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TEXTO 2

No gênero dos quadrinhos, é importante atentar-se à sequência dos acontecimentos e às linguagens verbais e imagéticas para captar o humor próprio do gênero. A comicidade da tirinha ocorre porque a expectativa e a euforia do personagem Cascão foram substituídas pela
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O relógio
O relógio de Nasrudin vivia marcando a hora errada.
- Mas será que não dá para tomar uma providência? - alguém comentou.
- Qual providência? - falou Mullá.
- Bem, o relógio nunca marca a hora certa. Qualquer que seja a providência já será uma melhora.
Nasrudin deu uma martelada no relógio. O relógio parou.
- Você tem toda a razão - disse ele. - De fato, já dá para sentir uma melhora.
- Eu não quis dizer "qualquer providência", assim literalmente. Como é que agora o relógio pode estar melhor do que antes?
- Bem, antes ele nunca marcava a hora certa. Agora, pelo menos, duas vezes por dia ele vai estar certo.
AL-DIN, K. N. O relógio. ln: Costa, F. M. de. (org.).
Os 100 melhores contos de humor da literatura universal. Rio de Janeiro: Ediouro, 2001.
Quanto à tipologia do texto, é correto afirmar que:
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O relógio
O relógio de Nasrudin vivia marcando a hora errada.
- Mas será que não dá para tomar uma providência? - alguém comentou.
- Qual providência? - falou Mullá.
- Bem, o relógio nunca marca a hora certa. Qualquer que seja a providência já será uma melhora.
Nasrudin deu uma martelada no relógio. O relógio parou.
- Você tem toda a razão - disse ele. - De fato, já dá para sentir uma melhora.
- Eu não quis dizer "qualquer providência", assim literalmente. Como é que agora o relógio pode estar melhor do que antes?
- Bem, antes ele nunca marcava a hora certa. Agora, pelo menos, duas vezes por dia ele vai estar certo.
AL-DIN, K. N. O relógio. ln: Costa, F. M. de. (org.).
Os 100 melhores contos de humor da literatura universal. Rio de Janeiro: Ediouro, 2001.
Qual intenção comunicativa se depreende do discurso do personagem em: "Agora, pelo menos, duas vezes por dia ele vai estar certo."?
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O relógio
O relógio de Nasrudin vivia marcando a hora errada(II).
- Mas será que não dá para tomar uma providência? - alguém comentou(I).
- Qual providência? - falou(I) Mullá.
- Bem, o relógio nunca marca a hora certa. Qualquer que seja a providência já será uma melhora.
Nasrudin deu uma martelada no relógio. O relógio parou.
- Você tem toda a razão - disse(I) ele. - De fato, já dá para sentir uma melhora.
- Eu não quis dizer "qualquer providência", assim literalmente. Como é que agora o relógio pode estar melhor do que antes?
- Bem, antes ele nunca marcava a hora certa. Agora, pelo menos, duas vezes por dia ele vai estar certo.
AL-DIN, K. N. O relógio. ln: Costa, F. M. de. (org.).
Os 100 melhores contos de humor da literatura universal. Rio de Janeiro: Ediouro, 2001.
Analise as afirmativas abaixo.
Com relação à técnica do diálogo apresentada no texto:
I- os verbos "comentou", "falou" e "disse" indicam que o interlocutor está com a palavra no discurso direto.
lI- na frase: "O relógio de Nasrudin vivia marcando a hora errada.", é possível observar a presença do discurso direto.
IlI- um exemplo de transposição do discurso indireto para o direto está presente em: Nasrudin disse que antes o relógio nunca marcava a hora certa.
IV- o uso das interrogações dá vida ao personagem para o leitor, sendo um dos recursos que revela a força da narração no discurso direto.
Assinale a opção correta.
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O relógio
O relógio de Nasrudin vivia marcando a hora errada.
- Mas será que não dá para tomar uma providência? - alguém comentou.
- Qual providência? - falou Mullá.
- Bem, o relógio nunca marca a hora certa. Qualquer que seja a providência já será uma melhora.
Nasrudin deu uma martelada no relógio. O relógio parou.
- Você tem toda a razão - disse ele. - De fato, já dá para sentir uma melhora.
- Eu não quis dizer "qualquer providência", assim literalmente. Como é que agora o relógio pode estar melhor do que antes?
- Bem, antes ele nunca marcava a hora certa. Agora, pelo menos, duas vezes por dia ele vai estar certo.
AL-DIN, K. N. O relógio. ln: Costa, F. M. de. (org.).
Os 100 melhores contos de humor da literatura universal. Rio de Janeiro: Ediouro, 2001.
No trecho "O relógio de Nasrudin vivia marcando a hora errada.", o verbo "viver'' apresenta que valor semântico?
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O relógio
O relógio de Nasrudin vivia marcando a hora errada.
- Mas será que não dá para tomar uma providência? - alguém comentou.
- Qual providência? - falou Mullá.
- Bem, o relógio nunca marca a hora certa. Qualquer que seja a providência já será uma melhora.
Nasrudin deu uma martelada no relógio. O relógio parou.
- Você tem toda a razão - disse ele. - De fato, já dá para sentir uma melhora.
- Eu não quis dizer "qualquer providência", assim literalmente. Como é que agora o relógio pode estar melhor do que antes?
- Bem, antes ele nunca marcava a hora certa. Agora, pelo menos, duas vezes por dia ele vai estar certo.
AL-DIN, K. N. O relógio. ln: Costa, F. M. de. (org.).
Os 100 melhores contos de humor da literatura universal. Rio de Janeiro: Ediouro, 2001.
No texto, é possível observar o uso do pronome indefinido "qualquer" em duas situações: "Qualquer que seja a providência já será uma melhora." e "- Eu não quis dizer "qualquer providência", assim literalmente.". Cada uma dessas situações indica um significado para o referido pronome. Assinale a opção que apresenta a justificativa mais adequada para a diferença semântica dessas suas frases.
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O relógio
O relógio de Nasrudin vivia marcando a hora errada.
- Mas será que não dá para tomar uma providência? - alguém comentou.
- Qual providência? - falou Mullá.
- Bem, o relógio nunca marca a hora certa. Qualquer que seja a providência já será uma melhora.
Nasrudin deu uma martelada no relógio. O relógio parou.
- Você tem toda a razão - disse ele. - De fato, já dá para sentir uma melhora.
- Eu não quis dizer "qualquer providência", assim literalmente. Como é que agora o relógio pode estar melhor do que antes?
- Bem, antes ele nunca marcava a hora certa. Agora, pelo menos, duas vezes por dia ele vai estar certo.
AL-DIN, K. N. O relógio. ln: Costa, F. M. de. (org.).
Os 100 melhores contos de humor da literatura universal. Rio de Janeiro: Ediouro, 2001.
Que ditado popular resume a moral do texto?
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Texto 04
Tempo dos Ponteiros
Uma menina coleciona relógios.
De papel, de plástico, de louça, de bronze, de madeira.
Relógios de antes e de agora.
Relógios grandes e pequenos.
Relógios de brincar e de usar.
De pulso, de bolso, de mesa, de parede.·
Ela gosta também de recortar relógios das revistas.
Brinca com os ponteiros.
Guarda um relógio que foi do bisavô.
Os ponteiros pararam.
Não andam mais.
Ela não conheceu o bisavô.
A menina conhece o tempo dos ponteiros.
De papel, de plástico, de louça, de bronze, de madeira.
Relógios de antes e de agora.
Relógios grandes e pequenos.
Relógios de brincar e de usar.
De pulso, de bolso, de mesa, de parede.·
Ela gosta também de recortar relógios das revistas.
Brinca com os ponteiros.
Guarda um relógio que foi do bisavô.
Os ponteiros pararam.
Não andam mais.
Ela não conheceu o bisavô.
A menina conhece o tempo dos ponteiros.
(PARREIRAS, Ninfa. Poemas do Tempo. São Paulo: Paulinas, 2013, 4.ed.)
Em "A menina conhece o tempo dos ponteiros.", o trecho destacado faz referência a um tempo
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Texto 04
Tempo dos Ponteiros
Uma menina coleciona relógios.
De papel, de plástico, de louça, de bronze, de madeira.
Relógios de antes e de agora.
Relógios grandes e pequenos.
Relógios de brincar e de usar.
De pulso, de bolso, de mesa, de parede.·
Ela gosta também de recortar relógios das revistas.
Brinca com os ponteiros.
Guarda um relógio que foi do bisavô.
Os ponteiros pararam.
Não andam mais.
Ela não conheceu o bisavô.
A menina conhece o tempo dos ponteiros.
De papel, de plástico, de louça, de bronze, de madeira.
Relógios de antes e de agora.
Relógios grandes e pequenos.
Relógios de brincar e de usar.
De pulso, de bolso, de mesa, de parede.·
Ela gosta também de recortar relógios das revistas.
Brinca com os ponteiros.
Guarda um relógio que foi do bisavô.
Os ponteiros pararam.
Não andam mais.
Ela não conheceu o bisavô.
A menina conhece o tempo dos ponteiros.
(PARREIRAS, Ninfa. Poemas do Tempo. São Paulo: Paulinas, 2013, 4.ed.)
Assinale a opção em que o termo sublinhado apresenta a mesma função sintática do destacado em: "Ela gosta também de recortar relógios das revistas.".
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O relógio
O relógio de Nasrudin vivia marcando a hora errada.
- Mas será que não dá para tomar uma providência? - alguém comentou.
- Qual providência? - falou Mullá.
- Bem, o relógio nunca marca a hora certa. Qualquer que seja a providência já será uma melhora.
Nasrudin deu uma martelada no relógio. O relógio parou.
- Você tem toda a razão - disse ele. - De fato, já dá para sentir uma melhora.
- Eu não quis dizer "qualquer providência", assim literalmente. Como é que agora o relógio pode estar melhor do que antes?
- Bem, antes ele nunca marcava a hora certa. Agora, pelo menos, duas vezes por dia ele vai estar certo.
AL-DIN, K. N. O relógio. ln: Costa, F. M. de. (org.).
Os 100 melhores contos de humor da literatura universal. Rio de Janeiro: Ediouro, 2001.
Assinale a opção em que todas as palavras seguem, respectivamente, as mesmas regras de acentuação gráfica presentes em: Mullá, você e alguém.
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