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Assinale a opção correta acerca da repercussão, na América portuguesa, das medidas adotadas por Portugal no período pombalino.
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A ideia de uma União Europeia, de uma forma ou de outra, não era nova. O século XIX havia experimentado na Europa Central uma variedade de uniões alfandegárias, com diferentes graus de sucesso, e, mesmo antes da Primeira Guerra Mundial, ocasionalmente, falava-se com idealismo a respeito da noção de que o futuro da Europa estava na convergência das diversas partes. A própria Primeira Guerra Mundial, longe de dissipar essas visões otimistas, parece ter-lhes conferido mais vigor: conforme Aristide Briand insistia, chegara o momento de superar rivalidades passadas e pensar e falar como europeu, sentir-se europeu.
Tony Judt. Pós-guerra: uma história da Europa desde 1945. Rio de Janeiro: Objetiva, 2008, p. 166 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando a temática por ele abordada, julgue ( C ou E) o item que se segue.
Exemplo de êxito daquilo que o texto identifica como “variedade de uniões alfandegárias”, o Zollverein foi o passo inicial e decisivo para o processo de unificação política alemã. Liderada pela burguesia austríaca, a crescente integração econômica dos Estados germânicos isolou a aristocracia junker e deu suporte à estratégia bismarckiana.
Exemplo de êxito daquilo que o texto identifica como “variedade de uniões alfandegárias”, o Zollverein foi o passo inicial e decisivo para o processo de unificação política alemã. Liderada pela burguesia austríaca, a crescente integração econômica dos Estados germânicos isolou a aristocracia junker e deu suporte à estratégia bismarckiana.
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A Belle Époque terminou subitamente em 28 de junho de 1914, dia do assassinato de Francisco Ferdinando, herdeiro do trono da Áustria-Hungria, pelo jovem sérvio Gavrilo Princip. Aquele ato de terror perpetrado em Sarajevo, nos turbulentos Bálcãs, empurrou as potências para a guerra geral que ninguém desejava.
Demétrio Magnoli e Elaine Senise Barbosa. Liberdade versus igualdade. In: O mundo em desordem (1914-1945), v. I.
Rio de Janeiro: Record, 2011, p. 21-2 (com adaptações).
Rio de Janeiro: Record, 2011, p. 21-2 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o contexto histórico que antecedeu a Primeira Grande Guerra, julgue (C ou E) o item seguinte.
Entre os contextos de crise que impeliram as potências para a guerra, destacam-se a criação da Entente Cordiale anglo-francesa e a reação alemã à sua criação, manifestada nas pretensões de Berlim em relação ao Marrocos, em claro sinal de que a Alemanha desejava barrar a expansão francesa no norte da África.
Entre os contextos de crise que impeliram as potências para a guerra, destacam-se a criação da Entente Cordiale anglo-francesa e a reação alemã à sua criação, manifestada nas pretensões de Berlim em relação ao Marrocos, em claro sinal de que a Alemanha desejava barrar a expansão francesa no norte da África.
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A Belle Époque terminou subitamente em 28 de junho de 1914, dia do assassinato de Francisco Ferdinando, herdeiro do trono da Áustria-Hungria, pelo jovem sérvio Gavrilo Princip. Aquele ato de terror perpetrado em Sarajevo, nos turbulentos Bálcãs, empurrou as potências para a guerra geral que ninguém desejava.
Demétrio Magnoli e Elaine Senise Barbosa. Liberdade versus igualdade. In: O mundo em desordem (1914-1945), v. I.
Rio de Janeiro: Record, 2011, p. 21-2 (com adaptações).
Rio de Janeiro: Record, 2011, p. 21-2 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o contexto histórico que antecedeu a Primeira Grande Guerra, julgue (C ou E) o item seguinte.
Comprovada a participação direta do governo sérvio no assassinato do sucessor ao trono austro-húngaro, o governo da Áustria radicalizou sua posição em relação ao de Belgrado. Ao apresentar seu ultimato à Sérvia, a Áustria demonstrou, ainda que de maneira sutil, apoio ao movimento nacionalista eslavo na região balcânica.
Comprovada a participação direta do governo sérvio no assassinato do sucessor ao trono austro-húngaro, o governo da Áustria radicalizou sua posição em relação ao de Belgrado. Ao apresentar seu ultimato à Sérvia, a Áustria demonstrou, ainda que de maneira sutil, apoio ao movimento nacionalista eslavo na região balcânica.
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A Belle Époque terminou subitamente em 28 de junho de 1914, dia do assassinato de Francisco Ferdinando, herdeiro do trono da Áustria-Hungria, pelo jovem sérvio Gavrilo Princip. Aquele ato de terror perpetrado em Sarajevo, nos turbulentos Bálcãs, empurrou as potências para a guerra geral que ninguém desejava.
Demétrio Magnoli e Elaine Senise Barbosa. Liberdade versus igualdade. In: O mundo em desordem (1914-1945), v. I.
Rio de Janeiro: Record, 2011, p. 21-2 (com adaptações).
Rio de Janeiro: Record, 2011, p. 21-2 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o contexto histórico que antecedeu a Primeira Grande Guerra, julgue ( C ou E) o item seguinte.
Ao término da Primeira Guerra, além de sofrer as consequências dos milhões de mortos e inválidos, a Europa viu-se devedora dos EUA, tendo perdido a primazia na economia mundial e, ainda, assistiu a manifestações de muitas de suas colônias, que reivindicavam a alteração de suas relações com as metrópoles.
Ao término da Primeira Guerra, além de sofrer as consequências dos milhões de mortos e inválidos, a Europa viu-se devedora dos EUA, tendo perdido a primazia na economia mundial e, ainda, assistiu a manifestações de muitas de suas colônias, que reivindicavam a alteração de suas relações com as metrópoles.
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A história mundial contemporânea, iniciada no último terço do século XVIII, apresenta-se como uma sucessão de sistemas mundiais intercalados por fases de transição e configuração de novas lideranças. Assim, de 1776 (ano da independência dos EUA e da publicação de A Riqueza das Nações, de Adam Smith) a 1890, a Pax Britânica, embasada na Revolução Industrial e regulada pelo liberalismo, deu início ao mundo dominado pelas potências anglo-saxônicas.
Paulo G. Fagundes Visentini e Analúcia Danilevicz Pereira. História do mundo contemporâneo. Petrópolis: Vozes, 2008, p. 10 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando aspectos da história econômica mundial, julgue (C ou E) o item seguinte.
Ao longo do século XIX, nas regiões economicamente mais dinâmicas, capitalismo e sociedade industrial consolidaram-se em meio a um cenário de crescente urbanização, de formação e expansão do mercado de trabalho assalariado, de uma economia cada vez mais permeada por bens industrializados, de concentração e centralização da riqueza e dos capitais em grandes empresas, e de um mercado em franco processo de mundialização.
Ao longo do século XIX, nas regiões economicamente mais dinâmicas, capitalismo e sociedade industrial consolidaram-se em meio a um cenário de crescente urbanização, de formação e expansão do mercado de trabalho assalariado, de uma economia cada vez mais permeada por bens industrializados, de concentração e centralização da riqueza e dos capitais em grandes empresas, e de um mercado em franco processo de mundialização.
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A história mundial contemporânea, iniciada no último terço do século XVIII, apresenta-se como uma sucessão de sistemas mundiais intercalados por fases de transição e configuração de novas lideranças. Assim, de 1776 (ano da independência dos EUA e da publicação de A Riqueza das Nações, de Adam Smith) a 1890, a Pax Britânica, embasada na Revolução Industrial e regulada pelo liberalismo, deu início ao mundo dominado pelas potências anglo-saxônicas.
Paulo G. Fagundes Visentini e Analúcia Danilevicz Pereira. História do mundo contemporâneo. Petrópolis: Vozes, 2008, p. 10 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando aspectos da história econômica mundial, julgue (C ou E) o item seguinte.
Em A Riqueza das Nações, Adam Smith critica o mercantilismo, alinhando-se, nesse aspecto, com os fisiocratas franceses, mas deles se afastando ao sustentar que ao Estado compete conduzir e proteger a economia nacional na disputa por mercados com outros países.
Em A Riqueza das Nações, Adam Smith critica o mercantilismo, alinhando-se, nesse aspecto, com os fisiocratas franceses, mas deles se afastando ao sustentar que ao Estado compete conduzir e proteger a economia nacional na disputa por mercados com outros países.
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A história mundial contemporânea, iniciada no último terço do século XVIII, apresenta-se como uma sucessão de sistemas mundiais intercalados por fases de transição e configuração de novas lideranças. Assim, de 1776 (ano da independência dos EUA e da publicação de A Riqueza das Nações, de Adam Smith) a 1890, a Pax Britânica, embasada na Revolução Industrial e regulada pelo liberalismo, deu início ao mundo dominado pelas potências anglo-saxônicas.
Paulo G. Fagundes Visentini e Analúcia Danilevicz Pereira. História do mundo contemporâneo. Petrópolis: Vozes, 2008, p. 10 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando aspectos da história econômica mundial, julgue ( C ou E) o item seguinte.
O processo de colonização vigente nas décadas finais do século XIX integra um contexto de expansão do sistema produtivo, do qual resultam a busca de mercados consumidores, de matéria-prima industrial e de bases estratégicas, bem como o surgimento de áreas propícias ao investimento de capitais e ao recebimento dos contingentes populacionais excedentes das metrópoles.
O processo de colonização vigente nas décadas finais do século XIX integra um contexto de expansão do sistema produtivo, do qual resultam a busca de mercados consumidores, de matéria-prima industrial e de bases estratégicas, bem como o surgimento de áreas propícias ao investimento de capitais e ao recebimento dos contingentes populacionais excedentes das metrópoles.
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De meados da década de 60 até o final da de 70 do século passado, o Brasil ascendeu rapidamente na escala global de distribuição de poder econômico relativo, e, com isso, suas ambições e seu padrão de relacionamento com a economia mundial mudaram. Essas transformações, que ocorreram de forma mais complexa durante a presidência de Ernesto Geisel (1974-1979), inserem-se em um contexto de declínio relativo dos EUA e de distensão da Guerra Fria, os quais proporcionaram as condições para a adoção de uma política econômica externa cuja tônica era a diversificação de parcerias sob o signo da promoção do desenvolvimento econômico.
Raphael Coutinho da Cunha e Rogério de Souza Farias. As relações econômicas internacionais do governo Geisel (1974-1979). In: Revista Brasileira de Política Internacional, Brasília: IBRI, jul.-dez./2011, p. 46 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o contexto histórico a que ele se reporta, julgue (C ou E) o item seguinte.
Ao longo do regime militar instaurado, no Brasil, em 1964, a política externa brasileira para a África, a partir do governo Costa e Silva e principalmente do governo Geisel, subordinou-se aos imperativos econômicos; assim, a necessidade de abrir novos mercados para produtos industrializados e de obter fornecimento de petróleo, que levou o Brasil a reconhecer todas as ex-colônias portuguesas, superou os interesses estritamente políticos, assentados no desejo de afastar o país do modelo calcado na defesa de posições colonialistas.
Ao longo do regime militar instaurado, no Brasil, em 1964, a política externa brasileira para a África, a partir do governo Costa e Silva e principalmente do governo Geisel, subordinou-se aos imperativos econômicos; assim, a necessidade de abrir novos mercados para produtos industrializados e de obter fornecimento de petróleo, que levou o Brasil a reconhecer todas as ex-colônias portuguesas, superou os interesses estritamente políticos, assentados no desejo de afastar o país do modelo calcado na defesa de posições colonialistas.
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De meados da década de 60 até o final da de 70 do século passado, o Brasil ascendeu rapidamente na escala global de distribuição de poder econômico relativo, e, com isso, suas ambições e seu padrão de relacionamento com a economia mundial mudaram. Essas transformações, que ocorreram de forma mais complexa durante a presidência de Ernesto Geisel (1974-1979), inserem-se em um contexto de declínio relativo dos EUA e de distensão da Guerra Fria, os quais proporcionaram as condições para a adoção de uma política econômica externa cuja tônica era a diversificação de parcerias sob o signo da promoção do desenvolvimento econômico.
Raphael Coutinho da Cunha e Rogério de Souza Farias. As relações econômicas internacionais do governo Geisel (1974-1979). In: Revista Brasileira de Política Internacional, Brasília: IBRI, jul.-dez./2011, p. 46 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o contexto histórico a que ele se reporta, julgue (C ou E) o item seguinte.
Aparadas as arestas com alguns importantes e tradicionais parceiros, como França e Itália, o Brasil assinou, com a Alemanha, acordo nuclear que previa a implantação de centrais nucleares, o reprocessamento de combustíveis e a produção de reatores nucleares, com respectivas instalações e componentes, mas vetava, em face das pressões norte-americanas, a prospecção, o tratamento e o enriquecimento do urânio.
Aparadas as arestas com alguns importantes e tradicionais parceiros, como França e Itália, o Brasil assinou, com a Alemanha, acordo nuclear que previa a implantação de centrais nucleares, o reprocessamento de combustíveis e a produção de reatores nucleares, com respectivas instalações e componentes, mas vetava, em face das pressões norte-americanas, a prospecção, o tratamento e o enriquecimento do urânio.
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