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QUADRILHA
João amava Teresa que amava Raimundo
que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili
que não amava ninguém.
João foi pra os Estados Unidos, Teresa para o convento,
Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia,
Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes
que não tinha entrado na história.
Carlos Drummond de Andrade
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- Sintaxe
- MorfologiaConjunçõesRelações de Causa e Consequência
- MorfologiaPronomesPronomes PessoaisPronomes Pessoais Oblíquos
- Interpretação de TextosTipologia e Gênero Textual
A grande árvore e o bambu
O mestre e seu jovem discípulo caminhavam em
silêncio pela estrada que ligava o templo ao vilarejo. Na
noite anterior uma forte tempestade havia caído na região
e havia muitas folhas e galhos espalhados pelo caminho.
A certa altura, os dois foram obrigados a saltar o tronco
de uma grande árvore que havia tombado e expunha um
emaranhado de raízes retorcidas.
– Há certas coisas que não compreendo – disse o
discípulo. – Como é possível que uma árvore tão forte,
com raízes assim robustas, tombe por causa da
tempestade, enquanto outras plantas frágeis continuam
de pé?
O mestre parou de caminhar e olhou ao seu redor,
como se procurasse alguma coisa. Depois de instantes,
disse ao discípulo:
– Vê aquela moita de bambus ali adiante, na
margem do caminho?
– Sim!
– Durante as grandes tempestades, as varas do
bambu se agitam de um lado para o outro, chegam quase
a tocar o chão. Elas se submetem à força dos ventos, mas,
quando a tormenta passa, estão novamente como sempre
estiveram, firmes e intactas, como se nada tivesse
acontecido.
O discípulo contemplou a moita a alguns metros de
distância. Por um instante, lembrou-se das pescarias que
fazia quando criança, usando uma fina vara de bambu.
Lembrou-se de como a vara vergava, sem jamais quebrar,
quando um peixe grande abocanhava a isca.
O mestre continuou:
– Já a árvore que acabamos de saltar não resistiu à
tempestade porque seu tronco, grosso e rígido, era
incapaz de se curvar. Ao longo de toda a sua vida, ela veio
resistindo, imóvel, às tempestades violentas, perdendo
muitas folhas e galhos. Até que, um dia, não pôde suportar
seu próprio peso e sucumbiu.
O discípulo, já habituado com as parábolas do
mestre, permaneceu em silêncio, aguardando o
ensinamento que estava por vir.
– Assim também é com os homens – prosseguiu o
mestre.
– Há os que procuram resistir às tormentas da vida
e se enrijecem, se agarram com todas as forças ao que
conhecem, recusam-se a mudar. E há os que aceitam as
adversidades, adaptam-se às circunstâncias e sofrem
mudanças, mas continuam inteiros.
‘‘Os primeiros temem as tempestades, mas não
conseguem evitá-las. Os segundos sabem que as
tempestades são inevitáveis, mas não as temem’’
(http://sucessocoach.com.br/a-grande-arvore-e-o-bambu/)
( ) No primeiro parágrafo do texto predomina uma sequência narrativa; ( ) “Durante as grandes tempestades, as varas do bambu se agitam de um lado para o outro, chegam quase a tocar o chão.” No trecho há período simples; ( ) “Há os que procuram resistir às tormentas da vida e se enrijecem”. A palavra destacada “os”, no contexto, é classificada morfologicamente como pronome; ( ) “...estão novamente como sempre estiveram, firmes e intactas”. A palavra destacada “como” é uma conjunção adverbial conformativa.
A sequência correta de cima para baixo é:
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- OrtografiaAcentuação GráficaAcento Diferencial
- OrtografiaProblemas da Norma CultaUso dos "porquês"
- SintaxeConcordância
- Interpretação de TextosFunções da Linguagem
Analise as informações sobre alguns conteúdos da Gramática Normativa:
I. Na frase: “Não sabemos o porque de tanta violência na cidade”, a palavra destacada está escrita corretamente;
II. A palavra têm, 3ª pessoa do plural, a forma verbal pôde, na 3ª pessoa do singular do pretérito perfeito do indicativo e o verbo pôr são exemplos de palavras que não perderam o acento diferencial após a reforma ortográfica;
III. Em um texto há o predomínio da função conativa quando o objetivo é persuadir o leitor. Tal função está centralizada no receptor;
IV. Na frase “Batiam oito horas quando ele acordou”, a concordância verbal está correta.
Assinale a opção correta:
I. Na frase: “Não sabemos o porque de tanta violência na cidade”, a palavra destacada está escrita corretamente;
II. A palavra têm, 3ª pessoa do plural, a forma verbal pôde, na 3ª pessoa do singular do pretérito perfeito do indicativo e o verbo pôr são exemplos de palavras que não perderam o acento diferencial após a reforma ortográfica;
III. Em um texto há o predomínio da função conativa quando o objetivo é persuadir o leitor. Tal função está centralizada no receptor;
IV. Na frase “Batiam oito horas quando ele acordou”, a concordância verbal está correta.
Assinale a opção correta:
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- Sintaxe
- MorfologiaConjunçõesRelações de Causa e Consequência
- MorfologiaPronomes
- Interpretação de TextosTipologia e Gênero Textual
A grande árvore e o bambu
O mestre e seu jovem discípulo caminhavam em silêncio pela estrada que ligava o templo ao vilarejo. Na noite anterior uma forte tempestade havia caído na região e havia muitas folhas e galhos espalhados pelo caminho. A certa altura, os dois foram obrigados a saltar o tronco de uma grande árvore que havia tombado e expunha um emaranhado de raízes retorcidas.
– Há certas coisas que não compreendo – disse o discípulo. – Como é possível que uma árvore tão forte, com raízes assim robustas, tombe por causa da tempestade, enquanto outras plantas frágeis continuam de pé?
O mestre parou de caminhar e olhou ao seu redor, como se procurasse alguma coisa. Depois de instantes, disse ao discípulo:
– Vê aquela moita de bambus ali adiante, na margem do caminho?
– Sim!
– Durante as grandes tempestades, as varas do bambu se agitam de um lado para o outro, chegam quase a tocar o chão. Elas se submetem à força dos ventos, mas, quando a tormenta passa, estão novamente como sempre estiveram, firmes e intactas, como se nada tivesse acontecido.
O discípulo contemplou a moita a alguns metros de distância. Por um instante, lembrou-se das pescarias que fazia quando criança, usando uma fina vara de bambu. Lembrou-se de como a vara vergava, sem jamais quebrar, quando um peixe grande abocanhava a isca.
O mestre continuou:
– Já a árvore que acabamos de saltar não resistiu à tempestade porque seu tronco, grosso e rígido, era incapaz de se curvar. Ao longo de toda a sua vida, ela veio resistindo, imóvel, às tempestades violentas, perdendo muitas folhas e galhos. Até que, um dia, não pôde suportar seu próprio peso e sucumbiu.
O discípulo, já habituado com as parábolas do mestre, permaneceu em silêncio, aguardando o ensinamento que estava por vir.
– Assim também é com os homens – prosseguiu o mestre.
– Há os que procuram resistir às tormentas da vida e se enrijecem, se agarram com todas as forças ao que conhecem, recusam-se a mudar. E há os que aceitam as adversidades, adaptam-se às circunstâncias e sofrem mudanças, mas continuam inteiros.
‘‘Os primeiros temem as tempestades, mas não conseguem evitá-las. Os segundos sabem que as tempestades são inevitáveis, mas não as temem’’
(http://sucessocoach.com.br/a-grande-arvore-e-o-bambu/)
( ) No primeiro parágrafo do texto predomina uma sequência narrativa;
( ) “Durante as grandes tempestades, as varas do bambu se agitam de um lado para o outro, chegam quase a tocar o chão.” No trecho há período simples;
( ) “Há os que procuram resistir às tormentas da vida e se enrijecem”. A palavra destacada “os”, no contexto, é classificada morfologicamente como pronome;
( ) “...estão novamente como sempre estiveram, firmes e intactas”. A palavra destacada “como” é uma conjunção adverbial conformativa.
A sequência correta de cima para baixo é:
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- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “como”
- MorfologiaConjunçõesRelações de Causa e Consequência
- MorfologiaPronomesPronomes PessoaisPronomes Pessoais Oblíquos
A grande árvore e o bambu
O mestre e seu jovem discípulo caminhavam em
silêncio pela estrada que ligava o templo ao vilarejo. Na
noite anterior uma forte tempestade havia caído na região
e havia muitas folhas e galhos espalhados pelo caminho.
A certa altura, os dois foram obrigados a saltar o tronco
de uma grande árvore que havia tombado e expunha um
emaranhado de raízes retorcidas.
– Há certas coisas que não compreendo – disse o
discípulo. – Como é possível que uma árvore tão forte,
com raízes assim robustas, tombe por causa da
tempestade, enquanto outras plantas frágeis continuam
de pé?
O mestre parou de caminhar e olhou ao seu redor,
como se procurasse alguma coisa. Depois de instantes,
disse ao discípulo:
– Vê aquela moita de bambus ali adiante, na
margem do caminho?
– Sim!
– Durante as grandes tempestades, as varas do
bambu se agitam de um lado para o outro, chegam quase
a tocar o chão. Elas se submetem à força dos ventos, mas,
quando a tormenta passa, estão novamente como sempre
estiveram, firmes e intactas, como se nada tivesse
acontecido.
O discípulo contemplou a moita a alguns metros de
distância. Por um instante, lembrou-se das pescarias que
fazia quando criança, usando uma fina vara de bambu.
Lembrou-se de como a vara vergava, sem jamais quebrar,
quando um peixe grande abocanhava a isca.
O mestre continuou:
– Já a árvore que acabamos de saltar não resistiu à
tempestade porque seu tronco, grosso e rígido, era
incapaz de se curvar. Ao longo de toda a sua vida, ela veio
resistindo, imóvel, às tempestades violentas, perdendo
muitas folhas e galhos. Até que, um dia, não pôde suportar
seu próprio peso e sucumbiu.
O discípulo, já habituado com as parábolas do
mestre, permaneceu em silêncio, aguardando o
ensinamento que estava por vir.
– Assim também é com os homens – prosseguiu o
mestre.
– Há os que procuram resistir às tormentas da vida
e se enrijecem, se agarram com todas as forças ao que
conhecem, recusam-se a mudar. E há os que aceitam as
adversidades, adaptam-se às circunstâncias e sofrem
mudanças, mas continuam inteiros.
‘‘Os primeiros temem as tempestades, mas não
conseguem evitá-las. Os segundos sabem que as
tempestades são inevitáveis, mas não as temem’’
(http://sucessocoach.com.br/a-grande-arvore-e-o-bambu/)
( ) No primeiro parágrafo do texto predomina uma sequência narrativa;
( ) “Durante as grandes tempestades, as varas do bambu se agitam de um lado para o outro, chegam quase a tocar o chão.” No trecho há período simples;
( ) “Há os que procuram resistir às tormentas da vida e se enrijecem”. A palavra destacada “os”, no contexto, é classificada morfologicamente como pronome;
( ) “...estão novamente como sempre estiveram, firmes e intactas”. A palavra destacada “como” é uma conjunção adverbial conformativa.
A sequência correta de cima para baixo é:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- Sintaxe
- MorfologiaConjunçõesRelações de Causa e Consequência
- MorfologiaPronomes
- Interpretação de TextosTipologia e Gênero Textual
A grande árvore e o bambu
O mestre e seu jovem discípulo caminhavam em
silêncio pela estrada que ligava o templo ao vilarejo. Na
noite anterior uma forte tempestade havia caído na região
e havia muitas folhas e galhos espalhados pelo caminho.
A certa altura, os dois foram obrigados a saltar o tronco
de uma grande árvore que havia tombado e expunha um
emaranhado de raízes retorcidas.
– Há certas coisas que não compreendo – disse o
discípulo. – Como é possível que uma árvore tão forte,
com raízes assim robustas, tombe por causa da
tempestade, enquanto outras plantas frágeis continuam
de pé?
O mestre parou de caminhar e olhou ao seu redor,
como se procurasse alguma coisa. Depois de instantes,
disse ao discípulo:
– Vê aquela moita de bambus ali adiante, na
margem do caminho?
– Sim!
– Durante as grandes tempestades, as varas do
bambu se agitam de um lado para o outro, chegam quase
a tocar o chão. Elas se submetem à força dos ventos, mas,
quando a tormenta passa, estão novamente como sempre
estiveram, firmes e intactas, como se nada tivesse
acontecido.
O discípulo contemplou a moita a alguns metros de
distância. Por um instante, lembrou-se das pescarias que
fazia quando criança, usando uma fina vara de bambu.
Lembrou-se de como a vara vergava, sem jamais quebrar,
quando um peixe grande abocanhava a isca.
O mestre continuou:
– Já a árvore que acabamos de saltar não resistiu à
tempestade porque seu tronco, grosso e rígido, era
incapaz de se curvar. Ao longo de toda a sua vida, ela veio
resistindo, imóvel, às tempestades violentas, perdendo
muitas folhas e galhos. Até que, um dia, não pôde suportar
seu próprio peso e sucumbiu.
O discípulo, já habituado com as parábolas do
mestre, permaneceu em silêncio, aguardando o
ensinamento que estava por vir.
– Assim também é com os homens – prosseguiu o
mestre.
– Há os que procuram resistir às tormentas da vida
e se enrijecem, se agarram com todas as forças ao que
conhecem, recusam-se a mudar. E há os que aceitam as
adversidades, adaptam-se às circunstâncias e sofrem
mudanças, mas continuam inteiros.
‘‘Os primeiros temem as tempestades, mas não
conseguem evitá-las. Os segundos sabem que as
tempestades são inevitáveis, mas não as temem’’
(http://sucessocoach.com.br/a-grande-arvore-e-o-bambu/)
( ) No primeiro parágrafo do texto predomina uma sequência narrativa; ( ) “Durante as grandes tempestades, as varas do bambu se agitam de um lado para o outro, chegam quase a tocar o chão.” No trecho há período simples; ( ) “Há os que procuram resistir às tormentas da vida e se enrijecem”. A palavra destacada “os”, no contexto, é classificada morfologicamente como pronome; ( ) “...estão novamente como sempre estiveram, firmes e intactas”. A palavra destacada “como” é uma conjunção adverbial conformativa.
A sequência correta de cima para baixo é:
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Questão presente nas seguintes provas
- Sintaxe
- MorfologiaConjunçõesRelações de Causa e Consequência
- MorfologiaPronomes
- Interpretação de TextosTipologia e Gênero Textual
A grande árvore e o bambu
O mestre e seu jovem discípulo caminhavam em
silêncio pela estrada que ligava o templo ao vilarejo. Na
noite anterior uma forte tempestade havia caído na região
e havia muitas folhas e galhos espalhados pelo caminho.
A certa altura, os dois foram obrigados a saltar o tronco
de uma grande árvore que havia tombado e expunha um
emaranhado de raízes retorcidas.
– Há certas coisas que não compreendo – disse o
discípulo. – Como é possível que uma árvore tão forte,
com raízes assim robustas, tombe por causa da
tempestade, enquanto outras plantas frágeis continuam
de pé?
O mestre parou de caminhar e olhou ao seu redor,
como se procurasse alguma coisa. Depois de instantes,
disse ao discípulo:
– Vê aquela moita de bambus ali adiante, na
margem do caminho?
– Sim!
– Durante as grandes tempestades, as varas do
bambu se agitam de um lado para o outro, chegam quase
a tocar o chão. Elas se submetem à força dos ventos, mas,
quando a tormenta passa, estão novamente como sempre
estiveram, firmes e intactas, como se nada tivesse
acontecido.
O discípulo contemplou a moita a alguns metros de
distância. Por um instante, lembrou-se das pescarias que
fazia quando criança, usando uma fina vara de bambu.
Lembrou-se de como a vara vergava, sem jamais quebrar,
quando um peixe grande abocanhava a isca.
O mestre continuou:
– Já a árvore que acabamos de saltar não resistiu à
tempestade porque seu tronco, grosso e rígido, era
incapaz de se curvar. Ao longo de toda a sua vida, ela veio
resistindo, imóvel, às tempestades violentas, perdendo
muitas folhas e galhos. Até que, um dia, não pôde suportar
seu próprio peso e sucumbiu.
O discípulo, já habituado com as parábolas do
mestre, permaneceu em silêncio, aguardando o
ensinamento que estava por vir.
– Assim também é com os homens – prosseguiu o
mestre.
– Há os que procuram resistir às tormentas da vida
e se enrijecem, se agarram com todas as forças ao que
conhecem, recusam-se a mudar. E há os que aceitam as
adversidades, adaptam-se às circunstâncias e sofrem
mudanças, mas continuam inteiros.
‘‘Os primeiros temem as tempestades, mas não
conseguem evitá-las. Os segundos sabem que as
tempestades são inevitáveis, mas não as temem’’
(http://sucessocoach.com.br/a-grande-arvore-e-o-bambu/)
( ) No primeiro parágrafo do texto predomina uma sequência narrativa; ( ) “Durante as grandes tempestades, as varas do bambu se agitam de um lado para o outro, chegam quase a tocar o chão.” No trecho há período simples; ( ) “Há os que procuram resistir às tormentas da vida e se enrijecem”. A palavra destacada “os”, no contexto, é classificada morfologicamente como pronome; ( ) “...estão novamente como sempre estiveram, firmes e intactas”. A palavra destacada “como” é uma conjunção adverbial conformativa.
A sequência correta de cima para baixo é:
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Hemorragia digestiva baixa (HDB) é o sangramento agudo
originário de lesão intestinal situada abaixo do ângulo de
Treitz. Sobre a HDB, assinale a afirmativa correta:
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O Esôfago de Barrett (EB) é uma complicação pré-maligna
da doença do refluxo gastroesofágico, afetando de 2 a 8%
dos pacientes com esofagite erosiva. Em relação ao EB
analise as afirmativas abaixo:
I. O controle endoscópico não é necessário; II. A incidência de carcinoma epidermoide é a complicação mais comum; III. Os pacientes que mais provavelmente apresentam EB são homens brancos acima de 50 anos com história de refluxo gastroesofágico (RGE) há mais de 10 anos.
Estão corretas:
I. O controle endoscópico não é necessário; II. A incidência de carcinoma epidermoide é a complicação mais comum; III. Os pacientes que mais provavelmente apresentam EB são homens brancos acima de 50 anos com história de refluxo gastroesofágico (RGE) há mais de 10 anos.
Estão corretas:
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