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Caso clínico: em uma enfermaria de pediatria, estão internadas duas crianças. A primeira tem 4 anos de idade e a segunda tem 6 anos de idade, foram admitidas no mesmo dia e as mães, que se conheceram no pronto-socorro enquanto esperavam, achavam que os filhos tinham a mesma doença, já que os dois foram levados ao hospital em razão de edema. A criança de 4 anos de idade tinha história de ter apresentado, há alguns dias, estrófulo por picadas de insetos, com melhora mediante os cuidados da mãe. A mãe relatou, ainda, que percebeu uma coisa estranha na urina da criança, pois estava muito “espumosa”. Ao exame, tinha edema em face, mãos e pés, sendo o edema frio e com cacifo (++/4) em 1/3 inferior das pernas e dos pés. Já a segunda criança havia encerrado um tratamento para amigdalite há cinco dias, com uso de sulfametoxazol + trimetoprim. A mãe percebeu algo errado com a urina, que estava ficando escura, quase da cor de “coca-cola”, e com o edema. Ao exame, apresentava edema de face e membros inferiores firme, que não formava cacifo.
A conduta terapêutica inicial para a primeira criança inclui
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Caso clínico: em uma enfermaria de pediatria, estão internadas duas crianças. A primeira tem 4 anos de idade e a segunda tem 6 anos de idade, foram admitidas no mesmo dia e as mães, que se conheceram no pronto-socorro enquanto esperavam, achavam que os filhos tinham a mesma doença, já que os dois foram levados ao hospital em razão de edema. A criança de 4 anos de idade tinha história de ter apresentado, há alguns dias, estrófulo por picadas de insetos, com melhora mediante os cuidados da mãe. A mãe relatou, ainda, que percebeu uma coisa estranha na urina da criança, pois estava muito “espumosa”. Ao exame, tinha edema em face, mãos e pés, sendo o edema frio e com cacifo (++/4) em 1/3 inferior das pernas e dos pés. Já a segunda criança havia encerrado um tratamento para amigdalite há cinco dias, com uso de sulfametoxazol + trimetoprim. A mãe percebeu algo errado com a urina, que estava ficando escura, quase da cor de “coca-cola”, e com o edema. Ao exame, apresentava edema de face e membros inferiores firme, que não formava cacifo.
Considerando a história clínica da segunda criança, quais exames corroboram melhor com a principal hipótese na elucidação diagnóstica?
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Um paciente de 2 anos de idade deu entrada no pronto-socorro, chorando inconsolavelmente no colo do pai, após ter ficado com o dedo da mão preso no degrau da escada rolante de um shopping. O socorrista que acompanhou a família revelou que foi muito rápido e que não houve perda de substância; contudo, a mão ficou rapidamente edemaciada e com hematoma em quirodáctilos e metacarpo. A criança não consegue mexer a mão e, quando alguém a toca, ela grita de dor. Ao se tentar tirar a criança do colo do pai, ela não aceita e fica mais agitada e agressiva.
Em relação à dor apresentada pelo paciente, assinale a alternativa correta.
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Caso clínico: uma criança de 6 anos de idade, em seguimento por exposição ao HIV ao nascer, foi levada ao ambulatório com quadro de tosse seca há quatro semanas, sudorese à noite, chegando a ter sensação de calafrios e com “ínguas” crescendo no pescoço. A mãe relata, ainda, adinamia e anorexia. Ao ser questionada acerca de outras pessoas com sintomas na família, ela informa que ninguém está igual, mas o pai da criança está com uma tosse persistente há uns dois meses, mas relaciona ao fato de ele ser tabagista. Ao exame físico, está em estado geral de regular a bom, emagrecida, pálida (++/4), eupneica, afebril ao toque, acianótica, anictérica, hidratada, linfadenomegalias palpáveis na região cervical, sendo três linfonodos à esquerda, aderidos entre si, e dois à direita, sendo um deles maior que 1 cm, com flutuação. Verificam-se AP com murmúrio vesicular presente, sem ruídos adventícios, AC em ritmo regular, em dois tempos, sem sopro. ABD flácido, com fígado a 2 cm do rebordo costal direito e baço a 1 cm do rebordo costal esquerdo, EXT. perfundidas, sem edema. PPD não reator.
Quanto ao exame complementar que está indicado para auxiliar no diagnóstico definitivo, assinale a alternativa correta.
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Caso clínico: uma criança de 6 anos de idade, em seguimento por exposição ao HIV ao nascer, foi levada ao ambulatório com quadro de tosse seca há quatro semanas, sudorese à noite, chegando a ter sensação de calafrios e com “ínguas” crescendo no pescoço. A mãe relata, ainda, adinamia e anorexia. Ao ser questionada acerca de outras pessoas com sintomas na família, ela informa que ninguém está igual, mas o pai da criança está com uma tosse persistente há uns dois meses, mas relaciona ao fato de ele ser tabagista. Ao exame físico, está em estado geral de regular a bom, emagrecida, pálida (++/4), eupneica, afebril ao toque, acianótica, anictérica, hidratada, linfadenomegalias palpáveis na região cervical, sendo três linfonodos à esquerda, aderidos entre si, e dois à direita, sendo um deles maior que 1 cm, com flutuação. Verificam-se AP com murmúrio vesicular presente, sem ruídos adventícios, AC em ritmo regular, em dois tempos, sem sopro. ABD flácido, com fígado a 2 cm do rebordo costal direito e baço a 1 cm do rebordo costal esquerdo, EXT. perfundidas, sem edema. PPD não reator.
Com base no exposto, o provável diagnóstico dessa criança é
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Caso clínico: uma paciente de 14 anos de idade deu entrada, há três dias, no pronto-socorro com quadro de febre há quatro dias, sempre maior que 38,5 °C, associada a dispneia, e história de emagrecimento e cansaço aos médios esforços, que havia piorado nas últimas 48 horas. De antecedentes, há história de febre reumática há dois anos. Realizou extração dentária há cinco dias e, segundo a mãe, não fez uso de nenhum medicamento antes do procedimento. Na admissão, está taquidispneica, febril, acianótica, anictérica, hipocorada (+/4), hipoidratada (+/4), com olhar ansioso, AP MV presente, simétrico, com estertores bolhosos bilateralmente, AC RR em três tempos, B2 hiperfonética, sopro sistólico em rebordo esternal, ABD flácido, fígado palpável a 3 cm do rebordo costal direito, EXT. leve edema de membros inferiores, sem cianose, presença de lesões hemorrágicas subungueais, e o fundo de olho revelou pontos hemorrágicos na retina. Foram tomadas as primeiras medidas, que tiveram boa resposta. Após 24 horas de internação, a paciente estava com o quadro controlado, quase eupneica. Os exames iniciais mostravam leucocitose, com desvio à esquerda, ASLO positiva, hemoculturas coletadas em dois sítios distintos com crescimento parcial de coco gram-positivo. O ecocardiograma evidenciou estenose aórtica moderada e insuficiência mitral, com vegetação.
A medida terapêutica que poderia ter evitado o desenvolvimento dessa complicação seria a profilaxia secundária para febre reumática bem realizada. Considerando a evolução, a profilaxia para essa paciente deveria ser feita com penicilina benzatina
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Caso clínico: uma paciente de 14 anos de idade deu entrada, há três dias, no pronto-socorro com quadro de febre há quatro dias, sempre maior que 38,5 °C, associada a dispneia, e história de emagrecimento e cansaço aos médios esforços, que havia piorado nas últimas 48 horas. De antecedentes, há história de febre reumática há dois anos. Realizou extração dentária há cinco dias e, segundo a mãe, não fez uso de nenhum medicamento antes do procedimento. Na admissão, está taquidispneica, febril, acianótica, anictérica, hipocorada (+/4), hipoidratada (+/4), com olhar ansioso, AP MV presente, simétrico, com estertores bolhosos bilateralmente, AC RR em três tempos, B2 hiperfonética, sopro sistólico em rebordo esternal, ABD flácido, fígado palpável a 3 cm do rebordo costal direito, EXT. leve edema de membros inferiores, sem cianose, presença de lesões hemorrágicas subungueais, e o fundo de olho revelou pontos hemorrágicos na retina. Foram tomadas as primeiras medidas, que tiveram boa resposta. Após 24 horas de internação, a paciente estava com o quadro controlado, quase eupneica. Os exames iniciais mostravam leucocitose, com desvio à esquerda, ASLO positiva, hemoculturas coletadas em dois sítios distintos com crescimento parcial de coco gram-positivo. O ecocardiograma evidenciou estenose aórtica moderada e insuficiência mitral, com vegetação.
A respeito do caso clínico apresentado, assinale a alternativa correta.
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Caso clínico: uma paciente de 6 anos de idade foi levada ao prontosocorro com agitação psicomotora, vômitos em jato e movimentos transitórios de espasticidade em membros. Sua mãe informou que a filha começou quadro de febre e cefaleia há dois dias, com piora importante nas últimas horas. Já no box de atendimento, apresentou vômito em jato, sem restos alimentares. Ao exame físico, estava agitada e desorientada, com respiração profunda e acelerada, febril ao toque, acianótica, anictérica, hipocorada (++/4), hipoidratada (++/4), AP com murmúrio vesicular presente, sem ruídos adventícios, AC em ritmo regular, em dois tempos, sem sopros audíveis, ABD de difícil palpação pela agitação da paciente, em visceromegalias palpáveis, EXT. rigidez transitória em membros inferiores, sem edema ou cianose, Kernig e Brudzinski positivos. O fundo de olho sugere edema de papila.
Qual é a melhor indicação terapêutica para o caso?
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Caso clínico: uma paciente de 6 anos de idade foi levada ao prontosocorro com agitação psicomotora, vômitos em jato e movimentos transitórios de espasticidade em membros. Sua mãe informou que a filha começou quadro de febre e cefaleia há dois dias, com piora importante nas últimas horas. Já no box de atendimento, apresentou vômito em jato, sem restos alimentares. Ao exame físico, estava agitada e desorientada, com respiração profunda e acelerada, febril ao toque, acianótica, anictérica, hipocorada (++/4), hipoidratada (++/4), AP com murmúrio vesicular presente, sem ruídos adventícios, AC em ritmo regular, em dois tempos, sem sopros audíveis, ABD de difícil palpação pela agitação da paciente, em visceromegalias palpáveis, EXT. rigidez transitória em membros inferiores, sem edema ou cianose, Kernig e Brudzinski positivos. O fundo de olho sugere edema de papila.
O sinal clínico que contraindica a realização imediata da punção lombar é o (a)
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Um bebê com diagnóstico intrauterino de trissomia do 18, com cardiopatia complexa e malformações esqueléticas, está para nascer. Os pais apresentam um plano de cuidados, junto ao plano de parto da mãe, construído com o auxílio de uma equipe interdisciplinar de medicina fetal, neonatologia e psicologia, no qual há algumas definições, como “em caso de nascimento sem vitalidade, não proceder manobras de reanimação neonatal ou procedimentos invasivos, realizar todas as medidas que tragam conforto e promover o cuidado humanizado, contato pele a pele com a mãe e colo do pai.”
Tendo em vista o exposto e os procedimentos neonatais, assinale a alternativa correta.
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