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Foram encontradas 346 questões.

3253650 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: CETREDE
Orgão: JUCEC

Considere as seguintes afirmações sobre navegadores da Web:

I. Bloquear a execução de código JavaScript no navegador garante a segurança na navegação;

II. O comando Ctrl + Shift + P é usado em todos os navegadores para abrir uma nova aba de navegação privativa/anônima;

III. Não é possível rastrear a atividade do usuário durante o modo de navegação privativa/anônima;

IV. Os sites dotados de certificados digitais acessados via HTTPS possuem navegação plenamente segura.

Marque a alternativa correta:

 

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3253649 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: CETREDE
Orgão: JUCEC

O e-mail é um serviço eletrônico para a troca de mensagens utilizando a rede mundial de computadores. Há vários softwares especializados utilizados para prover esse serviço, assim como várias opções de protocolos dependendo das necessidades dos agentes usuários e/ou dos agentes de transferência de mensagens. Assuma a seguinte mensagem hipotética.

Enunciado 3253649-1

É INCORRETO afirmar que:

 

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3253648 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: CETREDE
Orgão: JUCEC

No Microsoft Powerpoint, em sua configuração padrão, os comandos Ctrl + Shift + <, Ctrl + Shift + F e Shift + F5 produzem os seguintes efeitos, respectivamente:

 

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3253647 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: CETREDE
Orgão: JUCEC

Textos técnicos frequentemente envolvem pesquisas feitas na Internet, de modo que citações ao texto original precisam ser copiadas para o trabalho em produção pelo usuário no Microsoft Word. O seguinte comando deve ser usado para colar textos copiados para a área de transferência a partir de navegadores da Internet, inserindo o texto e preservando a formatação usada no Microsoft Word quando utilizando sua configuração padrão:

 

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3253646 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: CETREDE
Orgão: JUCEC

No Microsoft Excel, em sua configuração padrão, suponha que as células estão preenchidas da seguinte maneira.

Enunciado 3253646-1

Assuma que o usuário inseriu a fórmula =A2+$A$1 célula B1. Em seguida, com somente a célula B1 selecionada, o usuário clicou com o botão esquerdo do mouse no pequeno quadrado posicionado no canto inferior direito do retângulo de seleção. Ainda com esse botão do mouse pressionado, a seleção foi estendida até a célula B5, quando o usuário libera o botão esquerdo do mouse. Os valores calculados para as células B3 e B5, respectivamente, são:

 

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3253645 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: CETREDE
Orgão: JUCEC

No Microsoft Excel, em sua configuração padrão, suponha que as células estão preenchidas da seguinte maneira.

Enunciado 3253645-1

Qual o resultado da fórmula =SE(MÉDIA(A1:A5)<50; CONT.SE(B1:B5;"reprovado"); CONT.SE(B1:B5;"aprovado")) nesse caso?

 

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3253644 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: CETREDE
Orgão: JUCEC

Todos os seguintes recursos do Windows 7 oferecem maior conforto durante a leitura para pessoas com deficiência visual, EXCETO:

 

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3253643 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: JUCEC

TEXTO

O que desolava Vicente, o que enchia seu coração enérgico de um infinito desânimo, era a triste certeza da inutilidade do seu esforço.

Em vão, mal amanhecia, iniciava a labuta sem descanso, e atravessava o dia todo no duro vaivém do serviço sem tréguas, cavando aqui uma cacimba, consumindo partidas de caroço de algodão, levantando, com suas próprias mãos, que o labor corajoso endurecia, as reses caídas de fraqueza e de sede.

Parecia, entretanto, que o sol trazia dissolvido na sua luz algum veneno misterioso que vencia os cuidados mais pacientes, ressequia a frescura das irrigações, esterilizava o poder nutritivo do caroço, com tanto custo obtido.

As reses secavam como se um parasita interior lhes absorvesse o sangue e lhes devorasse os músculos, deixando apenas a dura armação dos ossos sob o disfarce miserável do couro puído e sujo.

Apenas um desejo as animava: beber sem interrupção a água salobra das cacimbas, como se aqueles goles salgados, mornos, densos, lhes restituíssem saúde e vida.

As ovelhas se reduziam agora a dez cabeças lamentáveis que marravam e gemiam, sacudindo a lã imunda pela aspereza dos caminhos, roendo famintamente alguma dura casca de marmeleiro que as cabras desprezavam.

Morria tudo.

Em vão se desdobrava o moço em cuidados, em trabalhos que só ele, na sua tenacidade de maníaco, empreendia e suportava...

Já o couro da Fidalga, seco e dobrado, estava a um canto do armazém; e junto dele o da Mimosa, o da Asa Branca, o da Andorinha, quantos mais, quantos mais!

Agora mesmo, já outra vez caíra a novilha raceada que fora de Chico Bento.

Lembrando-se dela, de um pulo, Vicente levantou-se da rede do alpendre, onde se deitara, fumando um cigarro pensativo.

João Marreca, sentado no seu eterno banco, o cachimbo no queixo, um dos pés na borda do assento, voltou-se admirado, com o brusco movimento do moço.

– Compadre João, já tornaram a levantar a novilha?

– Já, inhor sim. Indagorinha. Quando o compadre estava jantando.

– Foi? Admira, eu não vi. Botaram uma raminha verde pra ela?

– Rama verde de onde?

– Pois é possível que na vazante não tenha mais um galho de rama?

– Tem o quê, compadre!

E o João Marreca abanava o pescoço esguio – onde o pomo-de-adão escorregava e subia – a sua grande cabeça de pele amarela, de olhos agudos, de cabelinhos ásperos semeados ao acaso na face e no queixo:

– Tem o quê! Vazante, só pra verão curto... Aquilo carece do salzinho da chuva mode dar alguma coisa... Nem que agoe como aguar...

Vicente passeava, assobiando, desesperado e furioso:

– E o que é que se faz?

– É esperar... Ter fé nos poderes de Deus e esperar. Pode ser que Nossa Senhora ajude...

[Extraído de “O Quinze”, de Rachel de Queiroz – Obra Reunida – José Olympio Editora, Rio de Janeiro / 1989]

Aponte a alternativa na qual o acento indicativo da crase deverá ser empregado:

 

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3253642 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: JUCEC

TEXTO

O que desolava Vicente, o que enchia seu coração enérgico de um infinito desânimo, era a triste certeza da inutilidade do seu esforço.

Em vão, mal amanhecia, iniciava a labuta sem descanso, e atravessava o dia todo no duro vaivém do serviço sem tréguas, cavando aqui uma cacimba, consumindo partidas de caroço de algodão, levantando, com suas próprias mãos, que o labor corajoso endurecia, as reses caídas de fraqueza e de sede.

Parecia, entretanto, que o sol trazia dissolvido na sua luz algum veneno misterioso que vencia os cuidados mais pacientes, ressequia a frescura das irrigações, esterilizava o poder nutritivo do caroço, com tanto custo obtido.

As reses secavam como se um parasita interior lhes absorvesse o sangue e lhes devorasse os músculos, deixando apenas a dura armação dos ossos sob o disfarce miserável do couro puído e sujo.

Apenas um desejo as animava: beber sem interrupção a água salobra das cacimbas, como se aqueles goles salgados, mornos, densos, lhes restituíssem saúde e vida.

As ovelhas se reduziam agora a dez cabeças lamentáveis que marravam e gemiam, sacudindo a lã imunda pela aspereza dos caminhos, roendo famintamente alguma dura casca de marmeleiro que as cabras desprezavam.

Morria tudo.

Em vão se desdobrava o moço em cuidados, em trabalhos que só ele, na sua tenacidade de maníaco, empreendia e suportava...

Já o couro da Fidalga, seco e dobrado, estava a um canto do armazém; e junto dele o da Mimosa, o da Asa Branca, o da Andorinha, quantos mais, quantos mais!

Agora mesmo, já outra vez caíra a novilha raceada que fora de Chico Bento.

Lembrando-se dela, de um pulo, Vicente levantou-se da rede do alpendre, onde se deitara, fumando um cigarro pensativo.

João Marreca, sentado no seu eterno banco, o cachimbo no queixo, um dos pés na borda do assento, voltou-se admirado, com o brusco movimento do moço.

– Compadre João, já tornaram a levantar a novilha?

– Já, inhor sim. Indagorinha. Quando o compadre estava jantando.

– Foi? Admira, eu não vi. Botaram uma raminha verde pra ela?

– Rama verde de onde?

– Pois é possível que na vazante não tenha mais um galho de rama?

– Tem o quê, compadre!

E o João Marreca abanava o pescoço esguio – onde o pomo-de-adão escorregava e subia – a sua grande cabeça de pele amarela, de olhos agudos, de cabelinhos ásperos semeados ao acaso na face e no queixo:

– Tem o quê! Vazante, só pra verão curto... Aquilo carece do salzinho da chuva mode dar alguma coisa... Nem que agoe como aguar...

Vicente passeava, assobiando, desesperado e furioso:

– E o que é que se faz?

– É esperar... Ter fé nos poderes de Deus e esperar. Pode ser que Nossa Senhora ajude...

[Extraído de “O Quinze”, de Rachel de Queiroz – Obra Reunida – José Olympio Editora, Rio de Janeiro / 1989]

Assinale o emprego INCORRETO da palavra “onde”:

 

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3253641 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: JUCEC

TEXTO

O que desolava Vicente, o que enchia seu coração enérgico de um infinito desânimo, era a triste certeza da inutilidade do seu esforço.

Em vão, mal amanhecia, iniciava a labuta sem descanso, e atravessava o dia todo no duro vaivém do serviço sem tréguas, cavando aqui uma cacimba, consumindo partidas de caroço de algodão, levantando, com suas próprias mãos, que o labor corajoso endurecia, as reses caídas de fraqueza e de sede.

Parecia, entretanto, que o sol trazia dissolvido na sua luz algum veneno misterioso que vencia os cuidados mais pacientes, ressequia a frescura das irrigações, esterilizava o poder nutritivo do caroço, com tanto custo obtido.

As reses secavam como se um parasita interior lhes absorvesse o sangue e lhes devorasse os músculos, deixando apenas a dura armação dos ossos sob o disfarce miserável do couro puído e sujo.

Apenas um desejo as animava: beber sem interrupção a água salobra das cacimbas, como se aqueles goles salgados, mornos, densos, lhes restituíssem saúde e vida.

As ovelhas se reduziam agora a dez cabeças lamentáveis que marravam e gemiam, sacudindo a lã imunda pela aspereza dos caminhos, roendo famintamente alguma dura casca de marmeleiro que as cabras desprezavam.

Morria tudo.

Em vão se desdobrava o moço em cuidados, em trabalhos que só ele, na sua tenacidade de maníaco, empreendia e suportava...

Já o couro da Fidalga, seco e dobrado, estava a um canto do armazém; e junto dele o da Mimosa, o da Asa Branca, o da Andorinha, quantos mais, quantos mais!

Agora mesmo, já outra vez caíra a novilha raceada que fora de Chico Bento.

Lembrando-se dela, de um pulo, Vicente levantou-se da rede do alpendre, onde se deitara, fumando um cigarro pensativo.

João Marreca, sentado no seu eterno banco, o cachimbo no queixo, um dos pés na borda do assento, voltou-se admirado, com o brusco movimento do moço.

– Compadre João, já tornaram a levantar a novilha?

– Já, inhor sim. Indagorinha. Quando o compadre estava jantando.

– Foi? Admira, eu não vi. Botaram uma raminha verde pra ela?

– Rama verde de onde?

– Pois é possível que na vazante não tenha mais um galho de rama?

– Tem o quê, compadre!

E o João Marreca abanava o pescoço esguio – onde o pomo-de-adão escorregava e subia – a sua grande cabeça de pele amarela, de olhos agudos, de cabelinhos ásperos semeados ao acaso na face e no queixo:

– Tem o quê! Vazante, só pra verão curto... Aquilo carece do salzinho da chuva mode dar alguma coisa... Nem que agoe como aguar...

Vicente passeava, assobiando, desesperado e furioso:

– E o que é que se faz?

– É esperar... Ter fé nos poderes de Deus e esperar. Pode ser que Nossa Senhora ajude...

[Extraído de “O Quinze”, de Rachel de Queiroz – Obra Reunida – José Olympio Editora, Rio de Janeiro / 1989]

A opção que traz a justificativa CORRETA para o emprego do verbo “assistir”, nas frases I e II, abaixo, é:

I. Uma nova ONG está sendo criada para assistir o homem do campo.

II. Com justificado temor, hoje se assiste ao drama da seca em vastas regiões do País.

 

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