Foram encontradas 229 questões.
TEXTO 01 para as questões de 01 a 04.
COMERCIANTE EM CRISE
- Bom-dia, sr. Honório. Como está o dia hoje?
- As coisas podiam estar bem melhores, não fosse essa maldita inflação. - A loja está vazia?
- Não é isso, sr. Zeferino? Vazia, sempre vazia. Os clientes correram. As carteiras ficaram magras, as despesas, cortadas, um aperto geral.
- Mas, e o senhor vai desistir? Depois de tanto tempo no comércio...
- E eu sou homem de desistir? Nunca, mas vou me aperriar um bocado... Já avisei lá em casa, vamos apertar os cintos que “a coisa tá preta”.
- Mas tudo passa, sr. Honório. É como diz aquele ditado: Quem espera, sempre alcança. Virá o tempo da bonança, pode acreditar. Sr. Zeferino ajeitou a calça que já queria arriar de tanta magreza naquele corpo, penteou o bigode de poucos fios pretos e acenou, com um sorriso aberto, cheio de esperança, para o colega comerciante.
Disponível no site: www.cantinhodocomercio.com.br. Acesso em: 14 de fevereiro de 2012.
Interpretando-se o texto, tem-se como CORRETO o que se afirma na alternativaCOMERCIANTE EM CRISE
- Bom-dia, sr. Honório. Como está o dia hoje?
- As coisas podiam estar bem melhores, não fosse essa maldita inflação. - A loja está vazia?
- Não é isso, sr. Zeferino? Vazia, sempre vazia. Os clientes correram. As carteiras ficaram magras, as despesas, cortadas, um aperto geral.
- Mas, e o senhor vai desistir? Depois de tanto tempo no comércio...
- E eu sou homem de desistir? Nunca, mas vou me aperriar um bocado... Já avisei lá em casa, vamos apertar os cintos que “a coisa tá preta”.
- Mas tudo passa, sr. Honório. É como diz aquele ditado: Quem espera, sempre alcança. Virá o tempo da bonança, pode acreditar. Sr. Zeferino ajeitou a calça que já queria arriar de tanta magreza naquele corpo, penteou o bigode de poucos fios pretos e acenou, com um sorriso aberto, cheio de esperança, para o colega comerciante.
Disponível no site: www.cantinhodocomercio.com.br. Acesso em: 14 de fevereiro de 2012.
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Sobre a Reforma Ortográfica, existe UM ERRO em uma das alternativas abaixo. Assinale-a.
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- SintaxeConcordância
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Número
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Pessoa
- SemânticaSinônimos e Antônimos
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
TEXTO 01 para as questões de 01 a 04.
COMERCIANTE EM CRISE
- Bom-dia, sr. Honório. Como está o dia hoje?
- As coisas podiam estar bem melhores, não fosse essa maldita inflação. - A loja está vazia?
- Não é isso, sr. Zeferino? Vazia, sempre vazia. Os clientes correram. As carteiras ficaram magras, as despesas, cortadas, um aperto geral.
- Mas, e o senhor vai desistir? Depois de tanto tempo no comércio...
- E eu sou homem de desistir? Nunca, mas vou me aperriar um bocado... Já avisei lá em casa, vamos apertar os cintos que “a coisa tá preta”.
- Mas tudo passa, sr. Honório. É como diz aquele ditado: Quem espera, sempre alcança. Virá o tempo da bonança, pode acreditar. Sr. Zeferino ajeitou a calça que já queria arriar de tanta magreza naquele corpo, penteou o bigode de poucos fios pretos e acenou, com um sorriso aberto, cheio de esperança, para o colega comerciante.
Disponível no site: www.cantinhodocomercio.com.br. Acesso em: 14 de fevereiro de 2012.
A loja está vazia? COMERCIANTE EM CRISE
- Bom-dia, sr. Honório. Como está o dia hoje?
- As coisas podiam estar bem melhores, não fosse essa maldita inflação. - A loja está vazia?
- Não é isso, sr. Zeferino? Vazia, sempre vazia. Os clientes correram. As carteiras ficaram magras, as despesas, cortadas, um aperto geral.
- Mas, e o senhor vai desistir? Depois de tanto tempo no comércio...
- E eu sou homem de desistir? Nunca, mas vou me aperriar um bocado... Já avisei lá em casa, vamos apertar os cintos que “a coisa tá preta”.
- Mas tudo passa, sr. Honório. É como diz aquele ditado: Quem espera, sempre alcança. Virá o tempo da bonança, pode acreditar. Sr. Zeferino ajeitou a calça que já queria arriar de tanta magreza naquele corpo, penteou o bigode de poucos fios pretos e acenou, com um sorriso aberto, cheio de esperança, para o colega comerciante.
Disponível no site: www.cantinhodocomercio.com.br. Acesso em: 14 de fevereiro de 2012.
- Não é isso, sr. Zeferino? Vazia, sempre vazia. Os clientes correram. As carteiras ficaram magras, as despesas, cortadas, um aperto geral.
- Mas, e o senhor vai desistir? Depois de tanto tempo no comércio...
Assinale a alternativa CORRETA.
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TEXTO 01 para as questões de 01 a 04.
COMERCIANTE EM CRISE
- Bom-dia, sr. Honório. Como está o dia hoje?
- As coisas podiam estar bem melhores, não fosse essa maldita inflação. - A loja está vazia?
- Não é isso, sr. Zeferino? Vazia, sempre vazia. Os clientes correram. As carteiras ficaram magras, as despesas, cortadas, um aperto geral.
- Mas, e o senhor vai desistir? Depois de tanto tempo no comércio...
- E eu sou homem de desistir? Nunca, mas vou me aperriar um bocado... Já avisei lá em casa, vamos apertar os cintos que “a coisa tá preta”.
- Mas tudo passa, sr. Honório. É como diz aquele ditado: Quem espera, sempre alcança. Virá o tempo da bonança, pode acreditar. Sr. Zeferino ajeitou a calça que já queria arriar de tanta magreza naquele corpo, penteou o bigode de poucos fios pretos e acenou, com um sorriso aberto, cheio de esperança, para o colega comerciante.
Disponível no site: www.cantinhodocomercio.com.br. Acesso em: 14 de fevereiro de 2012.
Segundo o texto, o comerciante Honório era
COMERCIANTE EM CRISE
- Bom-dia, sr. Honório. Como está o dia hoje?
- As coisas podiam estar bem melhores, não fosse essa maldita inflação. - A loja está vazia?
- Não é isso, sr. Zeferino? Vazia, sempre vazia. Os clientes correram. As carteiras ficaram magras, as despesas, cortadas, um aperto geral.
- Mas, e o senhor vai desistir? Depois de tanto tempo no comércio...
- E eu sou homem de desistir? Nunca, mas vou me aperriar um bocado... Já avisei lá em casa, vamos apertar os cintos que “a coisa tá preta”.
- Mas tudo passa, sr. Honório. É como diz aquele ditado: Quem espera, sempre alcança. Virá o tempo da bonança, pode acreditar. Sr. Zeferino ajeitou a calça que já queria arriar de tanta magreza naquele corpo, penteou o bigode de poucos fios pretos e acenou, com um sorriso aberto, cheio de esperança, para o colega comerciante.
Disponível no site: www.cantinhodocomercio.com.br. Acesso em: 14 de fevereiro de 2012.
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Comércio
Comércio é a troca de produtos. Antigamente, as trocas eram feitas por produtos de valor desconhecido em que cada um valorizava seu produto. Hoje, a troca é feita de forma indireta, uma pessoa troca o dinheiro pelo produto que deseja. A invenção do dinheiro contribuiu para a simplificação e promoção do desenvolvimento do comércio. O comércio pode estar relacionado com a economia formal, que é firma registrada dentro da lei, ou com a economia informal, que são firmas sem registros, ou seja, não pagam impostos. O comércio informal traz prejuízos ao país, pois clonam qualquer tipo de produto para a venda mais barata, resultando em altíssimos prejuízos. O mercado é o lugar público onde negociantes expõem e vendem seus produtos. O surgimento do mercado como um espaço físico ocorreu na Antiguidade antes da invenção do dinheiro. Independentemente da existência do dinheiro, é a oferta e a procura por mercadorias ou serviços que permitem a existência do comércio. O comércio pode ser realizado entre países, o que chamamos de comércio exterior. Nesse caso, o país se organiza para importar e exportar. Exportar é quando um produto ou bem é vendido para fora do país, e importar consiste na entrada de um produto estrangeiro no país. O comércio atacadista vende produtos em grandes quantidades, visando aos donos de mercados que recebem descontos maiores, por ainda revenderem a mercadoria, enquanto o varejista vende produtos unitários e visa aos consumidores finais para o próprio consumo do produto. Disponível em: http://www.brasilescola.com/economia/comercio.htm. Adaptado.
Com base na leitura do texto, é
CORRETO afirmar que o comércio Comércio é a troca de produtos. Antigamente, as trocas eram feitas por produtos de valor desconhecido em que cada um valorizava seu produto. Hoje, a troca é feita de forma indireta, uma pessoa troca o dinheiro pelo produto que deseja. A invenção do dinheiro contribuiu para a simplificação e promoção do desenvolvimento do comércio. O comércio pode estar relacionado com a economia formal, que é firma registrada dentro da lei, ou com a economia informal, que são firmas sem registros, ou seja, não pagam impostos. O comércio informal traz prejuízos ao país, pois clonam qualquer tipo de produto para a venda mais barata, resultando em altíssimos prejuízos. O mercado é o lugar público onde negociantes expõem e vendem seus produtos. O surgimento do mercado como um espaço físico ocorreu na Antiguidade antes da invenção do dinheiro. Independentemente da existência do dinheiro, é a oferta e a procura por mercadorias ou serviços que permitem a existência do comércio. O comércio pode ser realizado entre países, o que chamamos de comércio exterior. Nesse caso, o país se organiza para importar e exportar. Exportar é quando um produto ou bem é vendido para fora do país, e importar consiste na entrada de um produto estrangeiro no país. O comércio atacadista vende produtos em grandes quantidades, visando aos donos de mercados que recebem descontos maiores, por ainda revenderem a mercadoria, enquanto o varejista vende produtos unitários e visa aos consumidores finais para o próprio consumo do produto. Disponível em: http://www.brasilescola.com/economia/comercio.htm. Adaptado.
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Homenageando o nosso rei do baião, Luiz Gonzaga, no seu centenário, vamos analisar um de seus inúmeros sucessos
musicais – A Feira de Caruaru, para responder as questões 09 e 10.

A feira de Caruaru Faz gosto a gente vê De tudo que há no mundo Nela tem pra vender Na feira de Caruaru Tem massa de mandioca Batata assada, tem ovo cru Banana, laranja e manga Batata-doce, queijo e caju Cenoura, jabuticaba, guiné, Galinha, pato e peru Tem bode, carneiro e porco E se duvidar inté cururu Tem cesto, balaio, corda Tamanco, gréia, tem tatu Tem fumo, tem tabaqueiro, Tem peixeira e tem boi zebu Caneco, alcoviteiro, peneira Broa e mel de uruçu Tem calça de alvorada Que é pra matuto não andá nu
A feira de Caruaru... Tem rede, tem baleeira Mode menino caçá lambu Maxixe, cebola verde, tomate Coentro, couve e chuchu Almoço feito na corda Pirão mexido que nem angu, Tem fia de tamborete, que Dá de tronco de mulungu Tem louça, tem ferro velho, Sorvete de raspa que faz jaú Gelado caldo de cana, Planta de palma e mandacaru Bonecos de Vitalino, que são Conhecidos inté no Sul De tudo que há no mundo Tem na feira de Caruaru A feira de Caruaru...
Disponível em: http://onordeste.com/onordeste/enciclopediaNordeste/index.php?titulo=A+Feira+de+Caruaru,+a+m%C3%BAsica<r=a&id_perso=687
O autor
A feira de Caruaru Faz gosto a gente vê De tudo que há no mundo Nela tem pra vender Na feira de Caruaru Tem massa de mandioca Batata assada, tem ovo cru Banana, laranja e manga Batata-doce, queijo e caju Cenoura, jabuticaba, guiné, Galinha, pato e peru Tem bode, carneiro e porco E se duvidar inté cururu Tem cesto, balaio, corda Tamanco, gréia, tem tatu Tem fumo, tem tabaqueiro, Tem peixeira e tem boi zebu Caneco, alcoviteiro, peneira Broa e mel de uruçu Tem calça de alvorada Que é pra matuto não andá nu
A feira de Caruaru... Tem rede, tem baleeira Mode menino caçá lambu Maxixe, cebola verde, tomate Coentro, couve e chuchu Almoço feito na corda Pirão mexido que nem angu, Tem fia de tamborete, que Dá de tronco de mulungu Tem louça, tem ferro velho, Sorvete de raspa que faz jaú Gelado caldo de cana, Planta de palma e mandacaru Bonecos de Vitalino, que são Conhecidos inté no Sul De tudo que há no mundo Tem na feira de Caruaru A feira de Caruaru...
Disponível em: http://onordeste.com/onordeste/enciclopediaNordeste/index.php?titulo=A+Feira+de+Caruaru,+a+m%C3%BAsica<r=a&id_perso=687
I. fez uma comparação nos versos: Pirão mexido/Que nem angu.
II. declara que as obras de Vitalino são conhecidas em todo o mundo, ao se utilizar dos versos: Bonecos de Vitalino/Que são conhecido/Inté no Sul.
III. compôs a sua música por meio de uma descrição.
IV. afirma, em seus versos, que a Feira de Caruaru é específica, comercializando apenas produtos artesanais conhecidos até no sul do país.
Estão CORRETOS os itens
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- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “se”
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto

I. elaborou um texto novo com base em outro texto já existente, no caso a música que está na mídia. A essa relação denominamos de intertextualidade.
II. utilizou-se do termo “assim” que pode ser substituído, sem causar dano à mensagem, por desse jeito.
III. ao usar o conectivo “se”, remete-nos à ideia de que algo, com certeza, acontecerá.
Está CORRETO o que se afirma em
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- OrtografiaPontuaçãoVírgula
- OrtografiaProblemas da Norma CultaMas/mais
- SintaxeColocação Pronominal
- SintaxeConcordância
- SintaxeCrase
- MorfologiaPronomesPronomes PessoaisPronomes Pessoais Oblíquos
- MorfologiaVerbosClassificação dos Verbos
Viu o sorriso. Sorriso cínico, imoral, de quem se divertia. O sorriso não havia mudado; contra ele nada tinham obtido
os especialistas da funerária. Também ela, Vanda, esquecera de recomendar-lhes, de pedir uma fisionomia mais a
caráter, mais de acordo com a solenidade da morte. Continuara aquele sorriso de Quincas Berro D’água e, diante
desse sorriso de mofa e gozo, de que adiantavam sapatos novos - novos em folha, enquanto o pobre Leonardo tinha de
mandar botar, pela segunda vez, meia-sola nos seus - , de que adiantavam roupa negra, camisa alva, barba feita,
cabelo engomado, mãos postas em oração? Porque Quincas ria daquilo tudo, um riso que se ia ampliando, alargando,
que aos poucos ressoava na pocilga imunda. Ria com os lábios e com os olhos, olhos a fitarem o monte de roupa suja e
remendada, esquecida num canto pelos homens da funerária. O sorriso de Quincas Berro D’água. AMADO, Jorge. A Morte e a morte de Quincas Berro D’água. Ed. Record. 88 ed. 2001. P. 36.
Ao redigir o texto 02, Jorge Amado infringiu uma das normas gramaticais vigentes. Isso é percebido na alternativa
Ao redigir o texto 02, Jorge Amado infringiu uma das normas gramaticais vigentes. Isso é percebido na alternativa
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- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “se”
- SintaxeConectivos
- MorfologiaAdvérbios
- Interpretação de TextosIntertextualidade
Observe a charge abaixo para responder as questões 05 e 06.

Nela, o autor 
I. elaborou um texto novo com base em outro texto já existente, no caso a música que está na mídia. A essa relação denominamos de intertextualidade.
II. utilizou-se do termo “ assim" que pode ser substituído, sem causar dano à mensagem, por desse jeito.
III. ao usar o conectivo “se", remete-nos à ideia de que algo, com certeza, acontecerá.
Está CORRETO o que se afirma em
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Analise a tirinha a seguir e responda as questões 07 e 08

Baseando-se ainda na tirinha, é CORRETO afirmar que 
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