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“Homem, 96 anos, refere episódio de síncope há 4 horas. Deu entrada no pronto-socorro sonolento; Glasgow 13; dispneico; FR: 24; St: 88%; PA: 80 x 40 mmHg. Realizado o seguinte eletrocardiograma:”

É possível afirmar que a melhor conduta é:
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“Homem, 96 anos, refere episódio de síncope há 4 horas. Deu entrada no pronto-socorro sonolento; Glasgow 13; dispneico; FR: 24; St: 88%; PA: 80 x 40 mmHg. Realizado o seguinte eletrocardiograma:”

O diagnóstico mais provável é o bloqueio:
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“Homem, 54 anos, assintomático, vem em consulta pré-operatória de hernioplastia inguinal. Ao exame físico, presença de pulso Parvus et Tardus e sopro sistólico ejetivo; com pico telessistólico; B1 e B2 hipofonéticas. Realizado ecocardiograma transtorácico, que demonstrou importante componente cálcico em valva aórtica, área valvar aórtica de 0,9 cm2 e gradiente transvalvar entre o ventrículo esquerdo e aorta de 42 mmHg.”
O critério ecocardiográfico que corrobora com o diagnóstico de estenose aórtica importante é:
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“Homem, 54 anos, assintomático, vem em consulta pré-operatória de hernioplastia inguinal. Ao exame físico, presença de pulso Parvus et Tardus e sopro sistólico ejetivo; com pico telessistólico; B1 e B2 hipofonéticas. Realizado ecocardiograma transtorácico, que demonstrou importante componente cálcico em valva aórtica, área valvar aórtica de 0,9 cm2 e gradiente transvalvar entre o ventrículo esquerdo e aorta de 42 mmHg.”
Qual exame poderá ser realizado para avaliação de indicação de troca valvar desse paciente?
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Homem, 35 anos, refere palpitações esporádicas de início há 3 meses. Deu entrada no pronto-socorro, pois teve episódio de síncope, enquanto dirigia, causando-lhe um trauma cranioencefálico.
Realizou o seguinte eletrocardiograma:

Refere-se ao diagnóstico mais provável:
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“Gestante, 10 semanas, 28 anos, portadora de prótese mecânica em valva mitral devido à estenose mitral reumática e fibrilação atrial em anticoagulação, evolui há 10 dias com piora da dispneia aos mínimos esforços e palpitações. Procurou o pronto-socorro onde deu entrada com fibrilação de alta resposta ventricular (FC: 130); PA: 112 x 67 mmHg; boa perfusão periférica; presença de estertores crepitantes até 2/3 do hemitóraces; FR: 24; St: 92%. À ausculta cardíaca, apresentava-se com ausência de click de abertura da valva mitral e sopro em ruflar diastólico +++/6 em foco mitral. Efetuado atendimento e estabilização inicial, com melhora parcial dos sintomas. Realizado, ainda, ecocardiograma transtorácico, que detectou presença de gradiente médio transvalvar de 22 mmHg.”
Em relação aos antiarrítmicos utilizados na gestação, assinale a alternativa contraindicada.
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“Gestante, 10 semanas, 28 anos, portadora de prótese mecânica em valva mitral devido à estenose mitral reumática e fibrilação atrial em anticoagulação, evolui há 10 dias com piora da dispneia aos mínimos esforços e palpitações. Procurou o pronto-socorro onde deu entrada com fibrilação de alta resposta ventricular (FC: 130); PA: 112 x 67 mmHg; boa perfusão periférica; presença de estertores crepitantes até 2/3 do hemitóraces; FR: 24; St: 92%. À ausculta cardíaca, apresentava-se com ausência de click de abertura da valva mitral e sopro em ruflar diastólico +++/6 em foco mitral. Efetuado atendimento e estabilização inicial, com melhora parcial dos sintomas. Realizado, ainda, ecocardiograma transtorácico, que detectou presença de gradiente médio transvalvar de 22 mmHg.”
Trata-se da melhor conduta terapêutica:
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“Gestante, 10 semanas, 28 anos, portadora de prótese mecânica em valva mitral devido à estenose mitral reumática e fibrilação atrial em anticoagulação, evolui há 10 dias com piora da dispneia aos mínimos esforços e palpitações. Procurou o pronto-socorro onde deu entrada com fibrilação de alta resposta ventricular (FC: 130); PA: 112 x 67 mmHg; boa perfusão periférica; presença de estertores crepitantes até 2/3 do hemitóraces; FR: 24; St: 92%. À ausculta cardíaca, apresentava-se com ausência de click de abertura da valva mitral e sopro em ruflar diastólico +++/6 em foco mitral. Efetuado atendimento e estabilização inicial, com melhora parcial dos sintomas. Realizado, ainda, ecocardiograma transtorácico, que detectou presença de gradiente médio transvalvar de 22 mmHg.”
Refere-se ao melhor exame para esclarecimento diagnóstico:
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“Gestante, 10 semanas, 28 anos, portadora de prótese mecânica em valva mitral devido à estenose mitral reumática e fibrilação atrial em anticoagulação, evolui há 10 dias com piora da dispneia aos mínimos esforços e palpitações. Procurou o pronto-socorro onde deu entrada com fibrilação de alta resposta ventricular (FC: 130); PA: 112 x 67 mmHg; boa perfusão periférica; presença de estertores crepitantes até 2/3 do hemitóraces; FR: 24; St: 92%. À ausculta cardíaca, apresentava-se com ausência de click de abertura da valva mitral e sopro em ruflar diastólico +++/6 em foco mitral. Efetuado atendimento e estabilização inicial, com melhora parcial dos sintomas. Realizado, ainda, ecocardiograma transtorácico, que detectou presença de gradiente médio transvalvar de 22 mmHg.”
Corresponde à principal hipótese diagnóstica:
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“Mulher, 32 anos, dá entrada no pronto-socorro referindo palpitações de início há 3 horas. Deu entrada em Glasgow 15; contactante; PA: 80 x 60 mmHg; FC: 168; St: 94%; tempo de enchimento capilar de 4 segundos.
Nega dor torácica ou síncope. Realizado eletrocardiograma.”

São considerados critérios do Algoritmo de Brugada para o diagnóstico de taquicardia ventricular, EXCETO:
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