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2621505 Ano: 2022
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Consulplan
Orgão: ISGH
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Ao lidar com produtos químicos, a primeira providência é ler as instruções do rótulo na embalagem, observando a classificação quanto ao risco à saúde que ele oferece e às medidas de segurança para o trabalho. Dentro de uma política de segurança, a rotulagem por intermédio de símbolos é uma medida profilática contra acidentes. Diante do exposto, considere os pictogramas de risco a seguir:

Enunciado 3556620-1

Os produtos químicos que constarem no rótulo os pictogramas de perigo I, II e III irão assinalar, respectivamente, as propriedades:

 

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2621504 Ano: 2022
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Consulplan
Orgão: ISGH
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O encarregado da manutenção que executa serviços de eletricidade deverá utilizar dos seguintes EPIs, EXCETO:

 

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2621503 Ano: 2022
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Consulplan
Orgão: ISGH
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Considerando as condições de segurança de manutenção em instalação elétrica, analise as afirmativas a seguir.

I. As operações elementares como ligar e desligar circuitos elétricos, realizadas em baixa tensão, com materiais e equipamentos elétricos em perfeito estado de conservação, adequados para operação, podem ser realizadas por qualquer pessoa não advertida.

II. Os serviços em instalações energizadas, ou em suas proximidades, devem ser suspensos de imediato na iminência de ocorrência que possa colocar os trabalhadores em perigo.

III. O responsável pela execução do serviço deverá suspender as atividades quando verificar situação ou condição de risco não prevista, cuja eliminação ou neutralização imediata não seja possível.

Está correto o que se afirma apenas em

 

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2621502 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: ISGH

Edição final

Num debate com estudantes, me perguntaram o que faltava para que o homem, a história, o mundo, enfim, tivesse mum sentido. Sinceramente, eu nunca me fizera essa indagação e me considero a pessoa menos indicada para uma resposta que não seja demente, como as que costumo dar quando não entendo ou não estou por dentro de um assunto.

A circunstância de estar sentado atrás de uma mesa, com um microfone e um copo d’água à frente, me impedia de dar um vexame, respondendo com honestidade: não sei. Afinal, aquelas pessoas ali estavam para saber o que julgo saber. E não para saber que eu nada sei.

Disse que falta à história e ao mundo uma edição final, a mesma edição que é feita no cinema, nos espetáculos, nos documentários e nos textos publicados na mídia. O mundo, a história e o homem não passam de um making of, uma sucessão atabalhoada de cenas, frases, personagens, emoções, pontos de vista (ou de câmera) que necessitam de uma montagem posterior, na mesa de edição ou nas antigas moviolas dos laboratórios de cinema.

(CONY, Carlos Heitor. Edição Final. In: PINTO,

Manuel da Costa (Org.). Crônica brasileira contemporânea. São Paulo: Moderna, 2005, pp. 28-29. Fragmento.)

Para responder ao questionamento dos estudantes, o autor faz uso da linguagem com sentido:

 

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2621501 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: ISGH

Edição final

Num debate com estudantes, me perguntaram o que faltava para que o homem, a história, o mundo, enfim, tivesse mum sentido. Sinceramente, eu nunca me fizera essa indagação e me considero a pessoa menos indicada para uma resposta que não seja demente, como as que costumo dar quando não entendo ou não estou por dentro de um assunto.

A circunstância de estar sentado atrás de uma mesa, com um microfone e um copo d’água à frente, me impedia de dar um vexame, respondendo com honestidade: não sei. Afinal, aquelas pessoas ali estavam para saber o que julgo saber. E não para saber que eu nada sei.

Disse que falta à história e ao mundo uma edição final, a mesma edição que é feita no cinema, nos espetáculos, nos documentários e nos textos publicados na mídia. O mundo, a história e o homem não passam de um making of, uma sucessão atabalhoada de cenas, frases, personagens, emoções, pontos de vista (ou de câmera) que necessitam de uma montagem posterior, na mesa de edição ou nas antigas moviolas dos laboratórios de cinema.

(CONY, Carlos Heitor. Edição Final. In: PINTO,

Manuel da Costa (Org.). Crônica brasileira contemporânea. São Paulo: Moderna, 2005, pp. 28-29. Fragmento.)

“Sinceramente, eu nunca me fizera essa indagação [...]”. Reconhece-se e justifica-se corretamente o tempo e o modo do verbo “fazer” pelo fato de estar flexionado no:

 

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2621500 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: ISGH

Edição final

Num debate com estudantes, me perguntaram o que faltava para que o homem, a história, o mundo, enfim, tivesse mum sentido. Sinceramente, eu nunca me fizera essa indagação e me considero a pessoa menos indicada para uma resposta que não seja dementec, como as que costumo dar quando não entendo ou não estou por dentro de um assunto.

A circunstância de estar sentado atrás de uma mesa, com um microfone e um copo d’água à frente, me impedia de dar um vexamea, respondendo com honestidade: não sei. Afinal, aquelas pessoas ali estavam para saber o que julgo saber. E não para saber que eu nada sei.

Disse que falta à história e ao mundo uma edição final, a mesma edição que é feita no cinema, nos espetáculos, nos documentários e nos textos publicados na mídia. O mundo, a história e o homem não passam de um making of, uma sucessão atabalhoada de cenasb, frases, personagens, emoções, pontos de vista (ou de câmera) que necessitam de uma montagem posterior, na mesa de edição ou nas antigas moviolas dos laboratórios de cinemad.

(CONY, Carlos Heitor. Edição Final. In: PINTO,

Manuel da Costa (Org.). Crônica brasileira contemporânea. São Paulo: Moderna, 2005, pp. 28-29. Fragmento.)

Considerando-se o contexto, traduz-se corretamente o sentido do trecho do texto em:

“uma sucessão atabalhoada de cenas” = uma sequência confusa de acontecimentos.
“uma resposta que não seja demente” = uma explicação típica de quem sofre de distúrbio mental.
 

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2621499 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: ISGH

Edição final

Num debate com estudantes, me perguntaram o que faltava para que o homem, a história, o mundo, enfim, tivessemum sentido. Sinceramente, eu nunca me fizera essa indagação e me considero a pessoa menos indicada para uma resposta que não seja demente, como as que costumo dar quando não entendo ou não estou por dentro de um assunto.

A circunstância de estar sentado atrás de uma mesa, com um microfone e um copo d’água à frente, me impedia de dar um vexame, respondendo com honestidade: não sei. Afinal, aquelas pessoas ali estavam para saber o que julgo saber. E não para saber que eu nada sei.

Disse que falta à história e ao mundo uma edição final, a mesma edição que é feita no cinema, nos espetáculos, nos documentários e nos textos publicados na mídia. O mundo, a história e o homem não passam de um making of, uma sucessão atabalhoada de cenas, frases, personagens, emoções, pontos de vista (ou de câmera) que necessitam de uma montagem posterior, na mesa de edição ou nas antigas moviolas dos laboratórios de cinema.

(CONY, Carlos Heitor. Edição Final. In: PINTO,

Manuel da Costa (Org.). Crônica brasileira contemporânea. São Paulo: Moderna, 2005, pp. 28-29.
Fragmento.)

De modo geral, a crônica é um gênero textual que, além de misturar jornalismo e literatura, pode ser escrita com propósitos diversificados. Levando em consideração a finalidade, a composição e o estilo de linguagem, essa crônica é:

 

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2621498 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: ISGH

Por que a crise hídrica afeta a saúde pública?

O ano de 2021 foi uma amostra e um aviso de que a crise hídrica não é uma “teoria da conspiração”. Regiões do Brasil sofrem com a falta de chuvas e o baixo nível de água nos reservatórios, gerando uma seca histórica no país que não afeta apenas a economia e o agronegócio. A falta de água também causa efeitos negativos na saúde da população.

Em 2021, o Brasil experimentou uma mínima parcela do que é viver em uma crise hídrica. Estima-se que, pelo Planeta, 771 milhões de pessoas têm dificuldade de acessar água segura e cerca de 1 milhão foi vítima de doenças ligadas à dificuldade de acesso e à qualidade da águaI, como a hidratação, o saneamento básico e a higiene.

A falta de água prejudica os cuidados de limpeza, tão importantes durante o combate de uma doença, por exemplo. Durante a pandemia de Covid-19, a crise hídrica afetou as condições de cuidado e de sanitização de famílias pelo mundo todo, sendo a escassez de água segura um problema no combate de outros tipos de doença também.

De acordo com a Water.org, o acesso à água potável e ao sabonete poderia prevenir, anualmente, a morte de cerca de 290 mil criançasIII de até cinco anos de idade. A dificuldade para a higienização potencializa a contaminação de pessoas com sistema imunológico debilitado ou menos desenvolvido.

Além dos efeitos gerados pela higienização da água, existem outros riscos envolvendo diretamente o crescimento das crianças e da crise hídrica, pois água potável e segura é um elemento fundamental no desenvolvimento infantil. Então, na falta dela, algumas doenças podem se tornar mais recorrentes, como a febre tifoide, a diarreia e a desidratação. Estima-se que a cada dois minutos uma criança morre por uma doença transmitida via água contaminada.

Além disso, a diarreia, diretamente associada ao consumo contaminado, está entre as três doenças que mais mata crianças. De acordo com o Water.org, cerca de 160 milhões de crianças sofrem de nanismo ou má nutrição decorrente da falta de acesso à água potável e segura.II

(Water.org. Jornal da USP. Associação Paulista

para o Desenvolvimento da Medicina. Engie. Agência Social de Notícias. Summit Saúde 2022. Estadão, 22 mar. 2022. Disponível em: https://summitsaude.estadao.com.br/desafios-no-brasil/por-que-a-crise-hidrica-afeta-a-saudepublica/. Fragmento.)

Sobre o acento grave, utilizado na escrita para representar a crase, analise as afirmativas a seguir.

I. No trecho “[...] cerca de 1 milhão foi vítima de doenças ligadas à dificuldade de acesso e à qualidade da água, [...]”, o acento grave indica, nas duas ocorrências, a fusão da preposição “a” com o artigo indefinido que antecede os substantivos “dificuldade” e “qualidade”, respectivamente.

II. No trecho “ [...] cerca de 160 milhões de crianças sofrem de nanismo ou má nutrição decorrente da falta de acesso à água potável e segura.”, a relação entre o nome regente e seu termo regido se estabelece por meio da preposição “a”, o que implica necessidade do acento grave para indicar, na escrita, a ocorrência da crase.

III. No trecho “[...] o acesso à água potável e ao sabonete poderia prevenir, anualmente, a morte de cerca de 290 mil crianças [...]”, se o substantivo “sabonete” fosse substituído pela expressão “substâncias higienizadoras”, a reescrita correta seria: “ [...] o acesso à água potável e à substâncias higienizadoras poderia prevenir, anualmente, a morte de cerca de 290 mil crianças [...]”.

Está correto o que se afirma apenas em

 

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2621497 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: ISGH

Por que a crise hídrica afeta a saúde pública?

O ano de 2021 foi uma amostra e um aviso de que a crise hídrica não é uma “teoria da conspiração”. Regiões do Brasil sofrem com a falta de chuvas e o baixo nível de água nos reservatórios, gerando uma seca histórica no país que não afeta apenas a economia e o agronegócio. A falta de água também causa efeitos negativos na saúde da população.

Em 2021, o Brasil experimentou uma mínima parcela do que é viver em uma crise hídrica. Estima-se que, pelo Planeta, 771 milhões de pessoas têm dificuldade de acessar água segura e cerca de 1 milhão foi vítima de doenças ligadas à dificuldade de acesso e à qualidade da água, como a hidratação, o saneamento básico e a higiene.

A falta de água prejudica os cuidados de limpeza, tão importantes durante o combate de uma doença, por exemplo. Durante a pandemia de Covid-19, a crise hídrica afetou as condições de cuidado e de sanitização de famílias pelo mundo todo, sendo a escassez de água segura um problema no combate de outros tipos de doença também.

De acordo com a Water.org, o acesso à água potável e ao sabonete poderia prevenir, anualmente, a morte de cerca de 290 mil crianças de até cinco anos de idade. A dificuldade para a higienização potencializa a contaminação de pessoas com sistema imunológico debilitado ou menos desenvolvido.

Além dos efeitos gerados pela higienização da água, existem outros riscos envolvendo diretamente o crescimento das crianças e da crise hídrica, pois água potável e segura é um elemento fundamental no desenvolvimento infantil. Então, na falta dela, algumas doenças podem se tornar mais recorrentes, como a febre tifoide, a diarreia e a desidratação. Estima-se que a cada dois minutos uma criança morre por uma doença transmitida via água contaminada.

Além disso, a diarreia, diretamente associada ao consumo contaminado, está entre as três doenças que mais mata crianças. De acordo com o Water.org, cerca de 160 milhões de crianças sofrem de nanismo ou má nutrição decorrente da falta de acesso à água potável e segura.

(Water.org. Jornal da USP. Associação Paulista

para o Desenvolvimento da Medicina. Engie. Agência Social de Notícias. Summit Saúde 2022. Estadão, 22 mar. 2022. Disponível em: https://summitsaude.estadao.com.br/desafios-no-brasil/por-que-a-crise-hidrica-afeta-a-saudepublica/. Fragmento.)

“Então, na falta dela, algumas doenças podem se tornar mais recorrentes, como a febre tifoide, a diarreia e a desidratação.” (5º§). Em relação à organização desse período, assinale a afirmativa INCORRETA.

 

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2621496 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: ISGH

Por que a crise hídrica afeta a saúde pública?

O ano de 2021 foi uma amostra e um aviso de que a crise hídrica não é uma “teoria da conspiração”. Regiões do Brasil sofrem com a falta de chuvas e o baixo nível de água nos reservatórios, gerando uma seca histórica no país que não afeta apenas a economia e o agronegócio. A falta de água também causa efeitos negativos na saúde da população.

Em 2021, o Brasil experimentou uma mínima parcela do que é viver em uma crise hídrica. Estima-se que, pelo Planeta, 771 milhões de pessoas têm dificuldade de acessar água segura e cerca de 1 milhão foi vítima de doenças ligadas à dificuldade de acesso e à qualidade da água, como a hidratação, o saneamento básico e a higiene.

A falta de água prejudica os cuidados de limpezaa, tão importantes durante o combate de uma doença, por exemplo. Durante a pandemia de Covid-19, a crise hídrica afetou as condições de cuidado e de sanitização de famílias pelo mundo todod, sendo a escassez de água segura um problema no combate de outros tipos de doença também.

De acordo com a Water.org, o acesso à água potável e ao sabonete poderia prevenir, anualmente, a morte de cerca de 290 mil crianças de até cinco anos de idade. A dificuldade para a higienização potencializa a contaminação de pessoas com sistema imunológico debilitado ou menos desenvolvido.

Além dos efeitos gerados pela higienização da água, existem outros riscosd envolvendo diretamente o crescimento das crianças e da crise hídrica, pois água potável e segura é um elemento fundamental no desenvolvimento infantil. Então, na falta dela, algumas doenças podem se tornar mais recorrentesb, como a febre tifoide, a diarreia e a desidratação. Estima-se que a cada dois minutos uma criança morre por uma doença transmitida via água contaminada.

Além disso, a diarreia, diretamente associada ao consumo contaminado, está entre as três doenças que mais mata crianças. De acordo com o Water.org, cerca de 160 milhões de crianças sofrem de nanismo ou má nutrição decorrente da falta de acesso à água potável e segura.

(Water.org. Jornal da USP. Associação Paulista

para o Desenvolvimento da Medicina. Engie. Agência Social de Notícias. Summit Saúde 2022. Estadão, 22 mar. 2022. Disponível em: https://summitsaude.estadao.com.br/desafios-no-brasil/por-que-a-crise-hidrica-afeta-a-saudepublica/. Fragmento.)

O sintagma destacado NÃO desempenha a função sintática de sujeito em:

 

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