadas com bué de lágrimas. Não gosto de despedidas porque elas chegam dentro de mim como se fossem fantasmas mujimbeiros* que dizem segredos do futuro que eu nunca pedi a ninguém para vir soprar no meu ouvido de criança.

Desci. Sentei-me perto, muito perto da avó Agnette.

Ficamos a olhar o verde do jardim, as gotas a evaporarem, as lesmas a prepararem os corpos para novas caminhadas. O recomeçar das coisas.

— Não sei onde é que as lesmas sempre vão, avó.

— Vão pra casa, filho.

— Tantas vezes de um lado para o outro?

— Uma casa está em muitos lugares — ela respirou devagar, me abraçou. — É uma coisa que se encontra.

*Mujimbeiro: fofoqueiro.

Ondjaki. Os da minha rua. Rio de Janeiro: Língua Geral, 2007, p. 145-6 (com adaptações).

Acerca do vocabulário, das ideias e das estruturas linguísticas do texto, julgue (C ou E) o próximo item.

Seriam mantidos o sentido e a correção gramatical do texto se os infinitivos flexionados fossem substituídos pelas respectivas formas do infinitivo não flexionado no segmento “as gotas a evaporarem, as lesmas a prepararem os corpos para novas caminhadas”.

 

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2420896 Ano: 2011
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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This text refers to question.

Remembrance of things past is often dearest to those who are bored or driven to despair by the world around them. To these the contemplation of times gone by brings surcease from current burdens too heavy to bear. “Take not away from me” implored the Emperor Julian, world-weary monarch in another age of disenchantment, “this mad love for that which no longer is. That which has been is more splendidly beautiful than all that is…” To others, concerned as watchers and movers with the challenge of today and the promise or menace of tomorrow, the tale of many yesterdays, reconstructed by the history and the science of living men and women, has another meaning.

By revealing what has gone before, it illumines the act of the human adventure now being played and suggests the pattern of acts to come. The drama of earthborn and earthbound humanity, despite all its crises and intermissions, is a continuous story. All the characters are prisoners of time. All the problems of the now are forever shaped by the experiences of a then which extends back in unbroken sequence to the origins of life. Each generation has freedom to choose among alternative designs for destiny, and opportunity to win some measure of mastery over its fate, only to the extent of its comprehension of where it stands in the cavalcade of years, decades, centuries, and millennia ticked off by the spinning planet.
Frederick L. Schuman. International politics: the destiny of the Western state system. New York: McGraw-Hill, 1948, p. 1 (adapted).
Still in the fields of semantics and grammar of the text, judge if the item below are right (C) or wrong (E).

The words “crises” and “millennia”, as well as theses and fulcra, can only be found in their plural forms.
 

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2420848 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Texto para a questão.

Ainda que se soubessem todas as palavras de cada figura da Inconfidência, nem assim se poderia fazer com o seu simples registro uma composição da arte. A obra de arte não é feita de tudo — mas apenas de algumas coisas essenciais. A busca desse essencial expressivo é que constitui o trabalho do artista. Ele poderá dizer a mesma verdade do historiador, porém de outra maneira. Seus caminhos são outros, para atingir a comunicação. Há um problema de palavras. Um problema de ritmos. Um problema de composição. Grande parte de tudo isso se realiza, decerto, sem inteira consciência do artista. É a decorrência natural da sua constituição, da sua personalidade — por isso, tão difícil se torna quase sempre a um criador explicar a própria criação. No caso, porém, de um poema de mais objetividade, como o Romanceiro, muitas coisas podem ser explicadas, porque foram aprendidas, à proporção que ele se foi compondo.

Digo “que ele se foi compondo” e não “que foi sendo composto”, pois, na verdade, uma das coisas que pude observar melhor que nunca, ao realizá-lo, foi a maneira por que um tema encontra sozinho ou sozinho impõe seu ritmo, sua sonoridade, seu desenvolvimento, sua medida.

O Romanceiro foi construído tão sem normas preestabelecidas, tão à mercê de sua expressão natural que cada poema procurou a forma condizente com sua mensagem. A voz irreprimível dos fantasmas, que todos os artistas conhecem, vibra, porém, com certa docilidade, e submete-se à aprovação do poeta, como se realmente, a cada instante, lhe pedisse para ajustar seu timbre à audição do público. Porque há obras que existem apenas para o artista, desinteressadas de transmissão; outras que exigem essa transmissão e esperam que o artista se ponha a seu serviço, para alcançá-la. O Romanceiro é desta segunda espécie.

Quatro anos de quase completa solidão — numa renúncia total às mais sedutoras solicitações, entre livros de toda espécie relativos ao especializadamente século 18 — ainda pareceram curtos demais para uma obra que se desejava o menos imperfeita possível, porque se impunha, acima de tudo, o respeito por essas vozes que falavam, que se confessavam, que exigiam, quase, o registro da sua história.

E era uma história feita de coisas eternas e irredutíveis: de ouro, amor, liberdade, traições...

Mas porque esses grandiosos acontecimentos já vinham preparados de tempos mais antigos e foram o desfecho de um passado minuciosamente construído — era preciso iluminar esses caminhos anteriores, seguir o rastro do ouro que vai, a princípio como o fio de um colar, ligando cenas e personagens, até transformar-se em pesada cadeia que prende e imobiliza num destino doloroso.

Cecília Meireles. Como escrevi o Romanceiro da Inconfidência. In: Romanceiro da Inconfidência. 3.ª ed., Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2005, p. XVI-XVII (com adaptações).

Acerca das ideias e das estruturas linguísticas do texto, extraído da obra de Cecília Meireles, na qual a autora explica a criação do Romanceiro da Inconfidência, julgue (C ou E) o item que se segue.

São pertinentes as seguintes inferências a partir da pontuação e dos mecanismos de coesão empregados no período destacado, entre todos os fantasmas, alguns são conhecidos por todos os artistas, e o poeta harmoniza, a todo momento, o timbre de sua voz à audiência.

 

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2420734 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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CARTA PARA ANTONIO CARLOS JOBIM

Porto do Havre [França], 7 de setembro de 1964

Tomzinho querido,

Estou aqui num quarto de hotel que dá para uma praça que dá para toda a solidão do mundo. São dez horas da noite e não se vê viv’alma. Meu navio só sai amanhã à tarde, e é impossível alguém estar mais triste do que eu. E, como sempre nestas horas, escrevo para você cartas que nunca mando.

Deixei Paris para trás com a saudade de um ano de amor, e pela frente tenho o Brasil, que é uma paixão permanente em minha vida de constante exilado. A coisa ruim é que hoje é 7 de setembro, a data nacional, e eu sei que em nossa embaixada há uma festa que me cairia muito bem, com o Baden Powell mandando brasa no violão. Há pouco telefonei para lá, para cumprimentar o embaixador, e veio todo mundo ao telefone.

Você já passou um 7 de setembro, Tomzinho, sozinho, num porto estrangeiro, numa noite sem qualquer perspectiva? É fogo, maestro!

Vinicius de Moraes. Querido poeta. São Paulo: Companhia das Letras, 2003, organização de Ruy Castro, p. 303-4 (com adaptações).

Julgue (C ou E) o item seguinte, relativo às ideias do texto acima.

Infere-se da carta de Vinicius de Moraes a Antonio Carlos Jobim que o poeta brasileiro, também diplomata, estava em missão profissional na cidade do Havre por ocasião de uma data nacional brasileira, embora manifestasse preferência por estar em outro lugar.

 

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2420643 Ano: 2011
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Na pós-modernidade, a cultura expandiu-se a ponto de se tornar praticamente coextensiva à própria economia, não apenas como base sintomática de algumas das maiores indústrias do mundo, mas de maneira muito mais profunda, uma vez que todo objeto material ou serviço imaterial vira, de forma inseparável, uma marca trabalhável ou produto vendável. A cultura, nesse sentido, como inevitável tecido da vida no capitalismo avançado, é agora a nossa segunda natureza. Enquanto o Modernismo extraía seu propósito e energias da persistência do que ainda não era moderno, do legado de um passado ainda pré-industrial, o Pós-modernismo é a superação dessa distância, a saturação de cada poro do mundo com o soro do capital.
Perry Anderson. As origens da pós-modernidade. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1999, p. 13 (com adaptações).
A partir do texto acima, julgue (C ou E) o item a seguir, relativo à dinâmica cultural dos séculos XX e XXI.

As vanguardas europeias do início do século XX caracterizaram-se pela atitude de rompimento formal com estruturas estéticas cristalizadas da arte ocidental.
 

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2420505 Ano: 2011
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Pode-se considerar a Constituição de 1988 como o marco que eliminou os últimos vestígios formais do regime autoritário, processo de abertura que, iniciado em 1974, levou mais de treze anos para desembocar em um regime democrático. Por que a transição foi tão longa e quais as consequências produzidas pela forma como se realizou? Vale lembrar que a estratégia adotada para a transição foi a de ser “lenta, gradual e segura”. Ela só poderia ser modificada, no seu ritmo e na sua amplitude, se a oposição tivesse força suficiente para tanto ou se o desgaste do próprio regime autoritário provocasse seu colapso. Nem uma coisa nem outra aconteceu. Tivemos assim uma longa “transição transada”, cheia de limites e incertezas.
Boris Fausto. História do Brasil. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2008, p. 526 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o processo de transição do poder militar ao civil no Brasil contemporâneo, julgue (C ou E) o item seguinte.

Fundamental para a composição da Aliança Democrática, vitoriosa na eleição presidencial de 1985, a cisão do partido governista levou seus principais dirigentes à aliança formal com o PMDB, da qual surgiu a chapa Tancredo Neves (PMDB) e José Sarney (PDS).
 

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