Foram encontradas 120 questões.
O DIMINUTIVO
O diminutivo é uma maneira ao mesmo tempo
afetuosa e precavida de usar a linguagem. Afetuosa
porque geralmente a usamos para designar o que é
agradável, aquelas coisas tão afáveis que se deixam
diminuir sem perder o sentido. E precavida também
porque a usamos para desarmar certas palavras que, na
sua forma original, são ameaçadoras demais.
Operação, por exemplo. É uma palavra assustadora.
Pior do que intervenção cirúrgica, porque promete uma
intromissão muito mais radical nos intestinos. Uma
operação certamente durará horas e os resultados são
incertos. Suas chances de sobreviver a uma operação... sei
não. Melhor se preparar para o pior.
Já uma operaçãozinha é uma mera formalidade.
Anestesia local e duas aspirinas depois. Uma coisa tão
banal que quase dispensa a presença do paciente.
No Brasil, usa-se o diminutivo principalmente com
relação à comida. Nada nos desperta sentimentos tão
carinhosos quanto uma boa comidinha.
- Mais um feijãozinho?
O feijãozinho passou dois dias borbulhando num
daqueles caldeirões de antropófagos com capacidade para
três missionários. Mas a dona da casa o trata como um
mingau de todos os dias.
O diminutivo é também uma forma de disfarçar o
nosso entusiasmo pelas grandes porções. E tem um efeito
psicológico inegável. Você pode passar duas horas
tomando cervejinha sem nenhum dos efeitos que sofreria
depois de duas cervejas.
E agora, um docinho.
E surge um tacho de ambrosia que é um porta-aviões.
Luís Fernando Veríssimo
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O DIMINUTIVO
O diminutivo é uma maneira ao mesmo tempo
afetuosa e precavida de usar a linguagem. Afetuosa
porque geralmente a usamos para designar o que é
agradável, aquelas coisas tão afáveis que se deixam
diminuir sem perder o sentido. E precavida também
porque a usamos para desarmar certas palavras que, na
sua forma original, são ameaçadoras demais.
Operação, por exemplo. É uma palavra assustadora.
Pior do que intervenção cirúrgica, porque promete uma
intromissão muito mais radical nos intestinos. Uma
operação certamente durará horas e os resultados são
incertos. Suas chances de sobreviver a uma operação... sei
não. Melhor se preparar para o pior.
Já uma operaçãozinha é uma mera formalidade.
Anestesia local e duas aspirinas depois. Uma coisa tão
banal que quase dispensa a presença do paciente.
No Brasil, usa-se o diminutivo principalmente com
relação à comida. Nada nos desperta sentimentos tão
carinhosos quanto uma boa comidinha.
- Mais um feijãozinho?
O feijãozinho passou dois dias borbulhando num
daqueles caldeirões de antropófagos com capacidade para
três missionários. Mas a dona da casa o trata como um
mingau de todos os dias.
O diminutivo é também uma forma de disfarçar o
nosso entusiasmo pelas grandes porções. E tem um efeito
psicológico inegável. Você pode passar duas horas
tomando cervejinha sem nenhum dos efeitos que sofreria
depois de duas cervejas.
E agora, um docinho.
E surge um tacho de ambrosia que é um porta-aviões.
Luís Fernando Veríssimo
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O diminutivo é uma maneira ao mesmo tempo
afetuosa e precavida de usar a linguagem. Afetuosa
porque geralmente a usamos para designar o que é
agradável, aquelas coisas tão afáveis que se deixam
diminuir sem perder o sentido. E precavida também
porque a usamos para desarmar certas palavras que, na
sua forma original, são ameaçadoras demais.
Operação, por exemplo. É uma palavra assustadora.
Pior do que intervenção cirúrgica, porque promete uma
intromissão muito mais radical nos intestinos. Uma
operação certamente durará horas e os resultados são
incertos. Suas chances de sobreviver a uma operação... sei
não. Melhor se preparar para o pior.
Já uma operaçãozinha é uma mera formalidade.
Anestesia local e duas aspirinas depois. Uma coisa tão
banal que quase dispensa a presença do paciente.
No Brasil, usa-se o diminutivo principalmente com
relação à comida. Nada nos desperta sentimentos tão
carinhosos quanto uma boa comidinha.
- Mais um feijãozinho?
O feijãozinho passou dois dias borbulhando num
daqueles caldeirões de antropófagos com capacidade para
três missionários. Mas a dona da casa o trata como um
mingau de todos os dias.
O diminutivo é também uma forma de disfarçar o
nosso entusiasmo pelas grandes porções. E tem um efeito
psicológico inegável. Você pode passar duas horas
tomando cervejinha sem nenhum dos efeitos que sofreria
depois de duas cervejas.
E agora, um docinho.
E surge um tacho de ambrosia que é um porta-aviões.
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O diminutivo é uma maneira ao mesmo tempo
afetuosa e precavida de usar a linguagem. Afetuosa
porque geralmente a usamos para designar o que é
agradável, aquelas coisas tão afáveis que se deixam
diminuir sem perder o sentido. E precavida também
porque a usamos para desarmar certas palavras que, na
sua forma original, são ameaçadoras demais.
Operação, por exemplo. É uma palavra assustadora.
Pior do que intervenção cirúrgica, porque promete uma
intromissão muito mais radical nos intestinos. Uma
operação certamente durará horas e os resultados são
incertos. Suas chances de sobreviver a uma operação... sei
não. Melhor se preparar para o pior.
Já uma operaçãozinha é uma mera formalidade.
Anestesia local e duas aspirinas depois. Uma coisa tão
banal que quase dispensa a presença do paciente.
No Brasil, usa-se o diminutivo principalmente com
relação à comida. Nada nos desperta sentimentos tão
carinhosos quanto uma boa comidinha.
- Mais um feijãozinho?
O feijãozinho passou dois dias borbulhando num
daqueles caldeirões de antropófagos com capacidade para
três missionários. Mas a dona da casa o trata como um
mingau de todos os dias.
O diminutivo é também uma forma de disfarçar o
nosso entusiasmo pelas grandes porções. E tem um efeito
psicológico inegável. Você pode passar duas horas
tomando cervejinha sem nenhum dos efeitos que sofreria
depois de duas cervejas.
E agora, um docinho.
E surge um tacho de ambrosia que é um porta-aviões.
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O diminutivo é uma maneira ao mesmo tempo
afetuosa e precavida de usar a linguagem. Afetuosa
porque geralmente a usamos para designar o que é
agradável, aquelas coisas tão afáveis que se deixam
diminuir sem perder o sentido. E precavida também
porque a usamos para desarmar certas palavras que, na
sua forma original, são ameaçadoras demais.
Operação, por exemplo. É uma palavra assustadora.
Pior do que intervenção cirúrgica, porque promete uma
intromissão muito mais radical nos intestinos. Uma
operação certamente durará horas e os resultados são
incertos. Suas chances de sobreviver a uma operação... sei
não. Melhor se preparar para o pior.
Já uma operaçãozinha é uma mera formalidade.
Anestesia local e duas aspirinas depois. Uma coisa tão
banal que quase dispensa a presença do paciente.
No Brasil, usa-se o diminutivo principalmente com
relação à comida. Nada nos desperta sentimentos tão
carinhosos quanto uma boa comidinha.
- Mais um feijãozinho?
O feijãozinho passou dois dias borbulhando num
daqueles caldeirões de antropófagos com capacidade para
três missionários. Mas a dona da casa o trata como um
mingau de todos os dias.
O diminutivo é também uma forma de disfarçar o
nosso entusiasmo pelas grandes porções. E tem um efeito
psicológico inegável. Você pode passar duas horas
tomando cervejinha sem nenhum dos efeitos que sofreria
depois de duas cervejas.
E agora, um docinho.
E surge um tacho de ambrosia que é um porta-aviões.
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O diminutivo é uma maneira ao mesmo tempo
afetuosa e precavida de usar a linguagem. Afetuosa
porque geralmente a usamos para designar o que é
agradável, aquelas coisas tão afáveis que se deixam
diminuir sem perder o sentido. E precavida também
porque a usamos para desarmar certas palavras que, na
sua forma original, são ameaçadoras demais.
Operação, por exemplo. É uma palavra assustadora.
Pior do que intervenção cirúrgica, porque promete uma
intromissão muito mais radical nos intestinos. Uma
operação certamente durará horas e os resultados são
incertos. Suas chances de sobreviver a uma operação... sei
não. Melhor se preparar para o pior.
Já uma operaçãozinha é uma mera formalidade.
Anestesia local e duas aspirinas depois. Uma coisa tão
banal que quase dispensa a presença do paciente.
No Brasil, usa-se o diminutivo principalmente com
relação à comida. Nada nos desperta sentimentos tão
carinhosos quanto uma boa comidinha.
- Mais um feijãozinho?
O feijãozinho passou dois dias borbulhando num
daqueles caldeirões de antropófagos com capacidade para
três missionários. Mas a dona da casa o trata como um
mingau de todos os dias.
O diminutivo é também uma forma de disfarçar o
nosso entusiasmo pelas grandes porções. E tem um efeito
psicológico inegável. Você pode passar duas horas
tomando cervejinha sem nenhum dos efeitos que sofreria
depois de duas cervejas.
E agora, um docinho.
E surge um tacho de ambrosia que é um porta-aviões.
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O DIMINUTIVO
O diminutivo é uma maneira ao mesmo tempo
afetuosa e precavida de usar a linguagem. Afetuosa
porque geralmente a usamos para designar o que é
agradável, aquelas coisas tão afáveis que se deixam
diminuir sem perder o sentido. E precavida também
porque a usamos para desarmar certas palavras que, na
sua forma original, são ameaçadoras demais.
Operação, por exemplo. É uma palavra assustadora.
Pior do que intervenção cirúrgica, porque promete uma
intromissão muito mais radical nos intestinos. Uma
operação certamente durará horas e os resultados são
incertos. Suas chances de sobreviver a uma operação... sei
não. Melhor se preparar para o pior.
Já uma operaçãozinha é uma mera formalidade.
Anestesia local e duas aspirinas depois. Uma coisa tão
banal que quase dispensa a presença do paciente.
No Brasil, usa-se o diminutivo principalmente com
relação à comida. Nada nos desperta sentimentos tão
carinhosos quanto uma boa comidinha.
- Mais um feijãozinho?
O feijãozinho passou dois dias borbulhando num
daqueles caldeirões de antropófagos com capacidade para
três missionários. Mas a dona da casa o trata como um
mingau de todos os dias.
O diminutivo é também uma forma de disfarçar o
nosso entusiasmo pelas grandes porções. E tem um efeito
psicológico inegável. Você pode passar duas horas
tomando cervejinha sem nenhum dos efeitos que sofreria
depois de duas cervejas.
E agora, um docinho.
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Negar que “Marcelo foi correr se e somente se Ligia estava vestida” equivale a dizer que:
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De conformidade com as Normas Brasileira de Contabilidade constituem aspectos fundamentais dos papéis de trabalho do auditor:
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O vale do rio Jaru foi ocupado, a partir de 1975, com a
instalação do Projeto Integrado de Colonização “Padre
Adolpho Rohl”, pelo Incra, para assentamentos de colonos
oriundos principalmente das regiões Centro Sul do País;
mas somente depois de 6 anos, Jaru se torna munícipio
através da Lei nº 6.921, de 16 de junho de 1981. O
município de Jaru teve o engenheiro agrônomo Raimundo
Nonato da Silva como primeiro prefeito e seu mandato
teve a duração de:
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