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A principal hipótese diagnóstica causadora da icterícia é:
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“Mãe, 22 anos, primigesta, mãe e pai O+, pré-natal sem intercorrências, swab vaginal negativo para GBS, parto normal, bolsa rota 1 h, idade gestacional de 37 semanas e 3 dias, PN 3.400 g, Apgar 9/10. Mãe e RN O+. RN ficou em alojamento conjunto e com 48 h de vida apresentava-se em bom estado geral com icterícia em zona II (até umbigo), recebendo alta hospitalar com peso de 3.050 g. No quinto dia de vida, a mãe procurou o pediatra pois o RN estava chorando muito, com dificuldade para mamar e com piora da icterícia. O RN estava corado e ictérico até as palmas das mãos e plantas dos pés, com temperatura axilar de 37,5° C e mucosas secas, eliminações fisiológicas presentes, fezes líquido-pastosas, esverdeadas, diurese reduzida, fezes sem anormalidades. Peso de 2.700 g; FC 150 bpm; FR 70 ipm; abdômen flácido; fígado e baço não palpáveis; fontanela anterior ligeiramente deprimida; e, reflexos normais.”
Podemos afirmar que a zona de Kramer da icterícia atual do bebê é:
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RN nascido de parto vaginal; a termo; PN 2,0 kg; 6 horas de vida apresenta hipoatividade; relato de dificuldade de sucção; evoluindo com convulsão. Glicemia capilar, neste momento, 35 mg/dl. Além do suporte de atendimento para manutenção de vias aéreas pérveas; acesso venoso; monitorização; e, oxigênio.
A conduta imediata mais importante para a resolução e o tratamento da crise convulsiva é:
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Na avaliação de um recém-nato admitido na UTI Neonatal por dificuldade respiratória, no quarto dia de vida, nota-se, ao exame físico, dificuldade de palpação dos pulsos em MMII e dificuldade na captação da onda de pulso também em MMI. Está acoplada à ventilação mecânica com FiO2 de 30% e apresenta FC 165 bpm; satO2 msd 99%; satO2 em MMII 91%; com PCP lentificada. Nasceu a termo; parto cesáreo eletivo; bolsa rota no ato; sem intercorrências no pré-natal; mãe 27 anos; GIPIA0.
Assinale, a seguir, hipótese diagnóstica mais provável.
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RN nascido de parto cesáreo; prematuro; 30 semanas; gestação interrompida por DHEG de difícil controle; PN 1030 g; comp. 34 cm; PC cm. Apgar 6/8; apresentou desconforto respiratório, sendo encaminhado em CPAP e incubadora aquecida para tratamento na UTI Neonatal.
Assinale a melhor opção para hidratação venosa do RN à admissão.
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Assinale, a seguir, o tratamento mais eficaz para a hipertensão pulmonar persistente neonatal.
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RN pré-termo; 36 semanas; admitido em UTI Neonatal no segundo dia de vida por desconforto respiratório. Mãe, GIPIA0, 26 anos, realizou pré-natal, sete consultas; sorologias sem anormalidades, repetidas no último trimestre; swab vaginal positivo para GBS. Nascido de parto cesáreo por parada de progressão de trabalho de parto, com ruptura das membranas ovulares por 20 horas. Há relato de antibiótico intraparto, tendo recebido duas doses de ampicilina. Ao exame, RN apresenta pele moteada; pulsos finos; FC 200 bpm; FR 70 bpm; e, satO2 88%.
Em relação à sepse neonatal precoce, são considerados exames importantes e necessários na propedêutica inicial, EXCETO:
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Sobre a ordenha e a conservação do leite humano, assinale a afirmativa INCORRETA.
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Considerando a alta de RN prematuro, devem fazer parte da prescrição os seguintes medicamentos e/ou suplementos impreterivelmente, EXCETO:
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Considerando as situações relacionadas, o clampeamento do cordão umbilical deverá ser imediato em, EXCETO:
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