Foram encontradas 60 questões.
Muitas vezes necessitamos utilizar um programa instalado no navegador que permite a utilização de recursos que não estão na linguagem na qual são criadas as páginas. Um exemplo comum é o Flash Player, visualizador de programas escritos em flash. Este programa é usado pelo Firefox quando for necessário executar um programa em flash no navegador (como banners animados, jogos ou os vídeos do YouTube).
Outro muito comum é o Java, que permite executar aplicações muito usadas pelos sites de bancos para criar teclados virtuais e por outros sites para fazer sistemas de notícias. Além destes, há uma variedade enorme de outros programas como o instalado pelo Adobe Reader para exibição de arquivos PDF dentro do Firefox e o Windows Media Player e QuickTime para exibição de vídeos.
Responda:
como é conhecido o programa adicional para browsers que habilita funções extras, como exibição de vídeos, animações, entre outros?
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Alguns usuários utilizam utilitários como calendário, temperatura, relógio e medidor de cpu, fixados na área de trabalho do Windows 7.
Neste caso, trata-se de:
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Um navegador de Internet, também conhecido pelos termos ingleses web browser ou simplesmente de browser é o software que permite você acessar a Internet. Por conseguinte, veja vídeos, escute musica, jogue e interaja com documentos virtuais também conhecidos como páginas da web.
O principal protocolo utilizado pelos navegadores para transferência dos hipertextos é o:
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Fazendo uma analogia, uma planilha eletrônica é utilizada para resolver um problema que, manualmente, você resolveria utilizando os seguintes instrumentos: lápis, papel, borracha e calculadora, ou seja, é um tipo de programa de computador que usa tabelas para realização de cálculos ou apresentação de dados, sendo cada tabela formada por uma grade composta de linhas e colunas.
Então, responda: em uma planilha feita no Microsoft Excel 2010 foram digitados os seguintes valores.
Célula
A1
A2
A3
A4
Valor
2
3
5
8
Os conteúdos das células B1, B2 e B3 eram, respectivamente:
= A1 + A4,
= A2+A3+A1 e
= (A4+A3) + (A2+(A4-A1))
Qual o resultado numérico das fórmulas da célula B1, B2 e B3 respectivamente?
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O correio eletrônico ou e-mail é uma ferramenta que é usada para enviar e receber mensagens de maneira instantânea através da Internet. Não sendo necessário que as pessoas ou destinatários a quem você vai enviar uma mensagem estejam conectadas à internet ao mesmo tempo que você, por conseguinte, você também não precisa estar conectado à internet o tempo todo para receber suas mensagens.
Sobre os protocolos usados no correio eletrônico, podemos afirmar:
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Entende-se que dispositivos periféricos podem ser somente de entrada de informações, somente de saída de informações ou de ambas.
Assinale o periférico de tratamento da informação tipicamente de dupla direção (entrada/saída) de informações.
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Podemos afirmar que existem três funções para os principais barramentos de um computador, que, em termos simples, conectam o processador, a memória e os outros componentes.
São elas:
1- barramento de dados – é por este tipo de barramento que ocorre as trocas de dados no computador (enviados e recebidos);
2- barramento de endereços – indica o local onde os processos devem ser extraídos e para onde devem ser enviados após o processamento;
3- barramento de controle – atua como um regulador das outras funções, podendo limitá-las ou expandi-las em razão de sua demanda.
Então, podemos afirmar que o barramento IDE de uma placa-mãe é utilizado para:
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Muitas vezes, ao utilizar um editor de textos, necessitamos repetir palavras ou partes de um texto. Neste caso, após selecionar uma palavra que deseja copiar para outro parágrafo do texto, um usuário utilizando Microsoft Office 2010 em português deve, imediatamente após a seleção, utilizar a seguinte sequência de teclas para copiar a palavra para a memória, assim, futuramente ser inserida em outra parte do texto:
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COMO VIVER NA ERA DIGITAL
A televisão e o rádio foram inventados há cerca de um século; a prensa, há mais de quinhentos anos. Em apenas duas décadas, no entanto, fomos da abertura da internet para o público geral à marca de mais de 2 bilhões de pessoa conectadas; e passaram-se apenas três décadas desde o lançamento do primeiro sistema comercial de celular até a conexão de mais de 5 bilhões de usuários ativos. Essa rede global inteligente deverá, no futuro, conectar-nos não apenas a outras pessoas, mas aos objetos de nosso dia a dia – de carros e roupas a comidas e bebidas. Por meio de chips inteligentes e bancos de dados centralizados, estamos diante de uma forma de conexão sem precedentes não apenas uns com os outros, mas com o mundo construído à nossa volta: suas ferramentas, seus espaços compartilhados, seus padrões de ação e reação. E junto com tudo isso chegam novas informações sobre o mundo, de diferentes formas: informações sobre onde estamos, o que estamos fazendo e do que gostamos. O que devemos fazer com essas informações? E, não menos importante, o que outros – governos, corporações, ativistas, criminosos, policiais e criadores – já estão fazendo com elas? Conhecimento e poder sempre andaram de mãos dadas. Hoje, entretanto, a informação e a infraestrutura pela qual ela flui não representam apenas poder, mas um novo tipo de força econômica e social.
Em termos intelectuais, sociais e legislativos, estamos anos, se não décadas, atrasados em relação às questões do presente. Em termos de gerações, a divisão entre os “nativos” que nasceram em meio à era digital e aqueles que nasceram antes dela pode parecer um abismo através do qual se torna difícil articular determinadas conclusões e valores compartilhados.
Explorar essas possibilidades é como explorar uma nova cidade ou um novo continente. Adentramos um espaço onde a natureza humana permanece a mesma, mas as estruturas que lhe dão forma nos são estranhas. O mundo digital atual não é apenas uma ideia ou um conjunto de ferramentas, da mesma forma que um dispositivo digital moderno não é apenas algo ativado para nos entreter e nos agradar. Ao contrário – para um número cada vez maior de pessoas, é uma passagem para o lugar onde lazer e trabalho estão interligados: uma arena em que conciliamos\( ^{(E)} \) de forma contínua amizades, notícias, negócios, compras, pesquisas, política, jogos, finanças e muitas outras atividades. (...)
Em 2008 havia aproximadamente um trilhão de páginas na internet. Três anos depois, é praticamente inútil tentar estimar esse número, mas ele deve estar na casa de muitos trilhões. Cerca de centenas de bilhões de livros foram publicados em quinhentos anos, desde a invenção da prensa, se considerarmos todas as línguas e todas as edições. Esse volume de informação representa menos de um mês do conteúdo que está sendo carregado na internet atualmente.
O mais importante de tudo, no entanto, é o fato de que os dispositivos digitais não são capazes apenas de exibir e reproduzir informação: eles também podem animá-la, dando um sopro de vida a bytes e algoritmos. Quando programamos um computador, não estamos simplesmente criando um objeto, como fazemos ao escrever um livro, pintar um quadro ou desenhar um mapa. Estamos configurando um sistema dinâmico para que outros possam explorar e interagir. Estamos construindo outros mundos. Talvez esse seja o milagre central de nossa era – e aquele que melhor explica a contínua migração de esforços, atenção, emoção, atividade econômica e inovação em direção às tecnologias digitais. Assim como as cidades funcionaram como ímãs para a maior parte da população ao longo do último século, o reino digital está levando as pessoas ao ponto mais intenso de suas possibilidades: simulações que nos tocam de forma mais profunda do que as meras experiências reais. (...)
Se quisermos conviver com a tecnologia da melhor forma possível, precisamos reconhecer que o que importa, acima de tudo, não são os dispositivos individuais que utilizamos, mas as experiências humanas que eles são capazes de criar. As mídias digitais são tecnologias da mente e da experiência. Se quisermos prosperar junto a elas, a primeira lição que devemos aprender é que só podemos ter esperança de compreendê-las de uma forma construtiva falando não da tecnologia de modo abstrato, mas das experiências que ela proporciona. (...)
Disponível em http://www.objetiva.com.br
As vírgulas da sequência “amizades, notícias, negócios, compras, pesquisas, política, jogos,” são necessárias:
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COMO VIVER NA ERA DIGITAL
A televisão e o rádio foram inventados há cerca de um século; a prensa, há mais de quinhentos anos. Em apenas duas décadas, no entanto, fomos da abertura da internet para o público geral à marca de mais de 2 bilhões de pessoa conectadas; e passaram-se apenas três décadas desde o lançamento do primeiro sistema comercial de celular até a conexão de mais de 5 bilhões de usuários ativos. Essa rede global inteligente deverá, no futuro, conectar-nos não apenas a outras pessoas, mas aos objetos de nosso dia a dia – de carros e roupas a comidas e bebidas. Por meio de chips inteligentes e bancos de dados centralizados, estamos diante de uma forma de conexão sem precedentes não apenas uns com os outros, mas com o mundo construído à nossa volta: suas ferramentas, seus espaços compartilhados, seus padrões de ação e reação. E junto com tudo isso chegam novas informações sobre o mundo, de diferentes formas: informações sobre onde estamos, o que estamos fazendo e do que gostamos. O que devemos fazer com essas informações? E, não menos importante, o que outros – governos, corporações, ativistas, criminosos, policiais e criadores – já estão fazendo com elas? Conhecimento e poder sempre andaram de mãos dadas. Hoje, entretanto, a informação e a infraestrutura pela qual ela flui não representam apenas poder, mas um novo tipo de força econômica e social.
Em termos intelectuais, sociais e legislativos, estamos anos, se não décadas, atrasados em relação às questões do presente. Em termos de gerações, a divisão entre os “nativos” que nasceram em meio à era digital e aqueles que nasceram antes dela pode parecer um abismo através do qual se torna difícil articular determinadas conclusões e valores compartilhados.
Explorar essas possibilidades é como explorar uma nova cidade ou um novo continente. Adentramos um espaço onde a natureza humana permanece a mesma, mas as estruturas que lhe dão forma nos são estranhas. O mundo digital atual não é apenas uma ideia ou um conjunto de ferramentas, da mesma forma que um dispositivo digital moderno não é apenas algo ativado para nos entreter e nos agradar. Ao contrário – para um número cada vez maior de pessoas, é uma passagem para o lugar onde lazer e trabalho estão interligados: uma arena em que conciliamos de forma contínua amizades, notícias, negócios, compras, pesquisas, política, jogos, finanças e muitas outras atividades. (...)
Em 2008 havia aproximadamente um trilhão de páginas na internet. Três anos depois, é praticamente inútil tentar estimar esse número, mas ele deve estar na casa de muitos trilhões. Cerca de centenas de bilhões de livros foram publicados em quinhentos anos, desde a invenção da prensa, se considerarmos todas as línguas e todas as edições. Esse volume de informação representa menos de um mês do conteúdo que está sendo carregado na internet atualmente.
O mais importante de tudo, no entanto, é o fato de que os dispositivos digitais não são capazes apenas de exibir e reproduzir informação: eles também podem animá-la, dando um sopro de vida a bytes e algoritmos. Quando programamos um computador, não estamos simplesmente criando um objeto, como fazemos ao escrever um livro, pintar um quadro ou desenhar um mapa. Estamos configurando um sistema dinâmico para que outros possam explorar e interagir. Estamos construindo outros mundos. Talvez esse seja o milagre central de nossa era – e aquele que melhor explica a contínua migração de esforços, atenção, emoção, atividade econômica e inovação em direção às tecnologias digitais. Assim como as cidades funcionaram como ímãs para a maior parte da população ao longo do último século, o reino digital está levando as pessoas ao ponto mais intenso de suas possibilidades: simulações que nos tocam de forma mais profunda do que as meras experiências reais. (...)
Se quisermos conviver com a tecnologia da melhor forma possível, precisamos reconhecer que o que importa, acima de tudo, não são os dispositivos individuais que utilizamos, mas as experiências humanas que eles são capazes de criar. As mídias digitais são tecnologias da mente e da experiência. Se quisermos prosperar junto a elas, a primeira lição que devemos aprender é que só podemos ter esperança de compreendê-las de uma forma construtiva falando não da tecnologia de modo abstrato, mas das experiências que ela proporciona. (...)
Disponível em http://www.objetiva.com.br
A estrutura “assim como” é marcadora de:
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